EDP: Notícias

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comanche

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« Responder #30 em: Março 22, 2009, 12:18:53 am »
EDP Renováveis compra empresa de energia eólica no Brasil


A EDP Renováveis Brasil comprou à alemã InnoVent a empresa Elebrás, detentora de uma carteira de projetos totalizando 532 megawatts.

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São Paulo - A EDP Renováveis Brasil, controlada a 55% pela EDP Renováveis e a 45% pela EDP Energias do Brasil, anunciou a compra da Elebrás Projetos, empresa que "possui diversos projetos eólicos em localizações privilegiadas no estado do Rio Grande do Sul, totalizando 532 megawatts (MW)", segundo informou a EDP Energias do Brasil em comunicado.

Pela aquisição da empresa, que era totalmente controlada pela empresa alemã de desenvolvimento de projetos eólicos InnoVent, a EDP Renováveis Brasil pagou R$ 6,2 milhões, mas o valor será acrescido por taxas de sucesso que serão pagas se os projetos atingirem determinados estágios pré-estabelecidos.

"Adicionalmente, a EDPR Brasil assinou um acordo de serviço para contar com a experiência da InnoVent para o desenvolvimento dos referidos projetos eólicos. A conclusão da aquisição de 100% do capital social Elebrás está sujeita a autorizações administrativas e regulatórias", informou ainda o grupo de energias renováveis de origem portuguesa.

O negócio agora anunciado permitirá à EDP Renováveis Brasil aumentar sua presença no mercado eólico brasileiro para uma carteira total de 832 MW em projetos eólicos. Da carteira de projetos comprada à Innovent 70 MW estão no Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, desenvolvido pelo Governo brasileiro e estabelecendo a contratação de 1.100 MW de energia eólica) e 462 MW em diferentes estágios de desenvolvimento. Atualmente a EDP Renováveis já tem 14 MW em operação no Brasil.

"A EDP Energias do Brasil continua com sua estratégia de crescer no segmento de geração através de uma abordagem muito seletiva para entregar crescimento rentável de longo prazo e orientado para a criação valor", enfatiza o grupo em comunicado ao mercado.

O anúncio da EDP Renováveis Brasil foi feito no mesmo dia em que o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, indicou, na Câmara dos Deputados, que o primeiro leilão de energia eólica do país será realizado em novembro deste ano. O leilão deverá prever uma margem de 10% para mais ou para menos em relação à quantidade de energia oferecida pelo empreendedor.

 

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André

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« Responder #31 em: Abril 03, 2009, 04:07:21 pm »
EDP quer entrar no negócio das energias limpas na China


A EDP quer até ao final do ano realizar contratos de prestação de serviços na China, baseados na partilha de conhecimentos em energias limpas, disse hoje à agência Lusa o representante da eléctrica portuguesa em Macau.

"Se me perguntar se a EDP quer investir hoje na China, a minha resposta directa é não, mas nós colocamos a China no mapa o que significa que estamos atentos ao mercado, a observar o mercado e a desejar neste momento fazer parcerias fundamentalmente para transferência de conhecimentos e gestão de projectos", disse João Marques da Cruz, administrador Executivo da EDP Energy Solutions Asia.

"Depois, numa segunda fase, correndo bem estas parcerias, elas poderão ter componente de investimento", acrescentou o mesmo responsável ao salientar que espera "fazer contratos de prestação de serviços ainda este ano".

"O tempo é rápido em termos de contratos de prestação de serviços, agora em termos de nós investirmos na China não é algo que no próximo triénio esteja nas nossas cogitações", especificou.

João Marques da Cruz disse também que a estratégia da empresa está assente em energias limpas porque a "China tem uma enorme oportunidade para empresas internacionais de gestão de projectos, consultadoria, transferência de conhecimentos para as ditas energias limpas".

"A China equipamentos tem, mas os sistemas, os conhecimentos, as pessoas treinadas para que esses equipamentos possam ter grande eficiência energética e níveis de emissões mais reduzidos, isso a China tem necessidade e é essa parceria, esse conhecimento, que nós queremos trazer", concluiu.

A EDP Energy Solutions foi criada pela eléctrica portuguesa e pelo empresário Stanley Ho, está vocacionada para o mercado das energias limpas na República Popular da China e 60 por cento do capital pertence à EDP e 40 por cento ao grupo liderado por Stanley Ho.

Além da prestação de serviços de "assistência técnica, consultadoria e gestão operacional a empresas chinesas", a nova empresa vai ainda "funcionar como um observatório de oportunidades de investimento no país", referia uma nota da embaixada chinesa aquando da revelação da constituição da companhia.

A EDP Energy Solutions Asia foi criada em Macau embora tenha a sua sede operacional na capital chinesa.

Lusa

 

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André

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« Responder #32 em: Abril 17, 2009, 06:56:19 pm »
EDP participa com Gazprom no projecto venezuelano Blanquilla Este e Tortuga

A portuguesa EDP, juntamente com a Gazprom (Rússia), a Petroleos de Venezuela, a Eni (Itália) e a Petronas (Malásia), participará na exploração dos jazigos de hidrocarbonetos venezuelanos de Blanquilla Este e Tortuga, segundo um memorando que a Gazprom divulgou.

Segundo o jornal económico Vedomosti, o memorando de cooperação foi assinado pelas empresas Petroleos de Venezuela, Gazprom, ENI, Petronas e EDP em Setembro de 2008, ficando a empresa portuguesa com 05 por cento das acções.

A Gazprom anunciou que as reservas potenciais de ambos os jazigos ascendem a 260 mil milhões de metros cúbicos de gás e 640 milhões de toneladas de crude.

"Este será o mais importante dos projectos que a Gazprom desenvolve fora da Rússia", refere o memorando da empresa russa.

Em conformidade com o memorando publicado, a Gazprom irá participar na extracção e liquefacção do gás em Blanquilla Este e Tortuga, o que poderá gerar 4,7 milhões de toneladas de gás natural liquefeito.

Lusa

 

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André

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« Responder #33 em: Junho 22, 2009, 06:04:29 pm »
EDP vai ser marca global nos EUA, Espanha e Brasil


A EDP vai ter a mesma marca em todos os mercados em que opera, uma «estratégia global» que já ditou o fim da designação Energias do Brasil e implica até ao fim do ano a mudança de nome nos Estados Unidos e Espanha.

Fonte oficial da eléctrica portuguesa disse à Lusa que a decisão foi tomada na sequência de um estudo sobre a marca da consultora My Brand, reforçada por um outro estudo da Interbrand sobre o valor da marca, concluído no início deste ano.

Entre outros pontos, disse a mesma fonte, a Interbrand concluiu que a marca EDP aumentou de valor 47 por cento desde o último estudo, mas que o reconhecimento era feito através do nome EDP e não das subsidiárias nas várias geografias.

O rebranding já foi concluído no Brasil, onde a Energias do Brasil vai cair, em detrimento da designação EDP. A mesma fonte adianta que um processo semelhante está praticamente concluído nos EUA, onde o nome Horizon Wind Energy vai dar lugar às iniciais EDP e o logótipo verde.

A mudança de nome em Espanha estará concluída até ao final do ano, afectando essencialmente a Hidrocantábrico (que já alterou a sua designação) e empresas subsidiárias como a Naturgás. A nível nacional a EDP seguiu a mesma estratégia, como foi o caso da alteração da imagem da Portgás, em que a empresa manteve o tradicional logótipo encarnado e o nome EDP Gás.

A mesma fonte da empresa afirma que esta estratégia de rebranding é "global". Nos mercados da Europa Central e de Leste, as empresas criadas países já arrancaram com a denominação global. A decisão de globalizar a marca tem também a ver, segundo a empresa, com a leitura em várias línguas.

No Brasil o grupo EDP lançou hoje uma campanha publicitária com o objectivo de abandonar a marca Energias do Brasil, utilizada há mais de dez anos em vários Estados brasileiros. Com o slogan "Uma boa energia", a campanha salienta o compromisso do grupo português com a produção de energias renováveis no Brasil. Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) o grupo continuará a utilizar a designação EDP - Energias do Brasil, nome utilizado desde 2005, ano do IPO da companhia no mercado brasileiro. O enfoque em energias renováveis decorre no momento em que a EDP se prepara para participar em vários concursos públicos, no segundo semestre, para a produção de energia eólica, no Brasil. A Energias do Brasil controla actualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa

 

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André

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« Responder #34 em: Julho 30, 2009, 08:10:43 pm »
Angola é «mercado de riscos e oportunidades», diz Mexia


O presidente da EDP, António Mexia, considera que Angola é um mercado de "riscos e oportunidades", e salienta que a parceria com a Sonangol não altera o plano de investimentos até 2012.

O presidente da EDP falava na apresentação dos resultados financeiros do primeiro semestre, um dia depois de a empresa ter anunciado que vai criar uma holding com a Sonangol Holdings, o Banco Privado Atlântico e a Finicapital, com vista a investir na produção de energia eléctrica convencional e renovável em Angola.

"São os primeiros passos de uma viagem longa e exigente para a qual há que ter uma estrutura de parcerias", garante Mexia.

O mesmo responsável diz que, depois de identificados os projectos, serão escolhidos apenas "aqueles que garantam o retorno que a EDP exige".

Mexia considera que o mercado angolano é bastante interessante, sendo uma geografia em que a EDP está presente há dez anos.

"Conhecemos como poucos o que Angola necessita", diz, acrescentando que, no âmbito desta parceria, a EDP entrará sempre nos projectos como parceiro minoritário.

Questionado sobre se é arriscado ir para Angola, António Mexia responde que "estamos conscientes dos riscos e das oportunidades, ambos têm de ser adequados à estratégia da EDP".

Especificamente em relação ao mercado angolano, a prioridade da EDP é a da geração de electricidade, "porque é a mais adequada à partilha de riscos", diz o presidente da eléctrica.

Lusa

 

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Lusitano89

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Re: EDP: Notícias
« Responder #35 em: Março 03, 2010, 05:50:46 pm »
Lucro da EDP no Brasil aumentou 61% em 2009


O lucro da EDP no Brasil aumentou 60,8 por cento para 625 milhões de reais (258,3 milhões de euros), em 2009, face a 2008, disse hoje o presidente do grupo português.
António Pita de Abreu disse que foi o "melhor resultado de sempre" da EDP no Brasil, registado apesar dos efeitos negativos da crise global no setor elétrico brasileiro.

"Convém não esquecer que 2009 foi um ano complicado, uma vez que as áreas de concessão (do grupo no Brasil) sofreram muito o impacto da crise", salientou o responsável, numa conferência de imprensa, em São Paulo.

O resultado do grupo, em 2009, foi consequência do aumento do consumo de energia elétrica, nomeadamente a partir do segundo semestre do ano, com a recuperação da economia brasileira diante da crise global.

Contribuiu igualmente para o resultado de 2009 o efeito extraordinário da venda da ESC90, uma empresa de telecomunicações, controlada pelo grupo, permitindo um encaixe de 121 milhões de reais (50 milhões de euros).

Em 2009, o EBITDA (resultados antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 1,42 mil milhões de reais (585,2 milhões de euros), um aumento de 4,1 por cento, na comparação anual.

Os custos em 2009 diminuíram 9,8 por cento em relação a 2008, desempenho em linha com a estratégia do grupo de controlo dos gastos, salientou Pita de Abreu.

No primeiro trimestre, a EDP registou desligamentos e diminuição do consumo industrial na sua área de atuação por causa da crise, antes da recuperação consolidada a partir do terceiro trimestre, disse o executivo.

"No quatro trimestre, não tivemos efeitos extraordinários, o que traduz bem a recuperação que o Brasil teve em termos de consumo de energia elétrica", disse Pita de Abreu.

No último trimestre de 2009, o lucro foi de 175 milhões de reais (72,31 milhões de euros), um aumento de 75 por cento em relação ao período homólogo de 2008.

Um dos destaques do ano foi a distribuição secundária de ações no total de 9,9 por cento do capital do grupo a investidores dos Estados Unidos, Canadá e do Brasil.

Pita de Abreu sublinhou que houve uma procura quatro vezes superior à oferta de ações na operação, num resultado que permitiu um encaixe de 441,8 milhões de reais (182,56 milhões de euros), recursos que serão investidos no plano de expansão do grupo.

"Os resultados em 2009 mostram que atingimos um patamar positivo de eficiência, mantendo as margens operacionais e garantimos o financiamento necessário para o plano de expansão", afirmou o responsável.

No Brasil, a EDP controla atualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: EDP: Notícias
« Responder #36 em: Março 03, 2010, 08:04:17 pm »
EDP investe 826 M€ na produção e distribuição no Brasil até 2011


A EDP planeia investir cerca de dois mil milhões de reais (826 milhões de euros), nos próximos dois anos no Brasil.

António Pita de Abreu, o presidente do grupo português, avançou, ao apresentar os resultados do grupo em 2009, que dois terços do total de investimentos vão para a produção e um terço para a distribuição de energia eléctrica.

Actualmente os investimentos do grupo português estão praticamente divididos entre produção e distribuição de energia, seguindo "um dos objectivos estratégicos da EDP", afirmou o responsável.

"Entre 2005 e 2012 devemos quadruplicar a capacidade instalada do grupo para cerca de 2.177 MW, o maior crescimento em termos percentuais do segmento eléctrico brasileiro".

Entre os investimentos para os próximos dois anos o destaque será a construção de um parque eólico de 70 MW, no estado do Rio Grande do Sul, na região Sul do Brasil.

As obras do parque eólico de Tramandaí devem arrancar ainda este mês, com conclusão prevista para o fim de 2010, num investimento de 100 milhões de euros.

O grupo português opera 14 MW em dois parques eólicos no estado de Santa Catarina, também na região Sul do país.

Com a conclusão do parque de Tramandaí a EDP estará posicionada no "topo dos operadores de energia eólica no Brasil", afirmou o vice-presidente do grupo, Miguel Setas.

Outro projecto do grupo ainda em "fase embrionária" é a construção de uma fábrica térmica, no estado do Rio de Janeiro, em parceria com a estatal Petrobras, com capacidade instalada de 500 MW.

"Estamos atentos às oportunidades de negócios, desde que façam lógica para os accionistas do ponto de vista da geração de valor e de criação de sinergias", afirmou Pita de Abreu.

Em 2009 o lucro da EDP no Brasil aumentou 60,8%, para 625 milhões de reais (258,3 milhões de euros), em relação a 2008, no "melhor resultado de sempre" do grupo português, afirmou o presidente.

A EDP controla no Brasil empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
 

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Cabecinhas

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Re: EDP: Notícias
« Responder #37 em: Março 05, 2010, 03:23:16 pm »
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EDP rejeita participação em Cahora Bassa
Hoje

O presidente da EDP, António Mexia, disse ontem não estar interessado na compra da participação de 15% que o Governo detém no capital da barragem de Cahora Bassa e da qual quer desfazer-se.
"Não é nosso objectivo estarmos envolvidos no dossier Cahora Bassa", disse António Mexia, acrescentando que "ter uma participação financeira numa barragem como Cahora Bassa não faz sentido".
O primeiro-ministro português confirmou ontem, em Moçambique (ver pág. 14), a intenção do Governo de vender a empresas portuguesas os 15% que detém na barragem de Cahora Bassa. Em declarações aos jornalistas, José Sócrates disse ter intenção "de fazer uma operação que permita que empresas moçambicanas e portuguesas fiquem agora ligadas ao projecto", sem, no entanto, adiantar quais as empresas portuguesas que podem entrar no negócio.
Sócrates acrescentou ainda que não fazia sentido "uma participação financeira do Estado português" em Cahora Bassa, mas "empresas portuguesas que tragam tecnologia e possam assumir um papel no desenvolvimento" da barragem.
No que diz respeito à parceria com a Sonangol para estudar um investimento conjunto em Angola, António Mexia referiu que o trabalho de análise está em curso. "Temos pessoas a trabalhar cá e lá. Estamos a trabalhar e estamos muito motivados", afirmou.

in Diário Notícias
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Lusitano89

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Re: EDP: Notícias
« Responder #38 em: Março 23, 2010, 02:38:28 pm »
EDP investirá 100 milhões de euros na construção de parque eólico no Brasil


A EDP investirá cerca de 100 milhões de euros na construção de um parque eólico na região Sul do Brasil, com conclusão prevista para o fim de 2010, informou o grupo português.

O lançamento da pedra fundamental do parque eólico decorrerá quarta-feira, em Tramandaí, cidade a 120 quilómetros de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.

Com capacidade de produção de 70 MW, o novo parque posicionará o grupo português no “topo dos operadores de energia eólica no Brasil”, afirmou o vice-presidente da EDP, Miguel Setas.

Atualmente, o grupo português opera dois parques eólicos no estado de Santa Catarina, também na região Sul do país, com capacidade total de produção de 14 MW.

A construção do parque eólico insere-se no plano de investimentos de cerca de dois mil milhões de reais (820 milhões de euros), nos próximos dois anos, no Brasil, com destaque para produção e distribuição de energia.

Entre 2005 e 2012, a EDP deverá quadruplicar a capacidade de produção para cerca de 2.177 MW, o que representará “o maior crescimento em termos percentuais do segmento elétrico brasileiro”, afirmou o presidente António Pita de Abreu.

Em 2009, o lucro da EDP no Brasil aumentou 60,8 por cento para 625 milhões de reais (256 milhões de euros), em relação a 2008, no melhor resultado de sempre do grupo português.

No Brasil, a EDP controla atualmente empresas de distribuição (Bandeirante e Escelsa), de comercialização (Enertrade) e de produção de energia (Energest, Enerpeixe e EDP Lajeado).

Lusa
 

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Re: EDP: Notícias
« Responder #39 em: Março 25, 2010, 11:37:42 pm »
Participada da EDP em Macau aumenta lucro anual 3%


A Companhia de Eletricidade de Macau, participada da EDP, fechou 2009 com um lucro de 47,3 milhões de euros (520 milhões de patacas), mais três por cento do que no ano anterior, foi hoje anunciado.

De acordo com João Marques da Cruz, presidente do Conselho de Administração da Companhia em representação do consórcio sino-português, onde entra a participação da elétrica portuguesa, os ganhos da companhia aumentaram “devido a uma grande melhoria de eficiência”.

O mesmo responsável salientou que a assembleia-geral de hoje decidiu manter em funções todos os órgãos sociais até ao final da concessão da elétrica de Macau que termina a 30 de novembro, iniciando-se um novo mandato a 01 de dezembro, caso cheguem a bom porto as negociações com o Governo de Macau.

“A negociação está a correr bem, os trabalhos estão em curso. Neste momento já houve mais de uma dezena de reuniões, quer plenárias quer técnicas e por isso queremos sublinhar a compreensão da parte do Governo em compreender os nossos pontos de vista e também pensamos que nós estamos com um espírito construtivo para os objetivos de Macau”, disse Marques da Cruz.

Dos lucros gerados em 2009, a Companhia de Eletricidade de Macau vai distribuir dividendos no valor de 24,5 patacas (2,22 euros) por ação num total de cerca de 100 milhões de patacas (9,09 milhões de euros) para o conjunto dos titulares de ações.

João Marques da Cruz salientou também os investimentos de 806 milhões de patacas (73,27 milhões de euros) realizados pela elétrica em 2009, um aumento de 14 por cento face a 2008, e uma previsão, ainda à espera de aprovação do Governo de Macau, de 950 milhões de patacas (86,36 milhões de euros) para 2010, ou seja, mais 17 por cento do que no ano passado.

Devido à necessidade de financiamento dos investimentos, a dívida total da Companhia de Eletricidade de Macau em empréstimos bancários era superior em 26 por cento no final de 2009 para um total de 1.007 milhões de patacas (91,5 milhões de euros).

A Companhia de Eletricidade de Macau tem como acionistas os consórcios sino-português e sino-francês, ambos com 42 por cento do capital, o Governo de Macau com oito por cento, a China Power International com seis por cento e outros pequenos accionistas com dois por cento.

Lusa
 

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Re: EDP: Notícias
« Responder #40 em: Abril 06, 2010, 05:30:07 pm »
EDP vai levar rede eléctrica inteligente para Espanha e Brasil


O presidente da EDP, António Mexia, revelou hoje que a experiência piloto de redes inteligentes que vai arrancar em Évora será replicada, através da EDP, em Espanha e no Brasil.

"Évora vai ser um exemplo a desenvolver depois pelo país e depois, através da EDP, em Espanha e no Brasil", disse António Mexia, acrescentando que o projecto da cidade portuguesa "é uma montra" de um consórcio liderado pela EDP e que inclui empresas europeias como a União Fenosa, a Scottish and Southern ou a holandesa Alliander.

António Mexia falava durante a cerimónia de lançamento da InovCity, um projecto piloto no qual serão instalados 31 mil contadores de electricidade inteligentes que permitem comunicações nos dois sentidos, e em tempo real, entre clientes e empresa, bem como mais de 300 centros de comunicação instalados nos postos de transformação pela cidade.

Mexia deu como exemplo uma cafetaria em Évora, onde o sistema já está instalado, e referiu que o proprietário pode gerir os seus gastos de energia e saber exactamente o que gasta cada aparelho em funcionamento.

"A revolução energética não é só a nível macro, tem a ver com os pequenos gestos de todos os dias, tem a ver com a forma como muda a vida das pessoas e das empresas", disse o presidente da EDP.

O projecto de rede eléctrica inteligente da EDP InovGrid arranca hoje, quase dois anos e meio depois do seu lançamento, em Évora, a cidade 'piloto' escolhida para a instalação dos contadores inteligentes, que garantem não só a telecontagem dos consumos de energia em tempo real, mas também a mudança de tarifa à distância por solicitação do cliente e uma gestão mais eficiente dos consumos individuais de electricidade.

O projeto InovGrid de Évora - feito através de parceria da EDP com o INESC Porto, a EFACEC e a JANZ, entre outras - permite a um cliente que tenha um aparelho de microgeração de energia saber quanta electricidade está a injectar na rede e cria também cria um novo sistema de monitorização e controlo de toda a rede de distribuição.

Esta característica, considera a EDP, também permitirá uma gestão mais eficiente dos 16 pontos de carregamento de veículos eléctricos que já estão montados na cidade alentejana.

Lusa
 

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Re: EDP: Notícias
« Responder #41 em: Abril 23, 2010, 08:37:24 am »
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 Eléctrica
Bruxelas quer acabar com direitos do Estado na EDP

Ana Maria Gonçalves e Luís Rego  
23/04/10 00:05



Decisão do Tribunal de Justiça Europeu será tomada nos próximos meses.

O Tribunal de Justiça da União Europeia já está em condições de decidir sobre o futuro dos direitos especiais que o Estado português tem na EDP. Um desfecho que poderá ocorrer ainda este ano, a fazer fé no tempo médio, cerca de dois anos, que processos idênticos intentados contra outros Estados membros têm demorado.

Até hoje, Bruxelas só perdeu um processo deste tipo entre os numerosos que moveu contra países como Alemanha, Holanda, Espanha ou Itália: foi o da Distrigas, distribuidora de gás natural belga, em que o Estado apenas reservava o direito de intervir apenas quando estava em causa o risco de fornecimento ao país.

O caso EDP - onde o Estado, além destes direitos especiais, controla 20% do capital através da Parpública, mais 5% via CGD -, já se arrasta desde 2006, embora a acção judicial só tenha arrancado em Novembro de 2008. Agora aguarda apenas o parecer do advogado geral do Tribunal Europeu, depois da Comissão Europeia e de Portugal terem, esta semana, apresentado as suas respectivas alegações.

Bruxelas acusa Portugal de usar direitos especiais, como o direito de veto a determinadas deliberações da empresa e a nomeação de um administrador no caso de ter votado contra a proposta que fizer vencimento na eleição de administradores. Lista a que junta a isenção do Estado ao limite de direito de votos, ou seja nenhum dos restantes accionistas pode ultrapassar o tecto de 5%, mesmo que possuam uma participação superior.
http://economico.sapo.pt/noticias/bruxe ... 87625.html
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: EDP: Notícias
« Responder #42 em: Abril 29, 2010, 09:02:25 pm »
EDP autorizada a construir barragem do Alvito


A EDP recebeu hoje 'luz verde' para construir a barragem do Alvito após o Ministério do Ambiente ter emitido favoravelmente a Declaração de Impacte Ambiental (DIA), anunciou a empresa.
Perante esta autorização, a energética vai avançar com o projeto cujo investimento "deverá rondar os 360 milhões de euros e criar mil empregos diretos e 3 mil indiretos", diz o comunicado.
Prevê-se que a barragem do Alvito entre em funcionamento em 2016, devendo a construção iniciar-se em 2011.

"A EDP vai proceder à elaboração do projeto e das propostas de concretização das medidas de minimização e compensação exigidas pela DIA", afirma a empresa, acrescentando que, "do conjunto de medidas, fazem parte, entre outras, o restabelecimento de vias de comunicação afetadas, a execução de programas de monitorização ambientais e sócio económicos. Destaque ainda para ações de preservação e valorização da paisagem cultural e patrimonial".

A barragem de Alvito, no rio Ocreza, situa-se próximo da povoação da Foz do Cobrão, a cerca de 400 metros a montante da confluência da ribeira do Alvito.

Com a autorização garantida pela DIA à cota 221 metros, a barragem terá cerca de 93 metros de altura e 430 metros de comprimento, criará uma albufeira com 27,5 quilómetros de extensão, com uma área de 1731 hectares nos concelhos de Castelo Branco e de Vila Velha de Ródão.

A EDP estima que a contribuição energética média anual "atinja cerca de 370 gigawatts, parte dela obtida à custa da utilização de bombagem".

A empresa liderada por António Mexia observa que, com a construção da barragem se evita "a emissão anual de 450 mil toneladas de CO2, reduzindo em simultâneo a dependência energética do país face à importação de combustíveis fósseis".

O Alvito é uma das cinco novas barragens que a EDP prevê construir no âmbito do plano de expansão de capacidade hidroeléctrica. O plano contempla ainda o reforço de potências de seis das barragens já em operação. Destes 11 projetos, seis estão já em construção.

Até ao final da década, a EDP investirá, neste âmbito, cerca de 3 mil milhões de euros, elevando em 60 por cento a capacidade de produção de energia renovável e limpa.

Segundo a EDP, no total, "estes projetos criarão um volume de emprego estimado em 30 mil postos de trabalho, diretos e indiretos.

Lusa
 

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« Responder #43 em: Maio 19, 2010, 06:50:08 pm »
EDP disputa nova barragem de 670 milhões de €€ no Brasil


A Energias do Brasil vai continuar a apostar na área da produção hidroeléctrica. A empresa, participada pela eléctrica liderada por António Mexia tem na forja uma nova central no Maranhão avaliada em 670 milhões de euros.

A Energias do Brasil quer continuar a apostar forte na área da produção de electricidade, em linha com a estratégia traçada nos últimos anos de redução da exposição ao negócio da distribuição, um segmento com menor rentabilidade.

O próximo alvo, identificado pela participada do grupo EDP para o mercado brasileiro, está localizado em Colíder, no Estado do Mato Grosso do Sul, e contempla a construção de uma central hidroeléctrica, cujo investimento previsto ronda 1.500 milhões de reais (671 milhões de euros). Este valor poderá ser ampliado para 2.500 milhões de reais (1.120 milhões de reais), de acordo com o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf.

Sem adiantar pormenores sobre o empreendimento, fonte oficial da Energias do Brasil afirmou ao Diário Económico que o projecto ainda se encontra em fase de estudo. "A sua concretização está dependente dos resultados desse trabalho, bem como da realização do leilão, cuja data ainda não está fixada." Operação que poderá ser condicionada pela realização das eleições presidenciais, marcadas para Outubro.

Com 1.750 megawatts (MW) de capacidade de produção instalada, a Energias do Brasil ambiciona chegar a 2012 com 2.150 MW, o equivalente a três centrais a gás natural de Lares, na Figueira da Foz, a mais recente jóia da coroa dos activos de geração do grupo EDP e que permite abastecer cerca de metade dos habitantes de Lisboa.

Diário Económico
 

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Lusitano89

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Re: EDP: Notícias
« Responder #44 em: Julho 14, 2010, 05:20:01 pm »
EDP negoceia exportação de redes inteligentes para Macau


A EDP está a negociar com a Companhia Eléctrica de Macau a exportação de redes inteligentes (smartgrids), projecto que está a ser testado em Évora e abrange cerca de 30 mil consumidores, revelou hoje um administrador da empresa portuguesa.

"Já estamos em contacto com a Companhia Eléctrica de Macau (CEM) no sentido de podermos utilizar também Macau, partindo do princípio que a concessão possa ser renovada, utilizar este know how de smartgrid também neste local", afirmou Martins da Costa, que detém os pelouros da EDP Internacional e EDP Distribuição.

A EDP está presente na China através da CEM, sendo líder de um grupo luso chinês que tem uma participação de 42% naquela empresa, uma concessão que termina no final do ano e cuja eventual renovação está a ser negociada para mais 15 anos.

Questionado se Macau tem mercado para ser uma cidade "smartgrid", Martins da Costa considerou que a Região Administrativa Especial "tem todo o potencial para ter integração de smartgrids", justificando que, "quanto maior a dimensão [das cidades], maior é o potencial".

O responsável, um dos oradores da terceira semana temática sobre energia que começou hoje no centro de negócios do pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai, na China, salientou, contudo, que esta não é uma "solução já pré-fabricada".

"São soluções que têm que ser formatadas para cada caso específico. Portanto, ainda não há um pronto-a-vestir de smartgrid que se possa pegar e colocar na cidade A ou na cidade B", observou.

Martins da Costa adiantou que esta "é uma tecnologia que ainda tem muito de experimental", acrescentando que "o produto está a fabricar-se e, assim que esteja numa fase de maior avanço, poderá estar disponível para ser testado noutras geografias, nomeadamente num piloto em Macau onde estamos em contacto com a Companhia Eléctrica de Macau para podermos vir a implementar, numa fase posterior, esta solução que estamos a desenvolver em Évora".

O administrador da EDP destacou ainda o significado deste projecto que envolve, além da empresa energética, a Efacec, a Janz e a Lógica, frisando que "está na linha da frente da tecnologia".

"É uma tecnologia de ponta que estamos a desenvolver em Portugal, em particular com o piloto Inovcity na cidade de Évora", realçando, também, a importância de o "divulgar internacionalmente, nomeadamente num país como a China, que é um país onde o tema tecnologia é por demais importante".

O projecto-piloto em Évora permite, através da instalação de contadores de electricidade inteligentes, comunicações nos dois sentidos, e em tempo real, entre clientes e empresa, e mais de 300 centros de comunicação, nos postos de transformação pela cidade.

Cada consumidor pode gerir os seus gastos de energia e saber exactamente o que gasta cada aparelho em funcionamento.

Os contadores inteligentes garantem não só a telecontagem dos consumos de energia em tempo real, mas também a mudança de tarifa à distância por solicitação do cliente e uma gestão mais eficiente dos consumos individuais de electricidade.

A terceira semana dedicada à energia, que termina sexta-feira, tem como tema "Edifícios sustentáveis e cidades inteligentes" e é uma iniciativa da Agência para a Energia e do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento.

Lusa
 

 

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