Sector Aeroportuario/Aeronautica

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Daniel

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #135 em: Novembro 20, 2017, 03:30:43 pm »
tenente
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Afirmativo, a pintura do acft é um espectáculo, mas há muita gente que inicialmente diz ser um E170/190, vá se lá saber porquê, será dos porões ?????  ;)
Sim, estou no Aeroporto desde que saí do Exército.

PS vê lá se mandas alguma chuva para cá, nós pagamos bem  :)

Abraços
Bom, o E170 é bem mais pequeno, já o E190 tem algumas semelhanças, eu acho o Bombardier CS300 mais parecido com o E190E2, apesar deste último não ter Sharklet.
Ainda ontem falei com um colega, esteve a chover 2 dias sem parar, dizia eu, esta água em Portugal seria ouro ;D um abraço  ;)

« Última modificação: Novembro 20, 2017, 04:21:30 pm por Daniel »
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #136 em: Janeiro 14, 2018, 01:31:45 am »
Aterragem em Beja.
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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #137 em: Janeiro 25, 2018, 08:32:59 pm »
EasyJet só consegue crescer 3% em seis meses por falta de capacidade de aeroportos nacionais




A companhia aérea easyJet informou hoje que vai crescer em Portugal apenas 3% entre outubro e março devido à falta de capacidade dos principais aeroportos, enquanto na anterior operação de inverno a subida foi superior a 20%.

Em declarações aos jornalistas, o diretor da companhia de baixo custo para Portugal, José Lopes, reafirmou a “urgência de implementar medidas” até à alternativa complementar do aeroporto de Lisboa, que “não pode crescer mais” e que já levou ao desvio de movimentos na operação de verão (março a setembro) para o Porto.

Ainda assim, a easyJet adiantou que a capacidade do Porto está também a esgotar-se, pois solicitou mais duas mil ‘slots’ (movimentos aéreos) naquele aeroporto e só obteve até ao momento 40 para a operação de verão, entre abril e setembro.

“São oportunidades perdidas”, criticou o responsável, notando que países concorrentes estão a recuperar, como Grécia e a Turquia, e que a EasyJet levará para outros países os aviões que não podem ser colocados em Portugal.

De acordo com o mesmo responsável, estão também impedidos, por exemplo, crescimentos a nível doméstico, nomeadamente para o Funchal.

Em 2017, a companhia tinha somado seis milhões de passageiros em Portugal, metade dos quais em Lisboa e no Porto, e um crescimento de 14%.

Na lista de reivindicações da companhia está também a nova torre de controlo do aeroporto Humberto Delgado (em Lisboa), que necessita do encerramento da pista transversal (pista 17/35) e de 900 dias; o novo sistema de navegação aérea e um novo radar de superfície. A nova tecnologia permitirá gerir uma distância menor entre aeronaves, garantir segurança e “maximizar os movimentos ao máximo de uma só pista”, em Lisboa, acrescentou o diretor.

Para José Lopes, a empresa gestora dos aeroportos, a ANA, deve ainda privilegiar, no uso de ‘slots’, as companhias “que operam de forma mais eficiente” e acelerar o trabalho de cobrança de taxas por aeronave e não por passageiro.

Argumentando que aparelhos com menor ocupação e capacidade deviam usar outros locais, que não Lisboa, José Lopes sublinhou que “deve ser retirado o tráfico que não é vital”.

À ANA foi ainda sugerida a implementação do uso coletivo de rebocadores elétricos em Portugal e um prémio para a companhia com aviões mais silenciosos.

Outra reivindicação é a inclusão da profissão de comandante, no sentido de piloto muito experiente, na figura de residente não habitual, para garantir vantagens fiscais, uma vez que em Espanha esses profissionais “ganham mais 30% de salário líquido”.

Em Lisboa e no Porto estão baseados mais de 60 pilotos para oito aviões.

O dirigente informou ainda que a integração da antiga operação da AirBerlin deverá estar concluída em outubro, cerca de um ano depois da aquisição, e que a companhia está interessada na falida Alitália.

A easyJet mostrou hoje um dos quatro Airbus 320 neo, que provoca menos 56% (menos 85 decibéis) de ruído nas aterragens e descolagens no Porto e em Lisboa, segundo José Lopes, que acrescentou haver ainda uma descida de 15% nas emissões de carbono, 15% mais na eficiência de combustível.

O preço listado de cada aeronave é de 108 milhões de dólares (quase 87 milhões de euros).

A companhia encomendou 130 aeronaves A320neo e A321neo e tem direitos para comprar mais 100 aviões A320neo.



>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/easyjet-so-consegue-crescer-3-em-seis-meses-por-falta-de-capacidade-de-aeroportos-nacionais
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #138 em: Janeiro 28, 2018, 08:06:59 pm »

Tires vai passar de aeródromo a aeroporto para aviação executiva

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Até julho, o aeródromo de Tires vai subir de categoria: deverá passar a ser um aeroporto. O objetivo da mudança é poder receber operadores de aviação executiva de todos os destinos mundiais, assumindo-se como uma alternativa ao Aeroporto de Lisboa para este tipo de tráfego. É neste sentido que “no Aeródromo Municipal de Cascais tem vindo a ser feito um trabalho de qualificação, tendo em vista a transformação num aeroporto destinado à aviação executiva”, revela Miguel Sanches, diretor daquela infraestrutura.
O artigo completo em:
http://expresso.sapo.pt/economia/2018-01-27-Tires-vai-passar-de-aerodromo-a-aeroporto-para-aviacao-executiva

Não percebo porquê só agora. Falam da Portela estar no limite mas vejo todos os dias aeronaves de pequenas dimensões a descolar de lá.
Por mim era mandar as Low cost para o Montijo e a aviação executiva para Tires.
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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #139 em: Janeiro 29, 2018, 09:01:35 pm »

Tires vai passar de aeródromo a aeroporto para aviação executiva

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Até julho, o aeródromo de Tires vai subir de categoria: deverá passar a ser um aeroporto. O objetivo da mudança é poder receber operadores de aviação executiva de todos os destinos mundiais, assumindo-se como uma alternativa ao Aeroporto de Lisboa para este tipo de tráfego. É neste sentido que “no Aeródromo Municipal de Cascais tem vindo a ser feito um trabalho de qualificação, tendo em vista a transformação num aeroporto destinado à aviação executiva”, revela Miguel Sanches, diretor daquela infraestrutura.
O artigo completo em:
http://expresso.sapo.pt/economia/2018-01-27-Tires-vai-passar-de-aerodromo-a-aeroporto-para-aviacao-executiva

Não percebo porquê só agora. Falam da Portela estar no limite mas vejo todos os dias aeronaves de pequenas dimensões a descolar de lá.
Por mim era mandar as Low cost para o Montijo e a aviação executiva para Tires.

Isso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.

A mudança a dar-se terá custos elevados para o Aeroporto de lisboa, e de certeza que os Frogies, quererão ser compensados se houver ressarcimento para os dois operadores irem para o Montijo os froggies quererão ser ressarcidos dos custos a pagar, pois dirão que a culpa foi da ANA e não da Vinci !!

Já com a RYR a música é outra, o iluminado do patrão da CIA, aquele que há uns meses dizia que num almoço resolvia a questão do Montijo, deve pensar que ainda vai receber dinheiro se operar no Montijo, pois acha que as infra-estruturas aeroportuárias lhe pertencem, e, tudo o resto gira em seu torno, e, se não fosse a cia dele, a operar em Lisboa, nós ainda estavamos na idade da Aviação de pedra !! 

Quanto á aviação lig/executiva há canos que dizemos a mesma trampa, os pequenos que vão para Sintra, Tires ou para o Mar, mas para isso é preciso que haja serviços alfandegários, Policia, um ARO á maneira, e outros serviços de apoio ás aeronaves/crews/pax em questão, e, que só agora Tires está a pensar ter.

Convirá não esquecer que na aviação executiva existem ABJ's e BBJ's com fartura e esses acft's não podem/conseguem operar em Tires por razões óbvias !!!

Abraços
« Última modificação: Janeiro 29, 2018, 09:05:30 pm por tenente »
 
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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #140 em: Janeiro 30, 2018, 07:28:51 pm »
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sso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.

Mas com o sistema actual de alocação de slots seria possível ter acautelado essa situação havendo vontade para isso em Portugal? Eu só pergunto porque tenho andado a assistir à novela do aeroporto de Schipol com as companhias de carga aérea por causa da falta de slots e as discussões sobre quem tem responsabilidade sobre o assunto desde a IATA à EASA.

https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/

Cumprimentos
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #141 em: Janeiro 30, 2018, 07:56:38 pm »
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sso é o que todos nós que aqui diariamente trabalhamos pensamos e dizemos, mas o erro cometido há alguns anos quando as EZY e EZS iniciaram a operação cá no burgo, foi ter aceite esses operadores sem ter acautelado que quando houvesse alternativa iriam de malas e bagagens para o outro Aeroporto.

Mas com o sistema actual de alocação de slots seria possível ter acautelado essa situação havendo vontade para isso em Portugal? Eu só pergunto porque tenho andado a assistir à novela do aeroporto de Schipol com as companhias de carga aérea por causa da falta de slots e as discussões sobre quem tem responsabilidade sobre o assunto desde a IATA à EASA.

https://theloadstar.co.uk/tag/slot-constraints/

Cumprimentos

Boas,

Com as companhias de carga aerea a história é completamente diferente Perdadetempo.
A grande maioria delas voa durante a noite, não só pela quantidade de slots available, mas e também porque são mais baratos mas, acima de tudo há muito menos trafego no ar.
A Holanda com schipol a Alemanha com Colonia e a Bélgica com Liege operam centenas de voos de carga diarios/nocturnos.
O mais grave no caso de Lisboa é que como os voos que operam para cá o fazem só de noite e como somos a última escala os acft's fazem day/stop e ocupam pelo menos cinco stands o dia todo saindo só a noitinha reduzindo naquele numero os stands disponiveis para as outras cias, logo a capacidade do Aeroporto.

Quanto á responsabilidade aí é que a porca torce o apendice caudal.........há de tudo, negociações á escura; pedidos feitos por baixo da mesa; falta de capacidade do espaço aereo em determinadas zonas muito sobrecarregadas, por exemplo na europa Cambray e Malmedy, são as duas zonas com maior volume de trafego aereo, e apresentam as limitações correpondentes a tal volume de aeronaves; as capacidades dos diferentes aerodromos, em receber os voos pretendidos e mais grave ás horas solicitadas pelas diversas CIAS, caso das EZY e EZS em LIS, que querem dado e arregaçado, alegando agora, que não podem crescer mais depressa por causa da falta de capacidade do Aeroporto de Lisboa !
Então os especialistas das companhias não fizeram um estudo prévio dessa provável situação ???

Abraços
« Última modificação: Janeiro 30, 2018, 08:07:04 pm por tenente »
 
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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #142 em: Fevereiro 02, 2018, 09:06:37 am »
Acabou de descolar um An-12BP da Ukraine Air Aliance. O UKL5009.
https://www.flightradar24.com/UKL5009/104eafba

Transporte de carga em hora de ponta? 
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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #143 em: Fevereiro 15, 2018, 01:40:20 pm »
Empresa investe mais de oito milhões de euros em academia de pilotos no Alentejo


A L3 Commercial Training Solutions (L3 CTS) vai investir este ano mais de oito milhões de euros numa academia de formação de pilotos comerciais em Ponte de Sor (Portalegre), disse hoje à agência Lusa fonte da empresa.

O investimento, segundo o diretor das academias da L3 CTS na Europa, Mário Spínola, surge na sequência da aquisição em outubro da escola de pilotos da G Air, instalada no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor.

“A escola [G AIR] formava por ano cerca de 150 alunos mas, connosco, neste primeiro ano, esperamos duplicar o número de alunos, passando depois a intenção por chegar nos próximos dois anos aos 500 alunos por ano”, disse.

A antiga escola da G AIR contava com mais de 250 trabalhadores, situação que vai ser alterada com a introdução deste novo projeto de formação, estando prevista a criação de mais 150 postos de trabalho no espaço de um ano e meio.

A L3 CTS pertencente à empresa americana L3 Technologies e além de contar com a L3 European Airline Academy em Portugal (Ponte de Sor) possui também academias em Inglaterra, Estados Unidos da América, Nova Zelândia e Tailândia, sendo esta última academia mais vocacionada para o treino através de simuladores.

“Escolhemos agora Ponte de Sor porque tem potencial de crescimento e pelas qualidades que a escola já existente possui”, disse.

Mário Spínola explicou ainda que desde outubro [após a aquisição à G AIR] estão a desenvolver a sua atividade naquele espaço, tendo já acolhido novos formandos nesta fase.

O diretor das academias da L3 CTS na Europa escusou-se a revelar os valores de aquisição da escola à G AIR, mas adiantou que estão a ser investidos “mais de oito milhões de euros” neste projeto para “atingir” os objetivos que traçaram.

“Para conseguirmos atingir os nossos objetivos, e se olharmos a dois anos, vamos ter que ter recursos, e os recursos passam pela aquisição de mais aeronaves, para haver mais treino e formação, vamos ter que recrutar mais instrutores de voo e de teoria, vamos ter que recrutar mais pessoas para as instalações, preferencialmente da comunidade local”, sublinhou.

Mário Spínola recordou que Ponte de Sor possui um campus universitário [vocacionado para a aeronáutica] com mais de 200 camas, estando a L3 CTS a iniciar uma nova fase de ampliação desse espaço.

“Nós vamos agora avançar para uma nova fase de construção, que é o terceiro piso desse campus, com mais 106 camas”, disse.

Contactado pela Lusa, o presidente do município de Ponte de Sor, Hugo Hilário, congratulou-se com este investimento que está a ser desenvolvido, considerando que o mesmo vai “consolidar” o projeto que foi traçado para o aeródromo daquele concelho alentejano.

“Para nós é importantíssimo pelos postos de trabalho que cria e, principalmente, para a consolidação dos investimentos que temos feito até aqui no aeródromo”, sublinhou.


>>>>>>>  http://24.sapo.pt/economia/artigos/empresa-investe-mais-de-oito-milhoes-de-euros-em-academia-de-pilotos-no-alentejo
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #144 em: Fevereiro 21, 2018, 02:23:50 pm »
Ryanair vai exigir indemnização à Galp por falha de combustível em Lisboa


A Ryanair disse hoje que vai exigir uma indemnização à Galp devido às perturbações pela falha no abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa, após o regulador de aviação ter obrigado as companhias aéreas a compensar os passageiros.

“Nós não concordamos com a decisão porque é claro que, se houve uma interrupção no abastecimento de combustível, terá de ser uma circunstância especial e não pode ser uma responsabilidade das companhias”, afirmou o diretor executivo da Ryanair, Michael O’Leary, à agência Lusa.

Ainda assim, a Ryanair vai pedir uma indemnização à Galp: “Vamos tentar ser ressarcidos pela Galp porque a Galp admitiu que foi uma medida de força maior e não foi culpa nossa”.

“Como a ANAC diz que a culpa foi nossa, vamos tentar ser ressarcidos pela Galp”, reforçou Michael O’Leary.

Questionado pela Lusa, o responsável disse que, em causa, está um “montante baixo”.

“Ao todo, temos reclamações de 400 a 500 passageiros e, por isso, não é uma quantia muito elevada de dinheiro, mas que deve ser paga pela Galp”, referiu, sem especificar números.

Há duas semanas, a ANAC divulgou que as companhias aéreas vão ter de indemnizar os passageiros devido às perturbações causadas pela falha no abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa em maio de 2017.

“Em resultado da análise da situação na ótica dos direitos dos passageiros, a ANAC conclui que as transportadoras aéreas são obrigadas a cumprir as obrigações de assistência, bem como a indemnizar os passageiros afetados […], não se enquadrando a ocorrência relativa à falha no abastecimento de combustível no conceito de circunstância extraordinária”, apontou o regulador da aviação num relatório sobre este caso.

Esta entidade justificou a decisão com o regulamento 261/2004 do Parlamento e Conselho Europeu, que determina a existência de indemnizações em casos que não se inserem no conceito de circunstância extraordinária.

Ainda assim, a ANAC referiu também este regulamento para assinalar que a obrigação de pagar indemnizações aos passageiros não proíbe as próprias companhias de pedirem para ser ressarcidas destes montantes ao Grupo Operacional de Combustíveis (GOC), estrutura que gere o sistema de abastecimento de combustível no aeroporto de Lisboa e que é composta pelas principais petrolíferas, sendo liderada pela Petrogal.

O regulamento 261/2004 indica que, “se a transportadora aérea operadora tiver pago uma indemnização ou tiver cumprido outras obrigações que, por força do presente regulamento lhe incumbam, nenhuma disposição do presente regulamento pode ser interpretada como limitando o seu direito de exigir indemnização, incluindo a terceiros”.

Na semana passada, a TAP também anunciou que iria pagar as indemnizações aos passageiros, determinadas pelo regulador e exigir uma compensação à Galp.

A falha no sistema de abastecimento de combustível ocorrida em 10 de maio no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, afetou 41.681 pessoas, levou ao cancelamento de 98 voos, 363 descolaram com atraso e 12 tiveram de divergir para outros locais.


>>>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ryanair-vai-exigir-indemnizacao-a-galp-por-falha-de-combustivel-em-lisboa
« Última modificação: Fevereiro 21, 2018, 07:30:23 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #145 em: Fevereiro 23, 2018, 03:11:08 pm »
Construção do novo terminal da DHL no aeroporto de Lisboa deve arrancar até julho


O acordo para a construção do novo terminal da DHL no aeroporto de Lisboa deve ser fechado “nas próximas semanas”, com as obras a iniciarem-se ainda no segundo trimestre, avançou à Lusa o presidente executivo da DHL Express Europa.

“Neste momento estamos numa fase final de negociações, de ultimação de detalhes técnicos e de licenças prévias com a Câmara Municipal de Lisboa, que um investimento desta natureza exige. Esperamos ter uma aprovação e o acordo nas próximas semanas e prevemos iniciar as obras no segundo trimestre de 2018 para que em 2020 este ‘hub’ esteja operacional”, detalhou John Pearson à agência Lusa, num encontro com jornalistas em Bruxelas, na inauguração do novo ‘hub’ da empresa naquela cidade belga.

Para John Pearson, este investimento de 30 milhões de euros é estruturante para a DHL Express e para Portugal, dado que permitirá posicionar o país como um verdadeiro ‘hub’ de distribuição de carga para o Norte de África, Angola, Moçambique e Brasil, “mercados que representam um movimento de carga diário muito elevado, assim como grandes vantagens económicas para o país, para o aeroporto de Lisboa e para as empresas exportadoras portuguesas”.

“Atualmente, esta carga está a ser movimentada por outros aeroportos europeus. Queremos, com a construção deste ‘hub’, igualar Portugal aos principais centros de negócios mundiais, assim como aumentar a competitividade das empresas portuguesas a nível internacional”, acrescentou.

As negociações com a ANA, empresa gestora dos aeroportos portugueses, e com o Governo para a aquisição ou aluguer de um terreno para a construção de um novo 'hub', à semelhança do investimento realizado no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, arrastaram-se durante vários anos.

O investimento previsto que começou por ser de 10 milhões de euros foi entretanto revisto para cerca de 30 milhões de euros.

“Desde a manifestação de intenção deste investimento em Portugal por parte da DHL Express, em 2014, registámos um crescimento muito significativo do nosso negócio pelo que foi necessária uma adaptação do projeto para conseguirmos dar resposta às necessidades atuais e previstas. Prevemos com este investimento, que será superior a 30 milhões de euros, praticamente duplicar, no espaço de três a quatro anos, a atual capacidade de manuseamento de 25 para 40 toneladas diárias de envios”, explicou.

O presidente executivo da da DHL Express Europa, que visitará Portugal na próxima semana, indicou ainda que, para este ano, o gigante da logística tem previsto um investimento de cerca de 18 milhões de euros para Portugal, que consideram já o início da construção do ‘hub’, mas também investimento em infraestruturas e equipamento operacional.

Com sede em Bona, na Alemanha, a DHL Express opera por via aérea, marítima, rodoviária e ferroviária em mais de 220 países, emprega 100.000 funcionários e tem três ‘hubs’ (centros de operações) globais em Cincinnati, Hong Kong e Leipzig.

A DHL Express é uma empresa do grupo Deutsche Post DHL, cujas receitas ultrapassaram os 57 mil milhões de euros em 2016.


>>>>>>>  http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/construcao-do-novo-terminal-da-dhl-no-aeroporto-de-lisboa-deve-arrancar-ate-julho

« Última modificação: Fevereiro 23, 2018, 05:14:52 pm por Lusitano89 »
 

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« Responder #146 em: Março 02, 2018, 07:35:32 pm »
Governo prevê aprovar este mês em Conselho de Ministros diploma sobre ‘drones’


O Governo prevê para este mês a aprovação, em Conselho de Ministros, do decreto-lei sobre 'drones', após receber, em meados de fevereiro, um parecer pedido à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).

O ministro Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse, no parlamento, em 24 de janeiro, ter a expectativa de que o diploma, que estabelece um sistema de registo obrigatório para ‘drones’, impõe um seguro de responsabilidade civil e cria um regime sancionatório, fosse aprovado em fevereiro, em Conselho de Ministros.

“O Governo está a consolidar o diploma para aprovação no Conselho de Ministros, à luz das recomendações feitas pela CNPD. É previsível que o diploma possa ser submetido a Conselho de Ministros em março”, indica o ministério do Planeamento e das Infraestruturas, em resposta escrita enviada hoje à agência Lusa.

O parecer, de 16 de fevereiro, foi pedido à CNPD pelo secretário de Estado das infraestruturas, Guilherme W. d’ Oliveira Martins, a propósito do novo regime jurídico, que visa obrigar os proprietários de ‘drones’ - futuros e antigos - a registar os aparelhos junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), ou a ter um seguro de responsabilidade civil (para indemnizar eventuais lesados com a captação), entre outras obrigações.

No parecer enviado à tutela, a CNPD recomenda, nomeadamente, limitações na captação de imagem/som por ‘drones’ quando não é previsível a identificação dos visados, e a criação de um “regime específico” para a captação por jornalistas.

A ANAC recebeu reportes de 37 incidentes com ‘drones’ (veículo aéreo não tripulado) em 2017 registados pela aviação, mais do dobro face a 2016, um ano após a entrada em vigor do regulamento sobre a utilização destes aparelhos.

Ao longo do último ano o regulador nacional da aviação civil instaurou ainda 15 processos de contraordenação e reencaminhou nove queixas para o Ministério Público.

O diploma do Governo vai tornar obrigatório o registo e a contratualização de seguro de responsabilidade civil para as aeronaves não tripuladas, cuja massa máxima operacional seja igual ou superior a 250 gramas e prevê ainda “um quadro sancionatório aplicável a quem violar estas obrigações, de forma a dissuadir e censurar adequada e proporcionalmente condutas de risco que podem colocar em causa a segurança de todos".

“O texto do diploma tem como referencial as propostas de regulamento europeu disponibilizadas recentemente pela Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA – European Aviation Safety Agency) e já reflete os contributos recolhidos pela ANA – Aeroportos de Portugal, na consulta realizada junto da comunidade aeronáutica, forças de segurança, associações de operadores de ‘drones’, entre outros”, explicou em agosto a tutela.

O anteprojeto do decreto-lei diz ainda que menores de 16 anos “não podem operar” ‘drones’ “cuja aeronave tenha uma massa operacional igual ou superior a 0,900 quilogramas [900 gramas], exceto se acompanhados e supervisionados por um adulto”, cumprindo igualmente a obrigatoriedade do registo e do seguro de responsabilidade civil.

Em 13 de janeiro do ano passado entrou em vigor o regulamento da ANAC que proíbe o voo destes aparelhos a mais de 120 metros de altura e nas áreas de aproximação e descolagem dos aeroportos, mas os sucessivos incidentes com ‘drones’ nas proximidades dos aeroportos levaram o regulador e o Governo a avançar com legislação específica.


>>>>>>>>> http://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/governo-preve-aprovar-este-mes-em-conselho-de-ministros-diploma-sobre-drones
 

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #147 em: Março 14, 2018, 03:43:37 pm »
Aeroporto de Lisboa pode chegar a 46 movimentos/hora antes do Montijo


A capacidade do aeroporto de Lisboa pode aumentar para 46 movimentos/hora, dos atuais 38/40, antes da abertura do Montijo, quando se reunirem várias condições, esperando-se “o mais breve possível” um acordo entre NAV e Força Aérea.

À margem da cerimónia de adesão ao consórcio Coopans, que prevê a aquisição de um novo sistema de gestão do espaço aéreo, o presidente da NAV, Jorge Ponce Leão, precisou que o aumento de movimentos em Lisboa é possível através de novos mecanismos de aproximação a Lisboa, acordos com a Força Aérea e respostas da ANA, a gestora dos aeroportos.

Ponce Leão sublinhou que o novo sistema é “um passo importantíssimo em termos estruturais”, mas “a curto prazo é ainda mais importante o redesenho do espaço aéreo de Lisboa e a oportunidade de celebrar um acordo com a Força Aérea, introduzindo restrições mais flexíveis” para garantir um aumento de movimentos “ainda antes do aeroporto do Montijo estar disponível e dos novos sistemas [de gestão do espaço aéreo] Topsky estar operacional”.

Questionado sobre prazos para um acordo com os militares, o dirigente da entidade gestora do espaço aéreo respondeu esperar “para tão breve quanto possível” e que a NAV “está a trabalhar muito bem com a Força Aérea”.

“Iremos procurar acelerar esse processo até porque há um conjunto de rotas estratégicas para o país, que gostaríamos de criar condições para que pudessem operar, através de uma disciplina integrada da gestão do espaço aéreo para as bases militares do Montijo, Sintra, e inclusivamente com o aeródromo de Cascais, em conjunto com a Portela”, explicou.

A área mais difícil nesta estratégia é o “corredor a nascente da área de restrição de Monte Real”, pelo que ficam sem efeito os 72 movimentos por hora já testados, com o atual sistema e “com controladores e pilotos em simulação em tempo real”.

“Esse corredor não podendo ser utilizado, num curto prazo, apenas significa seis movimentos. A limitação vai estar no aeroporto e nas alterações a introduzir no aeroporto da Portela para agilizar o aumento do número de movimentos por hora”, explicou.

O dirigente lembrou que atualmente o aeroporto regista uma média de “38 movimentos por hora, com um máximo de 40, e poderá chegar a uma média superior, com um máximo de 46, como estava previsto”.

Para “finais de 2019” está previsto a entrada em funcionamento do novo sistema de gestão do espaço aéreo, em simultâneo com o atual, enquanto o redesenho do espaço aéreo, que passa por novos mecanismos de aproximação de Lisboa, poderá levar “um ano e meio a dois anos”.



>>>>>>>>>  https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/aeroporto-de-lisboa-pode-chegar-a-46-movimentoshora-antes-do-montijo
 

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #148 em: Março 15, 2018, 02:18:45 pm »
Mais de 70% das empresas consideram urgente novo aeroporto em Lisboa


Mais de 70% das empresas que operam em Portugal consideram ser urgente a construção de um novo aeroporto em Lisboa, revela hoje o Barómetro das Viagens de Negócio Travelstore American Express 2018.

A necessidade da urgente construção de um novo aeroporto em Lisboa é apontada por 73% das empresas inquiridas no barómetro das viagens de negócio, sendo que mais de metade destas (51%) responde que já recorre às plataformas de transporte urbano individual como a Uber.

As conclusões do inquérito, que foi realizado desde o início deste ano e que obteve 311 respostas, entre empresas de grande e média dimensão a operar em Portugal (nacionais e multinacionais), foram hoje apresentadas na edição 2018 do SVN - Salão das Viagens de Negócio, em Lisboa.

Cerca de 43% das empresas inquiridas consideram o recurso ao alojamento local como uma alternativa válida para viagens de negócios e 67% manifestam um grau de confiança elevado ou muito elevado no futuro da economia portuguesa.

Quase metade das empresas (46%) tencionam este ano investir mais em viagens de negócio, segundo as conclusões do barómetro, e mais de metade (58%) respondeu que a Europa é talvez a principal zona alvo de investimento em viagens de negócio no próximo ano.

Para marcar as reservas, 73% dos inquiridos responderam que usam o ‘e-mail’, 31% a Internet ou ‘self booking’, 27% o sistema específico de requisição de viagens (da sua empresa ou agência de viagens), 21% o telefone e 8% o telemóvel.

O ‘check-in’ continua a ser a principal razão para o uso de ferramentas nos telemóveis e a reserva antecipada de viagens é a forma de política de viagens e ‘compliance’ mais utilizada pelas empresas.


>>>>>>>   https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/mais-de-70-das-empresas-consideram-urgente-novo-aeroporto-em-lisboa

 

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Daniel

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #149 em: Março 19, 2018, 11:17:25 am »
Principais estruturas do avião da chinesa Guanyi vão ser desenvolvidas em Matosinhos
http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/principais-estruturas-do-aviao-da-chinesa-guanyi-vao-ser-desenvolvidas-em-matosinhos-282529

Citar
O Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA), em Matosinhos, assinou um contrato para a conceção e desenvolvimento de algumas das principais aeroestruturas do primeiro avião a construir pela empresa chinesa Guanyi. O contrato vai gerar uma faturação de cerca de dois milhões de euros e pode vir a servir de rampa de lançamento para novos contratos, avança o “Jornal de Negócios”.

“Vamos ser responsáveis por algumas das principais aeroestruturas do GA20, nomeadamente as asas, a fuselagem central e o estabilizador horizontal”, indica ao jornal a diretora-geral do CEiiA, Helena Silva. “O nosso objetivo é começar pela engenharia e, depois, procurar atrair para Portugal a industrialização de algumas peças, nomeadamente das que iremos estar envolvidos no GA20”.

Para já, está prevista a contratualização de “30 a 40 mil horas” de engenharia, a dividir por “20 engenheiros” que serão alocados a este projeto “durante os próximos dois anos”. O CEiiA conta atualmente com 250 engenheiros, e exporta para 10 países, dos quais os continentes europeu e americano representam 70% do total.

O avião é este, o da Foto é um Airbus.


A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

 

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