Irão

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« Responder #150 em: Julho 04, 2007, 11:36:09 pm »
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Coréia do Norte enviará 4 mini-submarinos ao Irã em meados de julho  

Agência EFE

SEUL - A Coréia do Norte fornecerá quatro mini-submarinos ao Irã em meados de julho como parte do pagamento de uma dívida de centenas de bilhões de dólares, informou nesta quarta-feira a agência japonesa 'Kyodo'.

O acordo foi fechado em maio, coincidindo com a visita do vice-ministro de Exteriores norte-coreano, Kim Yong-il, ao Irã, segundo uma fonte próxima às relações entre os dois países e citada pela 'Kyodo'.

- Durante a visita de Kim Yong-il ao Irã, foi definido que a Coréia do Norte enviaria quatro mini-submarinos ao país nos próximos dois meses e, no máximo, até 15 de julho deste ano - segundo a fonte, que indicou que a operação corresponde ao pagamento de uma dívida de bilhões de dólares.

Embora não tenha sido revelado o modelo dos submarinos nem como serão feitos os envios da Coréia do Norte ao Irã, a notícia aumentou o nível de alerta entre os países vizinhos da República Islâmica, de acordo com fontes diplomáticas.

A preocupação se refere à possibilidade de o Irã utilizar os submarinos norte-coreanos na região próxima ao estreito de Ormuz, o que pode representar uma ameaça para os navios americanos que operam na área.

Na visita de Kim ao Irã, o vice-ministro norte-coreano se reuniu com o ministro de Exteriores iraniano, Manouchehr Mottaki, e o vice-presidente do Governo de Teerã, Parviz Davudi.

Kim prometeu estudar entregar também um submarino de tamanho médio que a Marinha norte-coreana retirou do serviço ativo há um ano e meio, segundo a 'Kyodo'.

A agência japonesa cita dois funcionários de uma empresa ligada ao Exército norte-coreano que asseguraram que armamentos como mísseis antitanque poderiam ser enviados ao Irã a qualquer momento.

Acredita-se que os dois países cooperam militarmente desde 1980, com intercâmbios de componentes para mísseis balísticos elaborados pela Coréia do Norte e a entrega de dados ao regime comunista de testes de mísseis realizados por Irã.
 
[ 11:24 ]   04/07/2007
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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« Responder #151 em: Julho 08, 2007, 07:23:32 pm »
The Zaidi Shi'a in Yemen -
Iran's Next Objective to Reach the Horn of Africa?


http://www.defense-update.com/analysis/analysis_070707_yemen.htm
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« Responder #152 em: Julho 10, 2007, 11:43:52 pm »
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Yemen Attack Reveals Struggle Among Al-Qaeda's Ranks




07/10/2007 - By Gregory D. Johnsen & Brian O'Neill (from Terrorism Focus, July 10) - Throughout the spring and early summer, a schism has emerged within the ranks of Al-Qaeda in Yemen, pitting younger, more radicalized members against the moderate old guard. These strategic differences materialized on July 2, when a suicide bomber attacked a convoy of Spanish tourists in the governorate of Marib, killing nine people. The new generation of militants, many of whom were radicalized in Iraq, is determined to carry out attacks in Yemen. This represents a sharp break from the old guard, who have advised their younger members to have patience and allow for negotiations with the Yemeni government to continue. The old guard is also concerned that any attacks within Yemen will lead to a government crackdown on its leadership, much like what happened in the aftermath of the USS Cole attack in 2000 and the September 11 attacks in 2001 (al-Ghad, July 4).

Since 2003, the Yemeni government and Al-Qaeda in Yemen have reached what could best be described as a tacit non-aggression pact. Through various programs and channels, Yemen has attempted to convince the militants not that their beliefs are incorrect, but rather that they would hurt their own cause and base of operations by acting violently within the borders of the state. For the new generation of al-Qaeda leaders, however, this is tantamount to a treasonous alliance with tyrants. On June 21, Al-Qaeda in Yemen posted an audio-message on an Islamist website that announced that it had selected Nasir al-Wuhayshi—one of the 23 men who escaped from a Yemeni prison in February 2006—to be its new leader. The message itself, however, seemed designed to convince the old guard that negotiations were a betrayal of their cause. The message was read by a man who identified himself as Abu Hurayra al-San'ani. He warned the old guard that jihad could not be paused in order to seek the release of prisoners. He insisted, "If they are killed, they end up as martyrs. Then, how can the jihad stop today for the sake of prisoners? Go back to your senses." This statement seemed to confirm the new tactics, which were first dramatically displayed with the March 29 assassination of Ali Mahmud Qasaylah, the chief criminal investigator in the Marib governorate. This murder was supposedly in retaliation for Qasaylah's role in the 2002 assassination of al-Qaeda leader Abu Ali al-Harithi (Terrorism Focus, May 22).

Six days after the audio statement, Al-Qaeda in Yemen released another statement through the independent weekly al-Shar'a. This time the message was directed at the Yemeni government. The statement made four demands on the government: release al-Qaeda members in prison; lift restrictions on travel to Iraq; stop cooperating with the enemies of Islam, particularly the United States and its allies; and announce a return to Sharia law (News Yemen, July 2). These two statements, directed at al-Qaeda's old guard and the Yemeni government, clearly articulate the philosophy of Al-Qaeda in Yemen's new generation of leaders.

In a press conference the day after the attack in Marib, President Ali Abdullah Saleh offered a 15 million Yemeni rial (roughly $75,500) reward for information leading to the capture of those responsible. He also said that early evidence suggested that the attack was the work of a non-Yemeni Arab (al-Hayat, July 4). Security operations during the following days resulted in several arrests in the governorates of Aden, Sanaa and Abyan (al-Hayat, July 5). The man who Yemen charged as the mastermind of the attack, however, was, as Saleh suggested, a foreigner. Ahmad Basaywani Duwaydar, a 50 year-old Egyptian with a Yemeni wife, was killed on July 5 in a shootout with Yemeni security forces in western Sanaa. Duwaydar, who previously lived in Egypt in 1990, had been convicted in absentia during the 1999 "Albania Returnees" trial (al-Hayat, July 7). Regardless of Duwaydar's culpability for the July 2 attack, his death will likely have little bearing on the generational fissures that have erupted within Al-Qaeda in Yemen.

Overall, the attack on the Spanish tourists was a symbol not just of the resurgence of Al-Qaeda in Yemen, but also of the new power of younger, more dogmatic militants. Although the outcome of this internecine struggle for control is uncertain, it seems likely that Yemen's tense spring will turn into a dangerous summer.

Gregory D. Johnsen, a former Fulbright Fellow in Yemen, is currently a Ph.D. candidate in Near Eastern Studies at Princeton University. Brian O'Neill is an independent political analyst based out of Chicago, and is a former reporter for the Yemen Observer.
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« Responder #153 em: Agosto 01, 2007, 08:26:16 pm »
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Esquilos espiões no Irão

Esquilos equipados com sistemas de espionagem estrangeira foram alegadamente capturados pelas forças de inteligência do Irão, noticiou recentemente um jornal local iraniano.

Catorze “bem treinados” esquilos, que pesam pouco mais de 700 gramas, terão sido capturados perto das fronteiras daquele país e estavam equipados com aparelhos de escuta, GPS e câmaras de alta resolução.

Segundo um responsável iraniano, estes esquilos têm capacidades especiais para efectuar operações de espionagem, uma vez que têm características físicas únicas e atingem grandes velocidades. Uma vez de volta ao seu local de origem, estes fornecem todas as informações recolhidas a um computador. A polícia iraniana afirmou que os esquilos foram capturados sem terem sido bem sucedidos nas suas tarefas.
2007/07/31


 :rir: Grandas malucos
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« Responder #154 em: Agosto 15, 2007, 05:42:31 pm »
EUA poderão incluir Guarda Iraniana na lista de terroristas

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Os Estados Unidos poderão designar a Guarda Revolucionária do Irão como uma organização terrorista internacional, numa dura medida diplomática que visa congelar as finanças do grupo no estrageiro, divulgaram oficiais da Casa Branca.

Se efectiva, será a primeira vez que os Estados Unidos colocam as Forças Armadas de um estado soberano na lista de organizações terroristas.

Washington tem acusado a Guarda de fornecer armamento e treino militar aos rebeldes islâmicos no Iraque e no Afeganistão, acusação que Teerão nega com veemência.

Analistas políticos iranianos afirmam que esta pressão funciona como uma pacificação para os membros do Governo Bush que desejam uma acção militar sobre o país, como retaliação sobre o seu desenvolvimento nuclear.

Um oficial norte-americano, que desejou permanecer anónimo, afirmou que os EUA estão desejosos de seguir em frente com o plano mas que não têm ainda um prazo definido para a sua implementação.

O porta-voz do Departamento de Estado Sean McCormack afirmou que «não vai discutir acções que possam estar sob consideração».

Dana Perino, porta-voz da Casa Branca, foi categórica: «não é apropriado discutir potenciais acções futuras. Continuamos a pedir ao Irão para que represente um papel construtivo na região e eque pare apoiar organizações terroristas».

O Irão já está se encontra na lista de patrocinadores do terrorismo mas se as suas Forças Armadas forem consideradas um grupo terrorista há a possibilidade que a administração expanda os seus negócios de forma a obter recursos financeiros.

A Guarda Revolucionária Iraniana, que funciona separadamente das Forças Armadas do Estado, nasceu logo após a Revolução Islâmica, em 1979 e congrega cerca de 125 mil membros activos.

Na lista americana de organizações terroristas encontram-se a al Qaeda, o Hezbollah, a Jihad Islâmica e o Hamas.

{b]Duras Medidas[/b]

A secretária de estado norte-americana Condoleeza Rice e outros oficiais desejam a aplicação de sanções mais duras sobre o Irão, num esforço paralelo à acção das Nações Unidas.

Há já algum tempo que a Casa Branca tem pressionado a ONU no sentido de impedir o seu progresso nuclear mas não consegue obter a concordância da Rússia e da China. Teerão insiste que o seu programa de enriquecimento de urânio é unicamente com fins pacíficos.

Ray Tkeyh, do Conselho iraniano de Relações Internacionais, afirma que a inclusão da Guarda Revolucionária Iraniana na lista de terroristas vai destruir qualquer tentativa de negociação com o país.

SOL com agências

 

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« Responder #155 em: Agosto 17, 2007, 05:02:42 pm »
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Is Ahmadinejad Growing Suspicious of Bashar's Real Intentions?

By David Eshel
When Iranian President Mahmoud Ahmadinejad made his surprise visit to Damascus, last month, rumors spread over Tehran's real intentions: whether it was as innocent as to wish the Syrian president godspeed on his second inauguration occasion. Or was a secret meeting shoring up a common strategy against Israel?
New intelligence assessments, currently circulating among Mid East experts now suspect, that the real reason behind Ahmadinejad's visit, was to warn his Syrian friend against taking any evasive action on the mutual strategic alliance, which lately seems to be undergoing growing uncertainties.


 
Tehran's concerns must have increased, following United Nations' special envoy Michael Williams' visit, who claimed that: "The impression I got from my visit to Damascus was that if there was progress in terms of establishing a peace track, then we would see some changes in Syrian behavior on the three issues, Iran, Hezbollah and Hamas." Indeed, there were already several alarm bells ringing in Tehran, over persistent rumors that secret talks existed between Jerusalem and Damascus over a renewed peace initiative, mediated by Ankara.

The Turkish capital seems to have become a key venue for secret negotiations on critical strategic issues in the region. A recent shift in Turkish foreign policy has already emerged in the Turkish-Iranian rapprochement over a multi-billion gas and energy deal energy. But there may be more at stake here, than meets the eye. Washington is already concerned over this new rapprochement between its first NATO partner and Ahmadinejad's rogue regime in Tehran. There are reports that Turkish and Iranian officials are quietly cooperating against separatist Kurds, which are causing both countries growing security headaches.

Could it be that Ahmadinejad will use his new relations with Turkey, to outflank any Syrian disloyally to Tehran's strategic ambitions?

The shrewd Shi'ite president may well regard the present "sabre rattling" moves by Israel and Syria as mere camouflage, hiding real interest of Bashar Assad in joining the forming anti-Shi'ite axis, led by Saudi Arabia. This US sponsored initiative, which was recently "oiled" with Washington's generous arms package to Saudi Arabia and the Gulf states, was received, surprisingly, with unprecedented silence from Jerusalem, which traditionally opposes such sales.

According to the Israeli daily, Haaretz, a senior government official said last Saturday that although Damascus believes Tehran is the 'best thing they have at the moment,' Syria is not yet a satellite of Iran and can still be extricated from an Iranian "bear-hug." While Bashar Assad seems to be extremely grateful for Ahmadinejad's generous gifts, shoring up Syrian's military with new weapon systems from Russia, all paid in cash from Tehran's coffers. Such modern weapons, which only a year ago, Syrian generals could have dreamed about, will surely rejuvenate the long obsolete Syrian armed forces. But whether young Assad is willing to pay the political price and become a full client state to Iran's Shi'ite clerical regime is open to debate.

The recent analysis by Syrian journalist Ibrahim Hamidi of a joint declaration from Assad and Ahmadinejad made at the end of Syrian-Iranian summit lends credence to this view. Writing in a London-based Arab daily, the highly respected, but regime-critical Hamidi warned that unidentified members of Bashar Assad's regime already argue that Syrian decisions are made in Iran and not always coinciding with Syria's national interests.

Israeli military intelligence is currently deeply immersed in real-time assessment over Syrian military preparation for a potential military confrontation with Israel over the Golan Heights dispute. Officials believe that, while Bashar Assad's national strategy is still adhering to the guidelines laid out between Damascus and Tehran on the last reciprocal high-profile visits and strategic exchanges, Ahmadinejad is already deeply concerned over Syria's future intentions. Tehran's major concern is over the Sunni axis led by Saudi Arabia, which might eventually gain more and more interest among Bashar Assad's closest Alawi associates, to change direction by make peace with Washington's "good guys".

In order to ensure that such a dangerous move on Tehran's behalf would be deferred as long as possible, at least until its controversial nuclear program reaches maturity, the Iranian president has initiated a new plan, under which pro-Iranian loyalists in Assad's entourage will remain in highly strategic decision-making positions.

In fact, Ahmadinejad is already highly suspicious over some of the "old guard" officers, still holding vantage positions in the Syrian armed forces. These include among others, veteran generals, like Hassan Turkmani (a Sunni Muslim), Habib Ali and Muhammed Nasif. These officers, still serving from father Hafez Assad's era, have been traditionally more western oriented, although extremely careful not to air their personal opinions in public. One may remember the "passive" involvement of a Syrian division under US control during Operation Desert Storm in 1991.

A more radical attitude can be attributed to the younger generation of Syrian officers, led by the dubious General Assef Shawkat, the president's brother-in-law, who by sheer chance is also prime suspect in the Hariri affair. Shawkat is a devious bravado and his entourage includes some of the most dangerous and ruthless elements in Bashar Assad's Alawite regime. These officers, which are already closely working with the Iranian Revolutionary Guards, may well become the backbone of Ahmadinejad's future efforts to maintain his grip on Damascus' loyalty, with or without Bashar Assad at the helm.

But this, according to Israeli sources is far from easy to implement. Not only is part of president Assad's entourage constantly on "alert", since Bashar Assad's inauguration in July 2000, but there are always subversive elements, clandestinely active to sustain the sensitive Alawite minority rule, which has come under threat in past efforts to topple the regime from within. Traditionally hostile elements, such as the Muslim Brotherhood and others, who were, sofar beaten off by brutal regime action, but this could change if the time and political unrest be ripe for a well prepared and supported coup d'etat. The present Iranian Shi'ite "bear hug" can become a trigger, setting off internal discontent among subversive elements, even within Bashar Assad's own loyalists, should he go too far in his dubious alliance with the Tehran clerics. The example, demonstrated by Ahmadinejad's meddling in Lebanese affairs having sparked off last summer's Hezbollah war with Israel, has caused much more damage that was initially believed and could well become the catalyst for a political change in Damascus.

It is little known, that such a near situation was only averted in 2005, following Assad's hasty withdrawal from Lebanon, following the murder of Hariri. This had caused considerable unrest among the Syrian armed forces and other regime elements, which regarded Assad's performance with deep discontent, a move which they attributed to the young president's lack of experience. Many at the time claimed, in private, that his father the "Lion of Damascus" Hafez Assad, would never have ventured into such a politically dangerous trap.

A similar development can happen, if Bashar Assad will not be able to survive the present UN sponsored legal investigation of his and his closest associates' alleged part in the Hariri fiasco, which is already looming over the Damascus palace.

Even beating the war drums, which his mentor Mahmoud Ahmadinejad may have proposed to divert international attention, may not bring succor to Bashar's plight. In the contrary, any reckless venture, by misjudging the real outcome of the "Tamuz War" in Lebanon and starting even a limited confrontation with Israel, on Hezbolla-style guerilla warfare on the Golan, will meet with devastating response from the newly trained and invigorated IDF under its new leadership. This will no doubt spell catastrophic consequences on Damascus and result in the finale act of the Alawite regime in Syria.

All in all, there seems to be little enthusiasm in Damascus for a war with Israel these days. Ahmadinejad's predicted "hot summer" is already nearing its demise and the thirty year long silence along the Golan borderline is strictly maintained, though on both sides, officers watch each other with reserved suspicion. In the Middle East, the clock go different, veteran military experts caution, nevertheless, that under the present situation, neither side of the equation have anything to gain from war but certainly everything to lose. President Mahmoud Ahmadinejad may well be on the receiving end of another strategic setback, which has already cost Iran dearly last year, when the final accounting of Hezbollah's Iranian sponsored war with Israel, destroyed Tehran's strategic forward base in Lebanon. If he loses Damascus, the Shi'ite Crescent may yet rip apart, before it materializes into a strategic pact for Iran's regional ambitions. The winner will. No doubt be US backed Saudi Arabia's Sunni axis, if its reaches sufficient momentum, in time to mature into a strong anti-Shi'ite alliance and before a nuclear Iran becomes reality.
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« Responder #156 em: Agosto 22, 2007, 09:51:13 pm »
Irão tem uma bomba inteligente de 900 quilos

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O Irão desenvolveu uma bomba inteligente de 900 quilos, informaram os media oficiais do país, citando uma declaração do Ministério da Defesa, no mais recente anúncio de Teerão sobre armamento militar.

A bomba guiada, denominada Qased (Mensageiro), foi desenvolvida por especialistas dentro do ministério e está agora operacional, disse a agência de notícias Irna, acrescentando que poderia ser usada em aviões F-4 e F-5.

Os EUA e o Irão estão num longo impasse por causa do programa nuclear iraniano, do qual o Ocidente suspeita que tenha voltado à fabricação de bombas atómicas, uma acusação negada pelo Irão.

O Irão diz frequentemente que construiu ou melhorou armas, mas raramente dá detalhes suficientes para que os analistas determinem a sua capacidade.

Embora muitos armamentos sejam antigos, os analistas dizem que o Irão tornou-se eficiente na modificação desses armamentos.

O ministro da Defesa, Mostafa Mohammad Najjar, disse no ano passado que o Irão tinha projectado a bomba Qased, mas que ainda tinha de ser testada.

Afirmou que um número limitado de países tinha tecnologia de «armamento inteligente e guiado».

Os EUA dizem que preferem uma solução diplomática para a disputa nuclear, mas não descartam uma acção militar.

O Irão ameaçou retaliar os interesses regionais norte-americanos se for atacado.

Reuters/SOL

 

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Ocidente vs Irão
« Responder #157 em: Setembro 02, 2007, 10:56:09 pm »
Esta para breve! Pode vir com 28 anos de atraso, mas o W. Quer sangue!

http://www.areamilitar.net/noticias/not ... ?nrnot=431
 

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« Responder #158 em: Setembro 03, 2007, 01:12:21 am »
Não é só o W que quer sangue, o Sarkozy, Gordon Brown e o Ehud Olmert também. :?

 

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« Responder #159 em: Setembro 17, 2007, 01:59:45 pm »
Kouchner alerta para eminência de guerra com o Irão

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O mundo precisa de se preparar para uma guerra devido ao programa nuclear do Irão, afirmou domingo o ministro dos Negócios Estrangeiros francês.

De acordo com o primeiro-ministro francês o Irão possuir armas nucleares representa «um perigo real para o mundo».

A Total e a Gaz de France são algumas das multinacionais francesas às quais o Governo francês aconselhou a não iniciar novos contratos no Irão.

Reuters/SOL

 

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« Responder #160 em: Setembro 17, 2007, 04:23:36 pm »
Irão adverte Ocidente para opção de confronto            

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O Irão advertiu hoje os países ocidentais para a opção do confronto em vez de relações cordiais, num discurso do vice-presidente iraniano, Reza Aghazadeh, na conferência geral da AIEA (Agência Internacional da Energia Atómica) em Viena.
Aghazadeh, que também é director da organização da energia atómica iraniana, declarou na sede da AIEA que os países ocidentais «sempre escolheram o caminho do confronto em vez da compreensão e das relações cordiais com a grande nação do Irão».

«Na prática, (o Ocidente) não tolera que haja mais Estados independentes e países em desenvolvimento que se juntem aos que procuram actualmente apropriar-se da tecnologia moderna», disse Aghazadeh.

«A grande nação do Irão tomou nota de seu comportamento discriminatório (do Ocidente) e não esquecerá», garantiu.

Diário Digital

 

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pedro

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« Responder #161 em: Setembro 17, 2007, 04:50:12 pm »
Na volta quem acaba por ir la e a Franca.
Nao sera isto uma maneira do Sarkozy para melhorar as relacoes com os estados unidos :roll:
 

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« Responder #162 em: Setembro 17, 2007, 05:57:05 pm »
França e Holanda querem que Irão receba sanções fora da esfera ONU
 
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Os ministros dos Negócios Estrangeiros de França, Bernard Kouchner, e da Holanda, Maxime Verhagen, defenderam hoje a adopção de sanções ao Irão fora da esfera da ONU, como forma de pressionar Teerão a suspender o respectivo programa de enriquecimento de urânio.
«Preferimos o reforço das sanções através do Conselho de Segurança da ONU», mas se aquele organismo não chegar a um acordo «queremos aplicar sanções da União Europeia (UE) em combinação com as sanções norte-americanas»", disse Verhagen, depois de se reunir com Kouchner em Paris.

Domingo, o chefe da diplomacia francesa tinha defendido publicamente a aplicação de sanções da UE ao Irão, medidas que considerou deverem estar «separadas» das da ONU.

«Seriam sanções que cada país deveria adoptar individualmente com o seu próprio sistema bancário, comercial e industrial», disse o ministro francês, que já pediu a grandes empresas francesas, principalmente as do sector petrolífero, que deixem de investir no Irão.

O titular dos Negócios Estrangeiros holandês disse concordar com o chefe da diplomacia francesa quanto à importância de outros países da comunidade internacional se juntarem à iniciativa, já que, «quanto mais gente aplicar (sanções) - UE, Estados Unidos e outros -, mais eficazes elas serão e maior será a pressão».

Na próxima semana, o ministro francês participará em encontros em Nova Iorque com os chefes da diplomacia das outras cinco potências envolvidas no caso iraniano (EUA, Rússia, China, Reino Unido e Alemanha).

A Rússia já disse que considera prematuro recorrer novamente ao Conselho de Segurança da ONU, que já emitiu duas resoluções de sanções contra o Irão.

Paralelamente às negociações realizadas em Nova Iorque sobre uma nova resolução com sanções, a França abordará «com o conjunto dos seus parceiros da EU» as medidas a serem adoptadas contra o Irão para que cumpra as «suas obrigações internacionais», disse hoje a porta-voz dos Negócios Estrangeiros, Pascale Andréani.

Quanto às declarações de Kouchner no domingo afirmando que, no caso nuclear iraniano, é preciso que o mundo se prepare «para o pior, que é a guerra», a porta-voz disse que o ministro «não fez mais» do que repetir o que o presidente francês, Nicolas Sarkozy, tinha afirmado no final de Agosto, quando afirmou que tudo deveria ser feito para evitar uma «alternativa catastrófica: a bomba iraniana ou o bombardeamento do Irão».

O primeiro-ministro francês, François Fillon, classificou de «extrema» a tensão com o Irão, mas salientou que ainda há espaço para a diplomacia e afirmou que as sanções não foram esgotadas.

«Um confronto com o Irão seria o último extremo que qualquer autoridade política pode desejar», afirmou Fillon em discurso em Angulema, após visitar uma base militar.

As declarações de Kouchner levaram já a oposição socialista a pedir um debate no Parlamento sobre a questão nuclear iraniana, para que o Governo coloque «todas as cartas sobre a mesa» e para que o próprio Sarkozy «se expresse» perante os franceses.

Diário Digital
« Última modificação: Setembro 18, 2007, 10:35:43 pm por André »

 

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« Responder #163 em: Setembro 18, 2007, 07:06:54 pm »
Questão nuclear deve ser resolvida pelo diálogo

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O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, reafirmou hoje que a questão nuclear iraniana, como todos os outros problemas internacionais, deve ser resolvida de forma pacífica, pelo diálogo.

«Por princípio, todas as questões em suspenso, onde quer que se situem, devem ser resolvidas pelo diálogo, de maneira pacífica», declarou, numa conferência de imprensa.

«É um princípio muito importante das Nações Unidas», acrescentou.

Ban respondia a uma pergunta sobre a recente escalada verbal respeitante ao processo nuclear iraniano, nomeadamente, às afirmações do ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner, que evocou domingo um risco de «guerra» contra o Irão.

Kouchner denunciou hoje em Moscovo uma «manipulação» da imprensa, que teria compreendido mal as suas declarações acerca dos riscos de guerra com o Irão e apelou a «negociações» e «sanções» para evitar «o pior».

Por seu turno, a Rússia declarou-se inquieta após a evocação de um cenário militar contra o Irão, país que defende na cena internacional e com quem mantém importantes relações económicas.

Na sua conferência de imprensa, o responsável da ONU encorajou o Irão a ser «totalmente cooperativo e transparente» nas suas relações com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e a levar à prática o plano de trabalho que acordou com esta agência.

Manifestou a esperança de que este acordo «contribua para uma resolução final e global da questão nuclear iraniana».

A AIEA concluiu um acordo com o Irão para conseguir a luz verde de Teerão a novas inspecções nucleares escalonadas para esclarecer questões obscuras do programa iraniano.

Interrogado sobre as perspectivas de novas sanções da ONU contra Teerão, Ban afirmou que é «uma questão que deve ser decidida pelos membros do Conselho de Segurança».

Exortou novamente as autoridades iranianas a «acatarem plenamente» as exigentes das anteriores resoluções do Conselho, «por forma a que as questões que permanecem em suspenso possam ser resolvidas por negociações pacíficas».

O Conselho de Segurança adoptou, em Dezembro e em Março, duas resoluções impondo sanções comerciais ao Irão, sem obter de Teerão a suspensão das suas actividades de enriquecimento de urânio.

Diário Digital / Lusa

 

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« Responder #164 em: Setembro 18, 2007, 10:38:23 pm »
Sócrates admite recurso «a todas as formas de sanções»

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O primeiro-ministro, José Sócrates, admitiu hoje o recurso por parte da União Europeia (UE) «a todas as formas de sanções» ao Irão, no caso de o país desrespeitar as leis internacionais sobre energia nuclear.

José Sócrates falava no Parlamento, à entrada para uma reunião com a bancada do PS.

O primeiro-ministro foi questionado pelos jornalistas sobre as declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros francês, que defendeu a aplicação de sanções por parte da UE e advertiu que o mundo deve «estar preparado para o pior» se falharem as negociações com o Irão.

«A Europa está preparada para fazer tudo o que está ao seu alcance para que as leis internacionais neste domínio sejam cumpridas. Recorreremos, naturalmente, a todas as formas de sanções se o Irão não as cumprir», declarou.

«Esperamos que cumpra e decorrem negociações nesse sentido - para que o controlo do uso da energia nuclear para uso militar não prossiga naquele país. Se isso não acontecer, estamos disponíveis para avaliar as formas de pressão», acrescentou.

O primeiro-ministro salientou que «a posição da UE é de apelo ao Irão para que cumpra as recomendações das agências internacionais ligadas às Nações Unidas e as leis internacionais».

Diário Digital / Lusa