Tecnologia Portuguesa

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André

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« Responder #15 em: Agosto 20, 2007, 11:42:34 pm »
Investigador português galardoado pela maior associação mundial de engenheiros

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O mais importante prémio mundial de engenharia electrotécnica (Engineering in Medicine and Biology Society Career Achievement Award) foi atribuído a José Carlos Príncipe, professor e investigador português.

O investigador lecciona actualmente na Universidade da Florida e mantém estreitas ligações a Portugal, através do Instituto Nacional de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC) e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

José Carlos Prínicipe tem no seu currículo cinco patentes, quatro livros editados, autoria de 14 capítulos em publicações especializadas, 116 artigos em revistas, participação em 276 conferências, supervisão de 50 doutoramentos e 61 mestrados.

O prestigiado prémio é atribuído anualmente na área de Engenharia Biomédica pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), a maior sociedade técnica mundial, que conta com cerca de 370 mil membros.

José Carlos Príncipe lecciona Engenharia Electrónica e Biomédica na Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, é coordenador da Comissão Internacional de Acompanhamento Científico do INESC Porto e Professor Catedrático Convidado da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A carreira do investigador português tem sido recheada de sucessos, com a conquista de cinco patentes (a primeira em 1985: o Time-Marker – dispositivo para inscrever numerais em polígrafos), com mais sete submetidas para aprovação.

Já em 2006 José Carlos Príncipe venceu o prestigiado Gabor Award, da International Neural Network Society e, no ano anterior, foi galardoado com a Laurea Honoris Causa em Engenharia Electrónica pela Universita Mediterranea, tendo sido Portugal um dos primeiros países a reconhecer o seu mérito, em 1991, com o Prémio de Inovação e Criatividade, atribuído pela Associação Industrial Portuguesa.

SOL

 

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André

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« Responder #16 em: Setembro 04, 2007, 04:33:10 pm »
Investigadoras portuguesas descobrem molécula que se encontra alterada em caso de cancro

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Investigadoras portuguesas descobriram uma molécula que serve de esqueleto à formação do centrossoma, uma pequena estrutura celular que regula vários processos biológicos.

A descoberta da molécula SAS-6 pelas investigadoras Mónica Bettencourt Dias, Ana Martins e Inês Ferreira, do Instituto Gulbenkian da Ciência, está hoje publicada na revista 'Currente Biology'.

A mesma equipa já tinha em Maio publicado na revista 'Science' um trabalho acerca da descoberta de uma molécula chamada SAK, responsável por comandar a montagem de centrossomas.

Os centrossomas são uma pequena mas complexa estrutura localizada junto ao núcleo da célula e que está envolvida em muitos processos biológicos, que vão desde a multiplicação até ao movimento e forma da célula.

A molécula hoje apresentada, denominada SAS-6, é considerada o braço direito da SAK, induzindo a formação de uma espécie de esqueleto em forma de tubo que serve de base à formação do centrossoma.

As investigadoras afirmam que há muitas mais moléculas a colaborar no complexo processo de formação destas estruturas. O trabalho descobriu ainda que um excesso de SAS-6 leva à formação de centrossomas anormais, algo que acontece em estádios iniciais de cancro.

A descoberta do funcionamento dos centrossomas pode também ajudar a compreender outros problemas como a infertilidade masculina e malformações fetais.

Lusa/SOL

 

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André

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« Responder #17 em: Setembro 11, 2007, 03:59:17 pm »
Peritos acreditam ter descoberto novo dinossauro

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Um esqueleto quase completo e dentes com formato desconhecido que poderão pertencer a uma nova espécie de dinossauro saurópode, um quadrúpede herbívoro, são algumas das descobertas de uma expedição no Deserto de Gobi (Mongólia) onde está integrado um português.
O paleontólogo Octávio Mateus está desde o dia 20 na Mongólia numa equipa que integra cientistas mongóis, canadianos, sul-coreanos e japoneses e tornou-se no primeiro português a seguir as pistas de Roy Chapman Andrews, o norte-americano tido como o «verdadeiro» Indiana Jones.

A primeira fase da expedição desenrolou-se numa área menos explorada no deserto de Gobi, conhecida pela Bayn Shire, que embora já visitada por paleontólogos, tem muitos locais inexplorados.

A equipa, que já enfrentou uma tempestade de areia com ventos de 90 km/h e um dia com temperatura de 52 graus centígrados, recolheu vários ossos, dentes, crânios, ovos de dinossauros e esqueletos quase completos, «o que é raro», indicou o português à Agência Lusa.

«A localidade é incrivelmente rica e novas descobertas ocorrem todos os dias», indicou o investigador do Museu da Lourinhã e da Universidade Nova de Lisboa, cuja missão tem a duração de 34 dias.

Na lista de achados enumerada pelo português destaca-se um esqueleto quase completo de um dinossauro saurópode.

«Poderá ser uma nova espécie, mas ainda tem de ser feito trabalho suplementar», indicou o português, revelando ainda a descoberta de dentes de saurópode com um formato desconhecido até ao momento e que poderá representar uma nova forma de processar (mastigar) plantas entre estes animais.

O saurópode é um quadrúpede herbívoro de pescoço comprido, que atingia mais de 15 metros de comprimento.

Foram ainda encontrados vários esqueletos incompletos, incluindo crânios de dinossauros ceratopsideos (pequenos bípedes herbívoros) de duas espécies Yamaceratops e de uma espécie possivelmente desconhecida até à data.

O paleontólogo descobriu uma «bone-bed», uma camada geológica repleta de ossos, com pelo menos 10 indivíduos de dinossauros anquilossauros (dinossauros couraçados, quadrúpedes e herbívoros).

Nestes dias de trabalho também foram descobertos ovos e cascas de pelo menos cinco tipos diferentes de dinossauros, parte de crânios de dois dinossauros carnívoros, vários ossos de terizinossauros, um tipo de dinossauro teropode, raro e caracterizado por enormes garras nas patas anteriores.

Foram também encontrados parte do crânio e outros ossos de crocodilos, tartarugas, pterossauros e um possível mamífero.

Estão ainda a ser definidas algumas questões relativas às camadas geológicas onde está a ser desenvolvido o trabalho, incluindo a possibilidade de uma datação muito mais precisa.

A Mongólia é uma das áreas mais ricas do mundo em vestígios de dinossauros do Cretácico, período que terminou há aproximadamente 65 milhões de anos, mas em comparação com o período Jurássico, com cerca de 150 milhões de anos, fica atrás de Portugal.

Diário Digital / Lusa

 

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GinTonic

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« Responder #18 em: Setembro 12, 2007, 12:03:54 am »
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Damásio distinguido nas Astúrias

Na edição 2005 dos Prémios Príncipe das Astúrias, ontem entregues em Oviedo, numa cerimónia solene no Teatro Campoamor pelo herdeiro da coroa espanhola, o médico António Damásio recebeu o Prémio de Investigação Científica e Técnica, enquanto o Instituto Camões dividiu com vários congéneres europeus - Alliance Française, Societá "Dante Alighieri", British Council, Goethe Institut e Instituto Cervantes - o Prémio da Comunicação e Humanidades.

O neurologista português foi distinguido pela sua contribuição na luta contra doenças que "preocupam a Humanidade" pela sua gravidade e extensão, como são os casos de Parkinson e Alzheimer.

O Instituto Camões, representado pela presidente, Simonetta Luz Afonso e pelos dois vice-presidentes, Luísa Bastos de Almeida e Miguel Fialho de Brito, foi reconhecido a par de outras congéneres da França, Inglaterra, Itália, Espanha e Alemanha. Sobre António Damásio, Prémio da Investigação Cientifica e Técnica, Felipe de Borbón relembrou o "contributo determinante" do neurologista português cuja obra teve tanto impacto no mundo da ciência exacta como no espaço "das ideias abstractas". "Muitos conflitos agravam-se precisamente porque os seres humanos actuam contra a razão e contra as ideias", afirmou. "Ajudar a entender as motivações humanas deve ajudar-nos a melhorar o mundo, procurando a síntese entre a razão e os sentimentos", disse, referindo-se ainda ao trabalho de Damásio no combate a doenças como a de Parkinson e o Alzheimer.

Nascido em Lisboa, António Damásio, médico, formou-se na Faculdade de Medicina de Lisboa em 1974. Professor na Universidade de Southern California e director do Institute for Neurological Study of Emotion, Decision-Making and Creativity, foi também professor no Departamento de Neurologia da Universidade do Iowa, onde ocupou a cátedra M.W. Van Allen.

O seu trabalho, realizado em conjunto com a mulher, Hannah, tem estado centrado sobretudo na investigação de problemas decisivos da neurologia básica da mente e do comportamento e também sobre as doenças de Parkinson e Alzheimer. O investigador português, autor do livro O Erro de Descartes tem contribuído para a compreensão da base neurológica da tomada de decisões, das emoções e da memória. A escritora brasileira Nélida Piñon, foi galardoada com o Prémio das Letras.
 

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André

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« Responder #19 em: Setembro 13, 2007, 10:37:41 pm »
Mapa da Via Láctea terá mão de portugueses

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Uma equipa de cientistas portugueses vai participar na elaboração do mapa completo da via láctea. Tarefa custosa, mas possível acreditam os peritos envolvidos nesta hercúlea missão.

Em 2011 será enviado um satélite que irá permitir efectuar uma série de medições precisas de milhões de estrelas, para mapear a nossa galáxia.

Sete instituições de investigação e mais duas empresas portuguesas estão destacadas para colaborarem num mega consórcio internacional composto por mais de 300 investigadores. Os cientistas portugueses vão participar ao nível do processamento de dados naquele que foi baptizado projecto Gaia.

O objectivo é apresentar um mapa em 3 Dimensões da nossa galáxia. Trata-se de uma espécie de radiografia à Via Láctea já que, dada a extrema precisão exigida, não só será possível observar as estrelas mas também outros objectos como asteróides e planetas extra-solares.

Ciberia

 

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André

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« Responder #20 em: Setembro 21, 2007, 10:49:00 pm »
Empresa de Chaves produz biodiesel com óleos alimentares

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Três empresários abriram, em Chaves, a primeira empresa em Trás-os-Montes e Alto Douro de transformação e utilização de óleos alimentares usados como combustível, disse hoje à Lusa um dos empreendedores do projecto.
Rui Cardoso referiu que o objectivo da «Supermatéria» é converter os óleos usados nas frituras domésticas ou industriais (em hotéis ou restaurantes) em biodiesel, substituto do gasóleo, mais barato e amigo do ambiente.

O empresário, que para a implementação deste projecto contou com o apoio de Hernâni Teixeira e Francisco Amaro, referiu que há cerca de um mês que estão a recolher os óleos usados pelos restaurantes e hotéis da região, através de uma empresa contratada para o efeito.

Está ainda a estudar, conjuntamente com a autarquia de Chaves, uma solução para a recolha dos óleos domésticos, podendo mesmo virem a ser colocados na cidade os denominados «oleões» para depósito destes produtos.

A «Supermatéria» produz, actualmente, uma média de uma tonelada de biodiesel por dia e o objectivo é que esse valor aumente para as duas toneladas diárias.

Para além dos benefícios a nível ambiental, o empresário diz que este combustível alternativo apresenta ainda vantagens económicas, já que um litro de biodiesel é mais barato do que o litro de gasóleo tradicional.

Rui Cardoso referiu ainda que estão já em negociações com empresas de transportes públicos e privados do Alto Tâmega para que para estas passem a utilizar o biodiesel.

O empresário disse ainda que os resíduos que chegam, conjuntamente com os óleos alimentares, são recolhidos e aproveitados para produção de sebos e gorduras para farinhas.

Também as águas pluviais são aproveitadas para a limpeza de instalações e equipamentos.

Normalmente, o destino dos óleos usados é os aterros comunitários (através do lixo), as Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) e os rios ou o mar (quando são deitados fora através dos esgotos).

O biodiesel permite reduzir, segundo o emprsário, em 75 por cento a emissão de dióxido de carbono, em 50 por cento a emissão de monóxido de carbono e em 100 por cento a emissão de enxofre.

Diário Digital / Lusa

 

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Cabecinhas

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« Responder #21 em: Setembro 22, 2007, 02:31:40 am »
Quem não experimentou colocar uma mistura de óleo vegetal com gásoleo numa proporção de 40%/60%. Isto era uma questão de dias até alguém se lembrar de criar uma empresa que explorasse esta ideia. Só vejo um inconveniente que é o facto de sentirmos um cheiro a batata frita pelo caminho... imaginem nas horas de transito à hora de ponta para irmos para casa jantar. Estão a ver o filme não estão  :crit:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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André

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« Responder #22 em: Setembro 24, 2007, 06:12:10 pm »
Galp assina protocolo de cooperação com a Universidade de Aveiro

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A Galp Energia e a Universidade de Aveiro assinaram um protocolo de cooperação para promover o desenvolvimento de projectos na área dos sistemas energéticos sustentáveis em empresas portuguesas.

Nesse âmbito e durante seis meses, nove alunos da Universidade de Aveiro vão desenvolver trabalhos no âmbito da eco-eficiência energética, trigeração e emissões de CO2, em empresas como a Aleluia, Amorim Revestimentos, BTT, Cires, Corticeira Amorim, Gres Panadaria Portugal, Lactogal e Sonae Indústria. Os estudantes foram seleccionados por terem apresentado, no decorrer do ano lectivo, estudos e trabalhos relacionados com a procura de sistemas energéticos sustentáveis.

No final, os três melhores trabalhos vão ser galardoados com um prémio no valor de 10 mil euros, após a avaliação de um júri composto por representantes das duas entidades.

Os projectos a desenvolver, com base em auditorias energéticas, vão ser um contributo para optimizar o modo de funcionamento energético de diversos sistemas.

Este protocolo, assinado pelo presidente-executivo da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, e por Helena Nazaré, reitora da Universidade de Aveiro, é válido até 2010.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #23 em: Setembro 25, 2007, 10:08:46 pm »
Sintra investe 150.000€ em estudo sobre alterações climáticas

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A Câmara Municipal de Sintra e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa assinaram hoje um protocolo para um estudo sobre as consequências das alterações climáticas naquele Concelho.
O estudo custará à autarquia 150 mil euros, segundo o vereador do Ambiente, Marcos Almeida, «um esforço que vale a pena».

«Este estudo tem duas vertentes: por um lado fazer um diagnóstico das alterações climáticas nos próximos setenta anos e, por outro, saber quais as suas implicações no território de Sintra, assim como nas actividades económicas nos recursos hídricos, na floresta e nas populações locais», disse o vereador.

Para Marco Almeida, o estudo é «essencial para a indicação de um conjunto de medidas que o Município deve tomar para poder minimizar essas implicações no território».

Já o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, partilha da opinião de que o estudo é «significativo para saber qual o impacto ambiental [no Concelho], em especial na zona costeira».

«Dada a localização deste Concelho, decidimos avançar com este estudo», justificou Fernando Seara, referindo-se à zona costeira, enquadrada pela serra.

A maior probabilidade de incêndios e riscos para a saúde humana são algumas das possíveis consequências das alterações climáticas em Sintra, segundo Ricardo Aguiar, um dos coordenadores do estudo.

O especialista enumerou outros impactos possíveis, nomeadamente na agricultura e saúde humana, como a malária, a febre de dengue ou alergias.

«Está em curso uma alteração climática que já está a ter os seus efeitos», disse o professor Filipe Duarte Santos, também coordenador do projecto, salientanto no entanto que «nem todos os efeitos são negativos».

Ricardo Aguiar referiu que «a questão das alterações climáticas tem duas vertentes, a redução das emissões de gás com efeito de estufa e a adaptação», que consiste em minimizar os impactes adversos.

No próximo ano, a autarquia divulgará os resultados do estudo que, segundo o vereador Marco Almeira, «acabará por beneficiar todos os concelhos que fazem fronteira com Sintra (Cascais, Oeiras, Odivelas e Mafra), uma vez que o território está limitado por fronteiras mas não deixa de ser contínuo»

Diário Digital / Lusa

 

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PereiraMarques

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« Responder #24 em: Setembro 26, 2007, 02:11:19 pm »
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Euronavy abre subsidiária para reforçar posição no país e quer abrir fábrica em 2009
 
A empresa Euronavy criou uma subsidiária no Brasil para reforçar a sua posição técnico comercial, as suas vendas, e vir a construir uma fábrica em 2009 neste país, afirmou hoje um responsável da empresa em Portugal.
 
"No Brasil a empresa operava até aqui através de uma parceria local, mas resolveu agora criar a Euronavy Brasil para, numa primeira fase, ter uma posição técnico comercial própria, aumentar as vendas e apoiar os clientes, podendo posteriormente, em 2009, vir a abrir uma fábrica", disse à agência Lusa o presidente da Euronavy, Mário Paiva.

A Euronavy é a única empresa no mundo a produzir tintas ecológicas para protecção do aço contra a corrosão, sendo inclusive a única fornecedora não norte-americana aprovada pela armada dos Estados Unidos.

Segundo Mário Paiva, sócio-fundador da Euronavy, "temos todo o esquema montado para a implantar uma fábrica no Brasil, mas a sua edificação dependerá da evolução consistente e sustentada nesta primeira fase da Euronavy Brasil, subsidiária que foi constituída no final de Agosto", salientou.

"Nesta fase, queremos consolidar a nossa posição no Brasil e a instalação, por agora, de uma fábrica criaria entropia e prejudicaria o desenvolvimento do negócios", adiantou.

O responsável disse ainda à agência Lusa que "o Brasil apresenta um forte potencial de crescimento para a Euronavy, sendo já o terceiro mercado da empresa".

Singapura é o primeiro mercado para a Euronavy, seguindo-se os Estados Unidos e a seguir o Brasil, país onde a empresa está a fazer "uma forte aposta", representando um volume de negócios médio entre 4 a 5 milhões de euros anualmente.

Questionado sobre se a apreciação do euro face ao dólar poderá comprometer a operação da Euronavy Brasil, Mário Paiva respondeu negativamente.

O responsável pela Euronavy justificou a sua apreciação devido ao facto de o real se ter valorizado 4 por cento em relação ao euro e 8 por cento relativamente ao dólar nos últimos doze meses.

"Para já a apreciação do euro não nos é desfavorável, devido a esta particularidade da evolução cambial do real, o que não afecta a nossa competitividade", salientou.

Para este ano, a Eurnonavy prevê facturar entre 15 a 16 milhões de euros, valor que se tem mantido constante nos últimos três anos.

A Euronavy, criada em 1982 por Mário Paiva, deverá produzir mais de 2,5 milhões de litros de tintas até ao final do ano.

No Brasil, a Euronavy iniciou a sua colaboração desde 2002 com o gigante petrolífera Petrobras, tendo garantido a venda de tintas para sete plataformas petrolíferas.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.


http://www.rtp.pt/index.php?article=299704&visual=16
 

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André

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« Responder #25 em: Outubro 04, 2007, 08:01:47 pm »
Arquitectos portugueses dinstinguidos com o Prémio ThyssenKrupp 2007    

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Duas equipas de arquitectos portugueses foram distinguidas com o Prémio ThyssenKrupp Arquitectura, pelos projectos apresentados para o reordenamento de uma estação ferroviária em Granada, Espanha, foi hoje anunciado.

O objectivo da edição deste ano era escolher uma proposta arquitectónica para o espaço ocupado pela estação ferroviária de Granada e que incluía obrigatoriamente a construção de um novo terminal.

A equipa de arquitectos liderada por Germano Veira foi distinguida com o segundo prémio, no valor de 15.000 euros, enquanto o projecto do arquitecto Paulo Calapez recebeu o terceiro prémio, em ex-aequo com outras duas propostas espanholas, no valor de cinco mil euros.

O primeiro prémio ThyssenKrupp Arquitectura foi atribuído a um projecto de Carmen Navas-Parejo Galera, de Espanha, no valor de 30.000 euros.

Do júri deste ano fizeram parte, entre outros, os arquitectos portugueses Manuel Salgado e Manuel Vicente, vice-presidente da Ordem os Arquitectos de Portugal.

As propostas vencedoras estarão em exibição em Granada até ao dia 14 de Outubro e os prémios serão entregues no dia 25, também em Espanha.

O Prémio ThyssenKrupp Arquitectura foi criado em 1988 e tem distinguido projectos arquitectónicos em cidades como Madrid, Sevilha, Lisboa, Porto e Bilbau.

Este ano, pela primeira vez, o concurso esteve aberto a propostas de arquitectos de países árabes, o que levará a próxima edição a realizar-se no Dubai em 2008.

Diário Digital / Lusa

 

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André

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« Responder #26 em: Outubro 05, 2007, 06:34:40 pm »
Produção do primeiro carro eléctrico português arranca em Janeiro de 2009

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A produção industrial do primeiro automóvel eléctrico português, o Eco Vinci, deverá arrancar em Janeiro de 2009 na Maia e resultará de um investimento de cerca de 2,5 milhões de euros
 
Segundo Miguel Rodrigues, ainda «é prematuro» avançar um preço de venda ao público deste novo automóvel «amigo do ambiente», mas lembrou tratar-se de um veículo utilitário e que terá por isso de ter um preço competitivo.

Alimentado por energia eléctrica, o Eco Vinci é um veículo sem emissões de CO2.

«Já fizemos história com os modelos Vinci GT e Vinci Sport. Queremos continuar a fazê-la», frisou o director-geral do centro de excelência industrial para produção de automóveis de nicho.

De acordo com Miguel Rodrigues, o protótipo funcional do Eco Vinci deverá ficar concluído em Julho do próximo ano, entra em fase de testes em Agosto e, se tudo correr bem, a produção industrial avança em Janeiro de 2009.

O protótipo do automóvel está já a ser desenvolvido no Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel (CEIIA), na Maia, um dos parceiros do projecto.

O automóvel não poluente e movido a uma energia alternativa ao petróleo terá como primeiro cliente a Câmara Municipal do Porto (CMP), ao abrigo de um protocolo já firmado entre as duas entidades e que prevê que o protótipo do Eco Vinci comece a circular, em fase de testes, na cidade, ao serviço da autarquia.

Miguel Rodrigues falava à margem da apresentação da Estratégia de Mobilidade Sustentável para a cidade do Porto - que decorreu hoje na Exponor, no stand da Retroconcept, durante a realização do AutoClássico 2007.

A Retroconcept, em parceria com a CMP, está a desenvolver «uma estratégia inovadora» de mobilidade sustentável para a cidade, num projecto que passa pela utilização do Eco Vinci.

As duas entidades, que contam também com o apoio técnico da Agência de Energia do Porto, são pioneiras no estudo e desenvolvimento desta estratégia de mobilidade sustentável, que recebeu a designação de IT Automotive Program.

Num momento posterior, «o objectivo é alargar o conceito a outras autarquias e mesmo ao mercado internacional», salientou Miguel Rodrigues.

Na perspectiva da CMP, o objectivo último é a remoção progressiva dos automóveis da cidade, «criando um ambiente mais saudável de forma sustentada, através da utilização de veículos mais limpos, com todos os benefícios que isso significa, sob o ponto de vista social e de bem estar para o cidadão».

O desenvolvimento desta estratégia de mobilidade sustentável começa pelo desenvolvimento e utilização de um veículo eléctrico inteligente - o Eco Vinci - que constituirá a base de um novo serviço de mobilidade aliado ao factor ecológico, já que será movido por uma energia limpa, sem emissões de CO2.

O projecto prevê a requalificação das várias infra-estruturas a instalar pela a CMP em resposta a este serviço de mobilidade, para a primeira fase e as fases subsequentes, tais como locais de carregamento de energia, aparcamento junto de outros transportes e instalação de sensores de tráfego e outros equipamentos a definir.

«Será também desenvolvido um trabalho de recenseamento e integração de toda a informação dispersa por várias entidades públicas e privadas, e de redireccionamento desta informação para o cidadão através de uma única plataforma, servindo assim propósitos privados, públicos, turísticos ou mistos», explicaram os responsáveis pelo projecto.

Para a autarquia portuense, estes veículos representam «não só uma redução significativa de custos operacionais para as entidades envolvidas na sua utilização, mas serão também um contributo decisivo para a cidade, na medida em que lhe permitirão exibir um conceito inovador no tempo e que responde às exigências mais actuais sob o ponto de vista ecológico, de mobilidade e de conforto».

O Eco Vinci terá dimensões aproximadas às de um utilitário corrente, tendo como objectivo oferecer um design atractivo e uma estrutura funcional, quer pelos acessos ao interior quer mesmo pelo nível de ergonomia e conforto deste mesmo interior, referiu Miguel Rodrigues.

«Os vários sistemas que serão instalados, assegurando o máximo de segurança quanto à relação do veículo com o meio, e com outros veículos, adequam o Eco Vinci à natureza específica da cidade do Porto, não apenas na sua vertente geográfica e planométrica, mas igualmente nas dimensões do circuito urbano e na densidade de tráfego», acrescentou.

Além disso, concluiu, na sua construção serão utilizados procedimentos mais evoluídos e logo mais amigos do ambiente, não apenas no processo de fabrico mas igualmente nos materiais utilizados.

Lusa / SOL

 

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pedro

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« Responder #27 em: Outubro 05, 2007, 07:43:17 pm »
Oxala tenham sorte.
Cumprimentos
 

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comanche

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« Responder #28 em: Outubro 17, 2007, 07:15:55 pm »
Portugal é 2º país europeu com mais redes inovadoras de Living Labs

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Portugal tem, a partir de hoje, seis Livings Labs, laboratórios "vivos" que promovem a inovação, na Rede Europeia de Living Labs (ENoLL), tornando-se o 2º país europeu com mais redes inovadoras reconhecidas e aprovadas.
 
"Cinco das 10 candidaturas portuguesas de Living Labs à Rede Europeia de Living Labs foram aprovadas. Portugal é agora o 2º país da Europa com mais Living Labs. Esta é uma posição muito interessante e mostra o grande papel que Portugal teve no lançamento deste tipo de redes inovadoras", disse à agência Lusa o Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho.

O responsável falava à Lusa após a Rede Europeia de Living Labs ter hoje anunciado em Bruxelas os 32 novos projectos aprovados na segunda vaga de selecção de redes inovadoras, que lhe permitiu aumentar de 19 para 51 membros, numa iniciativa realizada no âmbito da Presidência Portuguesa da União Europeia.

Além do Madeira Living Lab (1ª vaga de selecção), Portugal junta agora mais cinco: o S. João da Madeira LL (liderado pela Sanjotec), o Creative Media Lab e o Rener (liderados pela INTELI), o Living Lab Minho (Universidade do Minho) e o Eco Living Lab (liderado pela Câmara da Chamusca).

Segundo Carlos Zorrinho, "Portugal agarrou o testemunho e deu-lhe um novo impulso", tornando-se no segundo país europeu com mais redes inovadoras, depois da Finlândia que foi pioneira ao lançar a Rede Europeia em Novembro de 2006, que arrancou com 19 membros fundadores.

"A nova dinâmica da rede europeia de Living Labs demonstra que o novo impulso da Agenda de Lisboa, focada na inovação e criatividade, está em desenvolvimento pleno e que Portugal está na primeira linha da sua implementação", frisou Carlos Zorrinho.

De acordo com o responsável, os outros cinco "Living Labs" portugueses foram pré-qualificados para a 3ª vaga de selecção de redes inovadoras, que terá lugar em Março do próximo ano, durante a presidência eslovena.

O conceito de "Living Labs" consiste numa nova abordagem da investigação, desenvolvimento e inovação, que envolve todos os parceiros, nomeadamente empresas, cidadãos, investigadores e instituições públicas no processo de inovação, promovendo a interacção entre as necessidades dos consumidores e o desenvolvimento de novas técnicas.

"Os Living Labs são laboratórios vivos, de teste, que juntam empresas, universidades e consumidores com o objectivo de antecipar tendências para inovar primeiro que os outros e para saber que produtos são necessários para se produzir em massa", explicou o responsável.

Os 32 novos projectos resultam de um processo de selecção rigoroso, após a abertura de novas candidaturas pela ENoLL, convidando Living Labs já existentes ou emergentes a associarem-se à Rede.

 

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comanche

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« Responder #29 em: Outubro 18, 2007, 12:50:04 pm »
Estudo prevê que despesa em tecnologias de informação suba 6,4% ao ano em Portugal


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O investimento em tecnologias de informação (TI) deverá crescer 6,2 por cento por ano em Portugal, nos próximos quatro anos, revela um estudo da International Data Corporation (IDC), patrocinado pela Microsoft, hoje apresentado.


O estudo analisou o impacto da indústria das TI na criação de emprego local, na formação de empresas e nas receitas fiscais em 82 países, entre os quais Portugal, que representam "99,5 por cento da despesa total em tecnologia, a nível mundial".

A IDC considera que o mercado das TI em Portugal "tem o perfil de uma economia desenvolvida", representando a despesa neste sector 1,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando um peso 7 décimas inferior ao da média mundial.

A despesa em TI em Portugal deverá atingir 2,8 mil milhões de euros, este ano.

O estudo prevê que "as actividades de TI relacionadas com a Microsoft, em 2007, em Portugal, originarão, aproximadamente, 41 mil empregos, sendo que o aumento do emprego relacionado com a Microsoft representará 43 por cento do emprego total das TI".

A multinacional norte-americana analisou, também, o comportamento das empresas que trabalham consigo, concluindo que, "por cada dólar de receitas da Microsoft em Portugal, em 2007, as empresas que trabalham com a Microsoft receberão 10,6 euros".

No total, as empresas daquilo a que o estudo chama "ecossistema Microsoft", constituído pelas empresas que "comercializam produtos que são executados com ou em software" da multinacional norte-americana, "ou que prestam serviços e distribuem software da Microsoft", venham a gerar mais de 1,3 mil milhões de euros.

 
 

 

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