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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 03:24:38 pm »
Por acaso a organização espanhola, sempre me pareceu mais simples que a nossa, e apesar do GIPS português e da UME espanhola terem parecenças, também tem diferenças. Enquanto em Espanha cada região tem os seus próprios bombeiros, que são os primeiros a actuar, em caso de reforço tem a UME que rapidamente chega a qualquer ponto de Espanha (e Portugal), com logística e autonomia que caracterizam as unidades militares. Em Portugal temos como primeira linha os bombeiros locais e em simultâneo temos as equipas helitransportadas do GIPS e FEB (consoante o distrito), depois como reforços temos é grupos de bombeiros voluntários de umas zonas que são agrupados e enviados para outras zonas, e aqui parece-me que nunca funcionamos muito bem, as câmaras municipais nunca cumpriram com o que deviam em apoio aos bombeiros deslocados de outras zonas do país.

Penso que a criação de uma unidade tipo UME em Portugal ainda vai dar muita luta, mas se isso servir para os bombeiros ficarem mais nas suas zonas de actuação (concelho, distrito) onde conhecem bem o terreno e tem o seu próprio quartel em vez de andarem aos trambolhões para cima e para baixo, ficando esta unidade militar mais de retaguarda, com capacidade de projecção para qualquer ponto do país, fiquei admirado com o nível de ambição descrito, com tantos batalhões, eu imaginava um único batalhão em Abrantes, com capacidade de projectar companhias para qualquer ponto do país.
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 02:32:17 pm »
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Portugal / Re: Sector Agro-Alimentar
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 02:19:39 pm »
Já não vai haver as festas dos Santos Populares em 2018! :)
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Espanhol
« Última mensagem por Menacho em Hoje às 01:56:23 pm »
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Portugal / Re: Sector Agro-Alimentar
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 01:50:55 pm »
Pesca da sardinha deve ficar suspensa em 2018


Parecer é do Conselho Internacional para a Exploração do Mar, entidade científica consultada pela Comissão Europeia

A pesca da sardinha deverá ser proibida em 2018 em Portugal e Espanha, face à redução acentuada do 'stock' na última década, refere o parecer do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES) hoje divulgado.

"Deve haver zero capturas em 2018", recomenda o ICES, entidade científica consultada pela Comissão Europeia para dar parecer sobre as possibilidades de pesca, com base nos seus estudos dos 'stocks'.

Segundo aquele organismo, o 'stock' de sardinha tem vindo a decrescer de 106 mil toneladas em 2006 para 22 mil em 2016.

Contudo, aponta para vários cenários de capturas, estabelecendo como limite 24.650 toneladas.

O Conselho Internacional para a Exploração do Mar reconhece que a avaliação do desenvolvimento do 'stock' "é ligeiramente mais pessimista" do que as anteriores, pela estimativa de decréscimo.

Por um lado, sustenta, tanto o recrutamento, como a biomassa existente atingem o "nível histórico mais baixo", motivo pelo qual Portugal e Espanha, no plano de gestão do 'stock', deverão ir além de uma "gestão precaucionária" e constatar que os recursos estão abaixo do Rendimento Máximo Sustentável (MSY).

Já em 2016, o organismo científico recomendava que Portugal devia parar por completo a pesca da sardinha durante um período mínimo de 15 anos para que o 'stock' de sardinha regresse a níveis aceitáveis.

Na sequência do parecer, a Comissão Europeia esclareceu que Bruxelas não tomou qualquer decisão sobre a pesca da sardinha.

Portugal e Espanha rejeitaram o cenário de proibição de pesca da sardinha, e acordaram, no respetivo plano de gestão, fixar em 23 mil toneladas o limite de capturas anual.

Portugal divide a quota de pesca de sardinha com Espanha, autorizada a pescar o restante do limite de 17 toneladas.

Portugal adotou um modelo de gestão da pesca de sardinha participado pelo setor, com uma comissão de acompanhamento com pescadores, cientistas, industriais de conservas, comerciantes, representantes sindicais e Organizações Não Governamentais (ONG), além de ser concertado com Espanha.

As medidas de gestão incluíram limites de captura diários, mensais e semestrais e períodos alargados de defeso.

Em paralelo, o Governo decidiu reforçar as campanhas científicas desenvolvidas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), destinadas a recolher informação sobre o estado dos 'stocks'.


>>>>>>  https://www.dn.pt/sociedade/interior/pesca-da-sardinha-deve-ficar-suspensa-em-2018---parecer-cientifico-8859182.html
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 01:46:01 pm »
Aqui também dá e não implica registo nem pagamento: https://publicacoes.mj.pt/Pesquisa.aspx



Sim, é verdade. Mas só informa que foi publicada informação relativa à prestação de contas de xxxxx, na data x e pouco mais informa.
Mas também é uma boa base de dados, principalmente para pesquisar novas empresas ;)

O ideal era termos acesso à informação financeira supostamente pública, como as prestações de contas ou à IES (dezenas de páginas). E isso só pagando.
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Projecto Embraer C-390
« Última mensagem por Vitor Santos em Hoje às 01:09:37 pm »
Testes de estol do KC390: pouso não foi uma emergência

Citar

Um protótipo do avião de transporte multimissão KC-390 realizou na manhã de quinta-feira, 12 de outubro, ensaios em voo para situação de estol, que resultam em perda de altitude da aeronave, devido à diminuição da força de sustentação, como parte da campanha de testes para certificação.

Em razão das manobras efetuadas e seguindo os protocolos estabelecidos, a tripulação solicitou retorno antecipado à base, pousando normalmente no aeródromo da companhia em Gavião Peixoto (SP) onde a campanha de ensaios é realizada.

Em caso de real necessidade, os protótipos podem contar com um equipamento de segurança instalado na cauda (na cor laranja) capaz de retornar a aeronave a uma atitude normal de voo, caso entre em perda

Esse procedimento, normal para uma aeronave protótipo que está abrindo seu envelope de voo durante o testes, foi interpretado por pessoas que estavam copiando a frequência rádio de Gavião Peixoto como uma situação de emergência, o que absolutamente não ocorreu.

A reportagem de T&D entrou em contato com a Embraer, e o assunto foi esclarecido através desse comunicado. Tratou-se apenas de mais um dia na atribulada vida de voos de teste realizados pelos dois protótipos.

A entrada em serviço do KC-390 está prevista para acontecer em 2018, conforme o cronograma do programa. Atualmente, dois protótipos do KC-390 somam mais de 1.300 horas de voo.[/s
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Atualmente, dois protótipos do KC-390 somam mais de 1.300 horas de voo.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/testes-de-estol-do-kc390-pouso-nao-foi-uma-emergencia/
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Portugal / Re: Fogos Florestais
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 12:00:33 pm »
Proposta de criação de unidade militar para emergências já foi entregue a Marcelo

Documento foi feito por membro da comissão técnica independente que analisou os incêndios de Pedrógão em junho passado.

Cerca de 2500 efetivos dos três ramos das Forças Armadas, capacidades conjuntas, orçamento próprio, comando centralizado na dependência direta do chefe do Estado--Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) e dispositivo descentralizado. É esta, em síntese, a proposta para criar uma Unidade Militar de Emergências de Portugal (UMEP) e que já foi entregue aos presidentes da República e do Parlamento e ao Governo, soube ontem o DN.

O documento, garantiram diferentes fontes ouvidas sob anonimato por não estarem autorizadas a falar do assunto, é assinado por um dos membros da Comissão Técnica Independente (CTI) que elaborou o relatório sobre os incêndios que assolaram Pedrógão Grande e a região centro no verão.

O relatório da CTI, que não inclui aquele documento proposto pelo tenente-general Frutuoso Pires Mateus, já abria a porta à criação da UMEP, tendo como exemplo a Unidade Militar de Emergências (UME) das Forças Armadas de Espanha que a CTI visitou há algumas semanas - e que foi criada após a morte de 11 cidadãos espanhóis num incêndio florestal em Guadalajara.

"O exemplo espanhol, embora com outra escala, permite ampliar o papel das Forças Armadas como agente de proteção civil em Portugal", assinala o relatório da CTI. No capítulo das "Problemáticas e Recomendações", a Comissão alerta ainda que o Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME) do Exército, "na situação atual, não tem condições nem capacidade para ser verdadeiramente útil em operações de emergência".

O general Pires Mateus, que foi responsável pelo projeto e construção dos paióis de Tancos, argumenta na sua proposta que a UMEP "deverá corresponder a um desígnio do Estado português", disse uma das fontes. Na base desse entendimento está a certeza de que Portugal passaria a ter uma unidade militar com capacidades conjuntas, treinada, disciplinada, preparada e dotada de elevado grau de operacionalidade para complementar a ação das forças e serviços civis - tanto em matéria de fogos florestais como outros tipos de emergências (catástrofes ou apoio a outros países, como a UME fez este verão em Portugal).

O documento do general, que outra fonte disse ter sido apresentado sob a forma de "proposta de resolução", sustenta por isso que tanto o Presidente da República como o Parlamento e o Governo devem dar particular "prioridade e importância" a essa unidade - a levantar com "adequados recursos nacionais" e recorrendo a todos os fundos comunitários possíveis.

Na base desse apelo parece estar a noção das resistências suscitadas dentro da Marinha e da Força Aérea à criação dessa unidade no Exército - apesar de os respetivos meios navais e aéreos continuarem a ser operados pelos respetivos ramos, como se tem visto em várias reformas (como a do hospital militar único, por exemplo).

O próprio Conselho de Chefes militares deve igualmente "atribuir a maior importância" à UMEP, disponibilizando-lhe os meios já existentes no conjunto das Forças Armadas - o que implicaria desde logo a extinção do RAME, até porque este regimento cumpre missões que pouco ou nada têm a ver com situações de emergência, assinalaram as fontes.

De acordo com a proposta de Pires Mateus e à luz do que acontece na UME das Forças Armadas espanholas, os meios navais e aéreos ficariam sob controlo operacional da UMEP em certos períodos do ano - significando que nessas alturas não poderiam ser utilizados para quais outras missões. Essa restrição já não se colocaria nos restantes dias do ano.

O general sugere ainda instalar o comando da UMEP em Lisboa (no Regimento de Transporrtes) e batalhões de intervenção em Vila Real, Viseu, Leiria, Abrantes e Beja.

https://www.dn.pt/portugal/interior/proposta-de-criacao-de-unidade-militar-para-emergencias-ja-foi-entregue-a-marcelo-8859135.html
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Patrulhas Costeiros Classe "Tejo"
« Última mensagem por PereiraMarques em Hoje às 11:59:55 am »
Aqui também dá e não implica registo nem pagamento: https://publicacoes.mj.pt/Pesquisa.aspx

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Exército Português no ForumDefesa.com / Re: Ingresso no Exército
« Última mensagem por PereiraMarques em Hoje às 11:54:16 am »
Boas noites, vi no site do exército que certas especialidades não possuem '' trabalho'' para sargentos ou oficiais, como é o caso da especialidade da Música e dos Serviços Gerais. A minha pergunta é, nesse caso se uma pessoa que estiver nessas especialidades quiser concorrer à escola de sargentos não pode? Ou ao ingressar na escola de sargentos vai ter que escolher outra especialidade?

[...]

5 — Os quadros especiais das armas e serviços contemplam
os seguintes postos: coronel, tenente -coronel, major,
capitão, tenente e alferes.
6 — Os quadros especiais de juristas (JUR) e superior
de apoio (SAP) contemplam os seguintes postos: coronel,
tenente -coronel, major, capitão, tenente e alferes.
7 — Os quadros especiais de técnicos de exploração
de transmissões (TEXPTM), manutenção de transmissões
(TMANTM), manutenção de material (TMANMAT), pessoal
e secretariado (TPESSECR), transportes (TTRANS)
e saúde (TS) contemplam os seguintes postos: coronel,
tenente -coronel, major, capitão, tenente e alferes.
8 — O quadro especial de chefes de banda de música
(CBMUS) contempla os postos de tenente -coronel, major,
capitão, tenente e alferes


[...]

1 — Os sargentos do Exército distribuem -se pelas armas
e serviços e por quadros especiais.
2 — As armas são constituídas pelos seguintes quadros
especiais:
a) Infantaria (INF);
b) Artilharia (ART);
c) Cavalaria (CAV);
d) Engenharia (ENG);
e) Transmissões (TM).
3 — Os serviços são constituídos pelos seguintes quadros
especiais:
a) Administração militar (ADMIL);
b) Material (MAT);
c) Transportes (TRANS);
d) Pessoal e secretariado (PESSEC);
e) Músicos (MUS);
f) Corneteiros (CORN) e clarins (CLAR).


[...]

http://www.emgfa.pt/documents/cqw3zjnhvg4s.pdf
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