A seca em Portugal Continental

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Lightning

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #15 em: Novembro 23, 2017, 09:58:30 am »
Cruz Vermelha Portuguesa cria unidade especial para catástrofes

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A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai criar uma unidade para abastecimento de água potável e redução dos problemas de saneamento em catástrofes

https://www.dn.pt/lusa/interior/cruz-vermelha-portuguesa-cria-unidade-especial-para-catastrofes-8935584.html

Exército transporta água para Fagilde

http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/exercito-transporta-agua-para-fagilde?ref=sociedade_destaque
« Última modificação: Novembro 23, 2017, 10:00:18 am por Lightning »
 

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mafets

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #16 em: Novembro 24, 2017, 10:41:43 am »
Comentários para que?  ::) http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-11-21-Barragem-de-Fragilde-com-mais-de-30-anos-nunca-foi-desassoreada
Citar
Barragem de Fragilde com mais de 30 anos nunca foi desassoreada

As baixas reservas de água da barragem de Fagilde trouxeram várias dúvidas. Construída há mais de 30 anos e com capacidade de 2,5 milhões de metros cúbicos, nunca dali foi retirado um metro cúbico de inertes acumulados ao longo de décadas.






Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Lusitano89

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #17 em: Novembro 26, 2017, 05:47:01 pm »
Seca pode fazer aumentar preço da luz


 

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HSMW

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #18 em: Novembro 27, 2017, 06:13:37 pm »

Simulação da movimentação dos furacões e aerossóis na atmosfera terrestre. Destacam-se claramente as emissões de fumo a 15 de Outubro.

Citar
Where do hurricanes go? To better understand dangerous storms, NASA compiled data from several satellites into a supercomputer simulation of this past year's hurricane season. Specifically, the featured video shows how smoke (white), sea salt (blue), and dust (brown) tracked from 2017 August through October across the northern half of Earth's Western Hemisphere. These aerosols usefully trace sometimes invisible winds. In the midst of the many mesmerizing flows, hurricanes can be seen swirling across the Atlantic Ocean on the right. Some of these hurricanes lashed islands and coastal regions in North America before dissipating in the northern Atlantic. Studying this year's weather patterns may bolster more accurate storm forecasts as soon as next year.

https://apod.nasa.gov/apod/ap171127.html
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #19 em: Novembro 28, 2017, 12:59:14 pm »
39 charcas e 3 barragens em Bragança para combater a seca

28 nov, 2017 - 07:43

O abastecimento para consumo está assegurado depois da construção da barragem de Veiguinhas, mas o autarca diz ser necessário também haver reservas para outros fins, nomeadamente agrícolas.

O presidente da Câmara de Bragança anunciou que tem um plano para construir 39 charcas em todas as freguesias do concelho e três novas barragens para armazenar água e evitar problemas em períodos de seca.

O abastecimento de água para consumo da população da cidade está assegurado depois da construção da barragem de Veiguinhas, mas o autarca Hernâni Dias entende que é necessário também haver reservas para outros fins, nomeadamente agrícolas.

Para o efeito disse à agência Lusa que se propõe construir, em parceria com as freguesias, 39 charcas até ao final do mandado, um plano que considerou ser "ambicioso".

"É um objectivo muito ambicioso, estamos a falar de 39 charcas, só temos quatro anos, significa que teríamos de fazer dez charcas por ano, no mínimo, o que pode ser demasiadamente ambicioso, mas esse é o nosso objetivo", vincou.

O plano incluiu ainda a construção de três barragens na Serra da Nogueira, em Parada e em Macedo do Mato, mas estas não dependem apenas da vontade municipal, mas da autorização do Governo, como indicou.

Hernâni Dias afirmou que a autarquia já começou a "estudar de forma mais intensa" o local para a construção de uma barragem na Serra da Nogueira.

Disse ainda que vai "junto do Governo a reivindicar ao nível da construção de novas barragens, nomeadamente m Parada e também em Macedo do Mato".

Barragens ambicionadas
"São as três que estão identificadas como necessárias, sendo que também na barragem de Castanheira há uma questão que devia ser tratada por quem de direito, nomeadamente quem tutela a barragem, para substituir o sistema de rega de alagamento por rega por aspersão, o que seria um fator de poupança de água e também levaria a melhores níveis de eficiência ao nível dos consumos", acrescentou.

As barragens ambicionadas são "para rega, mas não significa que no futuro não possam vir a ser utilizadas para abastecimento de população", segundo o autarca.

O financiamento será uma questão para discutir posteriormente, já em relação às reservas com charcas, a autarquia assume os custos com a utilização essencialmente de meios municipais.

O trabalho já começou no terreno e a Câmara tem "estado a fazer com as juntas de freguesia essa identificação, já se fez a reabilitação de uma charca em Baçal e estão a agora avançar para a limpeza de represas em rios e ribeiras".

http://rr.sapo.pt/noticia/99451/39-charcas-e-3-barragens-em-braganca-para-combater-a-seca
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitan

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #20 em: Novembro 28, 2017, 04:40:06 pm »
39 charcas e 3 barragens em Bragança para combater a seca

28 nov, 2017 - 07:43

O abastecimento para consumo está assegurado depois da construção da barragem de Veiguinhas, mas o autarca diz ser necessário também haver reservas para outros fins, nomeadamente agrícolas.

O presidente da Câmara de Bragança anunciou que tem um plano para construir 39 charcas em todas as freguesias do concelho e três novas barragens para armazenar água e evitar problemas em períodos de seca.

O abastecimento de água para consumo da população da cidade está assegurado depois da construção da barragem de Veiguinhas, mas o autarca Hernâni Dias entende que é necessário também haver reservas para outros fins, nomeadamente agrícolas.

Para o efeito disse à agência Lusa que se propõe construir, em parceria com as freguesias, 39 charcas até ao final do mandado, um plano que considerou ser "ambicioso".

"É um objectivo muito ambicioso, estamos a falar de 39 charcas, só temos quatro anos, significa que teríamos de fazer dez charcas por ano, no mínimo, o que pode ser demasiadamente ambicioso, mas esse é o nosso objetivo", vincou.

O plano incluiu ainda a construção de três barragens na Serra da Nogueira, em Parada e em Macedo do Mato, mas estas não dependem apenas da vontade municipal, mas da autorização do Governo, como indicou.

Hernâni Dias afirmou que a autarquia já começou a "estudar de forma mais intensa" o local para a construção de uma barragem na Serra da Nogueira.

Disse ainda que vai "junto do Governo a reivindicar ao nível da construção de novas barragens, nomeadamente m Parada e também em Macedo do Mato".

Barragens ambicionadas
"São as três que estão identificadas como necessárias, sendo que também na barragem de Castanheira há uma questão que devia ser tratada por quem de direito, nomeadamente quem tutela a barragem, para substituir o sistema de rega de alagamento por rega por aspersão, o que seria um fator de poupança de água e também levaria a melhores níveis de eficiência ao nível dos consumos", acrescentou.

As barragens ambicionadas são "para rega, mas não significa que no futuro não possam vir a ser utilizadas para abastecimento de população", segundo o autarca.

O financiamento será uma questão para discutir posteriormente, já em relação às reservas com charcas, a autarquia assume os custos com a utilização essencialmente de meios municipais.

O trabalho já começou no terreno e a Câmara tem "estado a fazer com as juntas de freguesia essa identificação, já se fez a reabilitação de uma charca em Baçal e estão a agora avançar para a limpeza de represas em rios e ribeiras".

http://rr.sapo.pt/noticia/99451/39-charcas-e-3-barragens-em-braganca-para-combater-a-seca

Eu não gosto de criticar por criticar, mas tenho sempre algumas reservas a estes Presidentes de Câmaras com projectos "ambiciosos", especialmente quando envolve construções que envolvem enormes recursos financeiros. Cheira-me sempre que vai haver desvios...
Espero que não seja esse o caso e que de facto se faça uma obra bem pensada para o município de Bragança.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #21 em: Novembro 29, 2017, 02:57:46 pm »
“Não nos podemos colocar na posição estúpida de dizer a Espanha que tem de cumprir os caudais acordados”

Afinal, Espanha cumpriu ou não a convenção sobre a gestão dos rios ibéricos num ano de seca que afeta os dois países? “Os espanhóis só não cumpriram no Douro”, garante Pedro Serra. O coordenador da delegação portuguesa que trata dos caudais na comissão que acompanha a aplicação da Convenção de Albufeira (que gere os rios ibéricos) argumenta, em entrevista ao Expresso, que dada “a situação dramática de seca” que se vive do lado de lá da fronteira, é preciso ter cuidado na análise ao cumprimento do que foi acordado. O também consultor do ministro do Ambiente sustenta que a situação em Portugal não é tão dramática.

Associação Zero argumenta que Espanha não assegurou todos os caudais acordados na Convenção de Albufeira para os rios Douro, Tejo e Guadiana, mas o ministro do Ambiente garante que Espanha cumpriu, com “pequeníssimas exceções”. Afinal, cumpriu ou não cumpriu?
De facto houve uma falha no caudal na barragem de Miranda, no Douro, e é reconhecida pelas autoridades espanholas. Eles têm as reservas de água das albufeiras reduzidas a 15%, o que é absolutamente dramático. Se a situação se mantiver assim, vão ter de recorrer a soluções de transporte de água em autotanques como acontece em Viseu. Os espanhóis fizeram um esforço enorme para cumprir a Convenção, não cumpriram em Miranda, mas cumpriram em Pocinho. E cumpriram no Tejo e no Guadiana. Nós não nos podíamos colocar na posição estúpida de dizer a Espanha que tinham de cumprir o caudal acordado, olhando para a situação concreta do território. Dizer o contrário é uma canalhice.

Portugal também vive uma situação complicada de seca…
Mas não tão dramática. Se os espanhóis não tivessem feito descargas, teríamos caudal zero. Antes de haver Convenção e de os rios estarem regularizados com barragens como agora, houve situações muito piores. Em 1995, o Guadiana foi uma gota de água durante seis meses. E entre 1 de agosto de 1945 e 16 de outubro de 1945, ou seja, durante dois meses e meio, não correu água no Tejo. Chegámos a ter registos anuais de 200 hectómetros cúbicos de água no Guadiana, quando hoje são de 400 a 500 hm3.

Já há rumores que Madrid terá de racionar água se a seca se prolongar. É assim?
Se a seca se prolongar, os espanhóis estão desgraçados e podem ter de colocar restrições até na cidade de Madrid.

A Zero reitera a afirmação de que Espanha “não cumpriu o acordado”, lembrando que o faz com base nos dados oficiais disponibilizados pelo Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH) da Agência Portuguesa do Ambiente e critica o facto de os dados em que vocês se baseiam não serem conhecidos publicamente.
Admito que os dados do SNIRH possam ter muitas falhas. O relatório hidrometeorológico que serve de base à Comissão para a Aplicação e Desenvolvimento da Convenção de Albufeira (CADC) vai ser colocado agora na página deste organismo na Internet. Não podia ter sido lá colocado antes de ser aprovado e só o foi agora.

Existiam expectativas de que da reunião luso-espanhola que se realizou no Porto esta segunda-feira saísse um acordo sobre caudais mínimos ecológicos diários para o Tejo e o Douro, já que existem apenas para o Guadiana…
Para o Douro não faz sentido impor caudais mínimos diários, já que tanto faz que a água chegue hoje como amanhã. Para o Tejo, já faz. E o ministro João Pedro Matos Fernandes introduziu esse tema na agenda. No Guadiana estão acordados caudais de dois metros cúbicos por segundo, mas não são relevantes quando se tem uma bacia como a de Alqueva.

Que balanço faz desta reunião?
Um balanço muito positivo, já que se não existisse esta convenção estaríamos em pior situação. A Convenção de Albufeira é apontada por especialistas externos como uma das mais avançadas no mundo em termos de regularização de caudais entre dois países.

Perante os cenários traçados pelas alterações climáticas que preveem secas que se podem prolongar entre sete a 10 anos, apostar só em barragens não serve de muito, certo?
Mas temos de construir mais barragens para armazenarmos quando chove para termos quando não chove. Mas claro que devemos ser mais económicos nos usos e consumos de água e apostar em reutilização de águas residuais ou em captação de águas pluviais nas cidades. E claro que, se não chover durante 10 anos, morre tudo. E temos de pensar noutras alternativas, da dessalinização de água do mar (que tem custos exorbitantes) até termos de migrar mais para norte.

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2017-11-29-Nao-nos-podemos-colocar-na-posicao-estupida-de-dizer-a-Espanha-que-tem-de-cumprir-os-caudais-acordados
« Última modificação: Novembro 29, 2017, 03:03:06 pm por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #22 em: Janeiro 01, 2018, 02:06:03 pm »
Uma seca sem prazo de validade. Em 2018 ainda estaremos em situação "muito grave"


A situação de seca registada o ano passado em Portugal vai continuar a afetar o país em 2018, anteciparam à Lusa especialistas em recursos hídricos, defendendo um reforço da capacidade de armazenamento em albufeiras e restrições ao uso da água.

“Vamos entrar em 2018, seguramente, desfalcados, ainda em situação de seca muito grave. No ano hidrológico 2018/2019, se não chove, a situação pode ser realmente de uma gravidade extraordinária”, perspetivou Francisco Nunes Correia, professor de Recursos Hídricos do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa e antigo ministro do Ambiente, no final do ano passado.

O início do ano hidrológico acontece a 1 de outubro, por um período de 12 meses compreendido entre o início de duas estações de chuva consecutivas – outono e inverno.

Relativamente ao prolongamento da situação de seca em Portugal, Francisco Nunes Correia apontou como consequência direta a aplicação de restrições ao uso dos recursos hídricos, referindo que a medida “vai variar muito de local para local”.

“Deixa de haver água nas torneiras ou passamos a ter água uma hora por dia. […] Muitas colheitas ou muita agricultura têm de se deixar de fazer - culturas regadas, se não houver água”, indicou.

Em termos de consequências ambientais e ecológicas, “se os rios não têm água, a capacidade de autodepuração é muito menor”, o que pode provocar a morte de peixes.

Neste sentido, o antigo ministro do Ambiente disse que a seca tem consequências “muito graves”, o que obriga a “um racionamento draconiano relativamente à pouca água existente”.

“Teria que chover muito este ano [hidrológico 2017/2018] para que a situação recuperasse, até agora isso não aconteceu”, declarou o docente em Recursos Hídricos.

Com uma posição semelhante, o especialista em Recursos Hídricos pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) António Gonçalves Henriques disse que é fundamental uma previsão antecipada de uma situação de seca hidrológica para que sejam preparadas medidas de restrição dos consumos, visando uma melhor gestão e uma utilização mais eficiente da água.

De acordo com o especialista do LNEC, a seca meteorológica registada em 2017 em Portugal “não resultou numa situação de seca generalizada para todo o país, do ponto de vista de seca hidrológica”.

A situação mais crítica de seca hidrológica em Portugal verificou-se na barragem de Fagilde, “que já se sabia que era insuficiente para o abastecimento de concelhos de Viseu, Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo”, relatou António Gonçalves Henriques, considerando que as medidas de mitigação do problema chegaram “muito tarde”.

Na perspetiva de Nunes Correia, o país hoje sofre menos com o problema da seca do que há 20 ou 30 anos, porque foram construídos sistemas de armazenamento de água que, “apesar de tudo, ajudaram a mitigar os problemas até agora”.

Apesar de Portugal estar “bastante adiantado” em termos de infraestruturas para armazenamento de água, a atual situação de seca prova que “ainda é preciso reforçar a capacidade de armazenamento”, defendeu o antigo governante.

À problemática da seca associa-se a erosão dos solos, particularmente relevante após os incêndios florestais de 2017. Diversos municípios de áreas atingidas estão a fazer intervenções para protegerem solos e linhas de água, enquanto lançam concursos públicos para operações de maior dimensão, com fundos nacionais e europeus.

Em novembro do ano passado, o Governo prometeu celeridade na aprovação de candidaturas, informando que o Ministério da Agricultura disponibilizou 49,5 milhões de euros para este tipo de ações.


>>>>>> http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/uma-seca-sem-prazo-de-validade-em-2018-ainda-estaremos-em-situacao-muito-grave
 

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HSMW

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Re: A seca em Portugal Continental
« Responder #23 em: Janeiro 19, 2018, 11:38:22 pm »
E este ano há mais...
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