Venezuela e a Revolução Bolivariana

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Lusitano89

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #105 em: Agosto 02, 2017, 05:05:49 pm »
Venezuelanos encontram no Brasil um refúgio precário


 

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Lusitano89

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #106 em: Agosto 03, 2017, 03:57:58 pm »
PCP critica Governo por não reconhecer Assembleia Constituinte da Venezuela


"A segurança da comunidade portuguesa residente na Venezuela implica a condenação das ações desestabilizadoras, terroristas e golpistas", afirma o PCP

O PCP criticou esta quinta-feira o Governo português por não reconhecer a Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela por ser "contrária aos interesses da comunidade portuguesa" e à necessidade de "estabilidade política" no país.

Um dia depois de o Governo ter seguido a opção da União Europeia, de não reconhecer a Constituinte eleita no domingo, o PCP afirmou, em comunicado, que "a segurança da comunidade portuguesa residente na Venezuela implica a condenação das ações desestabilizadoras, terroristas e golpistas".

Os comunistas portugueses têm apoiado o Governo do presidente Nicolas Maduro e acusam os Estados Unidos e a União Europeia de contribuir "para alimentar atos de ingerência".

É uma "atitude de respeito pela soberania da Venezuela e da sua ordem constitucional e não a contribuição para alimentar atos de ingerência que, indisfarçadamente a administração norte-americana e a própria União Europeia prosseguem", que ajudará a "assegurar a normalização da situação" no país, lê-se no comunicado.

Logo na segunda-feira, o PCP saudou o "ato de afirmação democrática" da Venezuela nas eleições de domingo para a Assembleia Constituinte e exigiu que o Governo português tenha uma "atitude de respeito pela soberania" do país.

A União Europeia recusou, na quarta-feira, reconhecer a Assembleia Constituinte eleita no domingo na Venezuela e pediu que a "instalação efetiva" daquele órgão seja suspensa, de acordo com declarações da chefe da diplomacia, Federica Mogherini, em nome dos Estados-membros.

Também na quarta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, afirmou que Portugal, tal como os restantes países da União Europeia, não pode reconhecer a Assembleia Constituinte da Venezuela eleita domingo, a qual classificou de "um passo negativo".

Convocada a 01 de maio pelo Presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, a eleição da Assembleia Constituinte decorreu no domingo passado sob uma forte vigilância militar.

Maduro convocou a eleição com o principal objetivo de alterar a Constituição em vigor, nomeadamente os aspetos relacionados com as garantias de defesa e segurança da nação, entre outros pontos.

O governo reclama uma taxa de participação de 41% nas eleições, mas a oposição contesta estes números, havendo denuncias de manipulação da votação.


>>>>  http://www.dn.pt/portugal/interior/venezuela-pcp-critica-governo-portugues-por-nao-reconhecer-assembleia-constituinte-8682510.html
 

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Lusitano89

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #107 em: Agosto 03, 2017, 08:00:23 pm »
 

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Lusitano89

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #108 em: Agosto 12, 2017, 10:45:28 am »
A "opção militar" de Trump contra Caracas


 

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Vitor Santos

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #109 em: Agosto 12, 2017, 07:57:35 pm »
O perigo latente das armas militares da Venezuela


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Embora fracassado, recente ataque contra um quartel no norte do país deixa especialistas apreensivos. Em termos armamentistas Venezuela tem status especial na América Latina, e sua situação política é altamente instável.

Após o levante na base militar de Forte Paramacay, na Venezuela, no último domingo (06/08), muitos se questionam até que ponto os arsenais do país politicamente instável estão em segurança, e se poderiam ser utilizados no caso de uma guerra civil.

Os Exércitos das nações latino-americanas não contam necessariamente entre os mais bem armados do mundo. No índice Global Firepower (GFP), compilado pelos Estados Unidos, a Venezuela aparece num modesto 45º lugar. Na América Latina, o país abalado por crises está em sexto lugar, atrás da Colômbia (40º), Peru (39º), Argentina (35º), México (34º) e o Brasil, de longe o de mais forte militarmente, ocupando a 17ª posição do GFP.

Força e perigo são relativos

Força é em conceito relativo, neste contexto, e dependente de diversos fatores, como o tipo das armas, sua idade ou construção. Contudo o consenso entre os analistas é que a região praticamente não dispõe de armamento pesado.

“Nesses países não há grandes quantidades de tanques blindados, navios de guerra ou similares, que em outros lugares se consideram representativos de uma grande potência militar”, comenta Matt Schroeder, do projeto internacional de pesquisa Small Arms Survey.

Num contexto político instável, como no caso da Venezuela, porém, cada arma tem potencial de perigo, independente de seu tamanho. “Estamos apreensivos com armas de mão, granadas e mísseis de curto alcance que possam cair em mãos criminosas”, alerta Schroeder.

Nesse contexto, mesmo tendo fracassado, o recente ataque contra um quartel no norte venezuelano suscita preocupação. “Terroristas, narcotraficantes e traficantes de armas não querem armamentos high-tech, mas sim pequenos e simples. Caso a situação na Venezuela siga piorando e incidentes assim se repitam, aí temos um problema.”

Meio milhão de soldados voluntários

Para Diego Sanjurjo, politólogo paraguaio da Universidade Autônoma de Madri, também em outro aspecto o país em questão é ímpar na América Latina: “Enquanto no resto da região houve desarmamento maciço nos últimos anos, a Venezuela é uma grande exceção”, tendo aumentado seus arsenais como nunca antes. Como justificativa, evoca “o perigo latente de invasão pelos EUA”.

Além disso, a república bolivariana não tem excedentes de armas, pois, além do Exército regular, mantém um de voluntários, com cerca de 500 mil cidadãos fiéis ao governo estão à disposição das Forças Armadas. O presidente Nicolás Maduro anunciou que até o fim do ano cada um deles deverá dispor de uma arma.

Segundo o especialista Matt Schroeder, uma determinada arma abriga potencial de ameaça especialmente elevado: “Durante o governo de Hugo Chávez, a Venezuela adquiriu um número inusualmente alto de mísseis russos Igla-S”, dos quais dispõe atualmente, no mínimo, de 4 mil a 5 mil unidades.

No resto da região esse sistema portátil, lançado a partir do ombro, não é muito difundido. O Brasil, por exemplo, possui um número bem mais modesto de Igla-S. “O problema, no caso da Venezuela, é a quantidade de armas de mão e mísseis, e a situação de segurança precária no país. É grande o risco de um soldado cair na tentação de vender armas a qualquer um, para alimentar a própria família”, adverte Schroeder.

“Perfeitos para uma guerra civil”

O pesquisador Pieter Wezeman, do Instituto de Estudos da Paz em Estocolmo (Sipri), partilha essa apreensão. “Todos os países latino-americanos têm arsenais armamentistas que servem perfeitamente para uma guerra civil. No caso, sua idade não é importante: armas de pequeno porte adquiridas 40 anos atrás bastam perfeitamente para inflamar um conflito.”

De uma maneira geral, em caso de guerra civil costumam se empregar as armas que já se encontram no país, pelo menos de início. Exemplos mais recentes são a Líbia, Síria e Iraque, onde os rebeldes assaltaram bases militares a fim de se armar, lembra Wezeman.

Fonte: DW / http://www.planobrazil.com/o-perigo-latente-das-armas-militares-da-venezuela/
 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #110 em: Agosto 14, 2017, 12:05:52 pm »
Colômbia rejeita opção militar dos EUA para a Venezuela


 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #111 em: Agosto 16, 2017, 10:35:31 pm »
António Guterres quer Venezuela sem autoritarismo


 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #112 em: Agosto 26, 2017, 12:21:00 am »
Trump impõe novas sanções contra a Venezuela


 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #113 em: Agosto 27, 2017, 01:25:24 pm »
Caracas promove exercícios de "soberania militar" com civis e forças armadas


 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #114 em: Outubro 09, 2017, 07:25:59 pm »

E ainda têm dinheiro para meter mais um satélite no espaço...
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #115 em: Outubro 12, 2017, 01:04:00 pm »
Êxodo dos venezuelanos que fogem à crise


 

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Re: Venezuela e a Revolução Bolivariana
« Responder #116 em: Outubro 26, 2017, 07:35:46 pm »
Oposição venezuelana vence Prémio Sakharov 2017 do Parlamento Europeu


A decisão foi hoje tomada em conferência de presidentes do PE, tendo a candidatura da oposição venezuelana ao Prémio Sakharov – que celebra a liberdade de pensamento – sido apresentada pelos grupos do Partido Popular Europeu (PPE) e Liberal (ALDE).

Várias fontes parlamentares confirmaram à AFP o mesmo resultado.

Após uma proposta da principal bancada do Parlamento, o Partido Popular Europeu (PPE, direita), e de seus sócios liberais do ALDE, a "oposição democrática da Venezuela" recebeu o reconhecimento à defesa dos direitos humanos e às liberdades.

Para Verhofstadt, "este prémio apoia a luta das forças democráticas a favor de uma Venezuela democrática e contra o regime de Maduro", enquanto para o deputado do PPE José Ignacio Salafranca homenageia um "povo corajoso" que luta por sua liberdade.

O reconhecimento acontece num momento de divisão na coligação opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), após a saída do grupo de Henrique Capriles, um de seus principais líderes, uma crise que ajuda o presidente Nicolás Maduro ante as eleições municipais e presidenciais previstas para 2018.

A Comissão Europeia concede a cada ano, desde 1988, o prémio, que tem o nome do cientista soviético dissidente Andrei Sakharov, a pessoas que deram uma "contribuição excecional à luta pelos direitos humanos no mundo".

A cerimónia de entrega acontecerá no dia 13 de dezembro.


>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/oposicao-venezuelana-vence-premio-sakharov-2017-do-parlamento-europeu
 

 

Venezuela-base do mercado negro de armas na América Latina?

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