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Conflitos => Conflitos do Futuro => Tópico iniciado por: dremanu em Maio 08, 2004, 07:13:04 pm

Título: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: dremanu em Maio 08, 2004, 07:13:04 pm
Acham que este conflito virá a deflagrar? Se o presidente Bush for reeleito, algo que eu penso irá acontecer, acredito que teremos uma nova guerra.

Acho que até é do interesse de toda a indústria de defesa dos E.U., e do próprio exército americano que se venha a dar uma guerra com a Coreia do Norte. Assim podem testar todas as novas armas, justificarem o aumento no orçamento militar, e se necessário trazer o recrutamento obrigatório de volta. Seria tb uma boa oportunidade para os Americanos eliminarem mais uma aliado da China naquela região.

Provavelmente vão procurar estabelecer uma coligação que não só involva o Japão e a Coreia do Sul, como tb as Filipinas, a Indonésia, e FA de países europeus.

Opiniões....
Título:
Enviado por: fgomes em Maio 08, 2004, 09:39:38 pm
Não me parece, só se Coreia do Norte atacasse a Coreia do Sul ou o Japão. Os EUA sempre tentaram a via diplomática neste caso e não me parece que tenham o mínimo interesse em destabilizar o Extremo Oriente, além de já terem problemas de sobra com o Iraque e com Afeganistão.
Com a falta de efectivos que têm só lhes faltava mais uma guerra na Coreia !
Dremanu não me leve a mal, mas parece estar a começar a ficar influenciado pelas teorias da conspiração que alguns dos intervenientes neste forum apresentam em todos os posts que fazem !
Quando fala dos interesses da indústria e das FA's americanas, parece esquecer-se que na América há outras actividades económicas que têm grandes interesses na Ásia e não se podem dar ao luxo de perder mercados como o Chinês. E ainda mais importante, na América há eleições e não estou a ver o Congresso a aprovar o recrutamento obrigatório levianamente !
Título:
Enviado por: Luso em Maio 08, 2004, 11:39:00 pm
http://www.g2mil.com/June2003.htm (http://www.g2mil.com/June2003.htm)
Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 09, 2004, 04:15:22 pm
Os EUA começaram a dotar a 2ª Divisão de Infantaria baseada na
Coreia do Sul com os mais modernos carros de combate de que dispõem.
 
Esta unidade estava dotada desde 1995 com os M1A1, agora começa a
receber a versão avançada do mesmo carro, preparado para o combate
em ambiente "digital", com uma potência no motor de 1500 cavalos e
controlos de potência melhorados assim como sistemas laser menos
prejudiciais ao olho humano.
 As primeiras dezenas de carros, de um total não especificado,
chegaram em Fevereiro ao campo Casey, sede do Quartel General da
Divisão, muito próximo á área dismilitarizada.
 Trás um recente acordo com o Governo sul-coreano, o Pentágono
recolocará as tropas a sul de Seul, num processo de duas fases que
se iniciará em 2006 e que pretende evitar um ataque em massa e por
surpresa das forças norte-coreanas, de mais de 1 milhão efectivos
, 90% deles concentrados nas proximidades dessa área.
  Os Abrams são os principais vectores terrestres para travar um
possivel avance dos milhares de carros norte-coreanos rumo a Seul.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 14, 2004, 11:52:50 am
Coreia do Norte rejeita exigências

A Coreia do Norte declarou esta 6ª feira que nunca aceitará as exigências dos EUA para o desmantelamento total do seu programa nuclear, enquanto decorre uma reunião em Pequim entre os EUA e a CN.
Um membro da delegação norte-coreana na reunião afirmou que as exigências dos EUA "são o tipo de humilhação que só podem ser impostas a um pais derrotado numa guerra".
Título:
Enviado por: dremanu em Maio 14, 2004, 05:56:08 pm
Citação de: "fgomes"
Dremanu não me leve a mal, mas parece estar a começar a ficar influenciado pelas teorias da conspiração que alguns dos intervenientes neste forum apresentam em todos os posts que fazem !
Quando fala dos interesses da indústria e das FA's americanas, parece esquecer-se que na América há outras actividades económicas que têm grandes interesses na Ásia e não se podem dar ao luxo de perder mercados como o Chinês. E ainda mais importante, na América há eleições e não estou a ver o Congresso a aprovar o recrutamento obrigatório levianamente !


Caro fgomes, não levei nada a mal!!! :D Garanto-lhe que não estou a ficar influênciado pelas opiniões anti-USA...eu estou longe de ser tal coisa, admiro muito os E.U.A.. No entanto, e em virtude de ter trabalhdo e vivido na América do Norte, fiquei a conheçer melhor como funciona a mente do Americano, e o sistema onde opera esta mente, por isso eu sou da opinião que não se deve descartar a hípótese dos E.U. atacarem a Coréia do Sul.

Depois de ler a informação presente no "link" que o Luso nos forneceu, mais eu penso que os Americanos estam mesmo interessados em deitar abaixo o regime da Coréia do Norte. É obvio que a Coréia do Sul têm umas FA suficientemente fortes para derrotar a Coréia do Norte, mas será que têm a coragem de iniciar a ação militar para que tal possa ser feito?

O regime da Coréia do Norte tem que ser deitado abaixo mais tarde ou mais cedo, é um ultraje ao mundo moderno que exista tal perversidade de governo num país. É tudo uma questão de espera pelo momento certo. E nem creio que o mundo se oponha a uma guerra contra o sistema tirânico da Coréia do Norte, como se opós à guerra contra o Saddam.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 14, 2004, 06:20:05 pm
Eu penso que se não fosse o caos no Iraque e a opnião publica e internacional contra os EUA, os EUA já estavam "prontos para desarmar" a Coreia, no entanto face ás posições da Coreia no que respeita ao nuclear um conflito pode ser inevitável nos próximos anos, o tempo o dirá.
Título:
Enviado por: Spectral em Maio 14, 2004, 07:55:02 pm
O problema de uma guerra com a Coreia do Norte, que os americanos podem perfeitamente ganhar, é que nas primeiras horas do conflito, Seul ( a 40km da linha da frente) vai ser duramente castigada pela artilharia da Coreia do Norte.

Vejam daqui as consequências para a economia mundial...


Cumptos
Título:
Enviado por: Guilherme em Maio 14, 2004, 08:05:45 pm
500 mil projéteis de artilharia seriam disparados em 3 horas, com capacidade de alcançar Seul e muitas bases americanas.
Título:
Enviado por: dremanu em Maio 14, 2004, 10:05:57 pm
E se os Americanos e os Sul Coreanos abrirem fogo antes da Coréia do Norte, qual seria o estrago que poderiam fazer, antes da C.N. ter tempo de reagir? Poderiam os Americanos e S.C. atacarem de surpresa?

E a população da C.S., pode ser evacuada a tempo. E quantas peças de artilharia teram os N.C.?
Título:
Enviado por: Guilherme em Maio 14, 2004, 10:13:28 pm
Citação de: "dremanu"
E se os Americanos e os Sul Coreanos abrirem fogo antes da Coréia do Norte, qual seria o estrago que poderiam fazer, antes da C.N. ter tempo de reagir? Poderiam os Americanos e S.C. atacarem de surpresa?

Penso que seria um ataque fulminante, mas os norte-coreanos tem muito material escondido em túneis, e acho que ainda poderiam revidar o ataque dos EUA/SK. Claro, não com tanta força.

Citação de: "dremanu"
E quantas peças de artilharia teram os N.C.?


18 mil, segundo li.
Título:
Enviado por: dremanu em Maio 15, 2004, 07:25:28 pm
18,000 peças de artilharia, uau! São bastantes!

Talvez o mais difícil numa campanha militar contra a NK para os Americanos seria mover tropas e material suficientes para a SK, sem atrair a atenção da NK, e assim evitar que estes fossem os 1os a sair ao ataque.

Provavelmente os americanos podem adotar uma estratégica semelhante à que adotaram no Afeganistão. Utilizam as tropas de infantaria da SK como a principal força de invasão e combate. Usam os bombardeiros da USAF para bombardear as posições da NK, usam os "marines" para assalto anfíbio, e a marinha de guerra para bombardeamento marítimo e luta conta a marinha da NK. e suporte aéreo ás tropas de invasão SK. E não se se eles têm algo assim, mas se tiverem, mandam uns ICBM não nucleares diretamente dos E.U. para rebentarem em cima dos bunkers dos NK.

A questão que eu acredito ser de maior relevo, é como movimentar as meios militares necessários para o ataque, sem alertar os NK, será possível?
Título:
Enviado por: komet em Maio 15, 2004, 07:58:07 pm
Não será certamente fácil, a inteligência Norte Coreana deve controlar razoavelmente a movimentação militar na Coreia do Sul, e qualquer coisa suspeita e todas as forças armadas NK estariam em alerta total.
Título:
Enviado por: Spectral em Maio 15, 2004, 09:24:01 pm
Os EUA são uma democracia, logo o movimento de apenas um batalhão fora da rotina habitual seria logo detectado pela sociedade, iria parar à imprensa e por conseguinte bastaria ao amigo Kim ler os jornais pela manhã...

Cumptos
Título:
Enviado por: dremanu em Maio 15, 2004, 11:04:32 pm
Sim, é muito díficil para os Americanos puderem movimentar tropas sem alertarem os NK.

Talvez o pudessem fazer começando por movimentar os dispositivos da marinha em pequenos grupos, ao longo de um periodo de seis meses. Depois movimentavam mais umas tropas debaixo de um pretexto qualquer sobre exercícios militares. Depois dos exercícios militares largavam notícias falsas a mostrarem as tropas a retornarem para casa, mas na realidade mantinham-nas todas no local.

E será que por os Americanos terem unicamente um armistício com a NK, podem abrir hostilidades sem terem que consultar a ONU?
Título:
Enviado por: Ricardo Nunes em Maio 17, 2004, 06:33:47 am
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Syrians and equipment in North Korean train wreck

Syrian technicians accompanying unknown equipment were killed in the train explosion in North Korea on April 22, according to a report in a Japanese newspaper.
A military specialist on Korean affairs revealed that the Syrian technicians were killed in the explosion in Ryongchon in the northwestern part of the country, according to the Sankei Shimbun. The specialist said the Syrians were accompanying "large equipment" and that the damage from the explosion was greatest in the portion of the train they occupied.

The source said North Korean military personnel with protective suits responded to the scene soon after the explosion and removed material only from the Syrians' section of the train.

The technicians were from the Syrian technical research center called Centre d'Etudes et de Recherche Scientific (CERS). Although CERS was established to promote science and technology development, it has been viewed as a major player in Syria's weapons of mass destruction development program.

The source said it was not known whether the cargo was the source of the explosion or whether it had exploded following a separate explosion on another section of the train.

As many as 10 Syrians and accompanying North Koreans were killed, according to the report. The bodies of the Syrians were taken home on May 1 by a Syrian aircraft, which had come to Pyongyang to deliver aid supplies.

The Syrians and North Koreans who transported the victimrs were also reportedly wearing protective suits similar to those worn by the North Korean military figures who arrived on the scene immediately after the accident, the source said.

The United States and other countries have expressed concern that Syrian and North Korea are developoing Scud-D missiles, as well as chemical and biological weapons.

Concerning the cause of the explosion incident, the DPRK has explained that a train carrying fertilizer containing ammonium nitrate and a railroad tank carrying petroleum were being shunted, and, in the process, came into contact with electrical wires, due to carelessness.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 22, 2004, 01:29:59 pm
DN

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Koizumi tenta resgatar japoneses em Pyongyang

O primeiro-ministro do Japão desloca-se hoje à Coreia do Norte com um objectivo tão preciso quanto arriscado: recuperar oito familiares de cinco japoneses raptados pelas autoridades norte-coreanas nos anos 70 e 80. Um dossier particularmente sensível no país e que adquire uma natureza muito especial, tendo em conta a imprevisibilidade dos dirigentes de Pyongyang.

Mas Junichiro Koizumi, que já visitou Pyonyang em 2001, decidiu arriscar, esperando convencer Kim Jong-Il a autorizar a partida daquelas oito pessoas, em troca do fornecimento de uma ajuda alimentar de 250 mil toneladas de arroz, comprometendo-se igualmente a não impor sanções económicas à Coreia do Norte e a desbloquear dez milhões de dólares em medicamentos. O que justifica o optimismo com que o Japão encara esta deslocação. Ao ponto de o Governo ter começado a reunir em Tóquio muitos dos familiares das oito pessoas que Junichiro Koizumi espera trazer de Pyongyang, numa estratégia que parece não contemplar nenhum plano B, como ontem alertava Hidekazu Kawai, um especialista em política internacional.

Até porque parecem não existir muitas certezas sobre se algumas das pessoas referenciadas pelos japoneses ainda estão vivas, dado que Pyongyang muitas vezes diz que elas já morreram ou invoca que não as conseguiu localizar.

ANTIGO GI. Para além de sete pessoas que são filhos de japoneses raptados pelos norte-coreanos, que as converteram em espiões ou intérpretes, existe ainda um outro caso particularmente sensível. O de Charles Robert Jenkins, um militar norte-americano que desertou, quando estava na Coreia do Sul, vivendo em Pyongyang desde 1965.

Jenkins só interessa a Koizumi porque se casou com uma das japonesas raptadas - Hitomi Saga, autorizada a partir para o Japão, em Setembro de 2002, deixando para trás o marido e as duas filhas.

Acontece que Jenkins, de 64 anos, ainda é procurado pelos EUA, que até ao momento evitaram renunciar à penalização daquele desertor. O que significa, em termos práticos, que Washington poderá, mal ele ponha o pé em território japonês, reclamar a sua extradição, criando um enorme embaraço político a Koizumi, o qual parece também interessado em obter a custódia de quatro japoneses que desviaram um avião em 1970.

Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 24, 2004, 04:57:36 pm
DD

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Inspectores podem ter encoberto tráfico nuclear de Pyongyang

Os Estados Unidos acusaram os inspectores internacionais de alegadamente terem encoberto provas de que a Coreia do Norte pode ter fornecido a Líbia com um ingrediente chave utilizado para fabricar armas nucleares, noticiou esta segunda-feira a CNN.

No entanto, responsáveis norte-americanos afirmaram que a questão está ainda a ser investigada e que as provas não são conclusivas.
O ingrediente em questão é urânio hexafluorido, o qual pode ser utilizado para produzir urânio enriquecido fabricar armas nucleares.

Se for provada, esta é a primeira indicação de que a Coreia do Norte é um eventual fornecedor na rede nuclear clandestina e está a causar preocupações de que outras nações como o Irão possam fazer parte do grupo de Pyongyang.

Os inspectores que têm estado a analisar o programa nuclear líbio, entretanto abandonado, estão a elaborar na teoria de que o material poderá ter sido fornecido pelo Paquistão, país que foi envolvido no mercado negro nuclear mundial através do «pai» do respectivo programa nuclear, Abdul Qadeer Khan, que admitiu no início do ano ter vendido segredos a numerosos países, incluindo a Líbia,a Coreia do Norte e o Irão.

Crê-se que Pyongyang, que Washington integrou no chamado «eixo do mal», poderá ter processado combustível suficiente para fabricar várias armas nucelares.

Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 25, 2004, 09:17:50 pm
DD

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Blair diz que programa nuclear de Pyongyang é «preocupante»

O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, considerou esta terça-feira que o programa nuclear norte-coreano é «verdadeiramente preocupante», isto apesar das recentes conversações entre Pyongyang e China, Coreia do Sul, EUA, Rússia e Japão.

«Não há qualquer dúvida que o programa de armas nucleares da Coreia do Norte é verdadeiramente preocupante», declarou o responsável britânico, durante a habitual conferência de imprensa mensal.
Tony Blair revelou-se «agradado» com as recentes conversações entre os seis países, cujo terceiro encontro vai ocorrer em Junho, na China, mas apelou a Pyongyang para iniciar o desmantelamento do seu programa de armamento nuclear.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 26, 2004, 10:03:54 am
TSF

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KUMGANG
Coreias encetam conversações históricas
As Coreias do Norte e do Sul iniciaram esta quarta-feira conversações militares, as primeiras de sempre a nível de oficiais generais, destinadas a reduzir as tensões que perduram desde o fim da guerra na península.  

06:55
26 de Maio 04    
   
 
  Seul, cuja delegação é dirigida por uma alta patente da Marinha, espera que estas negociações possam evitar novos conflitos entre navios de pesca dos dois países nos bancos pesqueiros ao largo da costa ocidental da península coreana.

Dezenas de pessoas morreram ou ficaram feridas desde 1999 em confrontos ocorridos nesta zona entre as marinhas dos dois países.

O encontro das duas Coreias, deverá prolongar-se apenas por um dia, e decorre no Monte Kumgang, um enclave turístico na costa oriental da Coreia do Norte.

Esta reunião (a primeira a este nível entre os dois países desde o fim da Guerra da Coreia de 1950-53) é o resultado do processo de aproximação encetado em 2000 pelas duas Coreias mas que recentemente foi afectado pelo crescendo de tensão na península devido à crise, em 2002, provocada pela revelação de que Pyongyang pretendia obter armas atómicas.

A fronteira entre as duas Coreias é uma das mais militarizadas em todo o mundo. A norte, Pyongyang mantém um exército calculado em um milhão de soldados, enquanto Seul tem no terreno 700 mil soldados, apoiados por 37 mil militares norte-americanos.
 
Título:
Enviado por: Fábio G. em Maio 28, 2004, 12:10:58 pm
DD

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Washington e Seul começam a negociar retirada de tropas

A Coreia do Sul e os Estados Unidos vão começar a negociar oficialmente a possível retirada das tropas norte-americanas ainda estacionadas em território sul-coreano, avança a agência de notícias do país citando fontes governamentais. A saída dos militares acontece no âmbito da recolha mundial de tropas já anunciada por Washington em Junho do ano passado.

Fonte de Seul revelou que as negociações deverão começar em Junho ou Julho. Washington terá apresentado à Coreia do Sul um pedido formal para o início das negociações para a retirada do pessoal militar no âmbito da Global Defende Posture Review, de 2003. No entanto, o governo sul-coreano terá conseguido atrasar o início das negociações até ao próximo Verão.
Os EUA pretenderão retirar do país 12 mil efectivos, mas, assinalou a fonte governamental, o governo de Seul «está preparado para apresentar uma contra proposta».
Título:
Enviado por: Fábio G. em Junho 03, 2004, 12:55:15 pm
Ridiculo...

DD

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Coreia do Norte proíbe uso do telemóvel

O governo da Coreia do Norte proibiu o uso do telemóvel, avança a imprensa do país esta quinta-feira. A medida é tomada cerca de um ano e meio depois dos aparelhos terem sido introduzidos no país.



Um responsável norte-coreano que participa em discussões económicas com a Coreia do Sul, em Pyongyang, confirmou aos jornalistas que os telemóveis foram proibidos no dia 25 de Maio.
Os telemóveis foram introduzidos no país em Novembro de 2002. No entanto, o regime de inspiração stalinista descobriu desde muito cedo que estes aparelhos abrem uma nova via de entrada das culturas estrangeirs no país, que luta para se manter fechado à influência exterior.

03-06-2004 10:55:54
Título:
Enviado por: Fábio G. em Junho 04, 2004, 10:50:57 am
TSF

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COREIAS
Norte e Sul vão reduzir tensões fronteiriças
A Coreia do Sul e a Coreia do Norte concluíram hoje um acordo para a aplicação de medidas destinadas a reduzir as tensões na fronteira entre os dois países, segundo revelou a agência de notícias sul-coreana, Yonhap.  

09:36
04 de Junho 04    
   
 
  Responsáveis militares dos dois países chegaram a um acordo para encontrar medidas que permitam evitar confrontos acidentais na costa ocidental, indicou a Yonhap, citando um comunicado publicado após as conversações que se iniciaram quinta-feira.

As discussões de quinta-feira duraram 21 horas, indicou a Yonhap.

As medidas prevêem a instalação de uma linha telefónica de urgência, a partilha de uma frequência de rádio, a utilização de sistemas de sinalização comum no mar e a troca de informações sobre a pesca ilegal na zona.

Dezenas de pessoas ficaram feridas ou morreram em confrontos no mar Amarelo, uma zona piscatória a oeste da península. O último incidente remonta a Junho de 2002 e provocou seis mortos entre os soldados sul-coreanos.

Os dois países comprometeram-se igualmente a parar de emitir propaganda por altifalantes e a retirar todos os painéis publicitários ao longo da fronteira, com 248 quilómetros de extensão.
 
Título:
Enviado por: dremanu em Junho 04, 2004, 04:23:59 pm
New York Times
Thursday, June 3, 2004
Opinion

North Korea's Drug Habit

By Victor Cha and Chris Hoffmeister
Victor Cha is a professor of government and Asian studies at Georgetown. Chris Hoffmeister is a recent graduate of Georgetown.

Reaction to last month's meeting between Junichiro Koizumi, the Japanese prime minister, and Kim Jong II, the North Korean leader, was nothing short of underwhelming. Critics said Mr. Koizumi gave up too much — millions in medical aid and thousands of tons of rice — to secure the return of five children of Japanese citizens abducted by North Korea more than two decades ago. He also failed to obtain a definitive commitment from Mr. Kim to dismantle North Korea's nuclear weapons programs.

The critics notwithstanding, Mr. Koizumi's diplomacy should be judged a success. The lesson the United States and Japan should learn from it is that moderate pressure on the North Korean regime works — and can be used to limit the North's ambitions not only in weapons development but also in the drug trade.

After all, Japan has been pressing for the release of its citizens and their relatives since the day two years ago when Kim Jong Il admitted North Korea had kidnapped them. Yet it was not until Japan made clear it was prepared to curtail trade with the North — cutting off financial remittances to the North, imposing an import ban on North Korean goods, banning Japanese ships from making North Korean ports of call — that North Korea made any concessions.

International commerce is clearly important to North Korea, and threats of trade sanctions obviously get the regime's attention. Yet there is an even better reason for the United States and Japan to employ this strategy: there is increasing evidence that in recent years North Korea has expanded its role as producer, shipper and trafficker of narcotics throughout East Asia and Southeast Asia.

According to the Pacific Forum of the Center for Strategic and International Studies, Pyongyang has directed North Korean farmers to produce opium poppies since the late 1970's, with cultivation areas expanding exponentially in recent years. These farms are thought to produce as much as 40 tons of opium annually. Government-subsidized factories process the opium into heroin, which is then distributed through companies and diplomatic conduits. According to some sources, North Korea now ranks among the world's largest opium and heroin suppliers.

Because the North Korean state is so secretive, it is difficult to prove any direct links between the regime and drug trafficking. But there is some evidence that the government may be taking over and enlarging the trade, as it has done in other areas of the North Korean economy. A 2003 report from the Congressional Research Service cited nearly 50 arrests or drug seizures involving North Koreans in more than 20 countries since the early 1990's, with at least 11 documented cases involving North Korean diplomats or intelligence agents. In the last five years, both Russian and German police have detained North Korean diplomats on counterfeiting or heroin smuggling charges. And between 1999 and 2001, more than one-third of all drug seizures by Japan and China were methamphetamines en route from North Korea.

This problem is likely to get worse. In part, this may be the unintended consequence of other diplomatic policies. The American-led Proliferation Security Initiative, for example, which began almost two years ago and aims to block trade in nuclear and other weapons, may have caused Kim Jong Il to rely on drug trafficking and counterfeiting to try to compensate for lost revenues. North Korea's foray into illicit activities has been further spurred by United States efforts at taking customers like Pakistan, Iraq, Yemen and Libya off North Korea's missile sales roster, which has cut the North's revenues in this area to one-tenth of their usual volume.

As they continue their on-again, off-again diplomacy, the United States and Japan may find that North Korea's drug trade is a more visible component of the regime's threat. The good news, for the United States and its allies, is that the North's growing drug threat means that diplomacy aimed at eliminating its missile exports is working. The bad news, for North Korea, is that continued drug trafficking is not likely to be tolerated by the region.

If it continues to increase its trade in drugs, North Korea is likely to become the eventual target of a regional initiative to restrict the drug trade — which, in conjunction with the American-led curbs on its weapons trade, will put moderate yet deliberate pressure on North Korea. And if Japan's recent experience with abductees is any indication, such patient but comprehensive diplomacy may be the key to attaining Mr. Kim's flexibility on nuclear disarmament.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Junho 11, 2004, 12:50:01 pm
Publico

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Encontro Militar Entre as Duas Coreias
Sexta-feira, 11 de Junho de 2004

Militares das Coreias do Norte e do Sul encontraram-se ontem para discutir as formas de aplicar um acordo que diminua as hostilidades entre os dois lados da península.

O encontro surge poucos dias depois de os EUA terem anunciado uma redução para um terço das suas tropas estacionadas na Coreia do Sul, onde actualmente tem 37 mil soldados. Os esforços sul-coreanos para diminuir a tensão na zona desmilitarizada - a fronteira mais fortemente armada do mundo - ganharam urgência com a decisão do Pentágono, a ser aplicada no final do próximo ano.

"Inevitavelmente teremos de procurar cooperação militar inter-coreana, dadas as alterações que estão a ter lugar na situação de segurança na península da Coreia", declarou o ministro sul-coreano da Unificação, Jeong Se-hyun. Os EUA prometeram manter a principal unidade de combate, a 1ª Brigada da 2ª Divisão de Infantaria, mesmo depois da redução de forças.

O encontro deu-se em Kaesong, uma localidade norte-coreana a norte da fronteira ocidental, com coronéis dos dois países que debateram as decisões tomadas na semana passada, depois da primeira reunião entre generais do Norte e do Sul desde o fim da guerra (1950-53).

Entretanto, a China manifestou dúvidas de que o regime de Pyongyang tenha mesmo um programa de armamento nuclear como afirmam os EUA. Washington tem ainda de convencer Pequim de que a Coreia do Norte tem um programa de urânio para além de um programa de plutónio, para criar bombas nucleares, disse o vice-ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Zhou Wenzhong, numa entrevista ao "The New York Times". "Não sabemos nada sobre o programa de urânio", afirmou. "Não sabemos se existe. Até agora, os EUA não apresentaram provas convincentes deste programa".

Em caso da Coreia do Norte ter realmente um programa atómico, a China concorda então que esta questão seja incluída na agenda das negociações a seis, continua. Pequim quer que uma terceira ronda negocial, com as duas Coreias, EUA, Japão, Rússia e China, arranque a 23 de Junho.

O porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Liu Jianchao, adiantou que não será fácil chegar a um acordo. "Esperamos que todas as partes possam adoptar uma atitude activa e construtiva, demonstrem flexibilidade, procurem o consenso e limem as diferenças".
Título:
Enviado por: Rui Elias em Junho 11, 2004, 01:17:57 pm
Na minha opinião os EUA preferem negociar com a Coreia do Norte, porque um conflito naquela região poderia deitar a perder a florescente actividade económica no Sudeste Asiático.

De resto é do interesse americano preservar tanto quanto possível as boas relações com a China (apesar do problema de Taiwan).

De resto a Coreia do Norte tem um regime que está condenado a desaparecer ou a mitigar-se politicamente mesmo sem ser necessário esperar pela morte do Kim Yong Ill.

Depois, desde que a Coreia do Norte se equipou com mísseis balísticos passou a ter poder suficientemente dissuasor para qualquer ataque, ainda que mais cedo ou mais tarde pudesse perder a guerra.

Mas pergunta-se: que vantagens geo-estratégicas tirariam os EUA ao iniciar uma guerra naquela região, quando na sua maioria os EUA só lá têm aliados, desde a Austrália, a Indonésia, a Malásia ou a Tailândia e numa altura em que até com o Vietname os EUA reataram relações cordiais?

Ainda na semana passada Pyongyang recebeu a visita do PM japonês que negociou a entrega de ajuda humanitária à Coreia do Norte.

Portanto os tempos não estão para guerras naquela região.
Título:
Enviado por: Guilherme em Junho 11, 2004, 01:21:35 pm
Off-topic: dremanu, muito interessante a imagem com azulejos na tua assinatura. É de alguma construção portuguesa? Já vi algumas igreja aqui em Santa Catarina e no Paraná com azulejos semelhantes.
Título:
Enviado por: Fábio G. em Junho 11, 2004, 01:23:58 pm
Correcto Rui Elias, somando a isso o problema Iraque os EUA não estão interessados em qualquer guerra neste momento ainda mais com a Coreia do Norte, a politica dos EUA passará por "manter" a segurança dos seus aliados neste caso a Coreia do Sul e noutro Taiwan.
Título:
Enviado por: Rui Elias em Junho 11, 2004, 02:01:26 pm
Guilherme:

O DREMANU será  a pessoa mais abalizada, mas julgo tratar-se de azulejaria portuguesa do século XVII, pelo rigor do traço e que representa a conquista do Castelo de S. Jorge em Lisboa.

Quanto a existir azulejaria parecida aí, lembre-se que até finais do século XVIII Portugal influenciou muito a arte edificada.

Se você conhece S. Luís do Maranhão, a parte velha de Salvador ou Ribeirão Preto no interior de Minas Gerais, é o mesmo que visitar certas vilas poruguesas do Ribatejo e de outras regiões portuguesas.

A cor azul é usada desde o século XVI a até aí alguns azulejos eram de tradição mudéjar (árabe) mais policromáticos.

Se quiser, consulte a página do nosso governo ( www.governo.pt (http://www.governo.pt)) e procure a ligação para o Ministério da Cultura.

Depois tente o link para Museu Nacional do Azulejo.
Título:
Enviado por: Guilherme em Junho 11, 2004, 02:50:10 pm
Obrigado, Rui Elias. :G-Ok:
Título:
Enviado por: dremanu em Junho 11, 2004, 05:33:12 pm
Citação de: "Guilherme"
Off-topic: dremanu, muito interessante a imagem com azulejos na tua assinatura. É de alguma construção portuguesa? Já vi algumas igreja aqui em Santa Catarina e no Paraná com azulejos semelhantes.


Oi Guilherme:

O painel é construção portuguesa sim. Está presente na gare de São Bento, na cidade do Porto. É uma celebração de uma batalha de um rei Português contra os mouros. Não sei qual será a batalha, mas deve ser alguma que se deu no algarve.

Outro painel que está na gare é este:

(http://www.newmediarepublic.com/azulejos/sanbento2.jpg)

Outro painel que celebra uma vitória do exército Português, na era mediaval.

(http://torresnovas.no.sapo.pt/fotos/Ampliacoes/Monumentos/azulejo%20gil%20pais.jpg)

Em Portugal usa-se muito azulejos para adornar edifícios, casas, fontes, etc...é uma tradição portuguesa.
Título:
Enviado por: Guilherme em Junho 11, 2004, 05:37:54 pm
Lindos azulejos, dremanu.  :G-Ok:
Título:
Enviado por: Rui Elias em Junho 14, 2004, 01:37:54 pm
Guilherme:

Se o DREMANU diz que estes paineis se encontram na estação de S. Bento (Porto) é porque ao contrário do que eu disse não são do século XVIII, embora o traço corresponda à azulejaria desse período.

No século XIX houve uma corrente revivalista na arte portuguesa, quer em termos de artes decorativas, quer arquitectónicas.

Houve o neo-românico, o neo-gótico, e até o neo-manuelino (estação do Rossio em Lisboa e palacetes românticos em Sintra).

Provavelmente trata-se de um desses exemplos de arte revivalista.
Título: Coreia do Norte / EUA
Enviado por: Ricardo Nunes em Julho 07, 2004, 11:58:40 pm
Artigo interessante. Vale a pena a leitura:

Citar
N Korea Military Tactics
In A War With US
A Strategy Of Massive
Retaliations Against US Attacks


By Han Ho Suk
Director Center for Korean Affairs
4-24-3


North Korea has not only the military power but also the political will to wage total war against the United States.

(An English abstract of a paper)

1. North Korea Can Engage the US in Total War

North Korea is one of the few nations that can engage in a total war with the United States. The US war planners recognize this fact. For example, on March 7, 2000, Gen. Thomas A Schwartz, the US commander in Korea at the time, testified at a US congressional hearing that "North Korea is the country most likely to involve the United States in a large-scale war."

North Korea, which can and is willing to face up to the sole military superpower of the world, cannot be called a weak nation. Nevertheless, Western press and analysts distort the truth and depict North Korea as an "impoverished" nation, starving and on the brink of imminent collapse. An impoverished, starving nation cannot face down a military superpower. Today few nations have military assets strong enough to challenge the US military. Russia, though weakened by the collapse of the Soviet Union, has enough assets to face up to the US. China, somewhat weaker than Russia, too, has strong military that can challenge the US. However, both Russia and China lack the political will to face down the US.

In contrast, North Korea has not only the military power but also the political will to wage total war against the United States. North Korea has made it clear that it will strike all US targets with all means, if the US mounted military attacks on North Korea. That North Korea's threat is no bluff can be seen from the aggressive actions taken by North Korea since the Korean War armistice, most recent of which is North Korea's attempt to capture an American spy plane. In the morning of March 1, 2003, an American RC-132S spy plane, Cobra Ball, took off from a US airbase in Okinawa, and cruised along the East coast of North Korea collecting electronic signals. The US intelligence suspected that North Korea was about to test a long-range missile and the plane was there to monitor the suspected missile launch.

When the US plane reached a point about 193 km from the coast of North Korea, two MiG-29 and two MiG-21 fighter planes showed up unexpectedly. The North Korean planes approached within 16 m and signaled the US plane to follow them. The US pilot refused to follow the command and left the scene posthaste. The US plane was tailed by the hostiles for about 22 min but let the US spy plane go. There are two key points to be observed here.

First, the hostile planes waited for the US plane at the Uhrang airbase, located about 200 km from the point of air encounter. They knew that the US plane was coming. The North Korean planes flew 200 km to intercept the US plane. Did the US plane see them coming? If it did, why no evasive action? After intercepting the US plane, the hostile planes dogged it for 22 min. Why no American planes for the rescue? The US crew must have informed the base of the danger they were in, but no action was taken by the base. If Kim Jong Il had given the command, the MiGs would have shot down the US plane and returned to their base before the US could have scrambled war planes.

Second, North Korea intercepted an American spy plane flying 200 km from its coast. According to the international norm, a nation's territorial air space extends 19 km from its coast line. The US is the exception and claims air space of 370 km from its coast line; any foreign airplane violating this extended air space is challenged or shot down by the US military.

2. North Korea's Massive Retaliation Strategy

North Korea's war plan in case of an US attack is total war, not the 'low-intensity limited warfare' or 'regional conflict' talked about among the Western analysts. North Korea will mount a total war if attacked by the US. There are three aspects to this war plan.

First, total war is North Korea's avowed strategy in case of US preemptive attacks. The US war on Iraq shows that the US can and will mount preemptive strikes in clear violation of international laws, and the United Nations is powerless to stop the US. Any nation that is weak militarily may be attacked by the US at will. It is reasonable for North Korea to deter US attacks with threats of total war.

Second, North Korea expects no help from China, Russia, or other nations in case of war with the US. It knows that it will be fighting the superpower alone. Nominally, China and Russia are North Korea's allies but neither ally is expected to provide any assistance to North Korea in case of war. Neither nation can or is willing to protect North Korea from attacks by the US, and North Korea alone can and will protect itself from US attacks. This principle of self-defense applies to all nations.

Third, North Korea's total war plan has two components: massive conventional warfare and weapons of mass destruction. If the US mounts a preemptive strike on North Korea's Yongbyon nuclear plants, North Korea will retaliate with weapons of mass destruction: North Korea will mount strategic nuclear attacks on the US targets. The US war planners know this and have drawn up their own nuclear war plan. In a nuclear exchange, there is no front or rear areas, no defensive positions or attack formations as in conventional warfare. Nuclear weapons are offensive weapons and there is no defense against nuclear attacks except retaliatory nuclear attacks. For this reason, North Korea's war plan is offensive in nature: North Korea's war plan goes beyond repulsing US attackers and calls for destruction of the United States.

The US war plan '5027' calls for military occupation of North Korea; it goes beyond the elimination of North Korea's weapons of mass destruction. The US military regards North Korea its main enemy and likewise North Korea regards the US its main enemy. South Korea, too, regards North Korea its main enemy but North Korea does not regard South Korea its main enemy because South Korea is a client state of the United States and has no ability or power to act independent of the US. North Korea's war plan is not for invading South Korea but for destroying the US.

3. North Korea's Military Capability

All nations keep their military capability secret. North Korea is no exception and it is not easy to assess North Korea's military power. The US claims that it knows North Korea's military secrets. The United States collects intelligence on North Korea using a variety of means: American U-2, RC-135, EP-3 and other high-altitude spy planes watch over North Korea 24 hours 7 days a week. The US 5th Air Reconnaissance Squadron has U-2R, U-2S, and other advanced spy planes at the Ohsan airbase in South Korea. In addition, the US has 70 KH-11 spy satellites hovering over North Korea.

In spite of such a massive deployment of intelligence collection assets, the US intelligence on North Korea is faulty at best. Donald Gregg, a former US ambassador to Seoul and a 30-year CIA veteran, has admitted that the US intelligence on North Korea has been the longest lasting story of failure in the annals of US intelligence. Gregg said that even the best spy gadget in the US arsenal cannot read what's on Kim Jong Il's mind. US Secretary of Defense Rumsfeld said that North Korea uses underground optical fibers for military communication and that it is nearly impossible to plant human agents in North Korea.

Although North Korea's military secrets are impervious to US spy operations, one can draw some general pictures from information available in the public domain.

a) North Korea makes its own weapons

North Korea has annual production capacity for 200,000 AK automatic guns, 3,000 heavy guns, 200 battle tanks, 400 armored cars and amphibious crafts. North Korea makes its own submarines, landing drafts, high-speed missile-boats, and other types of warships. Home-made weaponry makes it possible for North Korea to maintain a large military force on a shoestring budget. North Korea defense industry is made of three groups: weapon production, production of military supplies, and military-civilian dual-use product manufacturing.

North Korea has 17 plants for guns and artillery, 35 plants for ammunition, 5 plants for tanks and armored cars, 8 plants for airplanes, 5 plants for warships, 3 plants for guided missiles, 5 plants for communication equipment, and 8 plants for biochemical warheads - 134 plants in total. In addition, many plants that make consumer products are designed so that they can be made to produce military items with minimum modification. About 180 of defense related plants are built underground in the rugged mountainous areas of Jagang-do. Several small to medium hydro-power plants serve these plants so that it would be nearly impossible for the US to cut off power to the plants.

b) North Korea has its own war plans

North Korea is mountainous and its coasts are long and jagged. The Korean peninsula is narrow on its waste. North Korea's weapons and war tactics are germane to Korea's unique geography. North Korea has developed its own war plans unique to fighting the US in a unique way. North Korea's military is organized into several independent, totally integrated and self-sufficient fighting units, that are ready for action at any time.

c) North Korean soldiers are well indoctrinated

The US commanders admit that North Korean soldiers are highly motivated and loyal to Kim Jong Il, and that they will fight well in case of war. Karl von Clausewitz said that people's support for war, military commanders' ability and power, and the political leadership are the three essentials for winning war. He failed to include the political indoctrination of the soldiers, which is perhaps more important than the other factors cited.

During the Iraq War just ended, the main cause of Iraq's defeat was the low moral of its soldiers. Iraqi soldiers had no will to stand and fight, and they ran away or surrendered without fight. Iraqi soldiers believed in Allah protecting them and became easy preys to the US military. North Korean soldiers are taught to fight to the bitter end. In September 1996, a North Korean submarine got stranded at Kangrung, South Korea, and its crew abandoned the ship. Eleven of the crew committed suicide and the rest fought to the last man except one who was captured. In June 1998, another submarine got caught in fishing nets at Sokcho and its crew killed themselves. Such is the fighting spirit of North Korean soldiers.

d) North Koreans are combat ready

One cannot fight war without military preparedness. North Korea's regular army is for offensive actions whereas its militias are homeland defense. North Korea's regular army consists of 4 corps in the front area, 8 corps in the rear area, one tank corps, 5 armored corps, 2 artillery corps, and 1 corps for the defense of Pyongyang, South Korea has 19 infantry divisions whereas North Korea has 80 divisions and brigades.

A North Korean infantry division has 3 infantry regiments, 1 artillery regiment (3 battalions of 122 mm rocket launchers and 1 battalion of 152 mortars), one tank battalion of 31 tanks, one anti-tank battalion, one anti-aircraft battalion, one engineer battalion, one communication battalion, one light-infantry battalion, one recon battalion, and one chemical warfare battalion.

North Korea's militias consist of 1.6 million self-defense units, 100,000 people's guards, 3.9 million workers militia, 900,000 youth guard units. These militias are tasked to defend the homeland. The militias are fully armed and undergo military trainings regularly.

i) Artillery

North Korea has 2 artillery corps and 30 artillery brigades equipped with 120mm self-propelled guns, 152mm self-propelled mortars, 170mm guns with a range of 50 km, 240 mm multiple rocket launchers with a range of 45 km, and other heavy guns. North Korea has about 18,000 heavy guns. North Korea's 170mm Goksan gun and 240mm multiple-tube rocket launchers are the most powerful guns of the world. These guns can lob shells as far south as Suwon miles beyond Seoul. The big guns are hidden in caves. Many of them are mounted on rails and can fire in all directions. They can rain 500,000 conventional and biochemical shells per hour on US troops near the DMZ. The US army bases at Yijong-bu, Paju, Yon-chun, Munsan, Ding-gu-chun, and Pochun will be obliterated in a matter of hours.

The US army in Korea is equipped with Paladin anti-artillery guns that can trace enemy shells back to the guns and fire shells at the enemy guns with pin-point accuracy. However, it takes for the Paladins about 10 min to locate the enemy guns, during which time the Paladins would be targeted by the enemy guns Gen. Thomas A Schwartz, a former US army commander in Korea, stated that the US army in Korea would be destroyed in less than three hours.

ii). Blitz Klieg

North Korea has tanks, armored cars, and self-propelled artillery for blitz klieg. North Korea has one tank corps and 15 tank brigades. The tank corps has 5 tank regiments, each of which has 4 heavy tank battalions, 1 light-tank battalion, one mechanized infantry battalion, 2 self-propelled artillery battalions.

US tanks are designed to operate in open fields. In 1941, Rommel of Germany defeated British troops in North Africa with tanks. The largest tank battle was fought at Kursk in 1943, in which the Soviets defeated Germans. In 1973, Egypt defeated Israeli tanks with anti-tank missiles. All of these tank battles were fought in open fields. The Gulf War and the recent war in Iraq saw US tanks in open fields. American and Western tank commanders do not know how to fight tank battles in rugged terrains like those of Korea. Tank battles in Korea will be fought on hilly terrains without any close air cover, because North Korean fighters will engage US planes in close dog fights.

North Korea has developed tanks ideally suited for the many rivers and mountains of Korea. These tanks are called "Chun-ma-ho", which can navigate steep slopes and cross rivers as much as 5.5 m deep. North Korea's main battle tanks - T-62s - have 155 mm guns and can travel as fast as 60 km per hour. The US main tanks - M1A - have 120 mm guns and cannot travel faster than 55 km per hour. North Korean tanks have skins 700 mm thick and TOW-II is the only anti-tank missile in the US arsenal that can penetrate this armored skin.

North Korea began to make anti-tank missiles in 1975 and has been improving its anti-tank missiles for the past 30 years. North Korea's anti-tank missiles are rated the best in the world and several foreign nations buy them. The US army in Korea relies on 72 AH-64 Apache attack helicopters to kill North Korean tanks. Each Apache has 16 Hell-Fire anti-tank missiles. As shown in the recent Iraq war, Apaches are fragile and can be easily shot down even with rifles. North Korea has about 15,000 shoulder-fired anti-air missiles ("wha-sung") and Apaches will be easy targets for wha-sung missiles. On December 17, 1994, a wha-sung missile brought down an American OH-58C spy helicopter which strayed north of the DMZ.

North Korea has 4 mechanized corps and 24 mechanized brigades. Each brigade has 1 tank battalion (31 tanks), 1 armored battalion (46 armored cars), 4 infantry battalions, one 122mm battalion (18 guns), one 152 mm battalion (18 guns), one anti-aircraft battalion (18 guns), anti-tank battalion (9 armored cars with anti-tank missiles and 12 anti-tank guns), one armored recon company (3 light armored cars, 7 armored cars, and 8 motor-cycles), one mortar company (6 mortars), one engineer company, one chemical company, and one communication company. The US army has A-10 attack planes to counter North Korea's mechanized units. In case of war, the skies over Korea will be filled with fighters in close dog-fights and the A-10s would be ineffective.

The bulk of North Korea's mechanized and tank units are positioned to cross the DMZ at a moment's notice and run over the US and South Korean defenders. The attackers will be aided by SU-25 attack planes and attack helicopters. In addition, North Korea has 600 high-speed landing crafts, 140 hovercrafts, and 3,000 K-60 and other pontoon bridges for river-crossing. North Korea has 700,000 troops, 8,000 heavy guns, and 2,000 tanks placed in more than 4,000 hardened bunkers within 150 km of the DMZ.

iii. Underground Tunnel Warfare

North Korea is the world most-tunneled nation. North Korea's expertise in digging tunnels for warfare was demonstrated during the Vietnam War. North Korea sent about 100 tunnel warfare experts to Vietnam to help dig the 250 km tunnels for the North Vietnamese and Viet Gong troops in South Vietnam. The tunnels were instrumental in the Vietnamese victory.

North Korea's army runs on company-size units. Tunnel warfare is conducted by independent company-size units. Tunnel entrances are built to withstand US chemical and biological attacks. Tunnels run zig-zag and have seals, air-purification units, and safe places for the troops to rest. It is believed that North Korea has built about 20 large tunnels near the DMZ. A large tunnel can transport 15,000 troops per hour across the DMZ and place them behind the US troops.

iv. Special Forces

North Korea has the largest special forces, 120,000 troops, in the world. These troops are grouped into light infantry brigades, attack brigades, air-borne brigades, and sea-born brigades - 25 brigades in total. These troops will be tasked to attack US military installations in Korea, Japan, Okinawa and Guam.

North Korea has the capacity to transport 20,000 special force troops at the same time. North Korea has 130 high-speed landing crafts and 140 hovercrafts. A North Korean hovercraft can carry one platoon of troops at 90 km per hour. Western experts pooh-pooh North Korea's ancient AN-2 transport planes as 1948 relics, but AN-2 planes can fly low beneath US radars and deliver up to 10 troops at 160 km per hour. North Korea makes AN-2s and has about 300 in place. In addition, North Korea has hang-gliders that can carry 5-20 men each for short hops.

North Korea has developed special bikes for mountain warfare. Special forces use these bikes for fast deployments on mountains. Switzerland is the only other nation that has bike-mounted special forces trained for mountain warfare. The rugged terrains of the Korean Peninsula are ideally suited for special forces operations. North Korea's special forces will attack US targets in Japan, Okinawa, and Guam as well. Japan's self defense units are being reorganized to counter this threat.

How good are North Korea's special forces? In September 1996, a North Korean submarine was stranded near Kang-nung and the crew were forced to abandon the ship and land on South Korea. The sub had two special forces agents who had finished a mission in South Korea and were picked up by the sub before the sub ran into a rock. The two men fought off an army of South Korean troops and remained at large for 50 days, during which they killed 11 of the pursuers.

4. Weapons of Mass Destruction

a. Missile Readiness

North Korea is a nuclear state along with the US, Russia, China, the Great Britain, France, India, Pakistan, and Israel. North Korea has succeeded in weaponizing nuclear devices for missile delivery. North Korea has operational fleets of ICBM and intermediate-range missiles equipped with nuclear warheads. I have written on this subject previously and will not replicate the details here.

It was May of 1994, nine years ago, when the US military planners had first realized that North Korea had the bomb and devised nuclear attack plans under William Perry, the then US Secretary of Defense. Perry had estimated that North Korea would have about 100 nuclear warheads by 2000. Dr. Kim Myong Chul, an expert on Kim Jong Il's war plans, has recently confirmed that North Korea has more than 100 nukes including hydrogen bombs.

North Korea can produce about 100 missiles a year. It began to make missiles in 1980 and has about 1,000 missiles of various types in place, about 100 of which have nuclear warheads. These missiles are hidden in caves and underground launching pads. At present, the US has no fool-proof defense against North Korean missiles, and in case of war, North Korean missiles can do serious damages: several hundreds of thousands of US troops will die, and scores of US bases and carrier battle groups will be destroyed. The Patriot anti-missile missiles are deployed in South Korea but as shown in the recent Iraq war, the Patriots are not 100% accurate or reliable even under ideal conditions.

b. Biochemical Warfare

North Korea has a large stockpile of biochemical weapons. Each Army corps has a chemical company and each regiment has a chemical platoon. In the May 1994 nuclear crisis, Perry warned North Korea that the US would retaliate with nuclear weapons if North Korea used chemical weapons on US troops.

North Korean troops and citizens are well-prepared for bio-chemical attacks.

5. North Korea's Defense Against US Attacks

a. Fortification

North Korea began to build fortifications in 1960s. All key military facilities are built underground to withstand American bunker-buster bombs. North Korea has 8,236 underground facilities that are linked by 547 km of tunnels. Beneath Pyongyang are a huge underground stadium and other facilities. About 1.2 million tons of food, 1.46 million tons of fuel, and 1.67 million tons of ammunition are stored in underground storage areas for wartime use.

Most of the underground facilities are drilled into granite rocks and the entrances face north in order to avoid direct hits by American bombs and missiles. The B-61 Mod 11 is the main bunker buster in the US arsenal. A recent test showed that this buster could penetrate only 6 meters of rock. The latest GBU-28 laser-guided bunker-buster can penetrate to 30m. North Korean bunkers have at least 80 m of top-cover of solid rocks. North Korea has many false caves that emit heats that will misdirect unwary GBU-28/37 and BKU-113 bunker-busters.

The US military targets enemy command and control centers based on the doctrine of chopping off "the head of the snake." With the top commanders eliminated, the rank and file would be demoralized, leaderless and would surrender. North Korea's extensive underground fortification makes this strategy unworkable. In addition, the underground facilities make US spy planes and satellites impotent.

b. Air Defense

North Korea has a large number of ground-to-air missiles. It has SA-2 and SA-3 missiles against low-flying enemy planes, and SA-5 missiles for high-altitude planes. SA-5 missiles have an effective range of 250 km. SA-5 missiles can hit enemy planes flying over the middle of South Korea.

North Korea has reengineered US shoulder-fired anti-aircraft missiles captured in Vietnam, and designed its own missile, wha-sung. North Korea began to manufacture wha-sung missiles in 1980. Wha-sung comes in two models: SA-7 that has an effective range of 5 km and SA-16 with 10 km range. North Korea has more than 15,000 wha-sung missiles in place.

In addition to the missiles, North Korea has 12,000 anti-aircraft guns, including 37mm twin-barrel guns, 23 mm automatics, 57mm, 87mm, and 100mm heavy guns. These are mostly manually operated and thus not subject to electronic warfare.

c. Coastal deferens.

North Korea's coastlines are long and jagged. Coastal guns are placed in fortified tunnels along the coastline. North Korea has six ground-to-ship missile bases. North Korea has anti-ship missiles of 95km range, and of 160km range. The latter are for hitting US carrier battle groups over the horizon. North Korean anti-ship missiles can hit ships anchored at Inchon on the west and Sokcho on the east.

America's main defense against anti-ship missiles, the Arleigh Burke class Aegis destroyers are ineffective outside 20-50 km from missile launch pads.

d. Sea Battles

North Korea has two fleets - the West Fleet and the East Fleet. The West Fleet has 6 squadrons of 320 ships and the East Fleet has 10 squadron of 460 ships. The navy has a total manpower of 46,000. North Korean ships are sheltered from US attacks in about 20 bunkers of 200-900 m longs and 14-22 m wide. North Korean ships are small and agile, designed for coastal defense. North Korean ships carry 46km range ship-to-ship missiles and 22-channel multiple rocket launchers.

The main enemy of the North Korean navy will be US carrier task forces. The Russian navy has developed a tactic to deal with US carriers task forces: massive simultaneous missile attacks. In addition, Russia has developed the anti-carrier missile, "jun-gal", that can destroy a carrier. China has developed similar tactics for destroying US carriers. On April 1, 2003, North Korea test-fired a high-speed ground-to-ship missile of 60km range. A US carrier task force of Nimitz class has 6,000 men, 70 planes, and a price tag of 4.5 billion dollars. Destroying even a single career task force will be traumatic.

A carrier is protected by a shield of 6 Aegis destroyers and nuclear attack submarines. An Aegis destroyer has an AN/SPY-1 high-capacity radar system that can track more than 100 targets at the same time. An Aegis can fire about 20 anti-missile missiles at the same time. Thus, a career force can track a total of 600 targets at a time and fire 120 anti-missile missiles at the same time. The anti-missile missiles have about 50% success under ideal conditions. In actual battle situations, the hit rate will be much lower and the best estimate is that the Aegis shield can intercept at most 55 incoming missiles. Therefore, a volley of about 60 missiles and rockets will penetrate the Aegis shield and hit the career.

North Korea acquired OSA and KOMAR high-speed missile boats in 1968, and began to build its own missile boats in 1981. It has more than 50 missile boats, each equipped with 4 missiles of 46km range and multiple rocket launchers. In addition, North Korea has about 300 speed boats, 200 torpedo boats and 170 other gunboats. In case of war, North Korea's small crafts and submarines will swarm around US career task forces and destroy them.

North Korea has 35 submarines and 65 submersibles. These crafts are equipped with torpedoes and will be used to attack US careers. They will also lay mines and block enemy harbors. North Korea has a large supply of mines. North Korean submarines are small but they are equipped with 8km rocket launchers and 70km anti-ship missiles, and they could do some serious damage to US careers..

e. Air Combats

North Korea has three air commands. Each command has a fighter regiment, a bomber regiment, an AN-2 regiment, an attack helicopter regiment, a missile regiment, and a radar regiment. Each command can operate independently. North Korea has 70 airbases, which are fortified against US attacks. Underground hangars protect the planes and have multiple exits for the planes to take off on different runways. North Korea has several fake airfields and fake planes to confuse US attackers.

It is said that North Korea's planes are obsolete and no match for US planes. North Korea has 770 fighters, 80 bombers, 700 transports, 290 helicopters, and 84,000 men. In case of war, North Korean planes will fly low hugging the rugged terrains and attack enemy targets. US planes are parked above ground at bases in Korea, Japan, Okinawa and Guam, and make easy targets for missile, rocket and air attacks. When war breaks out, North Korean missiles, rockets and heavy guns will destroy the 8 US airbases in South Korea, and any plane in the air would have no place to land.

North Korea's fighter planes are ill-equipped for air-to-air combats at long distances. but they can hold their own in close-quarter air combats. MiG-21 fighters from Bongchun and US F-15 from Ohsan would meet in less than 5 min, assuming they took off at about the same time. In about 5 min, hundreds of MiG21s and F-15s would be swirling in the skies over Korea. Ground-to-air missiles and air-to-air missiles would have hard time telling friends from foes. F-15Es are equipped with a radar system that lock on at 180 km for large objects and 90 km for small objects. Sidewinder missiles have an effective range of 16km, AMRAAM missiles of 50km, and Sparrow of 55km.

Korea is 100 km wide and 125 km long, and so US air-to-air missiles would be of limited use and effectiveness, because North Korean MiGs would approach the US planes in close proximity and commingle with US planes, and air-to-air missiles will become useless and machines guns will have to be used. MiG19s have 30mm guns, MiG21s have 23mm guns, and F-14s have 20mm Valkans. North Korean pilots are trained to hug the enemy planes so that air-to-air missiles cannot be used. In contrast, US pilots are trained to lock on the enemy at long distance with radar and fire missiles. US planes are heavily armed with electronics and less agile than the light, lean MiGs that can climb and turn faster than the US planes.

F-14s are about 3.3 times heavier than MiG21s, and F-150Es are about 3.6 times heavier. MiG21s are 16.6 m long whereas F-14s are 19.1 m and F-15Es 19.43 m long. MiG21s cab climb to 18km, whereas F-1A can climb to 15.8 km and F-16 to 15.2 km. MiGs get upper hands in close-range dogfights in which agility matters. In Vietnam, US planes were forced to jettison auxiliary gas tanks and bombs in order to engage MiGs. F-150 E planes will carry BLU-113 bunker busters that weigh 2,250 kg each in the next war in Korea. Loaded with such a heavy bomb, F-15s will become easy targets for North Korea's MiGs. US fighter-bombers will be protected by F-15C fighter escorts.

MiG21s are North Korea's main workhorse. The MiG21 debuted in 1965 in Vietnam and proved itself as an effective attack fighter. In 1999, North Korea bought 40 MiG21s from Kazakhstan. During the Vietnam War, MiG17s shot down dozens of American planes. North Korea sent more than 200 pilots to fight in the Vietnam War. They were tasked to defend Hanoi and shot down scores of US planes. North Korea sent 25 pilots to Syria during the 3rd Arab-Israeli war of 1966, and 30 pilots to Egypt and Syria during the 4th Arab-Israeli war of 1973. In 1976, North Korea sent more than 40 pilots to Syria.

f. Electronic Warfare

The United States excels in electronic warfare and no nation comes anywhere near the US capability. North Korea began developing its own electronic warfare methods in 1970. It is believed that North Korea has advanced electronic warfare ability. It has numerous counter measures for US electronic warfare. During the recent war in Iraq, the US dropped e-bombs that disabled the Iraqi electronic devices. North Korea relies heavily on non-electronic command and control means, and hence US e-bombs will have limited impacts in North Korea.

North Korea trains about 100 hackers a year and has computer virus battalions in place. These hackers are capable of interrupting US communication networks. In a war game conducted in 1991 by US war planners, North Korea came out the victor with and without nuclear weapons. Kim Jong Il has no doubt that his army can beat the US army.

6. US Military Defeats in the Past

Military power dictates the outcome of war. In assessing the next war in Korea, the military power of the opponents must be examined objectively. Until now, North Korea's military power has not been properly studied. In general, Western experts tend to underestimate North Korea's military strength. Politicians in America and South Korea play down North Korean threats for political reasons.

It has been said that North Korean army is large in numbers but their equipment are obsolete, and hence it is a weak army. The US war planners assess North Korean army using computer simulations of war in Korea. US war plan for the recent Iraq war was refined using more than 40 computer-simulated wars in Iraq. The computer simulation models use weapon system features among other factors to determine the outcome.

It is true that the advanced weapons were instrumental in the US victory in the Gulf War, Yugoslavia, Afghanistan, and Iraq. On the other hand, the US army was defeated by ill-equipped foes in Korea and Vietnam. The latter two wars show that superior weapons do not always lead to a victory. North Korean and Chinese forces in Korea and the Vietnamese forces fought with superior tactics and stronger fighting fighting spirits.

In the next war in Korea, the US army will face an enemy much more determined and better equipped than the army in the Korean War of 1950-53.
Título:
Enviado por: FinkenHeinle em Julho 08, 2004, 03:25:30 am
Alguma alma caridosa poderia traduzir esse texto???
Título:
Enviado por: Dinivan em Julho 08, 2004, 07:37:14 am
Simplemente, terrorífico
Título:
Enviado por: JNSA em Julho 08, 2004, 01:47:58 pm
É um artigo interessante, e ajuda a perceber que não será nada fácil aos EUA ganhar uma guerra contra a Coreia do Norte... Mas há alguns pontos que é importante referir, mesmo que sejam apenas exageros de linguagem, visto que podem empolar um pouco a conclusão final...

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In contrast, North Korea has not only the military power but also the political will to wage total war against the United States. North Korea has made it clear that it will strike all US targets with all means, if the US mounted military attacks on North Korea.

(...)

Third, North Korea's total war plan has two components: massive conventional warfare and weapons of mass destruction. If the US mounts a preemptive strike on North Korea's Yongbyon nuclear plants, North Korea will retaliate with weapons of mass destruction: North Korea will mount strategic nuclear attacks on the US targets. The US war planners know this and have drawn up their own nuclear war plan. In a nuclear exchange, there is no front or rear areas, no defensive positions or attack formations as in conventional warfare. Nuclear weapons are offensive weapons and there is no defense against nuclear attacks except retaliatory nuclear attacks. For this reason, North Korea's war plan is offensive in nature: North Korea's war plan goes beyond repulsing US attackers and calls for destruction of the United States.

Isto não é mais do que um exagero de retórica. O Iraque era caracterizado nos mesmos termos, ainda na altura da 1ª Guerra do Golfo, quando tinha efectivamente armas de destruição maciça, e nunca as usou. E provavelmente passar-se-á o mesmo num conflito com a Coreia do Norte - se eles atacarem as forças americanas por todos os meios, o que inclui guerra nuclear, química e bacteriológica, sabem que, minutos depois têm dezenas de ICBM's a voarem em direcção ao seu território. Se a Coreia do Norte usar qualquer destas armas, pura e simplesmente desaparece do mapa. Mesmo que eles aceitem esta realidade e decidam usá-las, o que implicará a morte de milhares ou milhões de sul-coreanos e americanos, a verdade é que no final, perderam... Os EUA já afirmaram várias vezes que usarão armas nucleares como forma de retaliação, e não duvido que, independentemente da cor política da Administração, essa ameaça será cumprida.

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a) North Korea makes its own weapons

North Korea has annual production capacity for 200,000 AK automatic guns, 3,000 heavy guns, 200 battle tanks, 400 armored cars and amphibious crafts. North Korea makes its own submarines, landing drafts, high-speed missile-boats, and other types of warships. Home-made weaponry makes it possible for North Korea to maintain a large military force on a shoestring budget. North Korea defense industry is made of three groups: weapon production, production of military supplies, and military-civilian dual-use product manufacturing.

North Korea has 17 plants for guns and artillery, 35 plants for ammunition, 5 plants for tanks and armored cars, 8 plants for airplanes, 5 plants for warships, 3 plants for guided missiles, 5 plants for communication equipment, and 8 plants for biochemical warheads - 134 plants in total. In addition, many plants that make consumer products are designed so that they can be made to produce military items with minimum modification. About 180 of defense related plants are built underground in the rugged mountainous areas of Jagang-do. Several small to medium hydro-power plants serve these plants so that it would be nearly impossible for the US to cut off power to the plants.

Esta capacidade é importante em tempo de paz, para poder criar um exército de grandes proporções. Mas em tempo de guerra, tendo em conta as capacidades de ataque estratégico dos EUA, ela torna-se irrelevante. Não tenho dúvidas que entre 150 a 190 B-1, B-2 e B-52 conseguem destruir 80% ou 90% dessa capacidade poucos dias...

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c) North Korean soldiers are well indoctrinated

The US commanders admit that North Korean soldiers are highly motivated and loyal to Kim Jong Il, and that they will fight well in case of war. Karl von Clausewitz said that people's support for war, military commanders' ability and power, and the political leadership are the three essentials for winning war. He failed to include the political indoctrination of the soldiers, which is perhaps more important than the other factors cited.

During the Iraq War just ended, the main cause of Iraq's defeat was the low moral of its soldiers. Iraqi soldiers had no will to stand and fight, and they ran away or surrendered without fight. Iraqi soldiers believed in Allah protecting them and became easy preys to the US military. North Korean soldiers are taught to fight to the bitter end. In September 1996, a North Korean submarine got stranded at Kangrung, South Korea, and its crew abandoned the ship. Eleven of the crew committed suicide and the rest fought to the last man except one who was captured. In June 1998, another submarine got caught in fishing nets at Sokcho and its crew killed themselves. Such is the fighting spirit of North Korean soldiers.

Ver para crer... A lealdade dos soldados (e não apenas de membros das unidades de elite) só pode ser avaliada quando as "bombas começarem a chover"... A Guarda Republicana Iraquiana também desapareceu ao fim de poucos dias de operações...

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d) North Koreans are combat ready

One cannot fight war without military preparedness. North Korea's regular army is for offensive actions whereas its militias are homeland defense. North Korea's regular army consists of 4 corps in the front area, 8 corps in the rear area, one tank corps, 5 armored corps, 2 artillery corps, and 1 corps for the defense of Pyongyang, South Korea has 19 infantry divisions whereas North Korea has 80 divisions and brigades.

A North Korean infantry division has 3 infantry regiments, 1 artillery regiment (3 battalions of 122 mm rocket launchers and 1 battalion of 152 mortars), one tank battalion of 31 tanks, one anti-tank battalion, one anti-aircraft battalion, one engineer battalion, one communication battalion, one light-infantry battalion, one recon battalion, and one chemical warfare battalion.

North Korea's militias consist of 1.6 million self-defense units, 100,000 people's guards, 3.9 million workers militia, 900,000 youth guard units. These militias are tasked to defend the homeland. The militias are fully armed and undergo military trainings regularly.

Números impressionantes, sem dúvida... Mas números não chegam. Os próprios chineses já começaram a abandonar à muito tempo esta estratégia. Os principais corpos do exército é que são verdadeiramente as forças de combate da Coreia do Norte - e não sei qual é a capacidade destes de garantirem a sua própria logística em caso de guerra. Um corpo blindado de pouco serve se ficar sem combustível...

Ao fim de 2 a 3 semanas de guerra total, creio que a maioria das forças coreanas estariam reduzidas a unidades apeadas armadas com AK-47's. Eu não digo que não sejam capazes de fazer muitos estragos, mas a verdade é que a maior parte da sua força ofensiva desaparece em poucas semanas...

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i) Artillery

North Korea has 2 artillery corps and 30 artillery brigades equipped with 120mm self-propelled guns, 152mm self-propelled mortars, 170mm guns with a range of 50 km, 240 mm multiple rocket launchers with a range of 45 km, and other heavy guns. North Korea has about 18,000 heavy guns. North Korea's 170mm Goksan gun and 240mm multiple-tube rocket launchers are the most powerful guns of the world. These guns can lob shells as far south as Suwon miles beyond Seoul. The big guns are hidden in caves. Many of them are mounted on rails and can fire in all directions. They can rain 500,000 conventional and biochemical shells per hour on US troops near the DMZ. The US army bases at Yijong-bu, Paju, Yon-chun, Munsan, Ding-gu-chun, and Pochun will be obliterated in a matter of hours.

The US army in Korea is equipped with Paladin anti-artillery guns that can trace enemy shells back to the guns and fire shells at the enemy guns with pin-point accuracy. However, it takes for the Paladins about 10 min to locate the enemy guns, during which time the Paladins would be targeted by the enemy guns Gen. Thomas A Schwartz, a former US army commander in Korea, stated that the US army in Korea would be destroyed in less than three hours.

Para mim, esta força de artilharia deverá ser um dos principais medos dos americanos, e com razão (é por isso que falam cada vez mais em retirar as suas forças para o Sul do país). Mas a realidade é que ela é sobretudo eficaz nos primeiros momentos da guerra, para esmagar as defesas em torno da DMZ. Em seguida, as características do terreno impediriam ou dificultariam muito o transporte das peças mais pesadas. E há ainda a questão da direcção de tiro, que seria muito mais complexa do que bombardear a linha de fronteira no ataque inicial - será preciso acompanhar as forças ofensivas, dando-lhes o apoio que precisam, e realizando fogo de contra-bateria. Isto exige uma boa rede de comunicações, radares e uma coordenação muito boa.

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ii). Blitz Klieg

North Korea has tanks, armored cars, and self-propelled artillery for blitz klieg. North Korea has one tank corps and 15 tank brigades. The tank corps has 5 tank regiments, each of which has 4 heavy tank battalions, 1 light-tank battalion, one mechanized infantry battalion, 2 self-propelled artillery battalions.

US tanks are designed to operate in open fields. In 1941, Rommel of Germany defeated British troops in North Africa with tanks. The largest tank battle was fought at Kursk in 1943, in which the Soviets defeated Germans. In 1973, Egypt defeated Israeli tanks with anti-tank missiles. All of these tank battles were fought in open fields. The Gulf War and the recent war in Iraq saw US tanks in open fields. American and Western tank commanders do not know how to fight tank battles in rugged terrains like those of Korea. Tank battles in Korea will be fought on hilly terrains without any close air cover, because North Korean fighters will engage US planes in close dog fights.

North Korea has developed tanks ideally suited for the many rivers and mountains of Korea. These tanks are called "Chun-ma-ho", which can navigate steep slopes and cross rivers as much as 5.5 m deep. North Korea's main battle tanks - T-62s - have 155 mm guns and can travel as fast as 60 km per hour. The US main tanks - M1A - have 120 mm guns and cannot travel faster than 55 km per hour. North Korean tanks have skins 700 mm thick and TOW-II is the only anti-tank missile in the US arsenal that can penetrate this armored skin.

O terreno não é só mau para os americanos... As forças Norte-Coreanas também não poderia usar os seus tanques en-masse... E num campo de batalha estreito, como um vale, sem espaço de manobra, o que conta é a resistência frontal da blindagem, a velocidade de tiro e a eficácia do canhão - aqui os coreanos estão a anos-luz dos americanos.

Há aqui números que são mandados para enganar propositadamente quem não percebe nada de assuntos militares. Primeiro dizem que o terreno é irregular, sem espaços abertos, e que não se presta às tácticas tradicionais. E depois dizem que os blindados coreanos são mais rápidos... De que serve a velocidade neste caso?

Por outro lado, os tanques coreanos, ou são anfíbios (Type 63 e Type 82), ou são os vetustos T-62. Usam peças, respectivamente de 85mm e 115mm (onde é que eles foram buscar um calibre de 155m é que eu não sei... :?

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North Korea has the largest special forces, 120,000 troops, in the world. These troops are grouped into light infantry brigades, attack brigades, air-borne brigades, and sea-born brigades - 25 brigades in total. These troops will be tasked to attack US military installations in Korea, Japan, Okinawa and Guam.

Ninguém consegue treinar 120.000 homens ao nível que nós consideramos típico de uma força de operações especiais. O grosso destas forças seria usado como infantaria ligeira de assalto.

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b. Air Defense

North Korea has a large number of ground-to-air missiles. It has SA-2 and SA-3 missiles against low-flying enemy planes, and SA-5 missiles for high-altitude planes. SA-5 missiles have an effective range of 250 km. SA-5 missiles can hit enemy planes flying over the middle of South Korea.

North Korea has reengineered US shoulder-fired anti-aircraft missiles captured in Vietnam, and designed its own missile, wha-sung. North Korea began to manufacture wha-sung missiles in 1980. Wha-sung comes in two models: SA-7 that has an effective range of 5 km and SA-16 with 10 km range. North Korea has more than 15,000 wha-sung missiles in place.

A maioria destes mísseis estão obsoletos e já existem à tanto tempo, que os americanos já desenvolveram contra-medidas e estratégias para reduzir a sua eficácia...

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In addition to the missiles, North Korea has 12,000 anti-aircraft guns, including 37mm twin-barrel guns, 23 mm automatics, 57mm, 87mm, and 100mm heavy guns. These are mostly manually operated and thus not subject to electronic warfare.

Esta passagem é uma anedota... Essas peças são operadas manualmente, e isso realmente torna-as imunes a guerra electrónica, mas a verdade é que também as torna totalmente ineficazes de noite, com mau tempo, ou contra aviões a jacto...

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North Korea has anti-ship missiles of 95km range, and of 160km range. The latter are for hitting US carrier battle groups over the horizon. North Korean anti-ship missiles can hit ships anchored at Inchon on the west and Sokcho on the east.

Um míssil de 160km de alcance baseado na costa não tem alcance para atacar um CVN, que estaria sempre a operar mais longe...

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d. Sea Battles

North Korea has two fleets - the West Fleet and the East Fleet. The West Fleet has 6 squadrons of 320 ships and the East Fleet has 10 squadron of 460 ships. The navy has a total manpower of 46,000. North Korean ships are sheltered from US attacks in about 20 bunkers of 200-900 m longs and 14-22 m wide. North Korean ships are small and agile, designed for coastal defense. North Korean ships carry 46km range ship-to-ship missiles and 22-channel multiple rocket launchers.

(...)

North Korea acquired OSA and KOMAR high-speed missile boats in 1968, and began to build its own missile boats in 1981. It has more than 50 missile boats, each equipped with 4 missiles of 46km range and multiple rocket launchers. In addition, North Korea has about 300 speed boats, 200 torpedo boats and 170 other gunboats. In case of war, North Korea's small crafts and submarines will swarm around US career task forces and destroy them.

A maioria destes barcos está obsoleta ou não tem capacidade de combate relevante. Primeiro, teriam que encontrar os porta-aviões. E depois, seria um milagre se se conseguissem aproximar o suficiente para lançar os mísseis. A maioria destes barcos também não tem defesas anti-aéreas dignas desse nome...

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North Korea's fighter planes are ill-equipped for air-to-air combats at long distances. but they can hold their own in close-quarter air combats. MiG-21 fighters from Bongchun and US F-15 from Ohsan would meet in less than 5 min, assuming they took off at about the same time. In about 5 min, hundreds of MiG21s and F-15s would be swirling in the skies over Korea. Ground-to-air missiles and air-to-air missiles would have hard time telling friends from foes. F-15Es are equipped with a radar system that lock on at 180 km for large objects and 90 km for small objects. Sidewinder missiles have an effective range of 16km, AMRAAM missiles of 50km, and Sparrow of 55km.

Korea is 100 km wide and 125 km long, and so US air-to-air missiles would be of limited use and effectiveness, because North Korean MiGs would approach the US planes in close proximity and commingle with US planes, and air-to-air missiles will become useless and machines guns will have to be used. MiG19s have 30mm guns, MiG21s have 23mm guns, and F-14s have 20mm Valkans. North Korean pilots are trained to hug the enemy planes so that air-to-air missiles cannot be used. In contrast, US pilots are trained to lock on the enemy at long distance with radar and fire missiles. US planes are heavily armed with electronics and less agile than the light, lean MiGs that can climb and turn faster than the US planes.

F-14s are about 3.3 times heavier than MiG21s, and F-150Es are about 3.6 times heavier. MiG21s are 16.6 m long whereas F-14s are 19.1 m and F-15Es 19.43 m long. MiG21s cab climb to 18km, whereas F-1A can climb to 15.8 km and F-16 to 15.2 km. MiGs get upper hands in close-range dogfights in which agility matters. In Vietnam, US planes were forced to jettison auxiliary gas tanks and bombs in order to engage MiGs. F-150 E planes will carry BLU-113 bunker busters that weigh 2,250 kg each in the next war in Korea. Loaded with such a heavy bomb, F-15s will become easy targets for North Korea's MiGs. US fighter-bombers will be protected by F-15C fighter escorts.

MiG21s are North Korea's main workhorse. The MiG21 debuted in 1965 in Vietnam and proved itself as an effective attack fighter. In 1999, North Korea bought 40 MiG21s from Kazakhstan. During the Vietnam War, MiG17s shot down dozens of American planes. North Korea sent more than 200 pilots to fight in the Vietnam War. They were tasked to defend Hanoi and shot down scores of US planes. North Korea sent 25 pilots to Syria during the 3rd Arab-Israeli war of 1966, and 30 pilots to Egypt and Syria during the 4th Arab-Israeli war of 1973. In 1976, North Korea sent more than 40 pilots to Syria.

Os aviões americanos teriam mais do que possibilidade de atacar as aeronaves coreanas em acções BVR. Quando dizem que um F-15 e um MiG-21 se encontram em 5 minutos depois de levantar voo, esquecem-se de dizer que o F-15 pode detectar logo o Mig, acelarar para velocidades supersónicas e lançar um AMRAAM antes do piloto do MiG saber o que lhe aconteceu...

Para além do mais, não tenho dúvidas que um piloto americano de um F-15C, que se treina exclusivamente para combate ar-ar seja mais do que capaz de destruir um MiG-21. Com isto não quero dizer que haveria baixas zero do lado americano; apenas que não seria o inferno que aqui descrevem...

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North Korea relies heavily on non-electronic command and control means, and hence US e-bombs will have limited impacts in North Korea.


Que meios não electrónicos? Sinais de fumo? :oops:

O que eu queria dizer é que a Coreia do Norte é um inimigo a temer, que não deve ser subestimado, mas também não deve ser sobre-estimado...

A sua capacidade ofensiva estaria seriamente degradada ou seria inexistente depois de uma a duas semanas de guerra, e a maioria dos seus sistemas e doutrinas de emprego estão a anos-luz das suas equivalentes americanas... O que não quer dizer que os americanos não possam perder esta guerra...
Título:
Enviado por: komet em Julho 08, 2004, 01:58:40 pm
Vietnam, parte II.
Título:
Enviado por: JNSA em Julho 08, 2004, 01:59:57 pm
E já agora, tinha-me esquecido de dizer, mas este artigo pura e simplesmente ignora que os Sul-Coreanos estariam a lutar ao lado dos EUA...

Não se podem ignorar:
-um exército com 560.000 homens, 2200 tanques, 4850 peças de artilharia, 2200 blindados
-uma força aérea com 63000 homens e 740 aeronaves
-uma marinha com 15 destroyers e fragatas, 26 corvetas e 9 submarinos, entre outros...

E tudo isto com equipamento melhor do que a Coreia do Norte...
Título:
Enviado por: Spectral em Julho 08, 2004, 08:25:24 pm
:rir:  :rir:  :rir:  :rir:

Será que o autor do texto tem noção das barbaridades que disse ???  :?:


Já tinha visto este texto há uns tempos, e continua a ser extremamente engraçado.
A fonte acho que era site pouco recomendável (de teorias da conspiração )

http://www.rense.com/


Para além de tudo o que o JNSA disse,

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E já agora, tinha-me esquecido de dizer, mas este artigo pura e simplesmente ignora que os Sul-Coreanos estariam a lutar ao lado dos EUA...

Não se podem ignorar:
-um exército com 560.000 homens, 2200 tanques, 4850 peças de artilharia, 2200 blindados
-uma força aérea com 63000 homens e 740 aeronaves
-uma marinha com 15 destroyers e fragatas, 26 corvetas e 9 submarinos, entre outros...

E tudo isto com equipamento melhor do que a Coreia do Norte...


E não se esqueçam do Japão ( nem dos Americanos lá estacionados). Parece que há acordos secretos para que seja prestado auxílio em caso de conflicto...
Título:
Enviado por: Fábio G. em Julho 15, 2004, 07:10:38 pm
DD

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Pyongyang reconhece intenção militar em programas nucleares

A Coreia do Norte reconheceu recentemente durante uma ronda de conversações que a maioria dos seus programas nucleares tem um objectivo militar, revelou esta quinta-feira o secretário de Estado adjunto para a Ásia Oriental e Pacífico norte-americano, James Kelly.



Falando perante o Senado, Kelly adiantou que «os norte-coreanos disseram que queriam conservar um programa nuclear civil, mas também reconheceram que a maioria dos seus programas nucleares estava ligada a armamento». Desde sempre, a Coreia do Norte tem recusado anunciar publicamente que dispõe de armas nucleares, mas reconhece ter «uma capacidade de dissuasão nuclear».
A terceira ronda de conversações entre os seis Estados envolvidos – EUA, Rússia, China, Japão e as duas Coreias – no fim de Junho, em Pequim, não permitiu chegar a acordo quanto às condições para o desarmamento nuclear de Pyongyang.

15-07-2004 18:14:47
Título:
Enviado por: Fábio G. em Agosto 03, 2004, 07:32:07 pm
SIC

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2004-08-03 18:19  

Mísseis capazes de atingir os EUA
 
Revista Jane´s revela plano do regime de Pyongyang
 
A Coreia do Norte prepara-se para instalar dois mísseis balísticos de novo tipo capazes de atingir pela primeira vez os Estados Unidos, de acordo com uma informação a divulgar quarta-feira pela revista britânica Jane's.
 
Pyongyang "está a desenvolver e na iminência de poder exibir" estas armas, que "podem finalmente fornecer ao regime o que ele persegue há muito tempo: a capacidade de atingir o território continental dos Estados Unidos", escreve a revista especializada.

Os novos equipamentos "alteram fundamentalmente a ameaça que a Coreia do Norte representa em termos de mísseis", acrescenta a Jane's.

Um dos engenhos, concebido para ser disparado de uma base móvel no solo, dispõe de um raio de acção estimado entre 2.500 e 4.000 quilómetros. O segundo, instalado num submarino ou num navio à superfície, tem um alcance de 2.500 quilómetros.

De acordo com a Jane's, os dois sistemas terão sido desenvolvidos a partir de material soviético em desuso, nomeadamente o míssil balístico R27, disparado de submarinos.

Na avaliação da revista, "a nível operacional, o sistema em questão poderá complicar a recolha de informações, o alerta e a defesa anti-mísseis balísticos da Coreia do Sul, do Japão e dos Estados Unidos".

Por enquanto, escreve a Jane's, desconhece-se se a Coreia do Norte tentou vender o seu novo sistema aos seus clientes habituais, entre os quais o Irão, que "seria o comprador ideal tanto da versão terrestre como marítima".

Com Lusa
 
(http://sic.sapo.pt/images/articles/4855/686c791083aa6e0546287c282edd086d.jpg)
Título:
Enviado por: Fábio G. em Agosto 03, 2004, 07:37:18 pm
A mesma noticia.

DD

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Pyongyang desenvolve mísseis capazes de alcançar os EUA

O governo norte-coreano está a preparar o lançamento de dois novos mísseis balísticos, capazes de alcançar os Estados Unidos, segundo informa esta terça-feira o site da revista britânica Jane’s.

Pyongyang «desenvolveu e está prestes a testar» armas que «finalmente poderão alcançar o que tem andado à procura durante tanto tempo: a capacidade de alcançar o território continental dos Estados Unidos», escreve a revista.
De acordo com a revista, um dos mísseis, destinado a ser lançado de uma base terrestre móvel, tem um alcance entre 2.500 e 4 mil quilómetros, enquanto o outro, que deverá ser lançado de um submarino ou de um barco, dispõe de um alcance de 2.500 quilómetros.

Ambos os mísseis foram desenvolvidos a partir do míssil balístico R27, uma tecnologia soviética que já não costuma ser utilizada.

A revista não revela se Pyongyang já vendeu o míssil a algum país, mas considera que o «Irão seria o cliente ideal, tanto para a versão terrestre como para a versão marítima».

03-08-2004 17:52:32
Título:
Enviado por: Moi em Agosto 05, 2004, 10:58:11 am
Parece-me que o poderio norte-coreano está claramente sobre-estimado. Mas também não acho que seriam esmagados em questões de semanas, a não ser que os norte-americanos desta vez esperassem pelo Verão...

Um país daquelas dimensões, com aquele terreno e com população numerosa...
 :wink:

mas tudo bem acredito que passado o fanatismo inicial, e à medida que o brain-wash geral fosse dando lugar à razão, e ao saneamento das necessidades base, as coisas seriam de maneira diferente...

Mas também aqui não se falou da vontade dos sul-coreanos em não atacarem o norte. É que a questão militar coloca-se por questões políticas, mas a população não tem vontade nenhuma em atacar familiares que não vêem  há décadas.

É o que penso.
Título:
Enviado por: Private_lusitano em Outubro 28, 2005, 11:29:23 pm
Li na internet (já náo sei onde) que existe um muro a separar as duas coreias, muro esse que só é visivel do norte. Este muro foi construido pelo sul para evitar ou pelo menos dificultar uma invasão terrestre.

Alguém sabe se é verdade???

Cumprimentos

P.S - Alguém ouviu as declarações do Tony Blair sobre o Irão e a sua posição face a Israel. Cheira-me que andam a arranjar pretexto para ir até ao Irão.....
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 28, 2005, 11:48:02 pm
Será que eles... Irão? :shock:
Título:
Enviado por: Private_lusitano em Outubro 31, 2005, 11:00:08 pm
LOL, espero que não!!!!

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Marauder em Março 23, 2006, 09:39:12 pm
A confirmação do que toda a gente já sabia...

  http://www.airforcetimes.com/story.php? ... 633342.php (http://www.airforcetimes.com/story.php?f=1-292925-1633342.php)
Título:
Enviado por: Pantera em Março 24, 2006, 10:12:02 am
Citação de: "Marauder"
A confirmação do que toda a gente já sabia...

  http://www.airforcetimes.com/story.php? ... 633342.php (http://www.airforcetimes.com/story.php?f=1-292925-1633342.php)

Não será bluff?
Só acredito mesmo quando houver testes nucleares,até lá fico na dúvida.
Eles já dizem que têm armas atómicas desde há não sei quanto tempo.
Título:
Enviado por: Marauder em Março 24, 2006, 11:24:57 am
Citação de: "Pantera"
Citação de: "Marauder"
A confirmação do que toda a gente já sabia...

  http://www.airforcetimes.com/story.php? ... 633342.php (http://www.airforcetimes.com/story.php?f=1-292925-1633342.php)
Não será bluff?
Só acredito mesmo quando houver testes nucleares,até lá fico na dúvida.
Eles já dizem que têm armas atómicas desde há não sei quanto tempo.


Até pode ser..mas olhe que é um bluff terrivel de verificar. Para além que até a inteligence americana suporta esta ideia..
Título:
Enviado por: ricardonunes em Maio 19, 2006, 09:58:24 am
Mais novidades sobre os misseís balisticos da Coreia do Norte.

http://ultimosegundo.ig.com.br/materias ... 9243_1.xml (http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2379001-2379500/2379243/2379243_1.xml)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Junho 20, 2006, 10:35:49 pm
20 de junho de 2006 - 14:44
Coréia do Norte reivindica direito de testar mísseis

Governo coreano destacou que não há nenhum tratado internacional que o impeça de promover testes e reforçou que estrangeiros não têm direito de criticar suas ações
(http://img49.imageshack.us/img49/5739/1702006062014520915coreia27gh.th.jpg) (http://http)
Soldados observam réplicas de mísseis norte-coreanos Scud-B, em Seul

Citar
SEUL, Coréia do Sul - O governo da Coréia do Norte reivindicou nesta terça-feira o direito de conduzir testes de mísseis e destacou que não há nenhum tratado internacional que o impeça de promover tais testes. Pyongyang reforçou ainda que estrangeiros não têm o direito de criticar suas ações.

"Essa questão tem a ver com nossa autonomia. Ninguém pode nos tirar esse direito", disse o diplomata norte-coreano Ri Pyong-dok a jornalistas japoneses em Pyongyang, informou a agência de notícias Kyodo.

De acordo com Ri, testes eventualmente realizados pela Coréia do Norte não estão cobertos por uma declaração conjunta feita durante negociações nucleares conduzidas no ano passado nem por um acordo de 2002 entre Tóquio em Pyongyang referente a uma moratória nos testes.

O diplomata assegurou aos jornalistas que suas declarações representam a posição oficial da Coréia do Norte sobre o tema, mas recusou-se a confirmar ou a desmentir se o teste será realizado por considerar "inadequado para um diplomata" divulgar tais informações.

Os comentários de Ri foram feitos durante uma entrevista concedida à Kyodo e a mais três veículos de comunicação japoneses sobre outro assunto, informou a agência.


Defesa americana
Mais tarde, a Kyodo noticiou que os Estados Unidos ativaram seu sistema de defesa de mísseis para tentar interceptar o míssil norte-coreano caso ele venha a ser testado.

A agência citou o Washington Times, um jornal com notórias relações com o Departamento de Defesa dos EUA (Pentágono), para informar que as forças americanas pretendem interceptar o míssil caso ele venha a ser testado.

O embaixador americano nas Nações Unidas, John Bolton disse nesta terça-feira que a prioridade do Conselho de Segurança é convencer a Coréia do Norte a não realizar testes de mísseis.

"Estamos discutindo vários aspectos que recaem sob domínio do Conselho de Segurança, já que o lançamento constituiria uma ameaça à paz e a segurança internacional ", disse Bolton a repórteres durante uma coletiva de imprensa.

"Nossa esperança é que a Coréia do Norte não realize o teste. Não tomaremos nenhuma ação até constatarmos o que a Coréia fará.

Apesar dos rumores sobre um iminente lançamento, não havia notícias sobre o teste até a noite de segunda-feira e considera-se improvável que a Coréia do Norte tente testar um míssil durante a noite.

De acordo com imagens de satélite divulgadas pela televisão japonesa, analistas militares acreditam que o míssil ainda está sendo abastecido.

Em Washington, uma fonte no governo americano dizia que a análise das informações sugeria que o abastecimento já teria acabado e o lançamento seria iminente. Por sua vez, os serviços do Japão e da Coréia do Sul discordam dessa avaliação e acreditam que o abastecimento ainda não terminou.


Moratória
Em setembro do ano passado, representantes de China, Estados Unidos, Japão, Rússia e das Coréias do Norte e do Sul reunidos em Pequim concordaram em trabalhar "pela paz e a estabilidade na região", mas o acerto não continha menções específicas a eventuais testes de mísseis.

Em 2002, Coréia do Norte e Japão negociaram uma moratória nos testes. A moratória foi mantida em 2004 em declarações do presidente da Coréia do Norte, Kim Jong Il. Antes, a Coréia do Norte já havia declarado uma moratória autoimposta de testes de mísseis de longa distância em 1999.
Título:
Enviado por: TOMKAT em Junho 21, 2006, 04:04:49 am
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Coreia do Norte: EUA activam sistema de defesa anti-mísseis

Os Estados Unidos activaram o seu novo sistema de intercepção de mísseis com base em terra, face a notícias de um «lançamento de teste iminente» de um míssil de longo alcance norte-coreano, noticia hoje o Washington Times.
O jornal, que cita funcionários da comunidade dos serviços secretos que solicitaram o anonimato, refere que as más condições atmosféricas no local onde está instalado o míssil, localizado por satélites espiões norte-americanos, tornam «improvável um lançamento imediato».

Contudo, adiantaram que os preparativos avançaram até um ponto que permitirá um lançamento dentro vários dias até um mês.

Dois navios da Armada norte-americana estão em patrulha próximo da Coreia do Norte como parte do sistema global de defesa anti-mísseis, e deverão formar a linha da frente para avisar de um lançamento e desencadear a activação de mísseis interceptores, adianta o periódico.

O sistema de defesa de mísseis dos Estados Unidos inclui 11 mísseis interceptores de longo alcance, nomeadamente, nove estacionados em Fort Greeley, no Alasca, e dois na base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia.

Segundo os funcionários citados pelo Washington Times, o sistema foi passado do modo de ensaios para o modo operacional nas últimas duas semanas.

Um funcionário da administração do Presidente George W. Bush, citado pelo jornal, declarou que uma opção em estudo envolvia o abate do míssil Taepodong-2 norte-coreano por mísseis interceptores norte- americanos.

A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, declarou que o lançamento de um míssil por Pyongyang seria considerado um «acto provocatório», mas o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, recusou comentar quando interrogado se o abate de um míssil norte- coreano estava a ser considerado como uma opção.

Uma decisão de abater um míssil teria que ser tomada ao mais alto nível de comando dos Estados Unidos, incluindo o Presidente, o secretário da Defesa, Dick Cheney, e o Chefe de Estado-Maior General, general Peter Pace.

Diário Digital / Lusa


fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=232944

Japoneses... e americanos a ficarem nervosos com o anunciado teste do missil norte-coreano....
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Julho 04, 2006, 11:08:58 pm
TSF Online

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Pyongyang dispara mísseis sobre o Mar do Japão
A Coreia do Norte disparou três mísseis sobre o Mar do Japão. Um responsável do Pentágono disse, entretanto, que estão em causa mísseis Scud e não os de longo alcance, que tem sido o foco da preocupação internacional.
 
( 22:43 / 04 de Julho 06 )

 
 
 
O governo japonês confirmou que a Coreia do Norte lançou três mísseis quarta-feira de madrugada (hora local), que caíram no Mar do Japão, algo que acontece no dia da Independência norte-americana.

Antes, a agência noticiosa japonesa havia referido que a Coreia do Norte tinha lançado pelo menos dois mísseis que aterraram no Mar do Japão. Já a CNN referia apenas um.

Entretanto, um responsável do Pentágono disse que em causa estavam mísseis Scud e não os de longo alcance, que tem sido o foco da preocupação internacional.

A agência noticiosa japonesa Kyodo disse que se pensa serem mísseis Rodong de médio alcance que aterraram a cerca de 500 quilómetros ao largo da costa ocidental da principal ilha do norte do Japão, Hokkaida.

A agência citou uma fonte governamental como tendo dito que haviam sido lançados quatro mísseis.

O primeiro míssil foi disparado às 03:32 locais de quarta-feira (19:32 em Lisboa) e caiu no Mar do Japão alguns minutos depois, noticiou a cadeia pública de televisão NHK, acrescentando que dois mísseis foram confirmadamente lançados.

Segundo precisou fonte governamental japonesa, os dois mísseis caíram no Mar do Japão a 500 ou 600 quilómetros ao largo da costa ocidental
 


http://tsf.sapo.pt/online/internacional ... =TSF172104 (http://tsf.sapo.pt/online/internacional/interior.asp?id_artigo=TSF172104)

Bem, os norte-coreanos cumpriram a ameaça, ainda que tenham sido SCUDS
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Julho 05, 2006, 12:34:29 pm
Diário Digital

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Pyongyang diz ter poderio militar invencível

A Coreia do Norte afirmou hoje ter um poderio militar invencível, embora sem fazer qualquer referência ao lançamento esta madrugada de 10 mísseis, um dos quais de longo alcance e com capacidade para atingir os EUA.
«Continuaremos a nossa revolução à nossa própria maneira, de acordo com a nossa convicção, nesta situação complicada e conflituosa, já que temos um poderio militar invencível e revolucionário, mesmo para os imperialistas Estados Unidos», lê-se no jornal do Partido Comunista.

O artigo, citado pela agência de notícias sul-coreana Yonhap, exalta a política norte-coreana de dar prioridade ao desenvolvimento militar.

Normalmente, a imprensa oficial norte-coreana leva dias para comentar directamente os principais acontecimentos.

A Coreia do Norte realizou hoje um teste em que lançou pelo menos seis mísseis, incluindo um de longo alcance que pode atingir o Alasca.

O lançamento suscitou uma onda de fortes críticas internacionais, tendo já o Japão imposto sanções à Coreia do Norte. Entretanto, está prevista uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para analisar o ocorrido.


Pois........invencível e revolucionário...............


Do mesmo

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Testes com mísseis podem implicar «corrida a armamento»

O general Loureiro dos Santos, especialista em estratégia militar, considerou hoje que os testes com mísseis efectuados pela Coreia do Norte poderão implicar uma corrida ao armamento por parte das potências que se sentem ameaçadas.
«Esta situação só mostra que a Coreia do Norte está determinada na continuação do seu programa nuclear e a curto prazo isto pode implicar uma corrida ao armamento por parte das potências mundiais que se sentem ameaçadas por Pyongyang», disse à agência Lusa Loureiro dos Santos, antigo chefe de Estado-Maior do Exército (CEME).

A Coreia do Norte testou hoje o lançamento de pelo menos sete mísseis (dez segundo a Coreia do Sul e a Rússia), incluindo um de longo alcance, do tipo «Taepodong-2», susceptível de atingir as costas norte-americanas, suscitando uma vaga de condenações da comunidade internacional.

Apesar de sublinhar que a Coreia do Norte não atacou qualquer país, o general Loureiro dos Santos considera que os testes de hoje significam que Pyongyang está a aperfeiçoar o seu sistema de lançamento.

«Com o tempo acho que estarão em condições de colocar as armas nucleares onde pretendem pôr, nomeadamente nos Estados Unidos», salientou.

No entender de Loureiro dos Santos, a situação que hoje ocorreu é um perigo para toda a Ásia-Pacífico e para a própria Austrália, cujo primeiro-ministro, John Howard, classificou o ensaio norte-coreano como «extremamente provacador ».

«Esta situação pode implicar uma corrida ao armamento por parte das potências que se sentem ameaçadas pela Coreia do Norte. Estas terão de preparar-se para responder», disse Loureiro dos Santos à Lusa.

O general Loureiro dos Santos considera também que a China tem um papel dúbio em toda a situação.

«A China é um país que tem uma grande influência no regime norte-coreano. Tem o mesmo sistema político e grande parte da energia da Coreia do Norte é fornecida pela China», disse.

«Não sabemos até que ponto as atitudes da Coreia do Norte não estão a obter a complacência da China», frisou.

Segundo o ex-CEME, a Coreia do Norte pretende uma garantia dos Estados Unidos de que o seu regime não será afectado.

«A Coreia do Norte convenceu-se de que a única forma de não ser atacada pelos Estados Unidos é possuir armamento e, enquanto não tiver um acordo com o governo norte-americano vai continuar com o seu programa nuclear», adiantou.

Ainda assim, o general Loureiro dos Santos defendeu que, para já, esta situação não põe em causa a paz.

«A curto prazo, a paz não está posta em causa. A Coreia do Norte não tem capacidades para tal, mas tem condições», disse, defendendo que deve ser «encontrada brevemente uma solução diplomática para o problema».

Os testes com mísseis hoje efectuados já foram condenados por governos de diversos países, incluindo Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Austrália, Reino Unido e França, enquanto a China, principal aliado de Pyongyang, se remete por enquanto ao silêncio.

A administração do presidente George W. Bush disse que os testes mísseis são uma «provocação», mas considera que não representam uma ameaça imediata para os Estados Unidos.

Entretanto, o Japão interpôs hoje uma série de sanções à Coreia do Norte como resposta ao lançamento dos mísseis, atitude que Tóquio considera ser uma provocação à estabilidade e segurança do Leste asiático.

Entre as sanções, anunciadas pelo porta-voz do Governo, Shinzo Abe, inclui-se a proibição de entrada no país de funcionários, de tripulações de barcos e de aviões norte-coreanos.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se hoje em Nova Iorque, a pedido do Japão, para estudar a situação criada pelo lançamento dos mísseis
Título:
Enviado por: ricardonunes em Julho 06, 2006, 05:54:50 pm
Pyongyang insiste em lançamento de mísseis
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A Coreia do Norte continua a insistir na sua série de ensaios de mísseis, ameaçando inclusivamente os países que ousem colocar estes testes em causa. Entretanto, os serviços secretos da Coreia do Sul dizem que Pyongyang prepara-se para lançar um novo míssil de longo alcance.
 
A Coreia do Norte reiterou que vai continuar a sua série de ensaios de mísseis «no quadro dos esforços que visam reforçar o nosso poder de dissuasão em legítima defesa».

«A Coreia do Norte não tem outra opção senão tomar acções físicas mais fortes, caso algum país ouse discutir a legitimidade destes exercícios e colocar pressão», acrescentou um porta-voz do Ministério norte-coreano dos Negócios Estrangeiros, citado pela agência oficial da Coreia do Norte.

Horas antes, um diplomata da Missão da Coreia do Norte junto das Nações Unidas ameaçara com «contra-medidas totais» se fosse decididas sanções económicas contra Pyongyang, anunciou um canal de televisão japonês.

«A Coreia do Norte tem o direito de efectuar testes com mísseis na sua qualidade de nação soberana e isso não se modificará no futuro», explicou o vice-chefe da Missão norte-coreana, Han Song Ryol, que acrescentou que se mantém em vigor uma declaração de Pyongyang que diz que a aplicação de sanções económicas´seria considerado um acto de guerra.

Entretanto, os serviços secretos sul-coreanos indicaram, esta quinta-feira, que a Coreia do Norte prepara-se para testar um segundo míssil Taepodong-2, de longo alcance, após o falhanço da primeira tentativa,

Citados por um deputado, os Serviços de Informações Nacionais, da Coreia do Sul, vão vigiar de perto a situação, dado que Pyongyang «deverá seguramente lançar» um segundo destes mísseis, quando os seus defeitos técnicos forem reparados, após o primeiro ter caído no Mar do Japão, apenas 40 segundos depois de ter sido lançado.

A Coreia do Norte procedeu, na quarta-feira, ao lançamento de seis mísseis de curto e médio alcance e depois de um sétimo, um Taepodong-2, com alcance estimado de 6700 quilómetros (capaz de atingir o Alaska), lançamento que terá sido um falhanço.

Desde Novembro, a Coreia do Norte, que se declarou potência mundial em 2005, recusa-se a voltar à mesa das negociações, que incluem a Coreia do Sul, os EUA, o Japão, a China e a Rússia, por causa do seu programa nuclear.

 


Fonte: TSF

Miseráveis arrogantes, nem dinheiro têm para o arroz, quanto mais sustentar um conflito....
http://www.voanews.com/portuguese/archi ... 09-5-1.cfm (http://www.voanews.com/portuguese/archive/2005-02/a-2005-02-09-5-1.cfm)
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Enviado por: Marauder em Julho 07, 2006, 12:03:55 pm
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Forget the Missiles, This is Even More Bizarre
July 5, 2006: While everyone's attention was focused on North Korean missiles, the real story is the North Korean economy. It continues to fall apart, and more North Koreans are unhappy about that. Worse yet, more North Koreans are finding out how badly they have been screwed by their leaders. Meanwhile, North Korean officials engage in even more bizarre behavior. For example, food and fuel supplies sent to North Korea have been halted, not to force North Korea to stop missile tests or participate in peace talks, but to return the Chinese trains the aid was carried in on. In the last few weeks, the North Koreans have just kept the trains, sending the Chinese crews back across the border. North Korea just ignores Chinese demands that the trains be returned, and insists that the trains are part of the aid program. It's no secret that North Korean railroad stock is falling apart, after decades of poor maintenance and not much new equipment. Stealing Chinese trains is a typical loony-tune North Korean solution to the problem. If the North Koreans appear to make no sense, that's because they don't. Put simply, when their unworkable economic policies don't work, the North Koreans just conjure up new, and equally unworkable, plans. The Chinese have tried to talk the North Koreans out of these pointless fantasies, and for their trouble they have their trains stolen. How do you negotiate under these conditions? No one knows. The South Koreans believe that if they just keep the North Korean leaders from doing anything too destructive (especially to South Korea), eventually the tragicomic house of cards up north will just collapse. Not much of a plan, but so far, no one's come up with anything better.



de:
http://www.strategypage.com/qnd/korea/a ... 60705.aspx (http://www.strategypage.com/qnd/korea/articles/20060705.aspx)

Hehe...se lhes dão a mão, eles ficam com o braço....então não devolvem os comboios...heim...  :lol:
Título:
Enviado por: ricardonunes em Julho 11, 2006, 04:42:47 pm
É hoje anunciado quando a resolução será votada  
ONU decide sanções contra Coreia do Norte  

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O Conselho de Segurança anuncia hoje quando o projecto de resolução com sanções contra a Coreia do Norte será votado. Caso seja adoptado, o projecto imporá sanções contra o regime comunista norte-coreano por ter disparado, na semana passada, sete mísseis que caíram no Mar do Japão. As sanções previstas impedem a transferência para a Coreia do Norte de equipamento que possa ser utilizado em programas de mísseis e armas de destruição maciça, bem como recursos financeiros para estes programas.  

 
O Conselho de Segurança da ONU deverá pronunciar-se esta semana sobre um projecto de resolução com sanções contra a Coreia do Norte, que recebeu reticências por parte da China e da Rússia. Hoje, o Conselho de Segurança anuncia quando o projecto de resolução será votado.
Caso seja adoptado, o projecto imporá sanções contra o regime comunista da Coreia do Norte por ter disparado, na semana passada, sete mísseis que caíram no Mar do Japão, ao largo das costas nipónicas e russas.
O Japão, determinado em conseguir fazer aprovar sanções contra Pyongyang, apresentou formalmente à ONU um texto que invoca o Capítulo VII da Carta das Nações Unidas, que abre caminho à imposição de sanções e em último recurso à utilização da força. «Estamos num processo que tem uma hipótese razoável de ser bem sucedido», afirmou, ontem, o número três da diplomacia norte-americana, Nicholas Burns, referindo-se a um projecto de resolução «agressivo».
O negociador norte-americano Christopher Hill afirmou, por seu lado, ontem, em Tóquio, que todos os países envolvidos no assunto «estão resolvidos» a fazer frente à Coreia do Norte.
As sanções previstas na resolução impedem a transferência para a Coreia do Norte de equipamento que possa ser utilizado em programas de mísseis e armas de destruição maciça, bem como recursos financeiros destinados a estes programas.

Sanções são
um acto de guerra

O regime de Pyongyang preveniu já que considera a adopção de sanções na ONU como um «acto de guerra». O líder norte-coreano recusou, ontem, fazer a «mínima concessão (…) aos invasores imperialistas norte-americanos» e avisou que o seu país está pronto para uma «guerra total» em caso de «vingança» dos EUA.
Tal como aconteceu nas crises da energia nuclear iranianas e de Darfur, a China e a Rússia, dois membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU com poder de veto, apresentaram as suas reservas à resolução de problemas diplomáticos sensíveis com sanções.
Os dois países defendem uma declaração não vinculativa que condene Pyongyang pelo lançamento dos mísseis, mas não defendem a imposição de sanções. Pequim e Moscovo consideram que o documento pode reavivar as tensões existentes na região e ameaçar as negociações multilaterais sobre o programa nuclear norte-coreano.
A China recusa sanções contra o seu aliado, um dos países mais pobres do planeta, para quem tenta garantir ajuda económica e energética vital. «Se a resolução for sujeita a voto, não haverá unidade no Conselho de Segurança», avisou, sexta-feira, o embaixador chinês na ONU, Wang Guangya.
A Rússia mantém alguma discrição, uma posição explicada por diplomatas russos pela tentativa de não pôr em perigo a cimeira do G8 (grupos dos sete países mais ricos do Mundo e a Rússia), entre 15 e 17 de Julho, em São Petersburgo.
Para ser adoptada, a resolução tem de obter o voto favorável de pelo menos nove dos 15 membros do Conselho de Segurança e não ser vetada por um dos permanentes.  


Isto vai acabar mal :(
Título:
Enviado por: Luso em Julho 11, 2006, 06:14:30 pm
Mal já anda a Coreia do Norte há muito tempo.
Pergunto-me se uma guerra não seria uma benção (trágica) para esses desgraçados, desde que se livrassem do Kim e sus muchachos.
Título:
Enviado por: pedro em Julho 11, 2006, 06:18:19 pm
Caro Luso enquanto tiverem o apoio da China Nao vai haver guerra nenhuma.
Cumprimentos
Título:
Enviado por: Lightning em Julho 11, 2006, 06:22:48 pm
Citação de: "pedro"
Caro Luso enquanto tiverem o apoio da China Nao vai haver guerra nenhuma.
Cumprimentos


Caro Pedro e se mesmo com o apoio da China lançarem misseis contra a Coreia do Sul e/ou o Japão?

Actualmente como as  coisas estão acho pouco provável uma guerra só porque os Estados Unidos tem o exército a dar as ultimas no Iraque e Afeganistão, mas acho que tem capacidade para bombardear a Coreia do Norte usando a Força Aérea e a Marinha.
Título:
Enviado por: pedro em Julho 11, 2006, 06:26:04 pm
Sim Helder talvez com o apoio da Nato eles conseguissem invadir e controlar a Coreia do norte mas mesmo assim e um grande esforco logistico. :?
Cumprimentos
Título:
Enviado por: RedWarrior em Julho 18, 2006, 03:31:57 am
Citação de: "pedro"
Sim Helder talvez com o apoio da Nato eles conseguissem invadir e controlar a Coreia do norte mas mesmo assim e um grande esforco logistico. :?
Cumprimentos

 Nem pensar, podiam bombardear aquilo tudo, mas entrar lá com as tropas como fizeram no Iraque....Nem pensar !!
Título:
Enviado por: komet em Julho 18, 2006, 11:28:26 am
RedWarrior, infelizmente (para si) penso que, em comparação com os povos islâmicos, mais facilmente os norte-coreanos suportariam uma invasão ocidental para se livrar do decadente comunismo pseudo-soviético, que outros estariam dispostos a suportar por causa do Saddam... e daí talvez até esteja errado... mas os norte-coreanos devem olhar para o Sul com uma certa inveja, por essa razão digo isto...
Título:
Enviado por: papatango em Julho 18, 2006, 09:53:17 pm
Eu acho que eles não olham é para lado nenhum

Televisões não há.

Mesmo que houvesse, não há electricidade em 99% do país.

Só funcionam os radios a pilhas, e esses são de fabricação local e t~em uma característica curiosa:

Só têm botão de ligar e de desligar.
Estão pré sintonizados na única estação de rádio do país.

A esmagadora maioria da população da Coreia do Norte, não tem a mais pequena ideia de que a Coreia do Sul é real,mente muito mais rica que eles.

Só a censura que eles fizeram aquando dos jogos Olimpicos em Seoul...

Cumprimentos
Título:
Enviado por: komet em Julho 18, 2006, 09:56:40 pm
Não duvido nada... uma sociedade inteira a viver sob tais condiçoes tanto tempo, faz-me lembrar a alegoria da caverna, que todos aprendemos a filosofia...

Enfim...
Título:
Enviado por: Doctor Z em Julho 19, 2006, 12:06:35 pm
Esse, o que está a frente do governo da Coreia do Norte, o que quer ? O
povo está a morar na idade média, e há apenas 3 ligações a net no país
todo, todas elas utilizadas pelo o presidente ...

Lastimável ...
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Julho 24, 2006, 04:39:34 pm
Do Diário Digital

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Pequim congela contas de Pyongyang, diz deputado sul-coreano

O Banco da China congelou as contas bancárias da Coreia do Norte, no seguimento das investigações dos Estados Unidos às operações financeiras de Pyongyang, informou hoje um deputado sul-coreano cujas declarações Pequim ainda não desmentiu.

O Banco da China, estatal, é o segundo maior banco chinês, e o congelamento das contas equivale à imposição de sanções a Pyongyang por parte de Pequim, o maior aliado da Coreia do Norte na comunidade internacional, disse aos jornalistas Park Jin, membro do Grande Partido Nacional, na oposição.

«Parece-me que a grande frustração da Coreia do Norte vem porque Pyongyang encara o congelamento das contas na China como sanções», disse Park em entrevista ao jornal Munhwa, da Coreia do Sul, salientando que «o Banco da China deixou de lidar com a Coreia do Norte desde que os Estados Unidos aprofundaram a investigação (sobre as alegadas contas da Coreia do Norte em Macau)».

Em Setembro de 2005, o sistema bancário de Macau foi epicentro de uma polémica internacional, quando Washington proibiu as instituições bancárias dos Estados Unidos de realizar quaisquer transacções com ao Banco Delta Ásia, com sede em Macau porque, segundo as autoridades norte-americanas, o Delta Ásia executou operações de lavagem de dinheiro, contrabando de narcóticos e tabaco e passagem de dólares falsos para financiamento do programa nuclear norte-coreano.

Washington acusou também o Banco Delta Ásia, que está desde então a ser investigado pelo governo de Macau e gerido por uma comissão nomeada pelo executivo de Macau, de proceder às transacções internacionais dos fundos próprios do ditador norte-coreano Kin Jong-il, resultantes do tráfico de armas, drogas e antiguidades.

«Julgo saber que a China e os Estados Unidos estão cooperar para travar as actividades ilegais da Coreia do Norte», disse Park Jin, que adiantou que responsáveis em Washington lhe comunicaram que o congelamento das contas no Banco da China terá sido feito no final de 2005, a pedido dos Estados Unidos.

Contactada telefonicamente pela Agência Lusa, a embaixada da Coreia do Norte em Pequim disse desconhecer o congelamento das contas norte-coreanas no Banco da China.

Após um primeiro contacto com um funcionário administrativo, um funcionário diplomático que se recusou identificar confirmou à Lusa a existência de contas norte- coreanas na China, acrescentando «que é a primeira vez que ouve falar de qualquer congelamento». O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China disse também não ter conhecimento do congelamento das contas norte-coreanas.

«Não sabemos de nada sobre esse assunto, que é da responsabilidade do Banco da China e do Banco Popular da China, o banco central do país. Estes bancos é que podem responder a essas questões», respondeu um funcionário do gabinete de imprensa.

Contactado pela Lusa, um funcionário do Banco Popular da China que se identificou apenas pelo apelido Liu, disse que «o responsável por esse assunto não está em Pequim», pelo que não é possível responder à pergunta, enquanto, no Banco da China, nenhum funcionário se disponibilizou a comentar o assunto.

A China, um dos poucos fornecedores de energia e assistência económica, financeira e alimentar a Pyongyang, é o pais que melhores relações tem com o regime norte-coreano e é o mais importante aliado da Coreia do Norte, com a qual partilha uma fronteira com 1.416 quilómetros de extensão.

Diário Digital / Lusa



http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=237251 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=237251)


E agora, ò "Querido líder" Kim Jong-il  :?:
Título:
Enviado por: komet em Julho 24, 2006, 05:12:44 pm
Estou para ver é q como sempre, no fim quem paga é a população...
Título:
Enviado por: Doctor Z em Julho 24, 2006, 06:23:30 pm
Nem pão têm para comer, mas têm para o armamento e quem paga, é o
povo, como de costume ...
Título:
Enviado por: Marauder em Agosto 02, 2006, 10:09:04 am
Entretanto, ainda como efeito dos testes norte-coreanos, os EUA vão mandar Patriot para Okinawa, e penso que o Japão também colocou seus Patriot em alerta.

 http://www.strategypage.com/htmw/htada/ ... 60706.aspx (http://www.strategypage.com/htmw/htada/articles/20060706.aspx)
Título:
Enviado por: Doctor Z em Agosto 02, 2006, 11:51:49 am
Os norte coreanos estão a precisar dum 25 de abril ... (não digo que a
nossa revolução foi perfeita)
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Setembro 19, 2006, 08:12:05 am
Uma confirmação do que já se suspeitava:

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S. Korean Military Says N. Korea's Long-Range Missile Test Failed
 
 
(Source: Korea Overseas Information Systems; issued Sept. 17, 2006)
 
   
 
 North Korea's test of a long-range ballistic missile in early July turned out to have failed, South Korea's military announced Saturday (Sept. 16), implying a serious problem in the North's long-range missile capability.  
 
"The long-range Taepodong-2 crashed into a beach on the east coast about 2 kilometers from the launching site after traveling normally for 40 seconds," the Joint Chiefs of Staff (JCS) told reporters. The Taepodong-2 was believed capable of reaching the U.S. west coast at the time of its launch on July 5.  
 
The JCS said the missile broke up mid-flight because of a "serious technical disorder."  
 
The announcement was based on the JCS's two-month-long analyses of various intelligence reports on North Korea's launching of seven ballistic missiles, including the long-range one.  
 
The latest conclusion by the JCS also confirmed the conclusions drawn by the United States and Japan, both of which already believed the missile launch was a failure.  
 
A day after the missiles were tested, a senior official of the JCS said the Taepodong-2 flew 490 kilometers in almost 7 minutes.  
 
"The initial analysis was based on limited intelligence reports, but we could draw this conclusion after intensively analyzing all available intelligence reports by various sources," a JCS spokesman said.  
 
But the other six missiles landed on targets 400 kilometers away from the launch spot on the East Sea.  
 
North Korea's foreign ministry claimed the launches were successful, describing them as part of its routine military exercises to increase its self-defensive military capacity. But the action irritated its allies China and Russia, prompting them to help the U.N. Security Council unanimously pass a resolution condemning such tests.  


defense-aerospace
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 04, 2006, 01:58:41 pm
Coreia do Sul e Japão indignados com anúncio de ensaio nuclear norte-coreano

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O Governo da Coreia do Sul garantiu que vai responsabilizar o regime norte-coreano por todas as consequências do ensaio nuclear programado por Pyongyang e o Japão já deixou bem claro que "nunca perdoará" a realização desse tipo de teste por parte do seu vizinho asiático.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Sul, Choo Kyu-Ho, frisou que o seu Governo "não tolera a posse de armas nucleares por parte da Coreia do Norte" e apelou a Pyongyang para que "desista imediatamente da intenção de proceder a um ensaio nuclear".

Mais contido, o porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Liu Jianchao, afirmou que a China "espera que a Coreia do Norte faça prevalecer a calma e a contenção". "Esperamos também que todas as partes envolvidas resolvam pacificamente os seus problemas pela via do diálogo e das negociações, salvaguardando-se de acções que possam exaltar ainda mais as tensões."

O Governo do Japão apelou a uma frente unida com a China e a Coreia do Sul contra o ensaio nuclear da Coreia do Norte. "O anúncio da Coreia do Norte é lamentável. Nunca perdoaremos a realização de um ensaio nuclear", declarou o novo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em declarações ao Parlamento do país.

Shinzo Abe vai reunir-se com o Presidente chinês, Hu Jintao, em Pequim, no próximo dia 8, e com o Presidente sul-coreano, Roh Moo-hyun, no dia seguinte, em Seul, anunciou hoje o Governo japonês.

Os Estados Unidos reagiram ontem ao anúncio norte-coreano, afirmando que um ensaio nuclear representa "uma ameaça inaceitável" para a região e para o mundo. "Um ensaio [nuclear] norte-coreano afectará gravemente a nossa confiança nas negociações a seis e representará uma ameaça inaceitável para a paz e a estabilidade na Ásia e no mundo", disse o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Sean McCormack, que estava ontem na capital egípcia a acompanhar a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice.

A Coreia do Norte anunciou ontem que vai proceder a um ensaio nuclear com o objectivo de reforçar a sua capacidade de autodefesa face à hostilidade norte-americana, segundo uma declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros divulgada pela agência oficial KCNA.

Lembrando que a Coreia do Norte já se declarou como potência nuclear em Fevereiro de 2005, o comunicado sublinha que "esta posição pressupõe a realização de um ensaio nuclear".


http://www.publico.clix.pt/shownews.asp ... idCanal=15 (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1272261&idCanal=15)
Título:
Enviado por: Get_It em Outubro 07, 2006, 05:26:20 pm
Citação de: "Diário Digital"
Tiroteio na fronteira entre as Coreias
07-10-2006 10:17:00
 Uma unidade das tropas sul-coreanas que vigiam a fronteira com a Coreia do Norte abriu hoje fogo de advertência quando cinco soldados norte-coreanos cruzaram um dos limites da Zona Desmilitarizada que divide os dois países.

Um porta-voz do Estado-Maior do Exército da Coreia do Sul informou que os soldados da Coreia do Norte retiraram-se para as suas posições depois das tropas do Sul terem disparado mais de 60 rajadas de tiros de alerta.

Segundo as autoridades militares da Coreia do Sul, citadas pela agência de notícias Yonhap, o incidente ocorreu às 11h56 locais (03h56 em Lisboa) num a área da zona desmilitarizada de Hwachon, província de Kangwon.

Os cinco soldados norte-coreanos, segundo as mesmas fontes, cruzaram a linha de delimitação e penetraram cerca de 30 metros em território controlado pela Coreia do Sul, na Zona Desmilitarizada, e ignoraram as advertências verbais feitas pelas forças sul-coreanas, o que levou estas a fazer fogo de intimidação.

Este incidente ocorre numa altura de grande tensão na península da Coreia, depois de Pyongyang ter anunciado na terça-feira passada que tenciona realizar um ensaio nuclear para aumentar a sua capacidade de dissuasão de guerra face aos Estados Unidos.

Um porta-voz do Exército sul-coreano declarou à agência oficial Yonhap que o incidente está sob investigação, tendo já ocorrido um outro semelhante em 26 de Maio, quando vários soldados da Coreia do Norte cruzaram este mesmo local em direcção ao sul quando andavam a pescar num riacho que separa os dois países.

As chefias militares sul-coreanas não excluem a possibilidade deste incidente ter subjacente o intuito de criar tensão na zona em vésperas do possível ensaio nuclear norte-coreano.

fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=245694
Título:
Enviado por: Azraael em Outubro 09, 2006, 04:08:59 pm
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Bush: N. Korea nuke test claim a threat to peace


President Bush on Monday said North Korea's claim that it has tested a nuclear weapon is a threat to international peace and said the world "will respond."

"The transfer of nuclear weapons to states or non-state entities would be considered a grave threat to the United States," Bush said. "And we would hold North Korea fully accountable to the consequences of such action."

Bush said the U.S. was still trying to confirm whether North Korea had actually tested a nuclear weapon as it claimed earlier Monday.

He said he'd spoken with the leaders of South Korea, Russia, China and Japan.

"All of us agreed that the proclaimed actions taken by North Korea are unacceptable and deserve an immediate response by the United Nations Security Council," Bush said. (Transcript)

China, a close ally of North Korea, denounced the claimed test as "brazen," and South Korea said it would respond "sternly" to a move that experts said raised fears of nuclear terrorism and a regional arms race.

North Korea's ambassador to the U.N. Pak Kil-yon said the council should "congratulate" North Korea's scientists and researchers "instead of [issuing] such notorious, useless and reckless resolutions or whatever the statement against" North Korea.

Pak said the test was "very, very successful" and will contribute "to the maintenance and guarantee of peace and security in the peninsula and the region."

When asked if North Korea plans to conduct further tests, Pak told reporters "that will be enough, you don't think so?"

Bush said North Korea "remains one of the world's leading proliferators of missile technology, including transfers to Iran and Syria."

When North Korea warned last week that it intended to conduct a nuclear test, international analysts said it could unleash a regional arms race and give a virtual green light to Iran, which the United States suspects wants to develop nuclear weapons. Experts also fear North Korea may allow terrorists such as al Qaeda access to its nuclear weapons technology.

"This immediately affects the calculations of South Korea, Taiwan, Japan, all of whom might decide that they need to have their own independent nuclear arsenal as well," said international security analyst Joseph Cirincione of the Center for American Progress. "If North Korea gets away with this, Iran will be encouraged to go forward."

If confirmed, the test would be the first of its kind since Pakistan detonated an underground nuclear weapon in May of 1998, said Hans Kristensen of the Federation of American Scientists in Washington. North Korea would be the eighth nation to successfully conduct such a test, he said.

North Korea has recently test fired seven missiles, including a long-range ballistic missile in July, but it's unknown whether Pyongyang possesses the high-technology expertise to construct a nuclear weapon small enough for a missile delivery system.

On Wednesday, U.S. Assistant Secretary of State Christopher Hill said, "North Korea can have a future or it can have these weapons. It cannot have both."

Immediately following North Korea's announcement Monday, South Korean president Roh Moo-hyun said Pyongyang has "broke the trust of the international community." (Watch South Korea's Cabinet meet about what to do next -- 7:00)

Roh said it brought "a severe situation that threatens stability on the Korean Peninsula and in northeast Asia."

Abe told the same news conference his country would work "to make ways to implement action for a tough resolution."

Australian Prime Minister John Howard suggested financial, trade and travel sanctions, saying a "strong international response is called for."

CNN's Dan Rivers, speaking from the demilitarized zone between North and South Korea, said the key question now was what China -- which effectively allowed North Korea to exist economically -- would do. (Watch a quick timeline of how the situation reached this point -- 2:09)

The apparent nuclear test was conducted at 10:36 a.m. (1:36 a.m. GMT) in Hwaderi near Kilju city, South Korea's Yonhap news agency reported, citing defense officials.

South Korea's state geology research center detected a 3.58-magnitude "artificial earthquake" in a remote area of North Korea's North Hamgyeong Province, according to the news agency. Judging from the seismic tremor, the center said the power of the explosion was equivalent to around a half kiloton of TNT explosives, Yonhap reported.

Reports of the claimed test triggered global condemnation (Full story).

South Korea's Defense Ministry raised the military alert level. (Watch how the world changes after a North Korean nuclear test -- 2:09)

"The field of scientific research in the DPRK (North Korea's official name) successfully conducted an underground nuclear test under secure conditions on October 9. ... at a stirring time when all the people of the country are making a great leap forward in the building of a great prosperous powerful socialist nation," said North Korea's state news agency, Korean Central News Agency.

CNN's Matthew Chance said that Moscow said Russian equipment in the area had confirmed an underground test.

Defense Minister Sergei Ivanov said that the force of the blast was five to 15 kilotons.

In Washington, White House Press Secretary Tony Snow said a "North Korean nuclear test would constitute a provocative act in defiance of the will of the international community and of our call to refrain from actions that would aggravate tensions in northeast Asia." (Watch initial Pentagon reaction -- 3:22)

A U.S. military official told CNN that "something clearly has happened," but the Pentagon was working to fully confirm the report.

The U.S. Geological Survey Web site recorded a light 4.2-magnitude earthquake in North Korea at 10:35 a.m., about 385 kilometers (240 miles) northeast of the North Korean capital, Pyongyang.

"The nuclear test was conducted with indigenous wisdom and technology 100 percent. It marks a historic event as it greatly encouraged and pleased the KPA (Korean People's Army) and people that have wished to have powerful self-reliant defense capability," KCNA reported.

"It will contribute to defending the peace and stability on the Korean Peninsula and in the area around it."
China's reaction

China on Monday demanded Pyongyang stop any action that would worsen the situation, Reuters news service reports.

"The DPRK has ignored the widespread opposition of the international community and conducted a nuclear test brazenly on October 9," China's Foreign Ministry said in a statement on its Web site.

"The Chinese government is firmly opposed to this," the statement said.

In Tokyo, the prime minister's office said Japan had established a task force to address the situation. Chief government spokesman Yasuhisa Shiozaki said if a nuclear test was confirmed, Japan would "strongly protest" it.

Russian President Vladimir Putin condemned the claimed test, Russian news agencies reported, as Russia demanded North Korea rein in its nuclear program.

On Friday, the Security Council warned North Korea against performing a nuclear test, citing unspecified action if it should do so.
South Korean tapped for top U.N. role

The Security Council also has called on North Korea to return immediately to six-party talks with China, Japan, South Korea, Russia and the United States.

The United States and its allies have been urging North Korea to rejoin the talks aimed at persuading the reclusive Communist nation to abandon its nuclear arms program.

South Korean Foreign Minister Ban Ki-Moon was formally nominated by the U.N. Security Council on Monday to be the next U.N. secretary-general.

The nomination will go to the 192-member General Assembly the coming week for expected approval. The new secretary-general's term is to begin January 2007.


http://www.cnn.com/2006/WORLD/asiapcf/10/09/korea.nuclear.test/index.html?section=cnn_topstories



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Sanções internacionais pairam sobre Pyongyang após alegado ensaio nuclear


A Comunidade internacional condenou em uníssono o anúncio da Coreia do Norte de que teria realizado com sucesso um primeiro teste nuclear subterrâneo esta madrugada. Estados Unidos e Austrália prometem uma "reacção severa", o Japão fala de acto "imperdoável", para a Coreia do Sul trata-se de uma "provocação intolerável" e mesmo a China apelou Pyongyang a "cessar toda a actividade hostil". A confirmar-se o teste, este seria o culminar de quatro anos de braço-de-ferro nuclear com Washington e uma séria ameaça ao equilíbrio de forças na região.

O ensaio nuclear foi anunciado no mesmo dia em que Kim Jong Il celebra o nono aniversário da sua ascenção ao poder. O teste foi confirmado pelos sismógrafos sul-coreanos que registaram um ligeiro abalo de terra às 10:36 locais. Em Seul o governo convocou uma reunião de emergência para esta manhã e cortou toda a ajuda humanitária ao país vizinho.

A acção ocorre um dia depois da chegada do presidente japonês Shinzo Abe a Seul. Uma visita simbólica que marca o reatar das relações entre a Coreia do Sul e o Japão, antigo ocupante da península da Coreia e actual aliado militar de Washington na região.

Shinzo Abe considerou "imperdoável" o gesto da Coreia do Norte, afirmando que para já, "há que manter o sangue frio para lidar com a situação".Japão e Estados Unidos convocaram uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas para analisar a situação.

O alegado teste nuclear ocorre três dias depois da ONU ter advertido Pyongyang para as consequências de tal acção, evitando falar, sob pressão da China, de uma eventual utilização da força.




http://www.euronews.net/create_html.php?article=384136&lng=6


Devem estar a espera que o Irao faca o mesmo para depois avancarem com as sancoes... : :bang: :bang:
Título:
Enviado por: p_shadow em Outubro 10, 2006, 04:47:05 am
Citar
“OS VERDES” CONDENAM TESTES NUCLEARES – MAS HIPOCRISIA DOS EUA E DA FRANÇA IMPEDEM CRÍTICAS CREDÍVEIS A PYONGYANG
 
O Partido Ecologista “Os Verdes” condena veementemente os ensaios nucleares levados a cabo pela Coreia do Norte esta madrugada. “Os Verdes” relembram que a utilização da energia nuclear para fins civis, como seja a produção de energia eléctrica, é já uma forte ameaça à saúde pública e ao ambiente, com todos os perigos que comporta. A sua utilização militar representa o que de pior a humanidade pode produzir e representa a sua própria autodestruição.
 
Neste quadro, “Os Verdes” também reafirmam a hipocrisia de países como os Estados Unidos da América e a França que, por um lado condenam, chantageiam e ameaçam países que desenvolvem programas nucleares, como o Irão e a Coreia do Norte, e por outro detêm e continuam a desenvolver os mais sofisticados programas nucleares que representam verdadeiras ameaças.
 
Não é possível esquecer as bombas lançadas pelos EUA em Hiroshima e Nagasaki, e todos temos bem presente os recentes testes nucleares que a França desenvolveu no Pacífico.
 
Uma verdadeira desnuclearização do mundo só será uma realidade quando o restrito clube de potências nucleares deixar de o ser.
 
 
O Gabinete de Imprensa
9 de Outubro de 2006
 


 :?


Cumptos
Título:
Enviado por: Pantera em Outubro 10, 2006, 10:56:59 am
Citação de: "p_shadow"
Citar
“OS VERDES” CONDENAM TESTES NUCLEARES – MAS HIPOCRISIA DOS EUA E DA FRANÇA IMPEDEM CRÍTICAS CREDÍVEIS A PYONGYANG
 
O Partido Ecologista “Os Verdes” condena veementemente os ensaios nucleares levados a cabo pela Coreia do Norte esta madrugada. “Os Verdes” relembram que a utilização da energia nuclear para fins civis, como seja a produção de energia eléctrica, é já uma forte ameaça à saúde pública e ao ambiente, com todos os perigos que comporta. A sua utilização militar representa o que de pior a humanidade pode produzir e representa a sua própria autodestruição.
 
Neste quadro, “Os Verdes” também reafirmam a hipocrisia de países como os Estados Unidos da América e a França que, por um lado condenam, chantageiam e ameaçam países que desenvolvem programas nucleares, como o Irão e a Coreia do Norte, e por outro detêm e continuam a desenvolver os mais sofisticados programas nucleares que representam verdadeiras ameaças.
 
Não é possível esquecer as bombas lançadas pelos EUA em Hiroshima e Nagasaki, e todos temos bem presente os recentes testes nucleares que a França desenvolveu no Pacífico.
 
Uma verdadeira desnuclearização do mundo só será uma realidade quando o restrito clube de potências nucleares deixar de o ser.
 
 
O Gabinete de Imprensa
9 de Outubro de 2006
 

 :?


Cumptos


estes palhaços dos verdes e comunistas estão ao lado da coreia do norte.Estes gajos é que deviam viver no regime da coreia do norte para ver o que era bom para a tosse.
Segundo eles os americanos são iguais ou piores aos nortes coreanos
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 10, 2006, 10:57:55 am
Só a mais pura ignorância, ingenuidade, burrice ou uma educação superprotegida permite que estes tipos sejam levados a sério.
Título:
Enviado por: Pantera em Outubro 10, 2006, 11:05:05 am
Citação de: "Luso"
Só a mais pura ignorância, ingenuidade, burrice ou uma educação superprotegida permite que estes tipos sejam levados a sério.


pois mas estes tipos têm milhares de seguidores nas ruas,além do poder que têm em Portugal e no parlamento...Infelizmente é assim por toda a Europa!
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 10, 2006, 11:17:52 am
Pelos vistos, eles não sabem pronunciar a palavra Chern... Chernob...
Nem os milhões de chineses mortos para adquirir a tecnologia da Bomba
Esta gente é um cancro que mina o cérebro dos mais desprotegidos e é o resultado em grande parte do sistema de ensino actual.

É o chamado "Silêncio das Meninas de Vida Fácil".

http://www.garfos.letrascomgarfos.net/a ... das-putas/ (http://www.garfos.letrascomgarfos.net/archives/2006/08/28/o-silencio-das-putas/)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 10, 2006, 01:09:46 pm
Coreia do Norte ameaça lançar míssil com ogiva nuclear

Citar
Um responsável do Governo da Coreia do Norte, citado pela agência sul-coreana Yonhap, afirmou hoje que o regime de Kim Jong-il admite efectuar o lançamento de um míssil com uma ogiva nuclear se os Estados Unidos se recusarem a fazer concessões durante as negociações com Pyongyang.

"Esperamos que a situação se regularize sem que tenhamos de lançar um míssil com uma ogiva nuclear. Tudo depende da reacção dos Estados Unidos", ameaçou o responsável norte-coreano, não identificado pela agência.

O mesmo responsável sublinhou que o ensaio nuclear realizado ontem por Pyongyang "é a expressão da intenção" da Coreia do Norte "de fazer face aos Estados Unidos na mesa de negociações".

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e o Japão reúnem-se hoje para continuar a discutir a resposta ao teste nuclear norte-coreano, com base na proposta de sanções por parte dos Estados Unidos.


http://www.publico.clix.pt/shownews.asp ... idCanal=15 (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1272821&idCanal=15)

Qual será o alvo?
Japão; Coreia do Sul?
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 10, 2006, 02:09:56 pm
Citação de: "Pantera"
Citação de: "Luso"
Só a mais pura ignorância, ingenuidade, burrice ou uma educação superprotegida permite que estes tipos sejam levados a sério.

pois mas estes tipos têm milhares de seguidores nas ruas,além do poder que têm em Portugal e no parlamento...Infelizmente é assim por toda a Europa!


Desculpa-me Pantera, mas afinal que poder eles têm em Portugal? Os Verdes como partido politico em Portugal não têm qualquer influência politica. Se assim fosse, talvez não ouvesse algumas barbaridades que são bem conhecidas em Portugal...  :twisted:  :wink:
Título:
Enviado por: Marauder em Outubro 10, 2006, 02:33:36 pm
É verdade que os verdes são um pouco broncos, mas existem coisas que fazem pensar...


Em que bíblia, Alcorão, etc é que diz que países é que podem ter armas e que países é que não podem?

Até as NU, que representam a união da Comunidade Internacional não é assim tão explícita. Na situação ideal, nenhum país deveria ter armas de destruição massiça, bem como qualquer desenvolvimento da tecnologia nuclear para uso militar.

Mas a ONU acredita no princípio da Boa Fé. Eu também acredito em parte nele.

Mas é as "boas fés" dos EUA perante Iraques e Vietnames que me deixam de pé atrás. Quande se usa mentiras para começar conflictos..
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 10, 2006, 03:07:46 pm
Ai meu Deus...

É preciso explicar as diferenças entre os Estados Unidos e o Irão?
Ou a Coreia do Norte?

Boa fé?
O que é isso?
Isso não existe. O que existe são factos, realidades observáveis.
A opção está aí.
Poder ser bombardeado nuclearmente pelos malucos niilhistas muçulmanos.
A ONU?
Isso já não existe. Está excessivamente dominada pelo políticamente correcto e tretas como a "carga do homem branco" e coisas do género.
Aliás, como é que uma organização dita de Boa Fé pôde ter permitido Timor?
Como é que uma Organização de Boa Fé pôde ter permitido Ruanda, Darfur, o Cambodja, etc?
Como é que uma organização dessas pode colocar em pé de igualdade a Coreia do Norte e Portugal?
Como é que uma organização dessas pôde ter nomeado a Líbia para presidir à comissão de observação dos direitos humanos (ou coisa que o valha)?

Não é uma questão de direito?
Aliás, o que é isso de ter "direitos"?
É uma questão de poder. E eu prefiro que uns tenham poder e outros não, uma vez que uns podem-me permitir viver a vida conforme conseguir.

Além disso, continuo a achar que o Vietname e o Iraque foram e são guerras a serem travadas. E ganhas pelos valores da responsabilidade individual (não vou dizer liberdade, palavra demasiada associada a bandalheira).
Título:
Enviado por: Marauder em Outubro 10, 2006, 03:45:33 pm
Luso, recomendo um pouco mais de pensamento antes de começares a "disparar"

Citação de: "Luso"
É preciso explicar as diferenças entre os Estados Unidos e oIrão?
Ou a Coreia do Norte?
Não, e também ninguém perguntou por este caso específico.

Para bom entendedor, teria percebido que eu estava a falar no caso geral. Que não existe "nenhum mandamento" a explicar quem pode ter armas ou não.

Em termos de Direito internacional, não existe Direito internacional para a questão de armas nucleares. Basicamente é quem as têm, tem medo que outros "potenciais perigos" as possam ter. Claro que essas preocupações podem ser ou não bem fundamentadas. Como é obvio, claramente que não passaria por ninguém apoiar uma Coreia do Norte nuclear.

E sim, a Coreia do Norte não deveria ter armas nucleares.

Já também quando a Indía, a China e mais tarde o Paquistão se viraram nucleares, também houve receio pelos outros países. E olhem que o Mao até era maluco para se meter em conflictos nucleares!!

A minha ideia base é, nenhum país deve ter tais armas, e a CI deve evitar a todos os custos que certos países as adquirem. E deverá existir uma organização que prima pelo fim das armas nucleares, de todos os estados. A existência de um "clube nuclear" simplesmente dá a legitimidade para coreias do norte, irãos para se juntarem a tal clube. Para além que parece que uma vez dentro é estilo "coito". Sim, ninguém se preocupou mais com um Paquistão nuclear.


Citação de: "Luso"
Boa fé?
Ó que é isso?
Isso não existe. O que existe são factos, realidades observáveis.
Carta das Nações unidas, implicitamente ou explicitamente está lá. Se é sempre cumprida, claro que não, mas faz parte da ONU este princípio.

Citação de: "Luso"
Poder ser bombardeado nuclearmente pelos malucos niilhistas muçulmanos.

Só te preocupas com esses? Eu preocupo-me com aqueles que nos são desconhecidos, esses sim são perigosos, não aqueles que dão demasiado nas vistas. Ou seja, devemos estar sempre alertas e em todas as direcções. Ninguém pode garantir que um "Hitler" não surja nos EUA ou noutra nação nuclear!!

Citação de: "luso"
A ONU?
Isso já não existe. Está excessivamente dominada pelo políticamente correcto e tretas como a "carga do homem branco" e coisas do género.
Aliás, como é que uma organização dita de Boa Fé pôde ter permitido Timor?
Como é que uma Organização de Boa Fé pôde ter permitido Ruanda, Darfur, o Cambodja, etc?
Como é que uma organização dessas pode colocar em pé de igualdade a Coreia do Norte e Portugal?
Como é que uma organização dessas pôde ter nomeado a Líbia para presidir à comissão de observação dos direitos humanos (ou coisa que o valha)?

É verdade, mas se quiseres culpados eu posso-te arranjar já alguns nomes...os 5 países com poderes de veto no CS e a guerra fria.

Somente quando a ONU sofrer uma reestruturação profunda é que poderá prestar um melhor serviço.

Citação de: "Luso"
Além disso, continuo a achar que o Vietname e o Iraque foram e são guerras a serem travadas. E ganhas pelos valores da responsabilidade individual (não vou dizer liberdade, palavra demasiada associada a bandalheira).


Foram?..
o que é que aconteceu ao chamado "efeito Dominó"? Aonde estão as provas dos 2 ataques que os contratorpedeiros americanos sofreram? Para que serviu aquela geração perdida de americanos?

Iraque....não digo que a queda de um ditador seja uma de si causa insuficiente para começar a guerra, mas mentir para que uma guerra comece é corromper a raiz dos valores dos países so-called ocidentais. Ao mesmo tempo o Paquistão e a Arábia Saudita também não são 1 exemplo a seguir, será então de esperar que os EUA vão invadir todos os paises com ditadores? Ou será mais por interesses?

Aliás, ainda ontem (se não me engano) no "60minutos" se veio a saber que a decisão para invadir o Iraque surge nos meses seguintes ao 11 de Setembro. Somente mais tarde é que eles "trabalharam" numa desculpa..

Cumprimentos
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 10, 2006, 04:11:08 pm
Marauder, as mentiras existiram. Não vou negar uma evidência. O que não vou negar é o princípio pelas quais elas se lutaram/lutam. Não deveria ter sido necessária a mentira, algo próprio de líderes fracos, porque a verdade tarda mas chega. O que estes dois conflitos têem em comum são as meias tintas do contendente principal que depois deu no que deu, e temo no que vai dar e foram/são essas meias tintas que vão tornar inúteis as vidas de quem por lá as perdeu. Uns dizem que se luta pelo petróleo: e eu não vou negar isso. Mas entendo que se pode lutar pela responsabilidade individual ao mesmo tempo. Vem vistas as coias é uma questão de escolher o veneno que se vai tomar porque o conflito está aí quer queiramos quer não.

Mas, apesar das tragédias, não hesito em escolher o meu campo.
De resto estou de acordo contigo, marauder...
Título:
Enviado por: Marauder em Outubro 10, 2006, 04:25:29 pm
Citação de: "Luso"
Mas, apesar das tragédias, não hesito em escolher o meu campo.


E em qualquer dos casos podemos sempre afirmar que mais vale o Mundo dominado pelos americanos que...russos, chineses..extremistas islamicos.

É certo que a existência de uma superpotencia com armas nucleares é um "guarda-chuva" confortável. Chato é se no "melhor pano caí a nódoa"..estilo um Hitlerzito a surgir no Paquistão?...ou pior...uma coreia nuclear!

O Teste nuclear nada passou que uma medida intimidatória especialmente dirigida à ONU e ao futuro secretário-geral, daí a coincidência de datas.

O que acontecerá à Coreia do Norte agora, é esperar para ver. Mas provavelmente passará por medidas não-militares, ou sejas, status quo, e entretanto temos mais um player no grupo nuclear.

Mais chato será se o Irão alguma vez entrar, que provavelmente fará os seus vizinhos "seguirem a concorrência".

Voltando à Coreia, não estou a ver qualquer uso que eles possam dar. Relembre-mo-nos que até para a guerra da Coreia, estes tiveram que pedir autorização ao Estaline (recusada), e só foi para a frente porque o Mau aceitou apoiar a invasão.

Não sei se haverá alguma repercussão a nivel da situação actual, é que ainda para mais os EUA tem tropas na Coreia do Sul. Se não fosse isso, aí sim nem me espantaria, uma ou 2 bombas a cair, e os norte-coreanos a voltar à carga.

Mas nestas coisas de políticas e brincar aos generais podem existir sempre surpresas...afinal alguem tem que quebrar a monotonia :twisted:

PS: Esqueci-me que agora o Kim é mais para o free-lancer..mesmo assim, com aquela vizinhança..
Título:
Enviado por: Marauder em Outubro 10, 2006, 05:33:30 pm
Citar
Coreia do Norte ameaça lançar um míssil com ogiva nuclear
Um responsável norte-coreano advertiu hoje que o regime comunista poderá lançar um míssil com uma ogiva nuclear caso os Estados Unidos se recusem a fazer concessões à mesa negociações, noticiou a agência sul-coreana Yonhap.

«Esperamos uma regularização da situação sem que tenhamos de lançar um míssil com ogiva nuclear. Tudo depende da reacção dos Estados Unidos», declarou um responsável norte-coreano não identificado e citado pela Yonhap em Pequim.

O responsável sublinhou que o ensaio nuclear realizado segunda-feira por Pyongyang é a «expressão da intenção» da Coreia do Norte de «fazer face aos Estados Unidos na mesa de negociações».

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e o Japão reúnem-se hoje de manhã para continuar a discutir a resposta a dar ao teste nuclear norte-coreano, na base de propostas norte-americanas de sanções, indicaram diplomatas.

«Acabamos de ter uma reunião entre os cinco permanentes (China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia) e o Japão», declarou à imprensa o embaixador norte-americano na ONU, John Bolton.

«Este encontro foi sobretudo sobre a forma de proceder e o timing», indicou, precisando que os Estados Unidos manifestaram o desejo de que o Conselho aja «o mais rapidamente possível».

Diário Digital / Lusa

10-10-2006 9:25:37


de:
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=245975 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=245975)

Pois..afinal sempre vai dar algum uso ao armamento nuclear..nem que seja como objecto de pressão.

Este caso é que tem uma resolução imprevisivel,.."todas as cartas em cima da mesa", como diria o Bush..é esperar para ver agora..
Título:
Enviado por: Pantera em Outubro 12, 2006, 02:59:10 pm
Citação de: "ricardonunes"
Coreia do Norte ameaça lançar míssil com ogiva nuclear

Citar
Um responsável do Governo da Coreia do Norte, citado pela agência sul-coreana Yonhap, afirmou hoje que o regime de Kim Jong-il admite efectuar o lançamento de um míssil com uma ogiva nuclear se os Estados Unidos se recusarem a fazer concessões durante as negociações com Pyongyang.

"Esperamos que a situação se regularize sem que tenhamos de lançar um míssil com uma ogiva nuclear. Tudo depende da reacção dos Estados Unidos", ameaçou o responsável norte-coreano, não identificado pela agência.

O mesmo responsável sublinhou que o ensaio nuclear realizado ontem por Pyongyang "é a expressão da intenção" da Coreia do Norte "de fazer face aos Estados Unidos na mesa de negociações".

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU e o Japão reúnem-se hoje para continuar a discutir a resposta ao teste nuclear norte-coreano, com base na proposta de sanções por parte dos Estados Unidos.

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp ... idCanal=15 (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1272821&idCanal=15)

Qual será o alvo?
Japão; Coreia do Sul?



a Coreia do norte se lançar um míssil com ogiva nuclear,das duas uma:
ou não sai do sitio onde é lançado e rebenta logo ali,ou estando o míssil apontado à capital Seul da coreia do sul ,é bem provável que vá parar à sala de jantar do Kim Jong ill

Dá-lhes Bush;
(http://www.glossynews.com/artman/uploads/kim_1.jpg)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 12, 2006, 05:50:16 pm
Pyongyang pode fazer novo teste nuclear dentro de três dias

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A Coreia do Norte pode realizar um novo teste nuclear dentro de três dias, noticiou hoje um jornal sul-coreano, que citou fontes oficiais especializadas na questão.

O Munhwa Ilbo adianta que, de acordo com «diferentes variáveis, há uma elevada possibilidade de que a Coreia do Norte possa realizar testes nucleares adicionais dentro de dois ou três dias».

As fontes acrescentaram que há informações ainda não confirmadas, obtidas quarta-feira, sobre uma actividade não habitual das forças armadas norte-coreanas.

A Coreia do Norte anunciou segunda-feira que tinha realizado uma explosão nuclear controlada. Quarta-feira, o regime comunista ameaçou com novos testes caso os Estados Unidos mantenham a sua «atitude hostil».

O académico pró-Coreia do Norte Kim Myong-Chol, residente no Japão, também previu a realização de novos testes, numa entrevista à Rádio MBC, da Coreia do Sul.

Segundo Kim, a Coreia do Norte realizará em breve novos testes nucleares, com a detonação de uma poderosa bomba de hidrogénio, se os EUA continuarem a pressionar o país.

«O primeiro teste nuclear era um dispositivo leve. Mas posso garantir que há outros prontos, muito mais potentes, inclusivamente uma bomba de hidrogénio», afirmou Kim, considerado um dos porta-vozes «não-oficiais» da Coreia do Norte.

O Ministério da Unificação sul-coreano afirmou hoje que não há sinais «evidentes» de um teste nuclear iminente.

Poucos dias antes do ensaio de segunda-feira, o ministro da Defesa sul-coreano, Yoon Kwang-Ung, tinha garantido que não havia sinais de um possível teste nuclear norte-coreano.


http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=246333 (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=246333)
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Enviado por: papatango em Outubro 12, 2006, 06:43:10 pm
Qualquer alvo dos norte-coreanos, será sempre o Japão ou a Coreia do Sul, nomeadamente as bases americanas.
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Enviado por: ricardonunes em Outubro 14, 2006, 11:36:35 pm
(http://img137.imageshack.us/img137/4656/20061011rz1apnkoreabombyi6.jpg)
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Enviado por: TOMKAT em Outubro 21, 2006, 03:29:41 am
Um personagem com tanto de patético, quanto de sinistro...

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As loucuras de King Jong-il

Tem pouco mais de metro e meio e sente-se mal com isso. Disfarça o facto com um penteado estilo ‘permanente arrepiado’ que lhe confere uns centímetros extra e para consolidar calça sapatos de tacão alto. Provavelmente a culpa da sua crueldade cabe à Natureza, por tê-lo condenado a tão diminuta silhueta. A ‘desforra’ absurda dessa injustiça já custou a vida a pelo menos dez por cento da população da Coreia do Norte.

Segundo dados da espionagem do vizinho do Sul, em apenas quatro anos, no final da década de 90, morreram de fome quase três milhões de súbditos do ‘Querido Líder’. O recorde foi apenas superado por Mao Tsé Tung e Josef Estaline. Mas Kim Jong-il tem uma vantagem: está vivo e disposto a fazer melhor. Para já, aplica o dinheiro dos alimentos do povo em armas. Fez o primeiro teste nuclear dia 9, e o que pretende agora só ele sabe.

Num concurso para eleger o mais cruel e excêntrico dos líderes vivos Kim Jong-il seria um sério candidato ao título. Em comparação Hugo Chávez é um brincalhão inocente e até o ‘reformado’ Saddam Hussein ou o ‘regenerado’ Muammar Khadafi empalidecem junto dele.

Vamos por partes. Para pergaminhos de crueldade basta acrescentar à fome que tem semeado na Coreia o facto de ter mais de 200 mil presos em campos de concentração e de considerar dissidente qualquer cidadão que não cumpra normas como a de trazer ao peito um emblema com a sua efígie ou a do pai, Kim il Sung.

Quanto às excentricidades, muitas delas tingidas de crueldade, a lista é longa. Uma das mais curiosas é a da perseguição que move aos trigémeos. E porquê? Porque acredita que um lhe sucederá no ‘trono’. Para evitar tal aberração Jong-il manda arrancar os trigémeos aos pais e encerra-os num orfanato.

Outro aspecto curioso é o prazer pela boa mesa: pratos refinados regados com quantidades generosas de álcool marcam o seu dia-a-dia, parecendo até que a fome do povo é para ele aperitivo. Tem um fraquinho por conhaque, especialmente Hennessy, gastando por ano uma média de meio milhão de euros em garrafas desse precioso líquido.

O seu antigo cozinheiro pessoal, o japonês Kenji Fujimoto, conta que o ‘Querido Líder’ (epíteto conquistado por Jong-il em 1987) o enviava a comprar mangas à Tailândia, peixe fresco ao Japão e caviar a Teerão. O gosto pelos excessos gastronómicos levou alguém a considerá-lo ‘o único gordo da Coreia’.

Mas o volumoso líder tem outros apetites nos quais é igualmente desmesurado: os do sexo. Na sua imensa colecção de cinema (22 mil filmes) abundam os heróis de acção (Rambo e James Bond são dois dos favoritos), os desenhos animados (o preferido é Daffy Duck) e os filmes pornográficos, pelos quais nutre predilecção especial. Este é, no entanto, um condimento inocente numa vida sexual ‘pantagruélica’. Além das jovens que rouba aos pais para uma noite de excessos, tem ao seu dispor a ‘Brigada do Prazer’, composta por beldades asiáticas e europeias que, como os filmes, vai coleccionando. Não se sabe quantas mulheres teve, mas tem pelo menos quatro filhos legítimos de dois casamentos. Bastardos há pelo menos 20.

Como todo o bom ditador messiânico, Kim Jong-il inventou para si uma mitologia recheada de feitos e milagres. Segundo a biografia oficial, uma andorinha anunciou o seu nascimento enquanto um arco--íris duplo coroava o monte Paektu e uma nova estrela surgia no firmamento. Agora diz-se capaz de recitar, com todas as vírgulas, livros de mais de 600 páginas e garante que a primeira vez que jogou golfe superou as marcas de Tiger Woods.

Facto e ficção misturam-se no que toca à Coreia do Norte e ao seu líder. Nem outra coisa convém a um déspota que preserva o poder graças à aura de semideus alimentada com eficácia e zelo pela propaganda, enquanto mantém na miséria moral e física mais de 20 milhões de almas.

O HERDEIRO DO PODER HEGEMÓNICO

Kim Jong-il nasceu na Sibéria (1941), mas ajustou a data para 1942 para coincidir com os 30 anos do pai, número considerado auspicioso. A Sibéria fazia dele um estrangeiro pelo que as biografias oficiais o dão como nascido no Monte Paektu, mais alta montanha da Coreia. Em 1994, após a morte do pai, Kim il Sung, um ditador cruel, sucedeu-lhe no poder e nomeou já herdeiro o filho Kim Jong-Chui. Esta forma de sucessão dinástica é única em regimes comunistas.


http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=218500&idselect=91&idCanal=91&p=200

 :roll:
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 22, 2006, 08:25:29 pm
Talvez o rédeuórior queira comentar...

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/PCP.jpg)

Última página do "Sol" de 21 de Outubro de 2006
Título:
Enviado por: Lightning em Outubro 22, 2006, 08:33:46 pm
É obvio, solidariedade do Komintern :shock:
Título:
Enviado por: Pantera em Outubro 23, 2006, 09:07:09 am
Citação de: "Luso"
Talvez o rédeuórior queira comentar...

(http://img.photobucket.com/albums/v249/Luso308/PCP.jpg)

Última página do "Sol" de 21 de Outubro de 2006


isto é de facto muito vegonhoso.
Porque raio a assembleia da república não proibe o comunismo em Portugal???'Ainda não perceberam que não houve nenhuma ideologia que matasse tanto como o comunismo.
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 23, 2006, 05:11:31 pm
Pyongyang quer a paz mas não teme a guerra

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A Coreia do Norte repudia a resolução do Conselho de Segurança da ONU que impõe uma série de sanções àquele país pela realização de um teste nuclear.

A República Popular Democrática da Coreia (RPDC), numa declaração emitida anteontem, 17 de Outubro, pelo seu Ministério dos Negócios Estrangeiros, considera que o Conselho fingiu ignorar a política hostil dos EUA relativamente à RPDC, que é a verdadeira origem do problema.
Segundo o documento, divulgado pela agência KCNA, as Nações Unidas, ignorando a política de Washington, «incrimina agora a RPDC por exercer o seu legítimo direito a defender a soberania do país, enquanto exige com bombos e fanfarra a desnuclearização da península».
Esta é uma posição imoral e totalmente desprovida de imparcialidade, dizem as autoridades norte-coreanas, que «só pode ser interpretada como uma declaração de guerra contra a RPDC, já que se baseia no guião dos EUA, desejoso de destruir o sistema socialista de estilo coreano centrado nas massas populares».
A resolução 1718, aprovada a 14 de Outubro pelos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU, impõe sanções económicas e comerciais à Coreia do Norte, exige que o país se abstenha de qualquer novo teste nuclear e intima ainda Pyongyang a regressar às negociações a «seis» (China, Japão, Rússia, Estados Unidos e duas Coreias).
A tomada de posição – aprovada como retaliação pelo primeiro ensaio nuclear norte-coreano, levado a cabo a 9 de Outubro – prevê um embargo sobre armas e material militar, bem como materiais relacionados com a tecnologia nuclear ou de mísseis, e ainda de produtos de luxo.
O documento insta os estados membros, em conformidade com a respectiva legislação, a «agir em cooperação para garantir o respeito destes embargos, procedendo inclusivamente à inspecção de qualquer carga destinada ou proveniente da Coreia do Norte».

RPDC não cede a pressões

As autoridades norte-coreanas consideram que o desenrolar dos acontecimentos prova que a RPDC tinha razão quando se decidiu pela opção nuclear, e advertem «o grupo de Bush» para a inutilidade de tentarem, através de sanções e de pressões, pôr «o país de joelhos».
«Não faz sentido esperar que a RPDC ceda às pressões e às ameaças quando se converteu num Estado com armas nucleares», afirma a declaração de Pyongyang, reiterando que o país «quer a paz mas não teme a guerra, quer o diálogo mas está sempre pronto para a confrontação».
Reiterando que a RPDC deseja cumprir os seus compromissos para levar por diante a desnuclearização da península da Coreia, o documento adverte que não deixará de responder «com fortes acções» a quaisquer ataques à sua soberania e ao seu direito à existência.
No domingo, as autoridades de Pyongyang já haviam dado conta ao vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Alexandre Alexiev, da sua disponibilidade para prosseguir as negociações a seis. O vice-ministro russo deslocou-se à Coreia do Norte, onde manteve diversos contactos, nomeadamente o seu homólogo Kim Ky-kwan. No final da visita, segundo a agência Interfax, Alexiev afirmou que os responsáveis norte-coreanos «mencionaram por várias vezes que Pyongyang jamais transferirá as suas capacidades nucleares para outro país e nunca as utilizará contra quem quer que seja».
Entretanto, a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, que esta terça-feira iniciou um périplo pelo Japão, Coreia do Sul e China com o objectivo de «reunir o apoio» dos amigos e aliados de Washington na região, considerou que a imposição de sanções a Pyongyang é também um «aviso» ao Irão.
A resposta de Teerão chegou pela voz do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, que acusou «alguns países ocidentais» de «transformaram o Conselho de Segurança da ONU numa arma para impor a sua hegemonia e aprovar resoluções contra os países que se lhe opõem».
Considerando «ilegal» a exigência do Conselho de Segurança para que o Irão suspenda o seu programa de enriquecimento de urânio, Mahmud Ahmadinejad anunciou que o seu país vai prosseguir o projecto nuclear.

EUA forçam à opção nuclear

(...) «A política dos EUA contra a RPDC vai além dos simples gestos de hostilidade, pois faz pairar a ameaça nuclear e considera a RPDC como fazendo parte dum “eixo do mal”, por isso sujeita a ataques nucleares preventivos, o que força a RPDC a dotar-se de um poder de dissuasão nuclear. O governo de RPDC mantém contudo que a desnuclearização da península coreana pode ser feita de forma pacífica através do diálogo e da negociação.
«É sabido que o elemento essencial da Declaração conjunta de 19 de Setembro de 2005 adoptada pelos participantes nas negociações a seis é o engajamento da RPDC a renunciar ao seu programa nuclear e a aceitar a coexistência pacífica. Esta declaração engaja também os EUA. A RPDC advoga o respeito mútuo de todas as disposições da Declaração conjunta. É evidente que só beneficiará com isso e é por essa razão que está mais decidida do que nunca a prosseguir as negociações a seis.
«Ora, os EUA, apesar da referida Declaração conjunta, impuseram sanções financeiras à RPDC, seu parceiro de diálogo, e repudiaram a agenda relativa à próxima ronda de negociações, o que resultou no impasse actual. À luz destes factos, não podia ser mais evidente que os EUA não desejam a continuação das negociações a seis nem a desnuclearização da península coreana. Os EUA só desejam uma coisa, que é o crescimento das tensões na península coreana para se servirem disso como pretexto para aumentar a sua presença militar no Nordeste asiático. Esperam travar o crescimento da RPDC e dos seus vizinhos no quadro da sua estratégia para alcançar a supremacia mundial. Estas são as verdadeiras intenções dos EUA. É absurdo que a RPDC, sob pressão de sanções americanas sem razão de ser, participe nas negociações. Para nós esta é uma questão de princípio e nesta matéria não faremos concessões.»
(Excertos da intervenção de Choe Su Hon, presidente da delegação da RPDC, na 61.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, em 26 de Setembro de 2006, em Nova Iorque.)


http://www.avante.pt/noticia.asp?id=16505&area=11 (http://www.avante.pt/noticia.asp?id=16505&area=11)
Título:
Enviado por: ricardonunes em Outubro 25, 2006, 11:34:03 pm
North Korea - Children of the Secret State

http://video.google.com/videoplay?docid ... 7402742053 (http://video.google.com/videoplay?docid=-6951629397402742053)
Título:
Enviado por: dremanu em Outubro 26, 2006, 03:40:43 pm
Citação de: "ricardonunes"
North Korea - Children of the Secret State

http://video.google.com/videoplay?docid ... 7402742053 (http://video.google.com/videoplay?docid=-6951629397402742053)


Chocante, triste, repugnante...tanta injustiça, tanto sofrimento humano.

Os gajos como o Lobo Solitário e o RedWarriro deviam ser todos expulsos para a Coreia da Norte para ver o que é viver num "paraíso" socialista.
Título:
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 26, 2006, 04:59:11 pm
Calma, não vamos a lado nenhum com estes extremismos!
Título:
Enviado por: Luso em Outubro 26, 2006, 08:22:35 pm
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Calma, não vamos a lado nenhum com estes extremismos!


Com quais extremismos?
Com os da Coreia do Norte, certamente...
Título:
Enviado por: Bravo Two Zero em Outubro 31, 2006, 04:47:56 pm
Coreia do Norte recua ?

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Numa declaração surpreendente, a Coreia do Norte anunciou a intenção de suspendar o programa nuclear, três semanas depois de ter realizado o seu primeiro ensaio.
 

SIC


 
 
 
 
O anúncio foi feito em Pequim, depois de uma reunião informal entre a China, os Estados Unidos e um enviado de Pyongyang.

A Coreia do Norte aceitou retomar, sem condições, as conversações sobre o programa nuclear, o que já foi saudado pela Casa Branca.

No passado dia 9 de Outubro, a Coreia do Norte realizou o seu primeiro ensaio nuclear.

A  manobra valeu-lhe a condenação da comunidade internacional e um conjunto de sanções económicas aprovadas pelas Nações Unidas.


http://sic.sapo.pt/online/noticias/mund ... ndente.htm (http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/20061031+Anuncio+surpreendente.htm)
Título:
Enviado por: Creoula em Outubro 31, 2006, 06:09:54 pm
Durante quinze anos as crises relacionadas com programa nuclear norte coreano têm sido recorrentes. Às crises sucedem-se acordos e os novos acordos são quebrados precipitando novas crises.
Entre Agosto de 2003 e Setembro de 2004 realizaram-se 4 rondas negociais das Six Party-Talks (Coreia do Norte; Coreia do Sul; China; EUA; Japão e Rússia). Ao longo destes 25 meses de negociações os avanços e recuos foram contínuos e cíclicos. A uma crise provocada pela Coreia do Norte, a comunidade internacional respondia com ameaças diplomáticas e sanções económicas, a Coreia do Norte esticava a corda mas acabava por regressar à mesa das negociações. Negociava-se mais um acordo, aceite pela Coreia do Norte, e logo de imediato eles criavam uma crise. Após vinte e cinco meses de avanços e recuos, as Six Party Talks pareciam ter atingido um marco histórico com a Declaração Conjunta de 19 de Setembro de 2005. Contudo, mais uma vez, a Coreia do Norte boicotou as negociações e a prevista 5ª Ronda a realizar em Novembro de 2005 não se consumou. A justificação norte-coreana para mais um desmoronar das negociações foi o facto dos EUA terem adoptado sanções contra o banco de Macau que efectuava a lavagem de notas de 100 dólares contrafeitas na Coreia do Norte. Ora, tal como a Administração Bush referiu, esta é uma questão de contrafacção e não de contraproliferação nuclear, pelo que não deveria interferir nas Six Party Talks. O insucesso de mais uma ronda negocial, em que se pretendia chegar a progressos em aspectos importantes, significou o início de mais uma longa jornada de incertezas que culminou com o teste nuclear do passado dia 9 de Outubro de 2006.
O que se passa com o anúncio de hoje das autoridades de Pyongyang, declarando-se prontas a suspender o programa nuclear, é natural, faz parte do jogo da Coreia do Norte. A AIEA, a ONU, os EUA, a China…vão bater palminhas, vão conceder (como sempre) benefícios e auxílios à Coreia do Norte (o Partido e as Forças Armadas agradecem esses auxílios) em troca da suposta suspensão e do regresso ás negociações. Daqui a uns meses teremos mais um teste nuclear e, de novo, a crise agudizada.
Cumprimentos
 max1x1
Título:
Enviado por: ricardonunes em Dezembro 12, 2006, 05:26:06 pm
Coreia do Norte: Conversações a seis recomeçam dia 18

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As conversações a seis sobre o programa nuclear da Coreia do Norte vão recomeçar a 18 de Dezembro, em Pequim, pondo fim um impasse que durou 13 meses, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China.
«Após consultas entre as partes envolvidas, a segunda fase da quinta ronda das conversações a seis sobre a questão nuclear da península coreana será retomada em Pequim a 18 de Dezembro», refere um comunicado publicado na página na Internet do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, assinado pelo porta-voz da diplomacia chinesa, Qin Gang.

Iniciadas em 2003, as conversações entre a China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão e Rússia visam encontrar uma solução para a questão nuclear da península coreana e tentar levar o regime de Pyongyang a abandonar o programa de desenvolvimento de armas nucleares.

A Coreia do Norte tinha abandonado em Novembro de 2005 as conversações em protesto contra o embargo, por parte dos Estado Unidos, de qualquer transacção financeira com o Banco Delta Ásia, de Macau, instituição que Washington acusa de lavar e canalizar fundos para o regime da Coreia do Norte.

A 31 de Outubro, o regime de Kim Jong-il surpreendeu a comunidade internacional ao aceitar regressar ao processo negocial, em especial após ter levado a cabo a 9 de Outubro um ensaio nuclear que confirmou perante o mundo que Pyongyang tem armas nucleares.

Em Setembro de 2005, no quadro das negociações a seis, Pyongyang tinha aceite abandonar o seu programa nuclear em troca de garantias de segurança, ajuda energética e outra ajuda humanitária.

Apesar das aparentes aberturas da Coreia do Norte, os países envolvidos não tinham conseguido até hoje chegar a acordo quando a uma data para o reinício das conversações a seis, apesar dos principais negociadores dos Estados Unidos, China e Coreia do Norte se terem encontrado durante dois dias em Pequim, a 28 e 29 de Novembro.

Diário Digital / Lusa

Título:
Enviado por: Creoula em Dezembro 18, 2006, 10:21:42 pm
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Seis parceiros retomam as conversações
Coreia do Norte: negociações sobre programa nuclear recomeçam hoje
18.12.2006  
 
O Governo da Coreia do Norte regressa hoje à mesa das conversações sobre o desmantelamento do seu programa nuclear, mais de um ano depois de se ter retirado das negociações em resposta às sanções financeiras decretadas pelos Estados Unidos.

O diálogo entre as duas Coreias, a América do Norte, a Rússia, o Japão e a China decorre em Pequim e representa mais uma etapa num longo processo iniciado em Agosto de 2003.

As divergências entre os países que participam nas negociações têm sido aproveitadas pela Coreia do Norte para ganhar algum espaço de manobra.

O teste nuclear de 9 de Outubro parece ter fortalecido a vontade dos outros países — em particular a da China — de desarmar a Coreia do Norte.

in www.publico.clix.pt (http://www.publico.clix.pt)


Este regresso das negociações multilaterais a seis não é surpreendente. Cerca de 13 meses após o falhanço da última ronda, o seu reinício é natural. Para alguns, o regresso à mesa das negociações demonstra vontade de cooperação entre as partes e daí prováveis progressos quanto à questão nuclear. É certo que se lucraria mais com a cooperação, mas não creio ser essa a estratégia de alguns países, pelo menos da Coreia do Norte e dos EUA. Entre Pyongyang e Washington não há essa vontade, existe uma desconfiança mútua que os impede de cooperar. Para estes dois o melhor resultado politico passa mesmo pela não cooperação. Os EUA desejam o colapso da Coreia do Norte e estes, por sua vez, têm como objectivo máximo a sobrevivência do regime.
Creio que não há lugar para festejos. Mesmo que se consiga chegar a alguns entendimentos estes serão, certamente, apenas de cariz económico e financeiro. Seguramente irão manter-se as dificuldades em desarmar Pyongyang, sobretudo depois dum teste nuclear que aumentou a sua capacidade negocial. Vejamos o que nos dizem as noticias dos próximos dias, mas acredito que as autoridades norte-coreanas irão colocar a sua fasquia negocial bem alta. Tudo leva a crer que o regresso das negociações sirva mais para aliviar a tensão na região e para aproveitamento político, do que para fazer desaparecer as armas nucleares norte-coreanas.
Vamos ver o que acontece.

Cumprimentos
 max1x1
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Enviado por: Creoula em Dezembro 19, 2006, 10:29:58 pm
Indo de encontro ao que vaticinei no post anterior, veja-se o que a Coreia do Norte vem hoje exigir:
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Coreia Norte: Conversações sobre nuclear sem progressos - EUA

O representante norte-americano nas negociações multilaterais realizadas em Pequim para o desmantelamento do programa nuclear norte-coreano anunciou hoje o fracasso de uma tentativa negocial com o seu homólogo de Pyongyang.
«Houve uma conversa substancial, mas ainda não foram atingidos os objectivos, pelo que nos voltaremos a encontrar na quarta-feira», declarou Christopher Hill, após a reunião com Kim Kye-gwan.

Estas negociações tiveram início na segunda-feira e decorrem sem uma data fixa para a sua conclusão.

Hill admitiu que possa haver desenvolvimentos nos próximos dias, até ao fim da semana, mas frisou que o propósito norte-americano é a «desnuclearização total» da Coreia do Norte.

Nesta ronda negocial, em que além das duas Coreias, Estados Unidos e o anfitrião China, participam a Rússia e o Japão, o representante de Tóquio, Kenichiro Sasae, afirmou existir «um grande fosso, apesar de expectativas iniciais num desfecho favorável».

«Não há motivo para optimismo», frisou, adiantando esperar de Pyongyang «maior visão», até porque a troco do desmantelamento nuclear o regime do Presidente Kin Jong-il exige o cumprimento de uma série de condições, nomeadamente o levantamento de todas a sanções económicas impostas pelas Nações Unidas (ONU).

Paralelamente, os Estados Unidos têm em vigor sanções financeiras.

Entre estas condições está a da construção de uma central nuclear para fins civis e uma redução de armamento, em partes iguais, para a Coreia do Norte e Estados Unidos, caso contrário Pyongyang aumentará o arsenal, na sequência do seu primeiro teste nuclear a 9 de Outubro.

Diário Digital / Lusa

19-12-2006 18:32:54

Da noticia chamo a atenção para estes pontos:
"...a troco do desmantelamento nuclear o regime do Presidente Kin Jong-il exige o cumprimento de uma série de condições, nomeadamente o levantamento de todas a sanções económicas impostas pelas Nações Unidas (...) a da construção de uma central nuclear para fins civis e uma redução de armamento, em partes iguais, para a Coreia do Norte e Estados Unidos, caso contrário Pyongyang aumentará o arsenal, na sequência do seu primeiro teste nuclear a 9 de Outubro."

Cumprimentos
 max1x1
Título:
Enviado por: Lancero em Dezembro 26, 2006, 04:00:02 pm
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N Korean leader wants karaoke machines for military to boost morale
Friday, December 22, 2006 at 05:00 EST

BEIJING — North Korean leader Kim Jong Il plans to provide more karaoke machines to the country's military after finding they help boost morale, according to a recent report in the country's official newspaper. The Rodong Sinmun, the newspaper of the Workers Party of Korea, quoted Kim as commenting: "I plan to send more song-accompanying machines to the People's Armed Forces."

According to the report, Kim said during his meeting with military commanders in March that "the atmosphere changed completely" in divisions that were provided with karaoke machines. Kim also noted soldiers and officers were competing with each other to obtain high marks on the machines that assess their singing, the newspaper said.


 ;)
http://www.youtube.com/watch?v=DxQ660DwEtw&eurl= (http://www.youtube.com/watch?v=DxQ660DwEtw&eurl=)
Título:
Enviado por: Marauder em Dezembro 26, 2006, 10:24:04 pm
Citação de: "Lancero"

 :shock: A fixação das gentes daquele 'lado' do mundo pelo karaoke é algo que me intriga...


Para além de quererem ser uma potência nuclear, eles querem ser uma potência mundial a nível de musica amadora e grupos folclóricos militares!!!
Título:
Enviado por: Get_It em Dezembro 27, 2006, 12:22:20 am
Citação de: "Lancero"
Citar
N Korean leader wants karaoke machines for military to boost morale
Friday, December 22, 2006 at 05:00 EST

BEIJING — North Korean leader Kim Jong Il plans to provide more karaoke machines to the country's military after finding they help boost morale, according to a recent report in the country's official newspaper. The Rodong Sinmun, the newspaper of the Workers Party of Korea, quoted Kim as commenting: "I plan to send more song-accompanying machines to the People's Armed Forces."

(...)

 :lol:

Cumprimentos,
Título:
Enviado por: ricardonunes em Janeiro 31, 2007, 05:51:18 pm
Rússia considera-se ameaçada pelo programa nuclear da Coreia do Norte

Citar
A Rússia considera que o programa nuclear norte-coreano constitui "uma ameaça" contra os seus interesses estratégicos, pelo que espera que a próxima ronda de negociações multilaterais sobre este assunto possa produzir "resultados concretos".

Após um ano de impasse, o regime de Pyongyang aceitou retomar em Dezembro as negociações com os cinco países envolvidos no processo (EUA, Rússia, Japão, Coreia do Sul e China), mas a cimeira terminou sem que tenha sido alcançado qualquer acordo.

A próxima ronda está prevista para o dia 8 de Fevereiro, novamente em Pequim, mas as perspectivas de um acordo não são animadoras. A Coreia do Norte condiciona qualquer cedência ao fim das sanções que lhe foram aplicadas pelo Conselho de Segurança após o ensaio nuclear realizado em Outubro e ao fim do embargo financeiro norte-americano.

"A ausência de armas nucleares na península coreana vai ao encontro dos nossos interesses, mas um dos países da península declarou ter-se tornado um Estado nuclear. Consideramos, por isso, que os nossos interesses estão ameaçados", afirmou o chefe da delegação russa.

"A população do Extremo Oriente russo está preocupada com a ameaça nuclear crescente nas suas proximidades", acrescentou Alexandre Lossioukov, citado pela agência russa Interfax.

Apesar de afirmar que "são mínimas as hipóteses de se alcançar acordos concretos e significativos nas negociações" de Fevereiro, o enviado russo espera que a reunião permita estabelecer "caminhos para chegar a esses acordos nas próximas reuniões".

Lossioukov admite, porém, que o ensaio nuclear de Outubro "complicou a situação na região" e "fez recuar o processo de negociações".

Em meados deste mês, o antigo embaixador dos EUA junto da ONU, John Bolton, afirmou que as negociações com a Coreia do Norte tinham falhado e que a única solução era apostar "no afundamento" do regime de Pyongyang, mas Washington acabou por aceitar tomar parte numa nova ronda negocial.


Publico (http://http)
Título:
Enviado por: Lancero em Fevereiro 02, 2007, 02:24:09 pm
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Coreia do Norte: Gibraltar leva Espanha a não aplicar sanções a Pyongyang-media

Londres, 02 Fev (Lusa) - Um tratado de 1713, envolvendo Gibraltar, é o  responsável por Madrid se recusar a aplicar as sanções sobre produtos de luxo ap rovadas pela União Europeia contra a Coreia do Norte, refere hoje o diário britâ nico Financial Times.

        O problema surgiu quando Madrid detectou que a regulamentação da UE nec essária para aplicar as sanções, aprovadas em Novembro devido aos ensaios nuclea res norte-coreanos, continha uma referência às "autoridades competentes" respons áveis por as impor, entre as quais, em letra miúda, se conta Gibraltar.

        O Governo espanhol pretende que seja eliminada a referência ao "rochedo " para que a regulamentação possa ser aplicada, argumentando que não reconhece a autoridade de Gibraltar em matéria de política internacional, refere o jornal.

        Para Madrid, "o Reino Unido é a única autoridade competente a este resp eito".

        Em Londres, diplomatas britânicos comentam que se criaria um buraco leg al se Gibraltar não fosse incluído.

        Os problemas vêm desde a Guerra da Sucessão espanhola e do Tratado de U trecht de 1713, que lhe pôs fim, que entrega Gibraltar ao Reino Unido.

        O estatuto preciso do "rochedo" que marca a fronteira do Atlântico com  o Mediterrâneo, "famoso pelos seus macacos e contrabandistas de tabaco", é fonte

de disputa entre Londres e Madrid há quase 300 anos, mas esta nova disputa ganh ou novas dimensões, ao afectar a imposição de sanções internacionais, refere o F inancial Times.

        As duas partes afirmam contudo que, de um modo geral, as relações quant o à colónia estão a melhorar e que a questão das sanções representa apenas um en gulho momentâneo.

        O jornal recorda que os dois países, juntamente com Gibraltar, assinara m em Setembro de 2006 um acordo abrangente sobre acesso aeroportuário, telecomun icações e controlos fronteiriços, tido como o início de uma nova era de cooperaç ão.

        Enquanto prossegue esta mais recente disputa, os países da UE podem apl icar individualmente as sanções, mas diplomatas de Bruxelas consideram que a que stão tem de ser resolvida a nível da União para que possam ser impostas uniforme mente.

        "Kim Jong-il, o idiossincrático líder da Coreia do Norte, pode continua r a presentear os seus amigalhaços com conhaque Hennessy ou relógios Cartier por

mais algum tempo, graças a uma disputa territorial de 300 anos entre o Reino Un ido e Espanha", nota jocosamente o Financial Times.

         
Título:
Enviado por: SSK em Junho 29, 2007, 02:07:54 pm
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Coreia do Norte ataca sistema anti-míssil dos EUA
A Coreia do Norte está a procurar ganhar superioridade nas negociações sobre o seu programa nuclear ao levantar reservas sobre o sistema de defesa anti-míssil norte-americano e ao referir que o mesmo a obriga a maiores esforços de defesa.


http://www.spacewar.com/reports/Pyongyang_New_Nuclear_Playing_Card_Is_US_Missile_Defence_999.html
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 01, 2007, 08:31:19 pm
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Google Earth mostra instalações militares da Coreia do Norte

A Google foi acusada recentemente pela Coreia do Norte de divulgar indiscriminadamente no Google Earth fotografias das suas instalações de segurança e complexos militares.

De acordo com a versão inglesa da Google, os mapas mostram as posições da residência presidencial, a Cheong Wa Dae (Casa Azul), dos serviços de intelligence e de algumas instalações militares.

A Google Coreia já afirmou que está em conversações com o governo para tomar medidas de segurança em relação às fotografias disponibilizadas on-line.
2007/07/31
Título:
Enviado por: SSK em Agosto 31, 2007, 08:06:58 pm
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RDP Coreia critica EUA

30.08.2007
República Democrática Popular da Coreia critica Washington por causa do aumento de tensões na península; referindo a “movimentos militares perturbadores” aconselha os Estados Unidos a ficar ciente da gravidade das suas acções.

Os recentes exercícios militares das forças armadas norte-americanas na região Ásia-Pacífico, envolvendo 60 por cento dos seus submarinos nucleares, constitui para a RDP Coreia “uma ameaça militar directa e uma provocação”, de acordo com ma afirmação do MRE.

Para Pyongyang, “Os EUA agrupa enormes recursos de guerra e realiza exercícios militares enquanto prossegue as negociações com a RDPC. Este comportamento dos EUA prova que não está interessado no progresso de diálogo e a resolução das questões mas sim, só quer procurar conflito com a RDPC.”

Pyongyang ameaça: “Esta abordagem dos EUA contra o diálogo obriga a RDPC a tomar contra-medidas urgentes. Neste caso seria inteiramente a culpa dos EUA se houvesse consequências graves resultantes”.

O comunicado termina: “Os EUA faria muito bem estar ciente da gravidade da situação e comportar-se bem”.


Timofei BYELO

PRAVDA.Ru  


60% o jornalista não deve ter mesmo a noção do que escreveu. :?
Título:
Enviado por: PereiraMarques em Agosto 31, 2007, 10:51:22 pm
Citação de: "SSK"

60% o jornalista não deve ter mesmo a noção do que escreveu. :lol: ) foi o principal jornal da União Soviética e um órgão oficial do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética entre 1918 e 1991. O jornal ainda existe e está em circulação na Rússia, mas ficou mais conhecido nos países ocidentais por seus pronunciamentos durante o período da Guerra Fria. Existe ainda um certo número de outros jornais menos famosos em outros países que também se chamam Pravda.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pravda)
Título:
Enviado por: André em Setembro 02, 2007, 05:46:32 pm
Coreia do Norte suspenderá programa nuclear até final de 2007

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O secretário de Estado adjunto dos Estados Unidos, Chris Hill, anunciou hoje que a Coreia do Norte «entregará uma declaração completa sobre todos os seus programas nucleares e que irá desactivá-los até ao final deste ano».
Os pormenores serão discutidos durante os próximos encontros agendados para o final de Setembro na China, disse Hill ao final do segundo dia de negociações, em Genebra, com o principal representante norte-coreano para assuntos nucleares, Kim Kye-gwan.

A Coreia do Norte encontrou-se enviados dos EUA em Genebra para uma segunda e última ronda de negociações para aliviar a relação entre os dois países, oponentes na Guerra da Coreia de 1950-53, além de acelerar o desarmamento nuclear de Pyongyang.

As negociações desenvolveram-se lentamente desde Setembro de 2005, quando a Coreia do Norte concordou em princípio em desactivar o respectivo programa nuclear em troca de benefícios económicos e diplomáticos.

Após os encontros em Genebra com a delegação dos EUA, os negociadores norte-coreanos irão discutir com o Japão para superar as tensões entre ambos países asiáticos.

A sessão plenária envolvendo seis participantes - EUA, Coreia do Norte e do Sul, China, Japão, Rússia – está prevista para meados de Setembro em Pequim.

Diário Digital
Título:
Enviado por: André em Setembro 02, 2007, 07:03:43 pm
EUA admitem discutir saída da Coreia do Norte de lista de países que patrocinam o terrorismo

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O secretário de Estado Adjunto dos Estados Unidos confirmou hoje que a saída da Coreia do Norte da lista de Estados que patrocinam o terrorismo é um dos assuntos na ronda de negociações entre os dois países.

Christopher Hill ficou satisfeito com os contactos mantidos no sábado em Genebra com a delegação norte-coreana, no primeiro de dois dias de conversações.

As discussões continuarão durante o dia de hoje, domingo, na missão norte-coreana em Genebra, como parte da agenda que ambas as partes negoceiam com a intenção de melhorar as relações bilaterais e avançar nos compromissos de desnuclearização da Coreia do Norte.

Em declarações à imprensa, Christopher Hill disse que nas discussões de sábado tinha sido possível "chegar a um entendimento" entre as duas partes sobre os assuntos a resolver nos próximos meses.

Christopher Hil defendeu que existem grandes possibilidades de que na reunião ministerial do Grupo dos Seis (G6: Estados Unidos, Rússia, China, Coreia do Norte, Coreia do Sul e Japão) - provavelmente em meados de Setembro, em Pequim, se chegue a um acordo.

Agência Lusa
Título:
Enviado por: André em Setembro 03, 2007, 01:28:24 pm
EUA retiram Coreia da lista de países terroristas

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Os Estados Unidos aceitaram retirar a Coreia do Norte da lista de países que apoiam o terrorismo em troca da suspensão do programa nuclear, anunciou hoje um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano.
Segundo o porta-voz, citado pela agência de notícias norte-coreana KCNA, o regime comunista terá de «desmantelar todas as instalações nucleares» até ao final de 2007.

Fazer parte da lista de países que apoiam o terrorismo impede nomeadamente um país de contrair empréstimos a taxas de juro reduzidas de instituições internacionais como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional.

A Coreia do Norte foi incluída nesta lista em 1987 prelo seu alegado envolvimento no atentado à bomba contra um voo comercial sul-coreano em que morreram 115 pessoas.

Este acordo, que incluiu também como contrapartida a suspensão das sanções ao país, foi alcançado nas conversações que se realizaram este fim-de-semana em Genebra entre o negociador norte-americano Christopoher Hill e o seu homólogo norte-coreano Kim Gye-kwan.

«Segundo o acordo, os Estados Unidos retiram o nosso país da lista de países que apoiam o terrorismo e dão-nos compensações económicas e políticas, como por exemplo o levantamento da lei que proíbe o comércio com os países inimigos», disse o porta-voz.

Christopoher Hill anunciou domingo que Pyongyang se comprometeu a entregar uma declaração completa de todo o seu programa nuclear, incluindo o programa de enriquecimento de urânio, com o objectivo de o desmantelar até ao final do ano.

As alegadas contrapartidas não foram ainda confirmadas pelos Estados Unidos.

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: SSK em Setembro 03, 2007, 06:06:32 pm
Ao que parece os EUA já desmentiram tal notícia. Pelo menos foi o que a TSF estava a noticiar esta tarde. :?
Título:
Enviado por: André em Setembro 04, 2007, 01:54:46 pm
EUA mantêm Coreia do Norte na lista de Estados terroristas

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O principal negociador norte-americano para a crise nuclear norte-coreana, Christopher Hill, negou hoje que os Estados Unidos tenham retirado a Coreia do Norte da lista negra dos patrocinadores do terrorismo.
A Coreia do Norte «não foi retirada da lista terrorista», declarou, acrescentando que o regime norte-coreano tem que tomar mais medidas para desmantelar o respectivo programa nuclear, segundo a agência japonesa Kyodo.

O ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Nobutaka Machimura, disse à imprensa que a iniciativa dependerá de «todo o género de condições».

A Coreia do Norte anunciou segunda-feira que o país seria retirado da lista de terroristas norte-americana.

O Japão participa nas negociações a seis para convencer o regime norte-coreano a desmantelar o respectivo programa de armas nucleares.

Diário Digital


 :shock:  :?  :?
Título:
Enviado por: Cabecinhas em Setembro 04, 2007, 02:03:28 pm
Pinóquio onde estás tu?!
Título:
Enviado por: André em Setembro 16, 2007, 08:02:04 pm
Cooperação nuclear entre Síria e Coreia do Norte seria um «problema»

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O secretário da Defesa norte-americano, Robert Gates, considerou hoje em entrevista à estação de televisão Fox News que uma cooperação nuclear entre a Síria e a Coreia do Norte representaria «um grande problema» para os Estados Unidos.

«Seria um problema muito grande», disse, escusando-se a confirmar informações da imprensa segundo as quais a Coreia do Norte vai ajudar a Síria a construir um complexo nuclear.

«Tudo que posso dizer é que estamos a observar com muito cuidado os norte-coreanos e igualmente a Síria«, sublinhou.

«Se tal actividade existisse, seria caso para grande preocupação», afirmou Gates, acrescentando que o presidente George W. Bush «já deu claramente a entender aos norte-coreanos o que pensa dos esforços de proliferação e, evidentemente, e que qualquer esforço dos sírios para obter armas de destruição maciça seria motivo de apreensão».

Segundo o jornal Washington Post na sua edição da quinta-feira passada, em que citava fontes não identificadas dos serviços secretos norte-americanos, os israelitas forneceram a Washington imagens por satélite deste sítio.

O diário oficial sírio Al-Saoura qualificou hoje estas informações de «mentiras».

Gates disse, por outro lado, que «a diplomacia é de momento, a melhor forma» de lidar com o Irão, «mas todas as outras opções continuam em aberto».

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: André em Setembro 18, 2007, 01:16:15 pm
Coreia do Norte desmente ter auxiliado Síria

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A Coreia do Norte desmentiu hoje ter fornecido à Síria segredos e cooperação nuclear.

Ao desmentir a informação, o Ministério norte-coreano dos Negócios Estrangeiros sublinhou que as suspeitas sobre a cooperação nuclear com a Síria não passavam de uma «conspiração grosseira».

«Os media norte-americanos, nomeadamente o New York Times, noticiaram recentemente alegações de que nós (Coreia do Norte) estávamos a ajudar secretamente a Síria no seu programa nuclear. Essas informações não têm fundamento e são enganadoras», sustentou um porta-voz oficial.

Esta foi a primeira vez que as autoridades de Pyongyang se pronunciaram publicamente sobre o caso, depois de na semana passada terem surgido suspeitas de que o país tinha prestado auxílio à Síria para instalações nucleares.

«Enquanto potência nuclear responsável, já tínhamos declarado em Outubro de 2006 que nunca autorizaríamos a transferência de material nuclear e mantemos essa declaração», acrescentou o porta-voz dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Norte.

Na quinta-feira, citando fontes dos serviços secretos norte-americanos, o Washington Post noticiara que a Coreia do Norte estava a auxiliar a Síria na construção de uma unidade nuclear.

O jornal acrescentava que os serviços secretos israelitas tinham transmitido aos seus congéneres norte-americanos imagens «espectaculares» daquela unidade, levando Washington a pensar que poderia ser utilizada no fabrico de armas nucleares.

Diário Digital / Lusa
Título:
Enviado por: HSMW em Fevereiro 24, 2009, 09:27:00 pm
Fortress North Korea
http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... p?t=128528 (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=128528)
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 06, 2009, 02:50:03 am
Bluffer’s Guide: North Korea Strikes!
http://www.militaryphotos.net/forums/sh ... p?t=162240 (http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=162240)
Título:
Enviado por: FoxTroop em Agosto 06, 2009, 08:26:34 pm
Uma coisa estranha é a forma como estão dispostas as defesas. O eixo provável de um ataque vindo do sul não está protegido em caso de rompimento das defesas e apenas a norte dos principais centros se encontra novamente estruturas defensivas.
Título:
Enviado por: HSMW em Agosto 06, 2009, 08:38:38 pm
Isso é acerca da 1ªa imagem do do post?
Atenção que aquilo são posições de artilharia, não são posições defensivas.
Título:
Enviado por: FoxTroop em Agosto 06, 2009, 09:00:01 pm
Sim, sei. Mas parto do principio que toda essa rede de posições de artilharia serve de apoio a uma rede defensiva. O facto de existir um enorme vazio a sul de pontos estratégicos deixa-me a pensar no porquê de se concentrarem a norte.
Título:
Enviado por: nelson38899 em Agosto 07, 2009, 09:30:54 am
Citação de: "FoxTroop"
Sim, sei. Mas parto do principio que toda essa rede de posições de artilharia serve de apoio a uma rede defensiva. O facto de existir um enorme vazio a sul de pontos estratégicos deixa-me a pensar no porquê de se concentrarem a norte.


Os Norte Coreanos, tem um enorme campo de minas para a defesa do ataque inicial.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: HSMW em Março 31, 2013, 10:36:31 pm
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: M@rkoz em Abril 03, 2013, 10:46:52 pm
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Washington
A Marinha dos Estados Unidos está levando um navio de guerra e uma plataforma marítima de radares para perto da costa da Coreia do Norte.
O objectivo da acção é monitorar movimentações militares do país, inclusive possíveis lançamentos de mísseis, disse um oficial do Departamento de Defesa nesta terça-feira.
As informações são da emissora CNN.
Segundo a emissora, a decisão de deslocar pelo menos um navio e a plataforma SBX-1 é a primeira do que pode se tornar um série de movimentações navais.
Em entrevista à CNN, o porta-voz do Pentágono, George Little, disse que a implantação do navio não deve ser ligada às recentes tensões na região.
"Peço a todos que não relacionem essa movimentação naval aos recentes exercícios militares na Coreia do Sul. Nós temos movimentações de navios regulares na região da Ásia-Pacífico e usamos essas manobras para uma série de propósitos".
A acção foi anunciada após semanas de retórica beligerante da Coreia do Norte.
A situação vem ficando mais tensa desde um teste nuclear feito pela Coreia do Norte em Fevereiro, da renúncia do armistício de 60 anos, que pôs fim à Guerra da Coreia, e de ameaças de Pyongyang de usar armas nucleares.
Os EUA e a Coreia do Sul foram em frente com exercícios militares conjuntos, mesmo diante de ameaças de Pyongyang.
Os EUA reforçaram os exercícios com demonstrações de força, que incluíram sobrevoos de drones com capacidade nuclear B-2.
Mais cedo, o Exército americano anunciou ter enviado aviões não tripulados para a Coreia do Sul, como parte de um exercício militar conjunto em andamento, e que levou às ameaças de retaliação armada por parte do vizinho do Norte.
Dois aviões F-22 Raptor chegaram à Coreia do Sul no domingo (31) para participar do treinamento anual Foal Eagle, que vai até 30 de Abril, disse à agências de notícias AFP um porta-voz do Exército americano na Coreia do Sul.
A Casa Branca declarou nesta segunda-feira que, apesar do tom beligerante, a Coreia do Norte ainda precisa comprovar suas ameaças com movimentos de tropas.
Com a escalada de tensão na península coreana, Washington confirmou que está a levar muito a sério a retórica de guerra, mas lembrou que as ameaças e alertas por parte de Pyongyang não são novidade.
"Apesar da dura retórica que estamos ouvindo de Pyongyang, não estamos vendo mudanças na posição militar norte-coreana, como mobilizações em larga escala e posicionamento de forças", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.
"Não vimos acção que apoie a retórica", completou Carney, acrescentando: "Deixo para os analistas avaliarem o que esta desconexão significa".
Washington já alertou a Coreia do Norte que não poupará esforços para defender seus aliados na Ásia.
 
in  AngolaPress
2 de Abril de 2013

(http://cdn2.spiegel.de/images/image-479251-galleryV9-dkty.jpg)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: dc em Abril 05, 2013, 06:31:47 pm
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Os Norte Coreanos, tem um enorme campo de minas para a defesa do ataque inicial.

Eu sei que isto foi escrito já à muito tempo, mas seja quais forem as defesas terrestres que os norte coreanos tenham, o primeiro ataque será pelo ar e/ou a partir do mar, só com a segurança do espaço aéreo e limpeza de grande parte das defesas anti-aéreas é que eventualmente se procederá a um ataque por terra, e antes disso ainda seria muito provável o uso inicialmente de artilharia de longo alcance, como o MLRS. De qualquer maneira preparem-se para ligar o telejornal para começar a ver as noticias dos ataque dos B-2.
Com isto tudo será que é desta que vemos o F-22 pela primeira vez em acção?  :mrgreen:
Na minha opinião a unica chance dos coreanos é ou de lançar tudo o têm de assentada (misseis mais concretamente) e rezar que assertem nalguma coisa e façam moça, de resto só vejo duas possibilidades, dada a obscelência dos meios fazerem ataques kamikaze a navios e bases, ou então como no vietname esperar por uma invasão terrestre e tornar a vida dos inimigos um inferno, com armadilhas e etc. De resto acho pouco provável uma invasão por terra por parte dos americanos, por outro lado os coreanos não têm qualquer hipótese numa guerra convencional...principalmente que foram "escolher" o pior inimigo possivel no mundo actual, EUA, que é nada mais nada menos que a potência nº1 actualmente...
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: HSMW em Abril 05, 2013, 08:54:44 pm
O mais lógico seria os EUA limitarem-se a dar apoio à Coreia do Sul. Nunca a entrar em confronto directo pois isso poderia ser um "convite" à China para apoiar a Coreia do Norte e demonstrar a força que tem na região.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lightning em Abril 05, 2013, 11:33:53 pm
Citação de: "HSMW"
O mais lógico seria os EUA limitarem-se a dar apoio à Coreia do Sul. Nunca a entrar em confronto directo pois isso poderia ser um "convite" à China para apoiar a Coreia do Norte e demonstrar a força que tem na região.

Pelo que tenho visto nas noticias, a China não parece apoiar assim tanto a Coreia do Norte, aparentemente a China perdeu o controle sob o seu pitt bull, o animal já não respeita o "dono", talvez a única solução seja abate-lo, e se houver "por baixo da mesa", algumas garantias dos EUA à China, do tipo, não colocar tropas americanas na fronteira com a China, retirar todas as forças da Coreia do Norte substituindo-as por uma força das Nações Unidas, etc, coisas que não humilhem a China e que demonstrem um certo respeito por parte dos EUA, acredito que a China deixe cair a Coreia do Norte e não se meta. É que a China apesar de querer demonstrar a sua força na região, "no ringue" com os Estados Unidos arrisca-se é a mostrar a sua "fraqueza", e os Chineses, pacientes e cautelosos como são, não me parece que arrisquem perder todo o crescimento económico e de prestigio que tiveram recentemente para defender a Coreia do Norte.

Isto é o que eu acho porque não acredito que a China tenha força para vencer os EUA, claro que posso estar errado e isto tudo seja um "master plan" para levar os EUA à guerra com a China usando a Coreia do Norte como isco, mas da minha visão de simples humano não vejo qual a vantagem, eu não sou o "grande líder"  :mrgreen: .

Agora imagino eu como seria a pior das hipóteses, As Coreias entram em guerra, os EUA entram pelo lado da Coreia do Sul, a China entra pelo lado da Coreia do Norte, a Rússia mete-se sim ou não? Se não se mete é favorável aos EUA e o conflito continua regional, se se mete pelo lado da Coreia do Norte e China está o caldo entornado e arriscamos uma 3ª Guerra Mundial, basta cair uma bomba/míssil que seja em território Americano e temos a NATO a abrir uma frente europeia contra a Rússia.Depois ainda há umas cartas novas que não se sabe bem para que lado vão ou se ficam quietos, como a India, Paquistão, Irão, etc,  Claro que ao contrário da 2ª Guerra Mundial que era divisões blindadas de um lado para o outro, esta seria misseis intercontinentais nucleares de um lado para o outro e o fim da civilização.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: FoxTroop em Abril 06, 2013, 10:35:06 am
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida. Contudo, erros de calculo acontecem, pois no meio do "jogo"esquecem os interesses coreanos e a coisa corre mal. Neste caso, penso que os chineses esticaram demasiado a corda e o regime norte-coreano reagiu além do que Pequim calculou ou, pior ainda, deixou fugir ao controlo.

Quanto ao resultado de uma guerra ali, não duvido de qual será o resultado, mas tem um preço demasiado alto, mesmo que não se recorra a armas estratégicas. Não esquecer que Seul está a meros 50 kms e bem no alcance da artilharia pesada norte coreana, assim como boa parte da população sul-coreana. Atendendo à orografia, à rede extensa de fortificações e posições, ao tempo tiveram durante mais de 50 anos para estudar os onde-quando-como e enterrarem-se, não estou a ver como um ataque possa neutralizar as posições norte-coreanas antes que estas possam fazer mossa para lá do que pode ser sustentável pelos sul-coreanos.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lightning em Abril 06, 2013, 12:41:58 pm
Citação de: "FoxTroop"
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida.

A China é mais que sabido, o Japão por acaso não tinha pensado nisso mas tem toda a lógica, os EUA é que não percebo...

É que na Europa a unificação da Alemanha foi o fim da Guerra Fria, democratizou-se a Alemanha e toda a Europa de Leste, muitos desses países fazendo agora parte da União Europeia, não poderia acontecer algo similar com a Coreia unificada? Ficar um pais democrático ao estilo da Coreia do Sul? Qual seria o problema para os EUA nisso acontecer? Deixaria de fazer sentido todo o dispositivo militar que eles possuem na região? Perderia um dos inimigos do "eixo-do-mal", o que poderia levar a uma redução na dimensão e investimento nas Forças Armadas Americanas? Mas acho que não pois com a crescente influencia chinesa muitos países da área querem apoio americano independentemente da questão norte-coreana.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: overlord em Abril 06, 2013, 12:47:18 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "FoxTroop"
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida.

A China é mais que sabido, o Japão por acaso não tinha pensado nisso mas tem toda a lógica, os EUA é que não percebo...

É que na Europa a unificação da Alemanha foi o fim da Guerra Fria, democratizou-se a Alemanha e toda a Europa de Leste, muitos desses países fazendo agora parte da União Europeia, não poderia acontecer algo similar com a Coreia unificada? Ficar um pais democrático ao estilo da Coreia do Sul? Qual seria o problema para os EUA nisso acontecer? Deixaria de fazer sentido todo o dispositivo militar que eles possuem na região? Perderia um dos inimigos do "eixo-do-mal", o que poderia levar a uma redução na dimensão e investimento nas Forças Armadas Americanas? Mas acho que não pois com a crescente influencia chinesa muitos países da área querem apoio americano independentemente da questão norte-coreana.

Manter inimigos é uma forma de pressão do sector industrial de defesa dos USA, se os inimigos não existirem criam-se, lembram-se do Iraque e as suas armas de destruição massiva
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: FoxTroop em Abril 07, 2013, 11:18:11 pm
Citação de: "Lightning"
Citação de: "FoxTroop"
Existem pelo menos três países que não têm interesse nenhum numa união da Coreia e tudo fazem para que a situação se mantenha assim, nunca passando das linhas que eles próprios desenharam. Os USA, o Japão e a China, cada um com os seus próprios interesses, não querem uma Coreia unida.

A China é mais que sabido, o Japão por acaso não tinha pensado nisso mas tem toda a lógica, os EUA é que não percebo...

É que na Europa a unificação da Alemanha foi o fim da Guerra Fria, democratizou-se a Alemanha e toda a Europa de Leste, muitos desses países fazendo agora parte da União Europeia, não poderia acontecer algo similar com a Coreia unificada? Ficar um pais democrático ao estilo da Coreia do Sul? Qual seria o problema para os EUA nisso acontecer? Deixaria de fazer sentido todo o dispositivo militar que eles possuem na região? Perderia um dos inimigos do "eixo-do-mal", o que poderia levar a uma redução na dimensão e investimento nas Forças Armadas Americanas? Mas acho que não pois com a crescente influencia chinesa muitos países da área querem apoio americano independentemente da questão norte-coreana.

A Alemanha não era para reunificar. Todos falavam que queriam mas, no privado, ninguém tinha interesse nisso, excepto os próprios alemães. Existe bastante documentação sobre esse assunto. França e Inglaterra foram das principais forças a temer uma reunificação alemã e jogaram activamente contra.

Quanto aos interesses americanos ali, são bastante simples. A China. Tem passado completamente ao lado que, antes de toda esta embrulhada, o "badochinha" Kim, tinha iniciado uma série de contactos com o Ocidente, recebendo visitas de representantes de importantes empresas ocidentais, principalmente alemãs e americanas, falando-se de uma abertura gradual da economia norte-coreana. A somar a isso temos a chegada de uma líder moderada ao leme da CS.

Toda esta crise, fabricada com base numa série de manobras que deram em um provável teste nuclear norte-coreano seguido de sanções que até a China aprovou como retaliação, não aos testes nucleares e foguetes no espaço, mas sim porque a CN ousou pensar um rumo por si mesma independente de Pequim é um maná para os USA. Toca o "nervo" chinês bem à porta do quintal mantendo a atenção e esforços chineses bem na cintura interna e dando todo o tempo do mundo para a politica de barreiras e contenção que os USA estão a erguer na região da Ásia-Pacifico contra o expansionismo chinês.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lightning em Abril 08, 2013, 10:28:04 pm
Citação de: "FoxTroop"
A Alemanha não era para reunificar. Todos falavam que queriam mas, no privado, ninguém tinha interesse nisso, excepto os próprios alemães. Existe bastante documentação sobre esse assunto. França e Inglaterra foram das principais forças a temer uma reunificação alemã e jogaram activamente contra.

Nessa comparação o Japão é então similar ao Reino Unido e França, não querem um "vizinho" poderoso. Do ponto de vista do Japão, eles são o pais democrático mais importante da região, se agora aparecesse uma Coreia unificada, o Japão passaria a ter um rival.

Citar
Toda esta crise, fabricada com base numa série de manobras que deram em um provável teste nuclear norte-coreano seguido de sanções que até a China aprovou como retaliação, não aos testes nucleares e foguetes no espaço, mas sim porque a CN ousou pensar um rumo por si mesma independente de Pequim é um maná para os USA. Toca o "nervo" chinês bem à porta do quintal mantendo a atenção e esforços chineses bem na cintura interna e dando todo o tempo do mundo para a politica de barreiras e contenção que os USA estão a erguer na região da Ásia-Pacifico contra o expansionismo chinês.

Pelo que percebo então, a Coreia do Norte quer pensar (bem ou mal) pela própria cabeça, parece-me mais mal do que bem, possivelmente até "espicaçados" pela China contra a Coreia do Sul e EUA, mas agora a China já não lhes tem mão.

Então os Americanos até poderiam aceitar uma unificação pacifica das Coreias, mesmo contra a vontade do Japão, haveria boa possibilidade de acontecer o mesmo que há Alemanha, e aparecer uma super Coreia democrática, mais um aliado para os EUA e talvez ainda mais importante, menos um aliados para a China. Mas as marés não estão favoráveis a isso, mas sim ao confronto bélico, para os Americanos é igual, o objetivo continua o mesmo só que por meios diferentes, enfraquecer a China, impedir a expansão da China, se não é pelo aparecimento de uma Coreia democrática unificada pacificamente, pode ser um conflito entre Coreias, com os EUA ao barulho, talvez a China também? Agora até penso o seguinte, os Americanos até podiam não dar tanta importância às ameaças da Coreia do Norte, mas até lhes dá jeito que isso aconteça, eles vão logo a correr para lá porque querem proteger os seus aliados e os Chineses ficam logo lixados porque vem a região a militarizar-se num bloco hostil à China, muito por culpa do ladrar do seu antigo pitt bull.
De qualquer das maneiras isto poe a China "distraída" e dá "folga" às questões de Taiwan, ilhas disputadas com o Japão, ilhas disputadas com meia-dúzia de países nos mares mais a sul como o Vietname, Filipinas, etc, talvez pare ou diminua o crescimento económico da China, Isso já me parece um "master plan", mas dos Americanos...
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: FoxTroop em Abril 09, 2013, 09:44:41 pm
Citação de: "Lightning"
Nessa comparação o Japão é então similar ao Reino Unido e França, não querem um "vizinho" poderoso. Do ponto de vista do Japão, eles são o pais democrático mais importante da região, se agora aparecesse uma Coreia unificada, o Japão passaria a ter um rival.

Sim, passa por aí também.


Citação de: "Lightning"
Pelo que percebo então, a Coreia do Norte quer pensar (bem ou mal) pela própria cabeça, parece-me mais mal do que bem, possivelmente até "espicaçados" pela China contra a Coreia do Sul e EUA, mas agora a China já não lhes tem mão.

A CN tentou começar a aliviar o controlo chinês, especialmente a dependência económica, acenando a várias multinacionais ocidentais. Considero que isso seria pensar bem mas calcularam mal a reacção chinesa (que não admite nada que não seja o puro servilismo) que, por sua vez, calculou mal a contra-reacção norte-coreana de fugir para a frente e deixar os chineses com um "bebé nas mãos" ao ameaçar partir a loiça toda.

Para os USA não há nenhum interesse em uma reunificação da península. Seria perder o melhor ponto de pressão na estratégia delineada para a região. A porra toda é que ninguém parece estar a contar com a vontade de ambos os lados do paralelo e não se deve deixar de notar que a CN tem poupado qualquer critica à nova presidente da CS (uma moderada) assim como a CS se tem mantido bastante silenciosa.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: papatango em Abril 10, 2013, 02:33:54 pm
Como é evidente os americanos têm todo o interesse na reunificação da Coreia. Eles sabem perfeitamente que a reunificação seria, como foi no caso da Alemanha, a absorção do norte pelo sul.
Os americanos lutaram na Coreia pela vitória do sul e só a invasão da china comunista reverteu as coisas.
Ninguém ganharia mais que os americanos com a unificação.
Ficariam com um país aliado do ocidente, com fronteira terrestre com a China e com a Russia.

Aliás, a Russia é que não aparenta ter muito interesse em ter um governo aliado dos americanos a poucos quilometros de Vladivostok.
Quanto ao Japão é evidente que de alguma forma teme a ascenção de uma Coreia demasiado forte e com uma população de 73 milhões. A China, evidentemente não quer nem ouvir falar nisso.

A China tem apenas potênciais vizinhos demasiado populosos. A Coreia ficaria com 73 milhões, o Japão com 120 milhões, as Filipinas e o Vietname com 100 milhões cada. A título de curiosodade, a Russia do extremo-oriente, tem 6 milhões.

No jogo de equilbrios no extremo oriente, teriamos uma situação nova, em que os americanos poderiam jogar com a Coreia Unificada e o Japão. O que não conseguissem de um, poderiam obter do outro.
Hoje, a Coreia não tem ainda peso especifico suficiente, o que dá ao Japão vantagem.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Luso em Abril 10, 2013, 09:16:42 pm
Prece que a China tem permitido que os chineses comentem negativamente (na Net) as últimas da Coreia no Norte.
Diplomaticamente não lhes deve interessar hostilizar declaradamente a CrN, mas menos ainda o facto do gorducho nortenho se estar a pôr a jeito e potenciar uma abertura de flanco.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: chaimites em Abril 10, 2013, 09:52:49 pm
Como analisam a hipotese de ser a China a por o gordo da CN na ordem?

 Como veriam os demais actores deste "circo" essa possibilidade?
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Luso em Abril 12, 2013, 12:25:31 pm
http://intellihub.com/2013/04/08/secret ... rth-korea/ (http://intellihub.com/2013/04/08/secret-transmission-detected-from-north-korea/)

Secret Transmission Detected from North Korea
As tensions escalate along the Korean peninsula and new and alarming element has come into play.
by Olav Phillips Intellihub.com April 8, 2013
 
MID-WEST, UNITED STATES — Within hours of South Korean news sources breaking a story that several Sang-Ho class submarines had disappeared from their North Korean bases, a ham radio operator named Tim, picked up a “numbers station” broadcasting on the same frequency as “The Voice of Korea” propaganda station.  What makes this even more interesting is that at the tail end of the numbers transmission there was a long duration digital transmission as well.
 
So why is this important and alarming?
 
There are several reasons why this new development is particularly alarming.  The first being the existence of the numbers station coming online shortly after the submarines put to sea, but more importantly is the digital transmission apparently tacked onto the end of the transmission and the ramifications of that transmission.
 
Numbers Station?
 
Throughout the Cold War numbers stations were used to convey encrypted messages to covert operatives.  The station would come online broadcast a series of numbers, possibly multiple times, then disappear into the darkness.  Those numbers were used as coded messages to be decrypted on the other end by the in country operative.  Examples of these numbers stations can be found at The Conet Project Archives.   So what makes this number station significant is the proximity in timing to the disappearance of the San-Ho class submarines, as well as the digital transmission.  It is important to point out that the  Sang-Ho submarines in question were effectively purpose built for covert insertion of small teams ofNorth Korean Maritime Commandos who are part of North Korea’s much lauded Special Operations Force.  So at this moment there is a covert North Korean force apparently heading for South Korea.
 
The Sang-Ho submarines can carry as many as 30 commandos per submarines giving the current submarines a combined force of around 60 troops.  Those 60 troops are specially trained to carry out behind enemy lines covert actions such as sabotage and assassinations. So in this case the numbers station was most likely broadcasting a special code to North Korean operatives to announce the impending arrival of the covert operations teams.
 
The Digital Transmission
 
What is more significant is the digital signal at the end of the transmission.  Digital transmissions such as this one may indicate the presence of a burst transmission which contains a compressed and encrypted message bound for some covert force, somewhere.  Typically a burst transmission is used to minimize the download time at the end point to prevent discovery.  The unusual part of this potential burst transmission is being attached to a numbers station as well as the length and the power of the broadcast.  Normal burst transmissions are in the one second to two second range.  This transmission was in the 10 to 15 second range which is almost unheard of, unless the end point is a submarine.
 
The ham operator who picked up this particular transmission was located in the Midwest of the United States, and he reported the transmission was received 4 by 5 indicating a significant power was used to send the transmission.  That level of power coupled with the length and possible submarine end point opens up a new and alarming tangent to this escalating conflict. It is important to point out that the numbers are being read in Spanish but that is typically done to confuse the original source of the transmission.  In this case the transmission was detected on a upper side band of the AM range used by the Voice of Korea so while the numbers are Spanish the transmission does appear to originate in North Korea.  That fact coupled with the missing submarines seems to provide evidence of the nature of the transmission despite being in Spanish.  Its also important to note that the numbers being in Spanish could also be used to employ a different set of codes in the operatives code books.
 
Now the really alarming part, if the submarines and number station wasn’t alarming enough.  One of the things that hasn’t been discussed in mainstream news is the fact that North Korea has between 22 to 24 diesel electric submarines of the Romeo Class.  These subs, which are heavily antiquated and for the most part decommissioned, are capable of open ocean missions.  They have also been successfully retrofitted to carry a small anti-ship cruise missile, actually six of those missiles and while the YJ-8, the missile used for those retrofits,  is an anti-ship missile (similar to the Exocet in use) they could carry a conventional warhead used to hit a building, damage a runway or some other kind of ground based target. But its not beyond the pale to suggest that the warhead could be modified to carry a more interesting payload and it is important to remember that North Korea does have one of the largest chemical weapons stockpiles in the world. The submarine in question also has a  range of over 9,000 miles but a top speed of 8 knots which is fairly slow.  Its also a diesel so the submarine would would have to run on the surface to recharge batteries of let off exhaust from its engines which is a byproduct of their origin which was late war German U-Boats.  Its also important to note that Romeo Class submarines which have been retrofitted must fire their missiles from the surface.
 
We don’t currently know if any of the Romeo Class submarines are missing, and if they are where they are going or even if they have been retrofitted but if they have then they represent a significant risk to Japan, Guam and even the western coast of the United States. As I said it’s impossible to know if that is the game plan but experts I consulted seem to believe that a burst of that size and power would be destined for a submarine be it Sang-Ho or Romeo Class.
 
All things being equal the transmission could have also been destined for the commando forces aboard the Sang-Ho submarines,  which we know from news reports are at sea, or targeted for the  operatives that will be meeting the covert operations teams on their arrival.
 
At this point we only have the transmission to go on, but its ramifications are both interesting and alarming at the same time. The transmission and the missing submarines also indicate a significant escalation in the deteriorating Korean political situation. Given the deadline North Korea has issued for embassies to shutdown and their staffs to depart we will soon find out.
 
Tune into Ground Zero Radio Tuesday 4.9.13 – Clyde Lewis will be doing a special show on Numbers Stations and we will be discussing this evolving story.
 
The Transmission
 
Thanks again to Tim for finding this broadcast and bringing it to our attention, and as with all things like this please do your own research and come to your own conclusions.  What I have provided here is just a few of the possible scenarios gleaned from research and the news of the day but it is by no means the only option.  The information presented is fairly easy to find with some good keyword searching on your favorite search engine as well as the Wikipedia and FAS.org.  So trust no one and make your own final decisions.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lightning em Abril 21, 2013, 03:00:35 pm
Em relação ao Japão, a revista Visão do dia 18 tem um artigo interessante.

Citar
Japão à direita, volver

Ameaçado pela Coreia do Norte, ultrapassado pela China, perseguido pelos dragões da nova Ásia, o Japão sofre um sentimento de desclassificação que, como sempre, beneficia a extrema-direita e os populistas. Como um primeiro-ministro que namora com certos demónios do passado...

O grupo Zaitokukai, jovens de extrema-direita, xenófobos contra os coreanos e chineses que vivem no Japão, muitos descendentes de trabalhadores forçados trazidos na 2ª Guerra Mundial, puseram-se em frente à embaixada da Coreia do Norte a gritar coisas como: "Vocês idiotas cobardes que passam o tempo a ameaçar a Coreia do Sul com as vossas bombas, façam-nos esse favor, rebentem com toda a península, ficaremos livres de vocês todos, coreanos do norte e do sul!" Vão para os bairros de forte comunidade coreana fazer manifestações com a bandeira do Japão Imperial. A Policia limita-se a observar, não existam leis que contra os discursos de ódio, um sistema inspirado no direito americano. Surgiu recentemente um novo partido, o Nippon Ishin no Kai (Associação para a Restauração do Japão), ficou em 3º lugar nas ultimas legislativas, surgem crises graves com a China na sequencia da ocupação das ilhas Senkaku-Diaoyutai, muitas vozes apelam à revisão da constituição de 1946, em particular o artigo que limita o Exército a uma simples Força de Defesa, sonham rebatiza-las de Forças de Defesa Nacional, aumentar o orçamento militar e capazes de acompanhar o aliado Americano. Políticos Japoneses desejam alterar a constituição, substituir os "princípios universais da humanidade" pela trilogia "família, tradição, pátria", diminuem que na 2ª guerra mundial tenham existido "mulheres de conforto" (escravas sexuais coreanas) e que tenham sido usadas pelo Exército Japonês dessa época, muitos deputados também negam a existência do massacre de Nanquim, em que 200 a 300 mil chineses foram mortos pelo Exército Japonês e afirmam que tudo não passa de um mito para denegrir o Japão. O filósofo Satoshi Ukai alerta: "Isto não vos lembra nada, o crescimentos do nacionalismo de todos os países da região, com cem anos de diferença estamos na situação da Europa em vésperas da 1ª Guerra Mundial."

O artigo é maior, este texto é um resumo.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Cabecinhas em Maio 02, 2013, 12:36:37 am
(https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/603798_629392890408964_64437191_n.jpg)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Março 09, 2014, 03:55:45 pm
Das duas uma: Ou os EUA inflacionaram tremendamente as forças da Coreia do Norte ou estas cresceram significativamente, principalmente no que diz respeito à força aerea e marinha  :shock:
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2014/03/image.png)
(http://www.brookings.edu/~/media/research/images/m/mf%20mj/missile_north_korea_002/missile_north_korea_002_16x9.jpg)
(http://galeri7.uludagsozluk.com/281/kuzey-kore-ordusu_457564.jpg)
(http://www.qsl.net/ah6hy/PyongyangMilitaryParade01.jpg)
(http://www.csmonitor.com/var/ezflow_site/storage/images/media/content/2012/0104-nk/11362604-1-eng-US/0104-nk_full_600.jpg)
(http://www.capitalfm.co.ke/news/files/2012/05/NORTH-KOREA-TANKS.jpg)
(http://www.armyrecognition.com/images/stories/asia/north_korea/exhibition/military_parade_october_2010/military_parade_Pyongyang_North_Korea_Korean_armed_forces_armoured_equipment_soldier_640.jpg)
(http://img.giaoduc.net.vn/Uploaded/quyhoi/2013_02_21/quan%20doi%20trieu%20tien.jpg)
(http://i4.mirror.co.uk/incoming/article1775949.ece/ALTERNATES/s615/North%20Korean%20military%20drill-1775949.jpg)
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2014/03/image-1.png)
(http://3.bp.blogspot.com/-FynfRGdo8RQ/TfBi7t_uZII/AAAAAAAAIyY/Qp6-bQIHQwM/s1600/MI-8%2B108%2BAIR%2BKORYO%2BNORCOREANO%2B1.jpg)
(http://theaviationist.com/wp-content/uploads/2013/07/DPRK-500E-2.jpg)
(http://www.kpajournal.com/storage/v1n09.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1292877708793)
(http://2.bp.blogspot.com/-RW_KDawALTI/Ug3XBxNUyQI/AAAAAAAArsU/latQ--Tqs9Y/s1600/il-76.jpg)
(http://fly.historicwings.com/wp-content/uploads/2013/04/HighFlight-BeggarShadowDown2.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-_1zlIrz3qd0/UkFmnZkXyNI/AAAAAAAAA3w/_XX6uFiwr40/s1600/KPAFFF.png)
(http://theaviationist.com/wp-content/uploads/2013/02/Mig-21-NK.jpg)
(http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02531/north-korea-jets_2531180b.jpg)
(http://theaviationist.com/wp-content/uploads/2013/03/NK-runway-1.jpg)
(http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2014/03/image-2.png)
(http://3.bp.blogspot.com/-9WN7CCdoo_Y/T49zXUZdPrI/AAAAAAAAK2A/DvH5Je50Mgc/s320/Korean+People%2527s+Army+Naval+Force+%2528Korean+%25EC%25A1%25B0%25EC%2584%25A0%25EC%259D%25B8%25EB%25AF%25BC%25EA%25B5%25B0+%25ED%2595%25B4%25EA%25B5%25B0%252C+Hanja+%25E6%259C%259D%25E9%25AE%25AE%25E4%25BA%25BA%25E6%25B0%2591%25E8%25BB%258D+%25E6%25B5%25B7%25E8%25BB%258D%2529+is+the+navy+of+North+Korea+%25286%2529.jpg)
(http://www.militaryphotos.net/forums/attachment.php?attachmentid=178367&d=1335739846)
(http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02520/POTD-Korea-landing_2520174b.jpg)
(http://media.townhall.com/Townhall/reu/d/2011%5C247%5C2011-09-04T163424Z_01_CB095_RTRIDSP_0_KOREA-NORTH-FOOD.jpg)
(http://farm9.staticflickr.com/8495/8274424881_d1ca97e6d0.jpg)
(http://straderpayton.files.wordpress.com/2011/09/img_1070.jpg)
(http://b-29s-over-korea.com/A-Complete-History-Of-The-North-Korean-Navy/images/Sang-o-Class-N.Korean-Submarine.jpg)
(http://english.chosun.com/site/data/img_dir/2009/11/11/2009111100302_0.jpg)
(http://cryptome.org/eyeball/dprk-furor/pict23.jpg)


Saudações
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: HSMW em Dezembro 18, 2014, 09:52:39 pm
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 20, 2014, 02:23:05 pm
Obama promete resposta proporcional à Coreia do Norte


Os Estados Unidos prometem dar uma resposta proporcional ao alegado envolvimento do regime norte-coreano num ataque informático aos estúdios de cinema Sony Pictures, confirmado pelo FBI.

“Nós vamos responder. Vamos responder proporcionalmente e vamos responder num local, numa hora e de uma maneira à nossa escolha”, disse Obama na conferência de imprensa de resumo do ano.

Durante a sua intervenção, Barack Obama também criticou a empresa por ter cedido às ameaças dos “hackers”.

A Sony decidiu cancelar – temporariamente mas sem nova data de estreia – o filme “Uma entrevista de loucos” em que dois jornalistas são recrutados pela inteligência norte-americana para assassinarem o líder norte-coreano.

“Não podemos ter uma sociedade em que um ditador em algum lado pode começar a impor a censura aqui nos Estados Unidos porque se alguém consegue intimidar outros a cancelar um filme satírico, imaginem o que eles podem fazer quando vêm um documentário que não gostam ou uma notícia que não gostam”, acrescentou o presidente norte-americano.

O director executivo da Sony, Michael Lynton, defendeu que a empresa não cedeu aos “hackers” e disse que ainda está à procura de uma forma alternativa de lançar o filme.
 
De Pyongyang também já chegaram reacções. No sábado a Coreia do Norte voltou a defender-se sublinhando que os ataques não são da sua responsabilidade e propôs até uma colaboração em conjunto com os Estados Unidos para investigar o caso.

Contudo, se Washington se recusar a colaborar com a Coreia do Norte, vão haver “consequências graves”. O aviso foi deixado por um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros daquele país.

Coincidentemente, no mesmo dia, a Coreia do Norte anunciou que vai aumentar o seu “poder nuclear” para combater as políticas hostis de Washington.

“Agora que as políticas hostis dos Estados Unidos com objectivo de invadir a nossa pública sobre o falso pretexto dos direitos humanos se tronou aparente, a ideia de desnuclearizar a península coreana já não é válida”, anunciou o mesmo porta-voz.

É a primeira vez que os Estados Unidos acusam directamente outro país de um ataque cibernético de tão grande amplitude, criando um novo clima de tensão entre os dois Estados.

Renascença
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: HSMW em Dezembro 21, 2014, 08:08:24 pm
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: valentim17 em Março 26, 2016, 09:06:09 pm
Coreia do Norte difunde vídeo com ataque nuclear a Washington
A Coreia do Norte difundiu um novo vídeo de propaganda, no qual mostra um ataque nuclear a Washington e ameaça o vizinho do sul de um "ataque militar sem perdão", por ter caluniado o seu líder, Kim Jong-un.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=5095992
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: olisipo em Abril 24, 2016, 09:01:34 am

Exercício militar conjunto dos EUA e da Coreia do Sul
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: olisipo em Julho 07, 2016, 08:11:11 am
 

EUA lançam sanções contra Coreia do Norte
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: olisipo em Setembro 09, 2016, 10:28:13 am

EUA e China condenam em unísono quinto teste nuclear de Pyongyang
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: olisipo em Setembro 13, 2016, 04:01:34 pm


Bombardeiros dos EUA sobrevoam Corea do Sul em aviso a Pyongyang
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Março 07, 2017, 05:32:18 pm
EUA instala mísseis na Coreia do Sul


Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: HSMW em Abril 15, 2017, 12:25:56 am
Citar
Japan Maritime Self-Defense Force destroyers JS Hamagiri (DD 155), JS Samidare (DD 106), JS Umigiri (DD 1), JS Yudachi (DD 103) and the Nimitz-class aircraft carrier USS Carl Vinson (CVN-70), the Arleigh Burke-class guided-missile destroyer USS Wayne E. Meyer (DDG-108) and the Ticonderoga-class guided-missile cruiser USS Lake Champlain (CG-57) participate in a photo exercise in the Philippine Sea.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: FoxTroop em Abril 15, 2017, 08:19:59 pm
Para aqueles que pensam que uma ataque à Coreia do Norte será um passeio no parque.

https://www.mca-marines.org/gazette/2016/12/marine-s-guide-north-korea (https://www.mca-marines.org/gazette/2016/12/marine-s-guide-north-korea)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Abril 26, 2017, 12:45:09 pm
Trump reforça presença militar norte americana na península coreana


Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Abril 29, 2017, 07:20:26 pm
Rodrigo Duterte pede a Washington e a Pyongyang que parem de "jogar com os seus brinquedos"



Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Maio 02, 2017, 06:17:19 pm
Sistema de defesa antimíssil THAAD já está "operacional"


Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Maio 05, 2017, 09:48:58 am
http://www.naval.com.br/blog/2017/05/04/coreia-do-norte-avanca-programa-de-misseis-lancados-de-submarino/ (http://www.naval.com.br/blog/2017/05/04/coreia-do-norte-avanca-programa-de-misseis-lancados-de-submarino/)
Citar
Imagens recentes de satélite mostram que a Coreia do Norte continua construindo seu programa de mísseis balísticos lançado por submarinos (SLBM).

As imagens de satélite comercial publicadas pelo 38 North, um site da Universidade Johns Hopkins dedicado a questões da Coreia do Norte, mostram uma segunda barcaça de teste para os SLBMs de Pyongyang.

As imagens de 19 de abril são fotos aéreas do Nampo Naval Shipyard, na costa ocidental da Coreia do Norte, escreve Joseph S. Bermúdez Jr.

A barcaça é “idêntica” em tamanho e disposição à barcaça original que foi identificada primeiramente em 2014, de acordo com o analista.

A primeira barcaça foi encontrada em Sinpo South Shipyard, na costa leste, onde até seis lançamentos de SLBM ocorreram desde 2014.
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/05/North-Korea-advancing-sub-launched-missile-program.jpg)
(http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/05/Fig1_Sinpo-Test-Barge-17-0501-990x742.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Cabeça de Martelo em Maio 10, 2017, 12:37:02 pm
Citar
Coreia do Norte não tem uma liderança suicida", afirma ex-embaixador brasileiro

Diplomata Roberto Colin, que viveu em Pyongyang, diz que regime age de forma racional e calculada e avalia que sanções econômicas prejudicam mais a população do que a elite.

 Nordkorea Kim Jong-un (Reuters/KCNA)

O embaixador Roberto Colin foi responsável por comandar a missão diplomática do Brasil na Coreia do Norte entre 2012 e 2016. Em meio à preocupação gerada  pela nova crise envolvendo as ambições nucleares do país comunista, ele afirma que Pyongyang está seguindo uma estratégia racional. "Não é uma liderança suicida", afirmou em entrevista à DW. Segundo o diplomata, que hoje ocupa o posto de embaixador na Estônia, a postura belicosa do regime é uma maneira de forçar negociações.

Ainda de acordo com Colin, este não é só um momento de preocupação, mas também de oportunidade, já que transcorre paralelamente a mudanças de governo nos EUA e na Coreia do Sul que podem levar a uma nova reaproximação com os norte-coreanos e ao surgimento de uma nova "Política do Brilho do Sol", semelhante à exercida entre 1998 e 2008. "Trump fez ameaças, mas também é um pragmático", disse. "E o novo presidente da Coreia do Sul participou ativamente da 'Política do Brilho do Sol' nos anos 2000."

Natural de Blumenau e com 64 anos, Colin ingressou na carreira diplomática há mais de 30 anos. Nos final dos anos 1980, serviu em Bonn, na então Alemanha Ocidental, onde teve a oportunidade de ver as consequências da queda do Muro de Berlim. No início dos anos 1990, acompanhou a desintegração da União Soviética a partir da representação brasileira em Moscou.

DW Brasil: Qual é a estratégia por trás da agressividade do governo norte-coreano?

Roberto Colin: Ela tem uma razão de existir. É a questão não resolvida da Guerra da Coreia, que terminou há mais de 60 anos, apenas com um armistício entre Coreia do Norte, China e EUA, mas sem a assinatura de um acordo de paz. O que Pyongyang pretende com esses testes e com essa retórica agressiva é ser reconhecida, sobretudo pelos EUA, como uma potência nuclear.

Essa situação de tensão não é apenas resultado das ações da Coreia do Norte, mas de uma ação recíproca de interesses estratégicos e de segurança dos principais atores da região – os EUA, a China e as duas Coreias. O que a Coreia do Norte pretende fazer é convencer os EUA a se sentarem a uma mesa de negociação. Em última análise, o que eles querem é um tratado de paz, o que significaria também o fim das sanções. Eles querem mudar o status quo.

A península está há 64 anos numa situação que não é nem de paz nem de guerra. Alguns analistas afirmam que a manutenção desse status foi por muito tempo de interesse dos EUA. Outros atores, como a China, acham que a presença de 30 mil soldados americanos na Coreia do Sul tem o objetivo de conter os próprios chineses, e não os norte-coreanos.

Seguindo esse raciocínio, os EUA usam o problema norte-coreano para poder continuar a justificar a presença dessas tropas. Mas a manutenção da situação também interessa aos chineses, já que a Coreia do Norte funciona como uma espécie de Estado-tampão, que evita uma Coreia unificada ligada ao Ocidente em suas fronteiras. Mas se isso tudo interessa aos EUA e à China, não é de interesse da Coreia do Norte.

É claro que o isolamento do país é causado em parte por eles próprios, como uma forma de barrar a presença de informações e ideias que podem demolir toda a sua narrativa. Por outro lado, um isolamento total também é prejudicial para o país. A liderança procura com esses testes, com essa retórica belicosa, forçar os EUA a sentar à mesa e, com isso, mudar a posição americana.

Então não se trata apenas de paranoia do regime em relação ao Ocidente?

A Coreia do Norte não tem uma liderança suicida. Eles são muitos racionais. O programa, a retórica, tudo é muito bem calculado. Internamente, tem o objetivo de mostrar para a população que a Coreia do Norte é um país poderoso, temido, importante.

É claro que também tem um objetivo mais imediato. Todos os anos os EUA e a Coreia realizam exercícios militares conjuntos. Isso, é claro, sempre deixa a
Coreia do Norte muito preocupada, temendo que possa ser um ensaio para uma invasão. Os norte-coreanos acham que a forma de resposta a isso são os testes, que são uma demonstração de força. Mas essa situação de tensão é alimentada por múltiplas partes. É uma ação recíproca.

Como o senhor avalia a abordagem de Donald Trump com relação à Coreia do Norte?

Abre novas possibilidades. Ele deixou claro durante a campanha que pretende resolver esse problema, que persiste há 64 anos. Nessas seis décadas houve muitas oportunidades perdidas. Quase se chegou perto de uma solução no final do governo Clinton. A então secretária de Estado americana, Madeleine Albright, foi a Pyongyang. Eles chegaram até mesmo a ensaiar uma visita do próprio Clinton. Seria algo semelhante ao que o presidente Nixon fez em relação à China nos anos 70. Isso poderia ter mudado as coisas, mas o plano surgiu já no apagar das luzes do governo Clinton. Acabou não se materializando.
Trump, por sua vez, parece disposto a fazer algo. Ele já passou de um extremo para o outro, chegou a fazer ameaças, insinuou que poderia usar uma opção militar, mas, por outro lado, mais recentemente, disse que também seria uma grande honra se reunir com Kim Jogn-un, desde que as condições estivessem criadas para esse encontro. Trump é muito pragmático.

Ao mesmo tempo houve eleições na Coreia do Sul. O esquerdista Moon Jae-in, que participou ativamente da "Política do Brilho do Sol" nos anos 2000, foi o vencedor. Na época dessa política, as duas Coreias pareciam estar tentando se entender. Só que isso coincidiu com o governo Bush, que não se preocupou muito com o problema norte-coreano, se concentrando no Iraque a Afeganistão. Depois, veio o contrário. O presidente Obama mostrou mais interesse, mas aí a Coreia do Sul passou a ser governada por presidentes que eram mais críticos em relação à Coreia do Norte e que acabaram com a política de reaproximação. Agora, estamos diante de uma possibilidade de que tanto os EUA, sob o Trump, e a Coreia do Sul, com Moon, acabem ficando alinhados, abrindo uma nova possibilidade de solução.

Como a população norte-coreana encara as regulares disputas do país com o Ocidente?

Hoje, com os meios disponíveis de informação, como a internet e pen-drives, os norte-coreanos consomem muitas séries e filmes sul-coreanos. Então muitos têm alguma ideia de como é o mundo lá fora. Mas, de uma maneira geral, quando se trata de informação de fato, elas não sabem o que se passa no mundo exterior.

Não há nada como as rádios ocidentais que podiam ser captadas na Europa Oriental nos anos 1980. Não se compara nem um pouco com a situação da antiga Alemanha Oriental, por exemplo. Lá era possível visitar as pessoas, ter amigos. Na Coreia do Norte, os rádios e televisores são incapazes de captar transmissões do exterior. A informação que elas recebem é totalmente controlada pela propaganda e posição oficial do regime. Nesse sentido, é um grande isolamento, um grande bloqueio. Mas acho que, com o tempo, esses meios de comunicação modernos vão acabar quebrando o monopólio da informação do regime. De um jeito de outro, as informações sempre vão achar um jeito de entrar.

Como as sanções afetam a Coreia do Norte? Elas produzem algum efeito sobre a condução do regime?

Há um lado negativo das sanções. Elas acabam atingindo quem não deveria sofrer com elas. O objetivo delas é forçar o regime a mudar suas atitudes, mas as elites – e isso acontece em todos os países – sempre estão protegidas e acabam não sentindo o impacto. Quem sofre é a população comum, no dia a dia. Elas atingem até mesmo o trabalho de organizações internacionais, como a ONU e ONGs independentes. Elas acabam tendo o trabalho dificultado, entrando numa vala comum, sendo mais complicado para elas transferirem recursos e ajuda. Até mesmo as embaixadas são afetadas. Os diplomatas têm que levar dinheiro vivo para se virar no país, já que a Coreia do Norte está totalmente desligada do sistema financeiro internacional. A população local, é claro, se ressente disso. Mas para o funcionamento do regime isso não é tão fundamental.

Qual é o futuro de um país como a Coreia do Norte? É possível esperar que um regime desses venha a se comportar de modo pacífico e previsível algum dia?

É possível. Até 1905, a Coreia viveu isolada do mundo, numa sociedade medieval, sendo chamada de Reino Eremita. Muita coisa que se vê hoje na Coreia do
Norte não foi invenção desse regime. De algum modo foi a volta a uma situação que existia até 1905. A partir daquele ano, a Coreia passou a ser um protetorado do Japão. É complicado falar de democracia em um país que até 1905 foi feudal, depois passou por 40 anos de ocupação brutal por parte dos japoneses e depois adotou um regime de inspiração stalinista.

Esse país nunca teve um histórico de democracia e de liberdade. Claro que as coisas mudam. É só ver o caso da Alemanha e do Japão depois da guerra. A própria Coreia do Sul aprendeu a ser democrática.

Uma das perguntas é por que o país não adota reformas, como a China ou o Vietnã, onde o partido comunista continua no poder, mas liberaliza a economia. Isso não se repetiu por causa das sanções. No caso da China, o Ocidente investiu pesadamente a partir dos anos 70 e 80. Isso mudou o país. Não é essa a situação na Coreia do Norte. Quem vai querer investir lá sob sanções?

Tendo a concordar com os analistas que dizem que, ao tratar da questão norte-coreana, os países se fixaram na questão nuclear e deixaram de perceber certas tendências e movimentos, coisas que podem efetivamente mudar o regime, como a transformação da economia. Se houvesse a possibilidade de empresas ocidentais investirem na Coreia do Norte, isso ajudaria o país a mudar.

O senhor chegou a observar mudanças na Coreia do Norte enquanto serviu no país?
Pude ver um pouco da Coreia do Norte por dentro. Digo um pouco porque há grandes limitações, começando até pelo contato com a população local, que é possível, mas é muito superficial. Eu não podia, por exemplo, convidar norte-coreanos para a minha casa. Mas nos quatro anos em que fiquei lá, notei algumas mudanças superficiais, que num conjunto podem ter algum significado.

Por exemplo, eu ia ao clube só em determinados dias, reservados para os estrangeiros. Os outros dias eram para os locais. De repente, essa regra foi abolida, e tanto estrangeiros como locais passaram a poder ir à piscina ao mesmo tempo. E passou a ser normal algumas pessoas conversarem com você. O povo é muito simpático e hospitaleiro. Nos quatro anos que passei lá, sempre no governo de Kim-Jong-un, vi várias coisas que sinalizavam mudanças em relação ao governo do seu pai. Repito: são coisas que podem parecer banais, mas que no conjunto têm significado. Esse regime atual não é imutável. Ele tem sofrido mudanças. São pequenas, mas existem.

http://www.dw.com/pt-br/coreia-do-norte-n%C3%A3o-tem-uma-lideran%C3%A7a-suicida-afirma-ex-embaixador-brasileiro/a-38776197
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Maio 17, 2017, 09:51:53 am
Ainda atacam por engano as Filipinas...  ;D ::) :rir: :jok:

https://www.nytimes.com/interactive/2017/05/14/upshot/if-americans-can-find-north-korea-on-a-map-theyre-more-likely-to-prefer-diplomacy.html?smid=fb-nytimes&smtyp=cur&_r=0 (https://www.nytimes.com/interactive/2017/05/14/upshot/if-americans-can-find-north-korea-on-a-map-theyre-more-likely-to-prefer-diplomacy.html?smid=fb-nytimes&smtyp=cur&_r=0)
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If Americans Can Find North Korea on a Map, They’re More Likely to Prefer Diplomacy

When asked which policies the United States should pursue regarding North Korea, Americans diverged on their views depending in part on whether they knew where it was.

North Korea launched an intermediate-range ballistic missile on Sunday, and the White House called for “all nations” to put in stronger sanctions.

An experiment led by Kyle Dropp of Morning Consult from April 27-29, conducted at the request of The New York Times, shows that respondents who could correctly identify North Korea tended to view diplomatic and nonmilitary strategies more favorably than those who could not. These strategies included imposing further economic sanctions, increasing pressure on China to influence North Korea and conducting cyberattacks against military targets in North Korea.

They also viewed direct military engagement – in particular, sending ground troops – much less favorably than those who failed to locate North Korea.
(https://static01.nyt.com/newsgraphics/2017/04/28/north-korea-test/7285ce3ac2cdb6427647ce2b0eca40ee8a9540b2/responses-labeled-Artboard_1.png)
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Just 36 percent got it right. Here are the countries they selected:

Saudações
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Maio 21, 2017, 01:48:56 pm
Por falar em Coreia do Norte.  :P ;)
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The second most important force in North Korea are the Korean People Army Air Force (KPAAF). A significant force in paper but not in a real evaluation, because most of the aircraft are from 60's and 70's. Like the Russian doutrine is the ground control with huge radar bases that made the orientation to atack and interception. No AEW, an interrogation about if there's EW, few satellites and a very limited number of systems with some level of sofistication, what means that against the South Korea air force and United States air force, in a open air arena was a matter of hours, days or maybe weeks t'ill the North desapear.  In a case of the North Korea atack first, number have some chance specially in a army support but the chance of sucess is very limited with the South Korea alert to give important minutes to react. Again, only there's a few chance of part of Korean People Army Air Force escape for a seccond atack. If the South atack first best chance was KPAAF stay in bunkers with a limited number in use like Iraq in 1991. True that AA guns and missiles are much more that in Gulf War, but less modern, in a old structure and witj no soviet or frech personel, what means that in hours or days, AA menace could ended. Modern  against old had no chance in a conventional war.

http://mimilitary.blogspot.pt/2014/04/the-air-power-of-north-korea.html (http://mimilitary.blogspot.pt/2014/04/the-air-power-of-north-korea.html)
(http://i26.tinypic.com/kd7itj.jpg)
(http://www.timeslive.co.za/Feeds/Reuters_Images/2013/04/09/mdf18512-09-04-2013-14-04-35-739.jpg/ALTERNATES/crop_630x400/MDF18512-09-04-2013-14-04-35-739.jpg)

Saudações

Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 09, 2017, 02:50:20 pm
(http://img.pixady.com/2017/08/440123_177959231323095541116040796368597870349837n.jpg)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Viajante em Agosto 12, 2017, 09:03:06 pm
(https://i.imgflip.com/1crknv.jpg)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 20, 2017, 03:00:09 pm
(http://img.pixady.com/2017/08/590993_177959231323095541116040796368597870349837n.jpg)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Viajante em Agosto 29, 2017, 12:23:11 pm
Coreia do Norte arrisca mais do que nunca e lança míssil que sobrevoa o Japão

Nunca a Coreia do Norte tinha arriscado tanto. Vai haver reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Coreia do Sul reagiu com exercício militar. Pyongyang diz que agiu em "legítima defesa".

(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://s3cdn.observador.pt/wp-content/uploads/2017/08/28232001/captura-de-ecracc83-2017-08-28-as-23-14-17_770x433_acf_cropped.jpg)

A Coreia do Norte lançou um míssil que chegou a sobrevoar o norte do Japão, naquilo que é um novo e perigoso passo na escalada de tensões naquela região, motivando a convocatória de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas para esta terça-feira. As forças armadas japonesas confirmaram que foi enviado um “projétil não identificado” por volta das 5h58 locais (21h58 de Lisboa) e referiram que o míssil caiu no mar às 6h12 locais (22h12 de Lisboa).

O ministro de Estado Yoshihide Suga confirmou entretanto em conferência de imprensa que o míssil caiu no mar, a cerca de 1000 km do cabo Erimo, na ilha de Hokkaido. Suga considerou o lançamento do míssil “uma ameaça grave e séria à segurança do Japão”. O míssil partiu-se em três partes e terá percorrido uma distância de 2700 quilómetros no ar, a uma altura de 550 quilómetros.

Não houve relatos de estragos em solo japonês, nem em aeronaves ou embarcações. As forças armadas japonesas não atingiram o míssil por acharem, à altura, que este não representava um perigo para o país.

Numa declaração aos media, em que não falou diretamente do lançamento do míssil nesta segunda-feira, o embaixador da Coreia do Norte nas Nações Unidas disse que o seu país está agir em “legítima defesa”. “Agora que os EUA declarara abertamente a sua intenção hostil perante a República Popular Democrática da Coreia [nome oficial da Coreia do Norte], ao fazerem exercícios militares conjuntos apesar de repetidos avisos (…) o meu país tem todas as razões para reagir com medidas para exercer o seu direito à legítima defesa”, disse Han Tae Song.

Shinzo Abe quer mais “pressão” contra Coreia do Norte, Trump está “100% de acordo”

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, esteve numa reunião de emergência pouco depois das primeiras notícias, dizendo à entrada que seriam feitos “todos os esforços para proteger firmemente as vidas das pessoas”.

À saída, referiu que havia um “acordo total” para “aumentar a pressão [contra a Coreia do Norte”. Uma das formas de aumentar essa pressão será a convocatória de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. A reunião já foi agendada para esta terça-feira à tarde, hora de Lisboa. “O Governo vai colaborar com a comunidade internacional nas Nações Unidas para fortalecer a pressão contra a Coreia do Norte”, garantiu Shinzo Abe. “Vai haver uma cooperação entre o Japão, os EUA e a Coreia do Sul. Também vamos abordar a China, a Rússia e a comunidade internacional para exercer pressão para a Coreia do Norte mudar de política.”

Em declarações à agência RIA Novosti, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Riabkov, diz que o Kremlin está “extremamente preocupado” perante “uma tendência para uma escalada” da tensão naquela região.

Entre a comunidade internacional referida por Shinzo Abe, há um país que se destaca: os EUA. Segundo o próprio afirmou na conferência de imprensa, o primeiro-ministro japonês esteve 40 minutos ao telefone com o Presidente dos EUA, Donald Trump.

De acordo com Shinzo Abe, da conversa resultou que os dois países estão “100% de acordo” em relação ao que deve ser a resposta à Coreia do Norte: “Ambos concordamos totalmente que deve sr aumenada a pressão contra a Coreia do Norte ao convocar uma reunião de emegência cdo Conselho de Segurança da ONU”. Além disso, de acordo com Shinzo Abe, Donald Trump terá dito que “os EUA estão 100% ao lado do Japão” e sublinhou o “forte compromisso” de Washington D.C. com a defesa dos EUA.

O Japão e os EUA têm em vigor desde 1960 um acordo de defesa mútua. O tratado define que os EUA devem defender o Japão caso este seja atacado. Em troca, os EUA podem usar bases militares em território japonês.

Coreia do Sul faz exercício militar horas depois de míssil norte-coreano

A Coreia do Sul também reagiu ao gesto da Coreia do Norte, com um comunicado. “Condenamos fortemente mais uma provação do Norte apesar da mensagem da Resolução 2371 [aprovada no Conselho de Segurança da ONU a 5 de agosto e que impôs sanções à Coreia do Norte] pela comunidade internacional após as suas repetidas provocações estratégicas”, lê-se nesse comunicado. “O Norte deve entrar no caminho das conversações o mais cedo possível e reconhecer que o desarmamento nuclear é a única via para a segurança e para o desenvolvimento económico, em vez de provocações imprudentes.”

Porém, ainda mais substancial do que as palavras da Coreia do Sul são as suas ações. Poucas horas depois do lançamento do míssil norte-coreana, a força aérea da Coreia do Sul levou a cabo exercícios militares para reagir a um ataque. “O exercício confirmou que a Força Aérea da Coreia do Sul tem capacidades para destruir a liderança do inimigo em caso de emergência”, disse um membro do Ministério da Defesa sul-coreano à CNN.

Segundo a Yonhap, agência noticiosa da Coreia do Sul, o exercício militar foi uma ordem direta do Presidente, Moon Jae-in, que quis demonstrar o poder de resposta do seu país em caso de agressão ou de escalada ainda maior da tensão na região. “A demonstração de força esmagadora incluiu o lançamento de oito bombas MK84 [de fabrico norte-americano] a partir de quatro caças F15K perto da fronteira inter-coreana em Taebaek”, disse o porta-voz do Presidente sul-coreano.

Pentágono está a “avaliar este lançamento”

O Pentágono confirmou entretanto o lançamento do míssil. “Estamos no processo de avaliar este lançamento”, declarou o porta-voz da organização norte-americana, o coronel Rob Manning.

Uma fonte dos serviços de informação norte-americanos confirmou à NBC que, a confirmar-se, este será o primeiro míssil de teste a sobrevoar o Japão com uma trajetória de grande altitude. Em 1998 e em 2009, Pyongyang disparou rockets que sobrevoaram o espaço aéreo japonês, de acordo com o The New York Times.

Para já, além da conversa que Donald Trump teve com Shinzo Abe, ainda não houve nenhuma reação direta por parte da Casa Branca.

A 8 de agosto, depois de a Coreia do Norte ter ameaçado que podia bombardear Guam (uma ilha no Pacífico onde vivem 160 mil pessoas e que pertence aos EUA), Donald Trump deixou uma mensagem a Pyongyang: “É bom que a Coreia do Norte não faça mais ameaças contra os EUA. Eles vão receber fogo e fúria como o mundo nunca viu”.

Na ausência de novos lançamentos de mísseis norte-coreanos, 15 dias depois, a 23 de agosto, Donald Trump discursava em Phoenix, no Arizona, dando sinal de um aparente volte-face norte-coreano. “Eu respeito o facto de ele [Kim Jong-un] começar a respeitar-nos”, disse, tendo em conta as suas declarações feitas uma quinzena antes. “E talvez — provavelmente não, mas talvez — algo positivo possa resultar daí”, acrescentou.

Os últimos desenvolvimentos demonstram que o líder norte-coreano não se terá deixado inibir pelas promessas de “fogo e fúria” dos EUA.

Numa entrevista transmitida pela Fox News no domingo, sensivelmente 24 horas antes do lançamento do míssil norte-coreano desta segunda-feira, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, referiu que a Coreia do Norte “não estava pronta para recuar totalmente na sua posição”. “Ainda assim, vamos continuar a manter a nossa campanha de pressão pacífica, trabalhando com aliados, também com a China, para ver se conseguimos trazer o regime de Pyongyang à mesa de negociações.”
Governo enviou SMS de alerta: “Refugie-se em edifícios seguros”

O governo japonês aconselhou a população do norte do Japão a refugiar-se em edifícios sólidos ou abrigos subterrâneo, acrescentando que o míssil norte-coreano terá passado perto da região de Tohoku, no norte do país, tendo sobrevoado o território japonês.

De acordo com a AFP, as autoridades japonesas enviaram SMS com alertas e conselhos para a população. “Míssil em trajetória. Míssil em trajetória”; “Há poucos momentos, um míssil terá passado sobre esta zona”; “Se encontra algum objeto suspeito, por favor não se aproxime e chame imediatamente a polícia ou os bombeiros”; “Refugie-se em edifícios seguros ou em zonas subterrâneas”; foram algumas das mensagens enviadas.

Nas redes sociais começaram a surgir os primeiros vídeos onde se podem ouvir as sirenes que recomendam a população a procurar abrigo.

De acordo com relatos dos media japoneses, o míssil ter-se-á partido em três partes. Ao que tudo indica, as autoridades japonesas não terão tentado abatê-lo. O projétil terá percorrido uma distância de cerca de 2700 kms no ar, a uma altura de 550 kms.

http://observador.pt/2017/08/28/coreia-do-norte-lanca-missil-em-direcao-ao-norte-do-japao/#comment-post-2238576-1649872
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Agosto 29, 2017, 01:46:05 pm
Coreia do Norte arrisca mais do que nunca e lança míssil que sobrevoa o Japão

Nunca a Coreia do Norte tinha arriscado tanto. Vai haver reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Coreia do Sul reagiu com exercício militar. Pyongyang diz que agiu em "legítima defesa".

(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://s3cdn.observador.pt/wp-content/uploads/2017/08/28232001/captura-de-ecracc83-2017-08-28-as-23-14-17_770x433_acf_cropped.jpg)


http://observador.pt/2017/08/28/coreia-do-norte-lanca-missil-em-direcao-ao-norte-do-japao/#comment-post-2238576-1649872


Foi para festejar o nascimento do filho ...  :Cavaleria1: :Cavaleria1:
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Viajante em Agosto 29, 2017, 02:17:06 pm
Coreia do Norte arrisca mais do que nunca e lança míssil que sobrevoa o Japão

Nunca a Coreia do Norte tinha arriscado tanto. Vai haver reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Coreia do Sul reagiu com exercício militar. Pyongyang diz que agiu em "legítima defesa".

(http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://s3cdn.observador.pt/wp-content/uploads/2017/08/28232001/captura-de-ecracc83-2017-08-28-as-23-14-17_770x433_acf_cropped.jpg)


http://observador.pt/2017/08/28/coreia-do-norte-lanca-missil-em-direcao-ao-norte-do-japao/#comment-post-2238576-1649872


Foi para festejar o nascimento do filho ...  :Cavaleria1: :Cavaleria1:

Esta atitude..... e a cobertura que é dada principalmente pela China.....
Será que vai atrever-se a fazer testes balísticos em direcção a Guam? E se o fizer o Trump vai estar quieto?
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Setembro 05, 2017, 11:06:26 am
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Setembro 18, 2017, 10:36:01 am
https://theaviationist.com/?p=42811 (https://theaviationist.com/?p=42811)
Citar
Wanna Know If A New North Korean Missile Test Is About To Take Place? Look For This U.S. Aircraft Online…
Leia mais em https://theaviationist.com/2017/07/04/wanna-know-if-a-new-north-korean-missile-test-is-about-to-take-place-look-for-this-u-s-aircraft-online/#pmJzwLEeXXZzVMaZ.99

By David Cenciotti
You can monitor online the U.S. RC-135S Cobra Ball aircraft used to track ballistic missiles reentry vehicles and warheads during the final phase of flight.
Early in the morning on Jul. 4, North Korea successfully tested an intercontinental ballistic missile (ICBM) for the first time.

The ICBM, referred to as Hwasong-14, reached a height of 2,802 kilometers, according to the state-run Korea Central Television (KCTV). The missile was launched from Panghyon, in North Pyongan province, and flew into waters east of the Korean Peninsula after traveling for about 930 kilometers.

The latest missile launch, as well as the previous ones, was almost certainly monitored by the U.S. Forces deployed to the region, using a variety of aerial, ground-based, sea-going assets.

The U.S. Air Force relies on its small contingent of RC-135S Cobra Ball missile tracking aircraft. Based at Offutt Air Force Base, outside Omaha, Nebraska, and  flown by the 45th Reconnaissance Squadron, these intelligence gathering aircraft are often deployed where needed to track ballistic missiles reentry vehicles and warheads during the final phase of flight. The aircraft is equipped with a powerful radar array on the starboard side of the fuselage, just aft of the cockpit. Several optical quality windows are mounted on the starboard side as well, allowing infrared and visible spectrum cameras to record the warheads during their final moments of flight. A distinctive feature of the Cobra Ball is the black low-glare paint used on the starboard wing, to improve image quality and prevent glare during photography.


Leia mais em https://theaviationist.com/2017/07/04/wanna-know-if-a-new-north-korean-missile-test-is-about-to-take-place-look-for-this-u-s-aircraft-online/#pmJzwLEeXXZzVMaZ.99
(https://theaviationist.com/wp-content/uploads/2017/07/RC-135S_COBRA_BALL_in_flight-Ronin-80.jpg)
(https://theaviationist.com/wp-content/uploads/2017/07/RC-135S-takeoff-Kadena-706x397.jpg)

Saudações
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 05, 2017, 03:50:31 pm
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Outubro 19, 2017, 11:51:04 am
Já os estou a ver fumegantes a entrar pela Coreia do Sul a dentro. Enfim...  ::) ???

http://china-defense.blogspot.pt/2013/11/north-koreas-wood-burning-military.html (http://china-defense.blogspot.pt/2013/11/north-koreas-wood-burning-military.html)

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History
The first wood gasifier was apparently built by Bischof in 1839. The first vehicle powered by wood gas was built by Thomas Hugh Parker in 1901.[1] Around 1900, many cities delivered syngas (centrally produced, typically from coal) to residences. Natural gas began to be used only in 1930.
Wood gas vehicles were used during World War II, as a consequence of the rationing of fossil fuels. In Germany alone, around 500,000 "producer gas" vehicles were in use at the end of the war. Trucks, buses, tractors, motorcycles, ships and trains were equipped with a wood gasification unit. In 1942 (when wood gas had not yet reached the height of its popularity), there were about 73,000 wood gas vehicles in Sweden,[2] 65,000 in France, 10,000 in Denmark, and almost 8,000 in Switzerland. In 1944, Finland had 43,000 "woodmobiles", of which 30,000 were buses and trucks, 7,000 private vehicles, 4,000 tractors and 600 boats.[3]

Wood gasifiers are still manufactured in China and Russia for automobiles and as power generators for industrial applications. Trucks retrofitted with wood gasifiers are used in North Korea in rural areas, particularly on the roads of the east coast.
(http://1.bp.blogspot.com/-Ue3JD0_z37A/Un24qpxl3xI/AAAAAAAAWW0/JKd8CE2vGSA/s640/1383920164_30222.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-apN3gdBZc_4/Un25WsmIOtI/AAAAAAAAWXU/6KG7ICrLktw/s640/1383920200_27336.jpg)
(http://4.bp.blogspot.com/-8sbq2BfLzkE/Un25JaYdiMI/AAAAAAAAWXM/RvJwiTOxW0Q/s400/1383920161_82049.jpg)
(http://2.bp.blogspot.com/-XdPoLWA1Ii4/Un257p5_VTI/AAAAAAAAWYM/wBaY8llxmVU/s400/1383920251_79486.jpg)

Cumprimentos
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Outubro 19, 2017, 12:30:17 pm
Por isso apostaram no armamento nuclear, eles sabem que a maior parte do material das suas forças armadas é Sucata  :N-icon-Axe:
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: mafets em Outubro 19, 2017, 02:18:05 pm
Qual armamento Nuclear? Até agora ouve um único teste com uma potência digna desse nome, em Setembro de 2017 e já têm armas nucleares em catadupa? Andam com camiões a lenha mas em 1 mês já produziram um arsenal para atacar os States...  :P ::)
https://www.publico.pt/2017/09/03/mundo/noticia/ao-minuto-coreia-do-norte-realiza-novo-teste-nuclear-1784245 (https://www.publico.pt/2017/09/03/mundo/noticia/ao-minuto-coreia-do-norte-realiza-novo-teste-nuclear-1784245)
Citar
Ao minuto Última actualização a 03 Setembro 2017 - 15:25 ... Trump critica chineses e sul-coreanos na reacção a Pyongyang ... Coreia do Norte faz sexto teste nuclear, agora com bomba de hidrogénio que pode ser carregada num míssil

(https://static.publico.pt/infografia/2017/mundo/misseis-coreia-do-norte.svg)

Cumprimentos

Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 02, 2017, 02:11:36 pm


Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Novembro 29, 2017, 10:43:49 am


Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: HSMW em Dezembro 02, 2017, 02:18:37 pm
(https://pbs.twimg.com/media/DQCRhn6UMAIdN9c.jpg)

Citar
The largest of all North Korean ICBM's (Intercontinental Ballistic Missile), the Hwasong-15, was launched on November 29, 2017. According to experts, this missile type is able to reach most cities in the United States, including Washington D.C.

Simulação do ultimo lançamento da Coreia do Norte.
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 03, 2017, 01:15:13 pm
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Dezembro 04, 2017, 04:05:14 pm
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 03, 2018, 10:58:21 am
Trump, Kim Yong-un e o tamanho do botão nuclear


Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 04, 2018, 12:25:55 pm
(https://image.ibb.co/kyud6b/red_butt_ons_pedro_x_molina.jpg)
Título: Re: E.U.A. versus Coreia do Norte
Enviado por: Lusitano89 em Janeiro 15, 2018, 12:42:51 pm