Guerra na Síria

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3930 em: Abril 11, 2018, 05:41:28 pm »
Trump ameaça Rússia. “Mísseis estão a chegar” à Síria

Presidente dos EUA diz que mísseis "estão a chegar, bons, novos e inteligentes", ao território sírio. Rússia garante que vai atacar posições a partir das quais sejam lançados estes mísseis.



O Presidente dos EUA acaba de deixar um aviso a Moscovo. “Prepara-te, Rússia”, porque os mísseis “estão a chegar” à Síria, escreveu Donald Trump na sua conta Twitter. Televisão russa aconselha população a recolher mantimentos para a eventualidade de um conflito armado com os Estados Unidos.

A mensagem de Donald Trump foi publicada esta quarta-feira, na conta pessoal do presidente norte-americano, depois de Moscovo ter garantido que vai abater todos os mísseis que sejam lançados contra o território sírio.

"Prepara-te, Rússia, porque eles estão a chegar, bons, novos e ‘inteligentes’! Vocês não deviam ser parceiros de um animal homicida que gaseia o seu povo até à morte e gosta disso”, escreveu Trump numa das publicações desta manhã na sua conta pessoal daquela rede social."

"

    Russia vows to shoot down any and all missiles fired at Syria. Get ready Russia, because they will be coming, nice and new and “smart!” You shouldn’t be partners with a Gas Killing Animal who kills his people and enjoys it!

    — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) April 11, 2018"

Quando Trump recorreu ao Twitter para veicular uma ameaça direta à Rússia e à Síria, tinham passado poucas horas desde que Moscovo garantira estar a postos para responder a eventuais ataques ao território maioritariamente controlado pelas forças de Bashar Al-Assad. Alexander Zasypkin, enviado de Moscovo a Beirute, disse que “se houver um ataque americano”, as forças russas vão “abater os mísseis e atacar as posições a partir das quais eles forem lançados”. Essa garantia já tinha surgido na sequência das críticas internacionais contra o uso de armas químicas na Síria.

"Citado pelo Russia Today, Alexander Zasypkin disse que “as forças russas vão confrontar qualquer agressão norte-americana à Síria, intercetando os mísseis e atacando os seus pontos de lançamento"

O escalar dos termos leva a que, na prática, EUA e Rússia se estejam a declarar prontas para um confronto direto tendo como teatro de operações aquele país do Médio Oriente.

Poucos minutos depois do primeiro texto sobre o ataque às forças de Al-Assad, Donald Trump publicou um novo texto. “As nossas relações com a Rússia estão piores agora do que alguma vez estiveram, e isso inclui a Guerra Fria”, disse o Presidente dos EUA, garantindo que “não há qualquer razão para isto”. Para Trump, “a Rússia precisa” do apoio norte-americano para fortalecer a sua economia, “algo que seria muito fácil de fazer” num momento em que é preciso que “todas as nações trabalhem em conjunto”. E deixa a questão: “Parar a corrida às armas?”

"

    Our relationship with Russia is worse now than it has ever been, and that includes the Cold War. There is no reason for this. Russia needs us to help with their economy, something that would be very easy to do, and we need all nations to work together. Stop the arms race?

    — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) April 11, 2018"

Na sua intervenção desta manhã, horas antes da réplica de Washington, o embaixador russo deixou clara a intenção de Moscovo reagir a ataques na Síria depois de a agência de controlo de tráfego aéreo no espaço europeu ter alertado as companhias de aviação para o risco de ataques, nas próximas 72 horas, sobre o espaço aéreo na zona este do mediterrâneo. Estava em causa a possibilidade de serem lançados mísseis a partir de navios estacionados naquela região ou de aviões.

“Devido à possibilidade de serem realizados ataques aéreos sobre a Síri (…) nas próximas 72 horas, e devido à possibilidade de haver uma interrupção intermitente nos sistemas de navegação”, estas informações “devem ser tidas em conta no planeamento de operações de voo” naquela zona do Mediterrâneo, referiu a Eurocontrol num comunicado também esta quarta-feira.

Numa versão diferente daquela apresentada pelo regime de Damasco — que nega qualquer ataque com recurso a agentes químicos sobre a população síria –, a Organização Mundial de Saúde apresentou um relatório que garante ter registo de que pelo menos 500 pessoas receberam tratamento hospitalar na sequência do ataque à localidade síria de Douma, no sábado, por apresentatem sintomas de exposição a químicos tóxicos, como problemas respiratórios e problemas no sistema nervoso central.

Com a publicação de um aviso direto a Moscovo através da sua conta Twitter, Donald Trump também procura exercer alguma pressão sobre Londres. Esta quarta-feira, os deputados britânicos enviaram uma mensagem pública a Theresa May para que a primeira-ministra não ignore a posição do Parlamento quando decidir tomar uma posição sobre a ação militar de Washington (e Paris) em território sírio.

O Presidente francês Emmanuel Macron já disse que estaria “por dias”  a decisão dos três países — EUA, França e Inglaterra — a respeito de uma resposta ao ataque químico que obrigou cerca de 500 pessoas a serem assistidas nos hospitais da região de Douma.

Canal de TV aconselha russos: comprem mantimentos, preparem-se para a guerra

A emissão da Vesti-24 desta terça-feira passava um conteúdo diferente do habitual: o pivot aconselhava os espetadores a acumular alimentos e água, prevenindo-se para a eventualidade de rebentar um conflito militar entre a Rússia e os EUA.

A informação foi veiculada pelo jornal The Moscow Times. Nos ecrãs dos televisores russos, o pivot recomendava que os cidadãos do país se abastecessem com “menos doces e mais água” (mais de 30 litros, para beber, preparar refeições e higiene), num segmento sobre alimentos de sobrevivência a reunir em situações de emergência. Arroz, aveia e açúcar, fármacos estavam entre os bens sugeridos.

“Sublinhe-se que o verdadeiro pânico não está aqui, mas do outro lado do oceano” Atlântico, dizia o apresentador do programa, acrescentando que as vendas de abrigos tinham “disparado” nos Estados Unidos depois de Donald Trump ter chegado à Casa Branca, em janeiro de 2017.
Troca de argumentos continua: EUA querem apagar vestígio de armas químicas, diz Moscovo

A Rússia insinuou entretanto que os ataques norte-americanos com mísseis contra o regime sírio prometidos por Donald Trump podem servir para “apagar vestígios” do alegado ataque químico em Douma — e que serviram de argumento para a promessa de novos ataques por parte das forças militares americanas.

Maria Zakharova, a porta-voz da Diplomacia russa questionou-se sobre se a Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) tem noção de que os mísseis disparados pelas forças norte-americanas podem destruir “todas as evidências” do alegado ataque químico.

Maria Zakharova garante que os responsáveis da OPAQ não vão encontrar sinais de um ataque com recurso a químicos e frisou que os mísseis de Donald Trump para a Síria devem ter como alvo “os terroristas” e não “o governo legítimo” de Damasco. “Os mísseis inteligentes devem voar em direção aos terroristas e não em direção do governo legítimo, que luta contra o terrorismo internacional há vários anos no seu território”, disse Zakharova.

“Grande ideia”, disse ainda a responsável russa, respondendo à sugestão de Trump para que se suspendesse a corrida ao armamento. Maria Zakharova deixou a sugestão ao Presidente dos EUA: “Há uma proposta para começar a destruição de armas químicas. As americanas”, escreveu no Facebook.

Assad evacua bases militares e aeroportos

O Syrian Observatory for Human Rights — uma organização de análise de guerra britânica —  acaba de avançar que forças pro-governamentais estão a evacuar os principais aeroportos e bases militares da Síria.

Esta tomada de posição pode muito bem ter tido em conta outro ataque realizado pelos norte-americanos há pouco mais de um ano. No início do mês de abril, em 2017, Donald Trump admitiu que tinha ordenado um ataque à base militar de onde, teoricamente, terá originado um ataques químico. “É de vital interesse para a segurança nacional dos EUA que se previnam ataques com armas químicas mortíferas”, disse o Presidente Trump na altura.

https://observador.pt/2018/04/11/trump-ameaca-russia-misseis-estao-a-chegar-a-siria/

Faz-me lembrar um certo Presidente de um clube português, mas neste caso o assunto é muito mais sério!
« Última modificação: Abril 11, 2018, 05:53:34 pm por Viajante »
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3931 em: Abril 11, 2018, 08:57:07 pm »
Merkel lamenta falta de consenso para investigar ataques na Síria


 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3932 em: Abril 13, 2018, 06:36:07 pm »
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3933 em: Abril 14, 2018, 10:11:19 am »
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3934 em: Abril 14, 2018, 12:48:36 pm »
Estamos a caminho da III Guerra Mundial? Onze personalidades respondem ao DN

ATUALIZADA - A análise ao clima de tensão entre EUA e Rússia

Há um risco de guerra entre EUA e Rússia, assumiu Vassily Nebenzia, embaixador da Rússia na ONU, admitindo, sobre a hipótese de rebentar uma guerra, que "não podemos excluir qualquer possibilidade". Do lado norte-americano, embora depois tenha recuado, Donald Trump já afirmou que "os mísseis estão a chegar à Síria".

Perante este cenário, há a possibilidade de estarmos a caminho de um terceiro conflito global? Leia aqui as respostas de nove personalidades ouvidas pelo DN.

ALLAN KATZ - Embaixador dos EUA em Portugal entre 2010 e 2013

Embaixador dos Estados Unidos em Portugal entre 2010 e 2013, Allan Katz admite que a ameaça de uma Terceira Guerra Mundial "aumentou exponencialmente com a relação entre os Estados Unidos e a Rússia". O advogado, que desde que deixou a embaixada passa grande parte do ano no seu apartamento da Ajuda, acredita que Donald Trump e Vladimir Putin irão perceber que têm de aclamar os ânimos. "Ainda estou à espera que ambos os líderes expressem, através de palavras e atos, que têm noção de que têm de acalmar as tensões em todo o mundo", disse ao DN.

OLEG CHUMAKOV - Professor de russo na Oxford School e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Nasceu em 1960 e está em Portugal desde 1999

"Pelo que vejo nas notícias da televisão russa, da parte da Rússia não vejo ameaça nenhuma, ninguém lá, nenhum político ou nenhuma outra pessoa, quer uma guerra, nuclear ou de outro tipo. O desenvolvimento económico, social e político da Rússia implica vontade de continuar sem guerra nenhuma, sem estas perturbações. Agora, da parte da política anglo-saxónica, dos EUA e Inglaterra, vejo uma ameaça concreta. Na opinião de muitas pessoas, e não falo só de russos, mas também de portugueses, é a política anglo-saxónica que representa uma ameaça. Em vez de criar condições para um ambiente de cooperação social, política e económica com a Rússia, criam condições para entrar em conflito com esta potência nuclear, que claramente começa a ficar preocupada e até assustada com a sua segurança nacional."

LEONIDAS CHRYSANTHOPOULOS - Embaixador grego reformado e especialista em assuntos internacionais

"Haverá um confronto entre a Rússia e os EUA na Síria e no Mediterrâneo Oriental porque a situação lá tornou-se demasiado complicada e é praticamente impossível impedir que a situação se deteriore ainda mais. Temos Israel a atuar como agente provocador, o Irão e a Turquia invadiram a Síria, para não falar da Arábia Saudita. A propaganda contra a Rússia nos EUA não está a ajudar e ter [John] Bolton como novo conselheiro de segurança nacional é um desastre. A ONU é inútil e não há ninguém com prestígio para mediar. Mas se o conflito vai evoluir ou não para uma terceira guerra mundial isso ainda está para se ver", afirmou Leonidas Chrysanthopoulos ao DN.

MÁRIO CORDEIRO - Pediatra

"A III Guerra Mundial pode acontecer, até porque os aliados de hoje são inimigos amanhã e o carácter utilitários das pessoas e das nações sobrepôs-se à noção de aliança e de fidelidade e lealdade", diz ao DN Mário Cordeiro. Os tempos são, na opinião do pediatra, "de vingança e mesquinhez, desprezo pela empatia e pela solidariedade, e corre-se o risco de, com vários loucos e psicopatas ocupando lugares de poder, a guerra começar". Considera que "já começou a guerra financeira e informática, e seguir-se-á, eventualmente, a guerra violenta, de uma forma nunca vista e sem obedecer às, mesmo que ridículas e discutíveis, regras militares". Se isso acontecer, prossegue, "o planeta corre risco de sobrevivência". Para si, que se diz um otimista, "os tempos são muito maus e andamos porventura demasiado distraídos relativamente a esta questão".
Mário Cordeiro diz que "os períodos 'entre duas guerras' são sempre muito frágeis e, verdadeiramente, não são de paz, porque há sempre escaramuças e guerrilhas locais, civis ou regionais, apesar de muitas serem ignoradas". Desde que o homem inventou armas, "agora de destruição maciça e sem respeito sequer pela população civil, o risco de hecatombe é real. Muito pior quando quem decide e pode 'carregar no botão' pensa em interesses políticos, financeiros, narcisistas ou racistas ente outros".


PATRÍCIA MÜLLER - Escritora, autora de "Madre Paula" e "Uma senhora nunca"

"O momento é indefinido. Relações entre EUA/Rússia são nubladas: Trump é posto na presidência por Putin e agora ameaçam-se com mísseis por causa da Síria? Há aqui qualquer coisa que me parece um tremendo bluff e muito jogo político incoerente. A diferença de uma possível terceira guerra para as outras guerras é que, tendo sido o século XX o da solidariedade, algum ensinamento deixou ao presente na sociedade ocidental: o medo de provocar mortes sem fim, de destruir o futuro da humanidade. O passado deixou marcas fortes e não estamos com o espírito da Idade Média. Isto inclui Rússia também, talvez não Síria, China ou Coreia do Norte. A haver uma escalada mundial de violência, acredito que poderá partir daí. A tentativa crescente de se impor da China face aos EUA ou a loucura da Coreia do Norte podem ser um espoletar como foram a morte de Francisco Ferdinando ou a invasão da Polónia. E aqui entra uma nova variável: a tecnologia e a capacidade alargada de impor destruição à distância. Hiroshima será um brinquedo de crianças ao pé do variado arsenal militar que os países dispõem - veja-se o ataque químico na Síria. Por isso, acho que, se for, será também uma batalha de combate à memória. Uma Terceira Guerra não trará resultados novos, sabemos o que comporta. Os principais líderes mundiais arriscam a ressuscitação de fantasmas que ainda não foram enterrados? Acho que farão de tudo para evitar. Mesmo o Trump", afirmou Patrícia Müller ao DN.

MARISA MATIAS - Eurodeputada do BE

"Na Síria está a jogar-se um braço-de-ferro entre as diferentes potências mundiais, que não tem a ver com a Síria, tem a ver com o Médio Oriente e os interesses das maiores potências. Estamos num cenário de um mundo mais multipolar que bipolar - está neste momento a desenvolver-se um braço-de-ferro EUA/Rússia, mas também entre a Arábia Saudita e a Turquia. Na Síria, ou no Iémen, há muito tempo que estamos numa situação de guerra, não nos termos convencionais que conhecemos, da primeira ou da segunda guerra mundiais, mas não estamos num contexto de paz. Como é que se vai resolver agora não sou capaz de antecipar", disse ao DN.

Vladimir Pliassov, prof. universitário, Centro de Estudos Russos da Fac. Letras da Universidade de Coimbra

"Ninguém quer guerra, toda a gente quer estabilidade. Apesar das ameaças de Donald Trump, não acredito que haja guerra entre Rússia e Estados Unidos", diz ao DN Vladimir Ivanovitch Pliassov, professor universitário, responsável pelo Centro de Estudos Russos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. "Até porque os Estados Unidos nunca fizeram guerra contra uma potência contra a qual correm e também se sentiriam ameaçados", sublinha o professor que foi viver para Coimbra em 1988 e, desde então, se tem dedicado a promover a língua, a história e a cultura russas além-fronteiras.

https://www.dn.pt/portugal/interior/estamos-a-caminho-da-iii-guerra-mundial-nove-personalidades-respondem-ao-dn-9257222.html
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3935 em: Abril 14, 2018, 02:53:53 pm »

Former head of British Armed Forces gets cut off by Sky when he goes off script on Syria!


 :o :o :o
« Última modificação: Abril 14, 2018, 06:05:17 pm por HSMW »
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Re: Guerra na Síria
« Responder #3936 em: Abril 14, 2018, 06:05:42 pm »

Os alvos dos ataques americanos na Síria.
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Lightning

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3937 em: Abril 14, 2018, 07:41:42 pm »
Estados Unidos lançaram mais de 100 mísseis e Síria abateu uma boa parte, diz Rússia
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/estados-unidos-lancaram-mais-de-100-misseis-e-siriaabateu-uma-boa-parte-diz-russia

Estes ataques são espectaculares pois toda a gente ganha, primeiro parece que ninguém morreu, os aliados (EUA+RU+França) dizem que destruíram a capacidade química da Síria, a Rússia e Síria dizem que a defesa aérea destruiu muitos misseis aliados no ar, até deve ser bom para os negócios quer na América quer na Rússia, pois esses 100 e tal misseis vão ter que ser substituídos e possivelmente a Síria talvez compre mais armamento de defesa aérea à Rússia para deter futuros ataques aliados.
 

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3938 em: Abril 15, 2018, 01:09:31 pm »


« Última modificação: Abril 15, 2018, 08:37:15 pm por Lusitano89 »
 

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mafets

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3939 em: Abril 17, 2018, 10:46:46 am »
Lol  :P :D

https://ukdefencejournal.org.uk/mp-tweets-shocking-image-of-syria-strikes-turns-out-to-be-poorly-photoshopped-fake/?no_cache=1
Citar
Shadow Home Secretary and MP for Hackney North and Stoke Newington Diane Abbott has tweeted what at first appears to be a shocking image, a western aircraft carrying out low-level bombing runs in a heavily populated city. The problem? It’s a poorly photoshopped image published in a blog years ago.

When browsing Twitter to check notifications on the UK Defence Journal account, I noticed a flood of people pointing us to this tweet and honestly, I thought it was a spoof at first.

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Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Luso

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3940 em: Abril 17, 2018, 05:33:16 pm »
Lol  :P :D

https://ukdefencejournal.org.uk/mp-tweets-shocking-image-of-syria-strikes-turns-out-to-be-poorly-photoshopped-fake/?no_cache=1
Citar
Shadow Home Secretary and MP for Hackney North and Stoke Newington Diane Abbott has tweeted what at first appears to be a shocking image, a western aircraft carrying out low-level bombing runs in a heavily populated city. The problem? It’s a poorly photoshopped image published in a blog years ago.

When browsing Twitter to check notifications on the UK Defence Journal account, I noticed a flood of people pointing us to this tweet and honestly, I thought it was a spoof at first.

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Cumprimentos

O mais engraçado essa fotochopada esconde uma verdade engraçada...
Descubram qual é.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Lusitano89

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3941 em: Abril 18, 2018, 10:35:08 am »
Washington procura força regional para o norte da Síria


 

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HSMW

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3942 em: Abril 18, 2018, 03:04:48 pm »
Lol  :P :D

https://ukdefencejournal.org.uk/mp-tweets-shocking-image-of-syria-strikes-turns-out-to-be-poorly-photoshopped-fake/?no_cache=1
Citar
Shadow Home Secretary and MP for Hackney North and Stoke Newington Diane Abbott has tweeted what at first appears to be a shocking image, a western aircraft carrying out low-level bombing runs in a heavily populated city. The problem? It’s a poorly photoshopped image published in a blog years ago.

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Cumprimentos

O mais engraçado essa fotochopada esconde uma verdade engraçada...
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A verdade que os israelitas andam na sombra a bombardear a Síria?

« Última modificação: Abril 18, 2018, 05:50:05 pm por HSMW »
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Re: Guerra na Síria
« Responder #3943 em: Abril 18, 2018, 05:41:59 pm »
Detalhes sobre o ataque Americano-Britânico-Francês à Síria.

Voos dos reabastecedores, caças de escolta e drones de reconhecimento
https://theaviationist.com/2018/04/14/everything-we-know-and-no-one-has-said-so-far-about-the-first-waves-of-air-strikes-on-syria/

Informação sobre os navios e bombardeiros que lançaram os misseis
https://theaviationist.com/2018/04/14/russia-claims-71-out-of-105-cruise-missiles-downed-in-yestedays-air-strikes-none-were-shot-down-according-to-the-us/
 

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Lusitano89

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Re: Guerra na Síria
« Responder #3944 em: Abril 19, 2018, 10:17:11 am »
ONU atacada na Síria


 

 

"A Guerra" - RTP1

Iniciado por LanceroQuadro Livros-Revistas-Filmes-Documentários

Respostas: 41
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Última mensagem Abril 26, 2008, 01:23:32 pm
por lurker
A guerra com o Iraque foi um "erro estratégico"

Iniciado por Tiger22Quadro Conflitos do Presente

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Última mensagem Maio 04, 2004, 03:16:28 pm
por Guilherme
"Memórias da Guerra - 1961-1974"

Iniciado por LanceroQuadro Conflitos do Passado e História Militar

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Última mensagem Junho 15, 2007, 04:28:40 pm
por Lancero
Guerra Colonial: Fotos dos "gun trucks"

Iniciado por sprint1050Quadro Conflitos do Passado e História Militar

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Última mensagem Agosto 17, 2008, 02:35:53 pm
por sprint1050
"Portugal em tempo de guerra" - CONTEX/PHIBEX

Iniciado por Ricardo NunesQuadro Armadas/Sistemas de Armas

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Última mensagem Setembro 26, 2004, 12:00:40 am
por Fábio G.