Sector têxtil / Distribuição

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Malagueta

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Re: Sector têxtil / Distribuição
« Responder #15 em: Março 23, 2012, 02:34:22 pm »
Fisipe dispara 15% após OPA de empresa alemã detida pela BMW e Volkswagen

"Maior produtor europeu de fibra de carbono, que é detido em 24% pela BMW e Volkswagen, oferece 0,18 euros por cada acção da cotada portuguesa. Na bolsa os títulos ainda negoceiam em valores inferiores, apesar da forte subida de hoje.
As acções da Fisipe estão hoje em forte alta na praça portuguesa, depois da companhia ter sido alvo de uma oferta pública de aquisição por parte da SGL Carbon, uma companhia alemã que é líder no mercado europeu de fibra de carbono e materiais compósitos.

Com 70 mil títulos negociados, a Fisipe avança 15,38% para 0,15 euros, uma cotação ainda inferior aos 0,18 euros oferecidos pela companhia alemã.

No anúncio da oferta pública de aquisição, a SGL Carbon informa que chegou a acordo para comprar todas as acções que a Negafor detém na cotada portuguesa, que representam 86,19% do capital da Fisipe. A empresa alemã pagou 25 milhões de euros, o que representa um preço por acção de 0,187 euros.

Devido a esta operação, a SGL ficou obrigada a lançar uma OPA sobre o capital da Fisipe que ainda não controla. A contrapartida oferecida é de 0,18 euros, um valor que a SLG diz que “excede o preço médio ponderado pelas quantidades das acções transaccionadas na Euronext Lisbon nos últimos 6 meses”.

A SLG alerta desde já que a contrapartida da OPA “poderá vir a ser revista em alta, se necessário, de modo a igualar o preço final” que a companhia irá pagar à Negafor.

A OPA, a 0,18 euros por acção, avalia a Fisipe em 27,9 milhões de euros. Face à actual cotação, a Fisipe, empresa especializada no fabrico de fibras de acrílico, sobretudo para o sector têxtil, está avaliada em bolsa a 23,25 milhões de euros.

No anúncio da OPA, a SLG assume que pretende “adaptar” a actividade empresarial da Fisipe “às actuais tendências e exigências do mercado internacional”, visando também “proceder ao refinanciamento de todo o endividamento externo da Sociedade Visada, através do reembolso da totalidade do mesmo, imediatamente após a concretização da aquisição das acções no âmbito do contrato anteriormente referido”.

Gestão da Fisipe mantém-se

Num comunicado emitido hoje, a comissão executiva da Fisipe diz que “o grupo SGL pretende com esta operação assegurar o fornecimento de precursor para as suas unidades produtoras de fibra de carbono”, sendo que “a produção e comercialização de fibra acrílica para têxteis especiais e técnicos continuará a ser efectuada nos moldes habituais”.

Segundo esta fonte, a SGL pretende manter a actual gestão da companhia portuguesa em funções.

A Fisipe descreve a SGL, companhia alemã com 46 unidades produtivas localizadas na Europa, América do Norte e Ásia, como o “maior produtor europeu de fibra de carbono e materiais compósitos”, sendo que “as suas actividades compreendem também a produção de grafite”. A SGL emprega 6500 pessoas em todo o mundo e gerou em 2011 receitas de 1,54 mil milhões de euros.

De acordo com a informação que consta no site da empresa alemã, a SGL tem como maior accionista a SKion. Seguem-se duas construtoras automóveis alemãs: a BMW com 15,72% e a Volkswagen com 8,18%.

Fisipe tem “mão-de-obra extremamente bem qualificada”

Num comunicado emitido pela SGL, Jürgen Köhler, administrador da companhia alemã diz que a aquisição da Fisipe é um “passo natural” no reforço da capacidade de produção da SGL. A Companhia classifica a Fisipe como um “parceiro de longo prazo”, com “provas dadas” na produção de fibras de acrílico.

“Asseguramos esta infra-estrutura de alta tecnologia em Portugal onde podemos tirar partido da experiência dos 300 empregados que lá trabalham”, acrescenta o gestor da empresa alemã, que qualifica a mão-de-obra da Fisipe de “extremamente bem qualificada”.

Fundada em 1973, a Fisipe tem a sua unidade fabril no Lavradio, onde fabrica sobretudo fibras de acrílico para a indústria têxtil. No ano passado gerou receitas de 130 milhões de euros."
 

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Malagueta

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Re: Sector têxtil / Distribuição
« Responder #16 em: Setembro 04, 2012, 10:49:22 am »
Vestuário
Inditex reforça produção têxtil em Portugal
Sónia Santos Pereira  
04/09/12 00:05

     
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A Inditex – que detém a Zara - tem em Portugal um dos seus sete ‘clusters’ que, somando a actividade em Espanha, representam 87% da produção do grupo.
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.Grupo que detém a Zara está a reduzir fornecedores na Europa, mas em Portugal contratou mais 29% de produtores.

A Inditex, que detém marcas como a Zara ou a Massimo Dutti, está a reduzir o número de fornecedores na União Europeia, direccionando a aposta para os países asiáticos. No entanto, Portugal é uma excepção. O grupo espanhol aumentou, no último ano, o número de fornecedores e de fabricantes nacionais. A Inditex tinha 291 unidades fabris portuguesas a fornecer as suas marcas no final do ano passado, o que representa mais 29,3% que em 2010.

O grupo têxtil - que é um dos maiores do mundo - tem em Portugal um dos seus ‘clusters' de produção, com 147 fornecedores nacionais, de acordo com o relatório "Inditex - Memória Anual 2011". Trata-se de um aumento de 18,5% em relação ao ano anterior. O número de trabalhadores nessas fábricas ascendia a 15.678 pessoas, de acordo com o mesmo documento.

"A Inditex tem uma grande expressão nas compras às têxteis portuguesas", reconhece João Costa, presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP). O facto de Portugal ter "uma fileira têxtil quase completa, com uma boa capacidade de resposta, com qualidade e criatividade" torna o País competitivo, realça.
 

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miguelbud

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Re: Sector têxtil / Distribuição
« Responder #17 em: Março 31, 2014, 03:12:37 pm »
Citar
A empresa têxtil do Vale do Ave que ‘veste’ a polícia alemã
O edifício enorme e austero, à face da Estrada Nacional 105, em Rebordões, Santo Tirso, não deixa adivinhar que, por detrás daquelas paredes, está uma referência internacional no mercado de produção de tecidos de malha com performances técnicas. E muito menos que, os seus sete milhões de euros de faturação, são obtidos com uma equipa de, apenas, 42 pessoas.

A LMA, empresa familiar do Vale do Ave, desenvolve e produz malhas e tecidos de fibras sintéticas com múltiplas funcionalidades e altos níveis de qualidade, que servem para vestir, desde o mais anónimo dos desportistas, às forças de segurança de vários países europeus. É o caso da polícia alemã, mas também de várias corpos de bombeiros e exércitos, que não pode nomear por razões de confidencialidade.

“A área de vestuário de proteção está em grande crescimento. Obriga a um investimento muito grande ao nível da investigação e da inovação, porque há uma série de requisitos técnicos que tem de cumprir, designadamente ao nível da proteção física, mas também das características antibactereanas, anti-odor, etc”, explicou ao DN/Dinheiro Vivo o diretor executivo da LMA, Manuel Barros.

Fundada em 1995, a LMA- Leandro Manuel Araújo, SA nasceu estritamente vocacionada para a produção de malhas de desporto com elevada performance funcional. Das 32 seleções que marcaram presença no Campeonato do Mundo de Futebol de 2002, organizado pela Coreia do Sul e Japão, 22 foram equipadas com malhas da LMA.

Mas o desvio das grandes encomendas têxteis para a Ásia - uma tendência que está a acabar, com a alteração dos padrões de consumo e a necessidade das empresas em não acumular stocks - fez com que, em 2006, e perante a perda de 40% do seu volume de negócios num só ano, repensasse o seu modelo de negócio e apostasse em novas áreas, como o vestuário de proteção, a indústria automóvel e a publicidade outdoor /decoração, entre outras. Sete anos depois, recuperou as vendas perdidas, ao fechar 2013 com sete milhões de euros de faturação.

Hoje, continua a fornecer  marcas como a Adidas, mas reduziu o peso do desporto na sua faturação dos 90% no início do novo milénio, para os atuais 30 a 40%. Mas está presente nos grandes eventos, como a Volta a França, os Jogos Olímpicos ou o Mundial de Futebol. No Brasil, pelo menos duas seleções vestirão equipamentos com malhas LMA.

Nos desportos de inverno, fornece, entre outros, a Salomon, na área de outdoor tem a Berg, marca do grupo Sonae, e no segmento da moda- “funcional, sempre” - trabalha com grupos tão distintos como os espanhóis da Inditex ou os gigantes Louis Vuitton e Prada. Fornece duas das principais equipas da Formula 1, embora manuel Barros não indique quais.

Dos sete milhões que fatura, exporta diretamente 30 a 40%. Mas de forma indireta (através dos produtos finais dos seus clientes) acredita que 90% do que faz vai para o exterior. O centro e norte da Europa são os principais destinos, embora também venda “qualquer coisa para a Ásia e para África”. Este ano espera fechar o exercício com um crescimento de, pelo menos,

O reconhecimento do trabalho desenvolvido fica patente não só nas marcas de renome que fornece, mas também nos prémios que arrecada. Em fevereiro, a LMA viu seis das suas malhas serem distinguidas na ISPO, a maior feira mundial de malhas e artigos funcionais para desporto e outdooor, que anualmente decorre em Munique, na Alemanha.
http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Art ... tml?page=0
 

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Re: Sector têxtil / Distribuição
« Responder #18 em: Maio 26, 2017, 07:58:38 pm »
2Survive: Fabrico Passo a Passo
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