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Indústrias de Defesa / Re: West Sea Viana Shipyards
« Última mensagem por ICE 1A+ em Abril 19, 2018, 11:12:31 pm »
Mário Ferreira quer construir mais 4 Navios “world Explorer”
Está a Negociar o início da construção do segundo, com início de construção desejado para o último trimestre deste ano, com a West Sea.........e estaleiros Espanhois e Italianos!

Boa Sorte para a West Sea!

http://www.google.fr/amp/s/www.jornaldenegocios.pt/empresas/turismo---lazer/amp/mario-ferreira-quer-construir-mais-quatro-ou-cinco-navios-para-a-antartida
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Do NPO2000 para A futura Corveta
« Última mensagem por Stalker79 em Abril 19, 2018, 10:59:50 pm »
O BAM é um desenho muito simpático. Tem um deslocamento mais do que adequado para o Atlântico Norte e muita capacidade de expansão devido ao seu tamanho. Bem conversados, os nuestro hermanos ainda acordavam numa construção partilhada entre Ferrol e Viana do Castelo.

O desenho é muito simpatico mas é preciso ter em atenção o custo de + de 160 milhões de € de cada um. Dava para muito NPO e sensores,armamento,etc.
 :moca:
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Do NPO2000 para A futura Corveta
« Última mensagem por NVF em Abril 19, 2018, 10:43:53 pm »
O BAM é um desenho muito simpático. Tem um deslocamento mais do que adequado para o Atlântico Norte e muita capacidade de expansão devido ao seu tamanho. Bem conversados, os nuestro hermanos ainda acordavam numa construção partilhada entre Ferrol e Viana do Castelo.
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Última mensagem por mafets em Abril 19, 2018, 09:43:08 pm »
O que os Argies chamaram e chamam aos Bifes por terem abatido um C130H...  ::)


Citar
Um C-130 argentino armado com bombas durante o conflito das Malvinas.

http://sistemasdearmas.com.br/ca/macx04ac.html

Cumprimentos
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Do NPO2000 para A futura Corveta
« Última mensagem por mafets em Abril 19, 2018, 09:32:28 pm »

Do River1 para o River 2, e isto segundo os construtores, foram feitas as alterações para permitir a realização de missões de combate, agora o preço faz destes navios dos mais caros que por ai andam, é certo com sensores e armamento ligeiramente melhor que os NPO, mas continuo a achar o preço excessivo.  Por esse valor, pessoalmente preferia os BAM ou os OPV80.

Sensores apenas ligeiramente...? Discordo do adjetivo usado  ;) 

Em relação às diferenças de sensores e "detalhes" a nível de estrutura dos RiverII com os BAM nada digo porque sei pouco.


O problema não é a colocação de Armas ou Sensores num casco pequeno, mas sim e sobretudo a sobrevivência do mesmo se atingido (existem outras questões como a capacidade dos sensores ou o tipo de armamento face à tonelagem). O caso de Israel passa-se numa faixa de costa e mesmo os Sf300 faziam muito serviço no Báltico (a restante frota acaba por ser bem mais musculada mesmo a nível de patrulhas oceânicos até porque os Dinamarqueses têm a questão da Gronelândia) . Além disso, o preço actual da maior parte das corvetas fica ao nível de uma fragata ligeira, com o próprio Brasil a evoluir da Barroso para a Tamandaré, que tudo indica já não será corveta mas sim fragata ligeira.

 :G-beer2:
E discorda muito bem, tendo em conta só os sensores em questão. Mas o  "ligeiramente melhor" não têm apenas a ver com o modelo e seu alcance mas sobretudo com o que têm para potênciar essas qualidades. O Terma Scanter 4100 2D radar dos River é claramente superior a qualquer sensor dos NPO 2000, mas depois apresentam os mesmos 2 Semi-Rígidos, deck para heli sem hangar e uma arma que nos River 1 é uma Oerlikon de 20 mm mais duas metralhadores (inferior portanto aos NPO), e mesmo nos River 2  muda para uma arma principal de 30mm e duas adicionais de 25mm (mantendo as suas metralhadoras), mas estamos a falar de um OPV com capacidade de combate. Ou seja, tendo em conta o preço que como o Tenente diz e muito bem, é uma forma de financiar a industria (ou seja, apresenta-se um River 2 com preço de luxo e depois uma fragata ligeira dos 300  :P ). Daí preferir o BAM ou o OPV, sendo que neste caso os alemães apresentam até por um preço inferior aos River o OPV85 ou 95.  ;)

https://en.wikipedia.org/wiki/River-class_patrol_vessel



https://en.wikipedia.org/wiki/Buque_de_Acci%C3%B3n_Mar%C3%ADtima



https://www.luerssen-defence.com/opv-80/



Saudações

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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Do NPO2000 para A futura Corveta
« Última mensagem por NVF em Abril 19, 2018, 07:26:52 pm »
Wet dream scenario: Seis unidades melhoradas, mais robustas e 'militarizadas' da classe VdC para a Marinha, para complementar as fragatas em missões mais soft. Os actuais quatro NPO, os quatro (ou cinco) Tejo e mais umas seis LCF novas (construídas no Alfeite) para uma nova Guarda Costeira, que abarcaria também todos os efectivos, instalações e equipamento actualmente pertencentes à UCC da GNR e à AMN (PM, ISN, Faróis, capitanias). Instalações partilhadas entre a Marinha e a GC, sempre que possível, para poupar nos custos. Inicialmente os oficiais viriam da Marinha e da GNR mas, no futuro, haveria um curso da Guarda Costeira na Academia Naval (à semelhança do curso GNR na Academia Militar). Em caso de guerra, ou emergência nacional, a GC seria submetida ao controle da Marinha (à semelhança da GNR).
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Royal Navy
« Última mensagem por tenente em Abril 19, 2018, 07:03:37 pm »
Union warns UK shipbuilding jobs at risk if support ship contract goes overseas




The Ministry of Defence is to put the order for Royal Fleet Auxiliary support ships out to international tender at the end of this month, diminishing hopes that they will be built in the UK.

Keeping the work in the UK could create or secure 6,700 jobs, including 1,800 shipyard jobs, and support a further 4,700 in the supply chain, say union GMB.

Ross Murdoch, the GMB’s national officer for shipbuilding, claimed:

“It would be a gross betrayal of the spirit of the ‘red, white and blue Brexit’ that Theresa May promised if this crucial contract is awarded outside of the UK and jobs here are lost as a result. We have a highly skilled shipbuilding workforce in the UK that is more than capable of making these ships at a fair market price.”

Current government policy is that Royal Navy warships are built in the UK but orders for Royal Fleet Auxiliary ships can go overseas as they’re not ‘complex warships’. According to the ‘National Shipbuilding Strategy’ document, there are three tenets regarding UK shipbuilding policy that impact on the build location of contracts:
1.For reasons of national security, all Royal Navy warships (destroyers, frigates and aircraft carriers) will continue to have a UK-owned design, and, will be built and integrated in the UK. Warship build will be via competition between UK shipyards. But international partners will be encouraged to work with UK shipyards and other providers to produce the best possible commercial solution.

2.All other naval ships should be subject to open competition (provided that there are no compelling national security reasons to constrain a particular procurement to national providers). Integration of sensitive UK-specific systems will be done in the UK, where possible after competition between UK providers.

3.Defence will take account of wider factors (including the impact on UK prosperity) when making these procurement decisions.

Support vessels like the solid support ships are eligible to be constructed outside the UK as only ‘complex warship’ construction (such as destroyers and frigates as outlined above) must stay within UK borders.

Babcock International, which announced 400 job losses at Rosyth was reportedly among a number of firms from the UK and abroad to attend an industry day in relation to the deal.

An article in The Herald recently claimed that shipbuilding on the Clyde has “been dealt a blow” as new support vessels aren’t going to be built there. The problem? The were never going to be, BAE aren’t even bidding for them. The headline seems to set the tone for the rest of the article with a glaring error, “Clyde yards suffer new blow as Royal Navy orders set to go abroad”, they’re not Royal Navy, they’re for the RFA.

The article even says “unions had hoped the vessels would be constructed in yards across the UK and leave the specialist yards on the Clyde to built complex warships“, support vessels are not complex warships by any definition and the unions appear well aware of the fact that the Clyde is at capacity with the Type 26 Frigate build and had no intention of bidding for this work. The 40,000 tonne support vessels wouldn’t even physically fit on the slip alongside the Type 26 Frigate builds.

The unions are advocating that the build stay in the UK, not that it be done on the Clyde and this is something we agree with.

Jude Brimble, GMB National Secretary, said:

“The Royal Fleet Auxiliary contracts are the key to unlocking the country’s massive shipbuilding potential. But Ministers refusal to put the UK’s interests first will mean that instead of a massive programme of shared economic and employment re-distribution, our firms will be competing against each other for slivers of complex warship work. It beggars belief that the Government wants to give this golden opportunity away to foreign competitors when working class communities up and down the country are crying out for decent work.”

The article which also appeared in The Evening Times also points out that unions are demanding the vessels are built in the UK, as seeking an international tender “undermines the national interest” however none of them are advocating for the 40,000 tonne support vessels be built on the Clyde which is expected to be at capacity until into the 2030’s, long after the date the vessels will be required.

We spoke to a contact at the BAE yard in Govan, who told us that the article was a bit surprising as no one at BAE expected the vessels would be built on the Clyde:

“Calling this a blow is a very strange choice of words. It [the article] came as a surprise frankly, I don’t think anyone here considers this any sort of blow especially as we were never going to be building them and BAE have no intention of bidding for them. They’ll be going to South Korea like the tankers as I don’t think any UK yard is considering a bid for them, we certainly aren’t.”

An MoD spokesperson said:

“There will be an international competition to build the ‘Fleet Solid Support’ supply ships, which UK companies will be able to enter, with a separate UK-only competition for customisation work and trials. This approach ensures the best value for money for taxpayers.”

The Strategic Defence and Security Review 2015 confirmed that three new large Military Afloat Reach and Sustainability (MARS) Solid Support Ships would be acquired for the Royal Fleet Auxiliary, to replace the single-hulled RFA Fort Victoria, which entered service in 1994, and RFA Fort Rosalie and RFA Fort Austin (both dating from the late 1970s). The Solid Support Ship is designed to carry a wide range of stores to support other ships with ammunition, food and explosives to replenish naval ships at sea.

They will have extensive aviation facilities, with 2 flight decks, one at the stern and one spot on top of the hanger. They will have the ability to to replenish at sea via 6 replenishment stations, three on each side as well as using helicopters for vertical replenishment.

The ships are expected to enter service in the mid 2020s.

https://ukdefencejournal.org.uk/union-warns-uk-shipbuilding-jobs-at-risk-if-support-ship-contract-goes-overseas/

....E dizia eu no thread do NPO2000 para a futura corveta, ainda há quem defenda as industrias de construção Naval nacionais, nem de propósito !!!!!

Abraços
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Armadas/Sistemas de Armas / Armada de Timor Leste
« Última mensagem por tenente em Abril 19, 2018, 06:56:15 pm »
Austal finalizes deal for Timor Leste PPB pair


Photo: Austal

Australian shipbuilder Austal has finalized the contract for two Guardian-class Pacific Patrol Boats (PPB) to be built for Timor Leste.

As informed, the additional contract is worth A$29.7 million and increases the total program from 19 to 21 vessels.

The potential for the extension to the existing PPB contract was first announced last year and has now been formally signed with Austal.

The PPB program creates intergovernmental cooperation to aid regional security in the South Pacific by helping to secure maritime borders in that region.

“The first PPB is on schedule for launch at the end of May with construction of the following two vessels already well underway with the fourth vessel commencing construction in June,” David Singleton, Austal CEO, said.

https://navaltoday.com/2018/04/19/austal-finalizes-deal-for-timor-leste-ppb-pair/

Abraços
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Do NPO2000 para A futura Corveta
« Última mensagem por tenente em Abril 19, 2018, 06:53:21 pm »
Não percebo nada de engenharia naval, mas não sei se do nosso NPO para um OPV tipo "River II" e deste  para um "navio de guerra" (corveta / fragata) não haverá muitos (pequenos grandes ) detalhes a alterar (vil metal necessário)...

Relembro que do River I para o River II houve várias alterações necessárias e mesmo este não sei se é uma verdadeira corveta:

https://www.thinkdefence.co.uk/2016/06/thoughts-batch-2-river-class/

"But why these changes? To me, improved watertight integrity, fire safety modifications, enhanced firefighting facilities, automatic emergency lights, magazine protection and the installation of a machinery space walkway (which will clearly give easier access to machinery at sea, allowing emergency repairs) suggest that the R2s, unlike the BAES OPVs, are designed to engage in battle and sustain damage. Or, in other words, they are real, if lightly armed, warships."

Ter alguns navios "fitting for but not with" podia permitir de forma mais rápida aumentar a nossa capacidade militar mas custa dinheiro...

Mantenho que o 3un do NPO parecido com o "River II" já era um avanço muito importante, multiplicando a nossa capacidade e libertando as fragatas.   
 

Do River1 para o River 2, e isto segundo os construtores, foram feitas as alterações para permitir a realização de missões de combate, agora o preço faz destes navios dos mais caros que por ai andam, é certo com sensores e armamento ligeiramente melhor que os NPO, mas continuo a achar o preço excessivo.  Por esse valor, pessoalmente preferia os BAM ou os OPV80.





O problema não é a colocação de Armas ou Sensores num casco pequeno, mas sim e sobretudo a sobrevivência do mesmo se atingido (existem outras questões como a capacidade dos sensores ou o tipo de armamento face à tonelagem). O caso de Israel passa-se numa faixa de costa e mesmo os Sf300 faziam muito serviço no Báltico (a restante frota acaba por ser bem mais musculada mesmo a nível de patrulhas oceânicos até porque os Dinamarqueses têm a questão da Gronelândia) . Além disso, o preço actual da maior parte das corvetas fica ao nível de uma fragata ligeira, com o próprio Brasil a evoluir da Barroso para a Tamandaré, que tudo indica já não será corveta mas sim fragata ligeira. 



http://www.defesanet.com.br/prosuper/noticia/28139/Classe-Corveta-Tamandare---As-corvetas-podem-virar-fragatas/

Cumprimentos

Mafets, segundo sei os custos foram combinados com O MoD Bife para manter a força laboral dos estaleiros em plena força á espera do negócio das fragatas e não só, daí os preços dos River II serem tão elevados para cobrir os custos da mão de obra e claro, algumas luvas também.
Por aquelas bandas investe-se nas industrias Nacionais para estimular, neste caso, a construção Naval, por cá compramos LFC, com mais de vinte anos e demoramos em média mais de três  anos para os colocar em operação, não valeria mais ter-se apostado na construção de  LFC's  NOVAS????
É que se um NPO leva 03 anos a ser construído, para mim tempo em demasia, ora porra um navio de 300/400 Tons pode e deve ser construído em metade do tempo, até porque projectos para esse tipo de Navios já o Alfeite os tem em carteira mas é melhor assim compramos sucata e demoramos quase meia década ,.......... A COLOCAR  sucata operacional, ou seja dos quinze anos de vida apenas para as últimas unidades restarão aí uns dez !
Mas que bom negócio !!!!

Abraços
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: Do NPO2000 para A futura Corveta
« Última mensagem por LM em Abril 19, 2018, 06:51:38 pm »

Do River1 para o River 2, e isto segundo os construtores, foram feitas as alterações para permitir a realização de missões de combate, agora o preço faz destes navios dos mais caros que por ai andam, é certo com sensores e armamento ligeiramente melhor que os NPO, mas continuo a achar o preço excessivo.  Por esse valor, pessoalmente preferia os BAM ou os OPV80.

Sensores apenas ligeiramente...? Discordo do adjetivo usado  ;) 

Em relação às diferenças de sensores e "detalhes" a nível de estrutura dos RiverII com os BAM nada digo porque sei pouco.


O problema não é a colocação de Armas ou Sensores num casco pequeno, mas sim e sobretudo a sobrevivência do mesmo se atingido (existem outras questões como a capacidade dos sensores ou o tipo de armamento face à tonelagem). O caso de Israel passa-se numa faixa de costa e mesmo os Sf300 faziam muito serviço no Báltico (a restante frota acaba por ser bem mais musculada mesmo a nível de patrulhas oceânicos até porque os Dinamarqueses têm a questão da Gronelândia) . Além disso, o preço actual da maior parte das corvetas fica ao nível de uma fragata ligeira, com o próprio Brasil a evoluir da Barroso para a Tamandaré, que tudo indica já não será corveta mas sim fragata ligeira.

 :G-beer2:
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