Brexit

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Cabeça de Martelo

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Re: Brexit
« Responder #180 em: Novembro 15, 2016, 03:11:25 pm »
Italexit? Referendo pode colocar a Europa (de novo) em risco
Jornal Económico

A subida das intenções de voto que dizem “não” ao referendo italiano sobre alterações constitucionais pode levar à ascensão do partido anti-Europa do comediante Beppe Grillo, tornando cada vez mais provável o ‘Italexit’.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/referendo-italia-pode-colocar-europa-novo-sobressalto-89714
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Brexit
« Responder #181 em: Novembro 15, 2016, 05:06:20 pm »
União Europeia poderá pedir até 60 mil milhões ao Reino Unido pelo Brexit

Bruxelas quer que seja a Grã-Bretanha a pagar o preço do buraco financeiro nas contas da UE criado pela saída do país, estimado entre 49 mil milhões e 60 mil milhões de euros. A notícia é do Financial Times, citada pela RTP.



A notícia é do Financial Times: Devido ao Brexit, Bruxelas poderá exigir a Londres compensações até 60 mil milhões de euros (52 mil milhões de libras) por incumprimento de compromissos orçamentais, avança a RTP. O jornal afirma que Michel Barnier, comissário europeu para o Comércio e Serviços e um dos principais negociadores da Comissão Europeia para o Brexit, quer que seja a Grã-Bretanha a pagar o preço do buraco financeiro nas contas da UE criado pela saída do país, estimado entre 49 mil milhões e 60 mil milhões de euros (34 mil milhões e 52 mil milhões de libras).

Outra modalidade em cima da mesa é um acordo de transição, como pretendem as sociedades financeiras da City, que poderá implicar que a Grã-Bretanha continue a pagar na totalidade e durante vários anos as suas contribuições para o orçamento da UE, em vez de pagar os até 60 mil milhões de euros exigidos. O que pode ser mal-visto por muitos que votaram no Brexit.

A RTP, citando fontes contactadas pelo Financial Times, diz que a Comissão Europeia recomenda que não se conduzam negociações detalhadas sobre acordos comerciais com o Reino Unido, antes de um esboço de entendimento do “divórcio”, ao contrário do que Londres tem anunciado.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/uniao-europeia-podera-pedir-ate-60-mil-milhoes-ao-reino-unido-pelo-brexit-89770
 

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Re: Brexit
« Responder #182 em: Janeiro 17, 2017, 12:54:01 pm »
Brexit. Theresa May anuncia saída do Reino Unido do mercado único

17 jan, 2017 - 12:02

A primeira-ministra Theresa May fala ao país sobre a estratégia que vai seguir nas negociações sobre a saída do Reino Unido da União Europeia.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou a saída do Reino Unido do mercado único. A possíção foi assumida pela líder num discurso ao país que estabeleceu 12 objectivos para o Brexit.

May explicou que permencer como membro do mercado único significaria continuar ligada às leis europeias. "Na prática significaria que não saíamos da União Europeia", disse.

Theresa May referiu-se a “uma nova parceria entre iguais” com a União Europeia (UE), mas que o referendo de 2016 deixou claro que o país não pode continuar “metade dentro, metade fora” da comunidade.
A primeira-ministra revelou também que as duas câmaras do Parlamento britânico vão votar o resultado final do acordo que vier a ser negociado com Bruxelas.
Num discurso de cerca de 40 minutos, May garantiu ainda que o país quer ser "o melhor amigo e vizinho dos parceiros europeus" e reafirma que estão a sair da "União Europeia mas não da Europa".

"Eu quero que o Reino Unido saía deste período de mudança mais forte, justo, mais unido do que nunca. Eu quero que sejamos um país seguro, próspero e tolerante", disse. O discurso de Theresa May era muito aguardado porque se esperava que torna-se mais claras algumas linhas de negociação de Londres no processo de saída da UE.

Em Outubro, a primeira-ministra já tinha manifestado a determinação em retomar o controlo da política de imigração, incluindo dos cidadãos europeus, e acabar com a soberania do Tribunal Europeu de Justiça. No entanto, também mostrou interesse em manter, tanto quanto possível, o acesso dos bens e serviços britânicos ao mercado único, deixando alguma indefinição sobre qual dos interesses iria predominar.

O discurso antecede também a decisão do Supremo Tribunal britânico, que deverá anunciar ainda este mês a decisão sobre se o artigo 50.º do Tratado de Lisboa pode ser activado pelo governo ou se necessita de autorização prévia do Parlamento britânico.

http://rr.sapo.pt/noticia/73607/brexit_theresa_may_anuncia_saida_do_reino_unido_do_mercado_unico?utm_source=rss
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Re: Brexit
« Responder #183 em: Janeiro 18, 2017, 11:47:54 am »
Londres avança para "hard Brexit" mas recusa ser punida pela UE

Theresa May anunciou que o Reino Unido vai sair do mercado único, mas espera negociar um acordo que lhe garante "o maior acesso possível" ao espaço europeu. Acordo final será votado no Parlamento.

Há meses que lhe pediam uma prova de que o Governo britânico tinha um plano para as negociações que está prestes a iniciar com a União Europeia. Nesta terça-feira, Theresa May respondeu ao repto e revelou os seus objectivos para o “Brexit”, confirmando a decisão, que já se anunciava, de abandonar o mercado único europeu. Aos ainda parceiros deixou garantias de que não está a virar costas nem deseja o fracasso da União, mas ao mesmo tempo avisou que qualquer tentativa de punir Londres pela decisão de sair seria um “calamitoso acto de automutilação” para a Europa.

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Foi na Lancaster House, um palacete do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que May começou a delinear aquela que será uma viragem histórica para a economia britânica. Uma escolha que não foi feita ao acaso. Foi naquele exacto local que, em Abril de 1988, a então primeira-ministra Margaret Thatcher proferiu um discurso louvando os benefícios do nascente mercado único – “Teremos acesso directo e sem entraves ao poder de compra de mais de 300 milhões das pessoas mais ricas e prósperas em todo o mundo. Um mercado maior do que o Japão, maior do que os EUA. À nossa porta”.

Os 300 milhões cresceram para mais de 500 milhões, os 11 parceiros de então aumentaram para 27, a economia britânica tornou-se uma das mais prósperas da UE, canalizando investimento, fazendo nascer em Londres uma das maiores praças financeiras em todo o mundo. Com o crescimento vieram centenas de milhares de trabalhadores europeus, transformando a imigração no detonador para o “Brexit”.

Desde Outubro, quando disse no congresso do Partido Conservador que iria dar prioridade ao controlo da imigração, que se adivinhava que o Governo britânico se encaminhava para um “hard Brexit”, mas até agora May insistia que não se tratava de uma escolha binária. Só que os líderes dos restantes 27 países mantiveram-se irredutíveis: sem livre circulação de pessoas, um dos quatro pilares do mercado único, Londres perderia o direito a comprar e vender, a negociar contratos ou oferecer os seus serviços financeiros sem qualquer entrave no espaço europeu. 

May reconheceu-o agora, tal como admitiu que se o país quisesse manter-se no mercado único, estando fora da UE, teria de aceitar regras sobre as quais não tem poder de voto e seria obrigado a aceitar a jurisdição do Tribunal Europeu de Justiça, o que ela sempre rejeitou. “Para todos os efeitos isto significaria que não iriamos deixar a UE.”

Não se tratou, no entanto, de uma capitulação. Se o Reino Unido não pode ser membro do mercado único, May vai batalhar por um “acordo de livre comércio, abrangente e ambicioso com a UE” que lhe garanta “o maior acesso possível” aos consumidores europeus – um entendimento que, deixou claro, gostaria que abrangesse a indústria automóvel e desse à City londrina “liberdade para fornecer serviços financeiros através das fronteiras”.

A primeira-ministra britânica adiantou ainda que, apesar da prioridade que dá à negociação de acordos comerciais com países terceiros, gostaria que o país pudesse manter-se parcialmente ligado à união aduaneira europeia, a fim de garantir “um comércio livre de tarifas e com o mínimo de fricção possível”. Da mesma forma, admitiu manter o financiamento a “programas europeus específicos” e assegurou que o Reino Unido quer garantir, tão cedo quanto possível nas negociações com Bruxelas, os direitos dos cidadãos europeus que vivem no país.

“A decisão de sair da UE não foi uma rejeição dos valores que partilhamos, nem o desejo de nos tornarmos mais distantes dos nossos amigos e vizinhos”, assegurou May dirigida à plateia onde se sentavam, além dos seus ministros, vários embaixadores estrangeiros. “Queremos continuar a ser parceiros fiáveis […] queremos comprar os vossos produtos e vender-vos os nossos, num comércio tão livre quanto possível.”

As primeiras reacções foram comedidas, prudentes. Donald Tusk, o presidente do Conselho Europeu, que encabeçará a UE no processo de saída do Reino Unido, saudou o discurso “mais realista” de May; o chefe da diplomacia alemã, Frank-Walter Steinmeier, destacou a “parceria construtiva” prometida pela primeira-ministra britânica. O antigo chefe da diplomacia sueca Carld Bildt lamentou que o Reino Unido tenha optado por uma relação com a UE que “é algo ligeiramente inferior ao acordo de parceria com a Ucrânia”.

O que quase todos optaram por não referir foram os caminhos alternativos que a líder britânica admitiu explorar se não considerar satisfatório o resultado das negociações. “Quero deixar claro que para o Reino Unido é melhor não haver um acordo do que [aceitar] um mau acordo”, disse, aludindo a uma saída desordenada que seria tão prejudicial para Londres como para a UE. Um aviso que levou mais longe ao sugerir que, se Bruxelas lhe negar o acesso ao mercado único, “o Reino Unido ficará livre para mudar a base do seu modelo económico”, adoptando “taxas competitivas e políticas que iriam atrair as melhores empresas e os maiores investidores”.

Esta ameaça, disse Philippe Lamberts, co-presidente dos Verdes no Parlamento Europeu, representa “uma chapada na cara de todos os que querem negociar uma nova relação entre a UE e o Reino Unido que preserve não só a cooperação económica, mas outros elementos positivos da política social europeia”. Também Jeremy Corbyn, o líder dos Trabalhistas, acusou a primeira-ministra de querer transformar o país num “paraíso fiscal barato” que terá como primeiras vítimas os trabalhadores britânicos.

Dentro de dias, o Supremo Tribunal britânico decidirá se o Governo pode accionar o artigo 50 [do Tratado de Lisboa]  sem o aval do Parlamento – o mesmo que May promete que vai votar, com carácter vinculativo, o acordo final negociado com Bruxelas, ainda que nessa altura a única opção disponível seja a saída sem acordo. Depois, os restantes 27 Estados-membros terão de decidir uma posição comum para negociar com Londres. “Este foi efectivamente o último grande momento em que May deteve o controlo político antes de o artigo 50 ser accionado”, escreveu o colunista do Guardian John Harris. Quando as negociações efectivamente começarem “o discurso de hoje parecerá vindo de outra era”.

https://www.publico.pt/2017/01/17/mundo/noticia/londres-avanca-para-hard-brexit-mas-recusa-ser-punido-pela-ue-1758662
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Re: Brexit
« Responder #184 em: Janeiro 18, 2017, 11:48:43 am »
"Brexit": Escócia mais perto de um segundo referendo à independência

Gales e Irlanda do Norte também expressam dúvidas sobre a opção de sair do mercado comum.

https://www.publico.pt/2017/01/17/mundo/noticia/escocia-mais-perto-de-um-segundo-referendo-a-independencia-1758669

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Re: Brexit
« Responder #185 em: Janeiro 18, 2017, 01:31:48 pm »

no papel o plano da theresa may agrada-me. so far so good. ja era tempo de alguem proteger os seus interesses e frente a uma uniao europeia decrepita.

quanto ao referendo da escocia, Cabeca, ja te disse muitas vezes que nao vai acontecer. e deixar a pardalita nicola palrar a vontade.

 

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Re: Brexit
« Responder #186 em: Janeiro 18, 2017, 02:34:00 pm »
A ver vamos... tudo depende de como as coisas irão correr no futuro. Se a economia Britânica estiver em expansão, duvido que as vozes dissonantes vão obter apoio popular, mas se o mesmo não acontecer...
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Re: Brexit
« Responder #187 em: Janeiro 19, 2017, 01:18:33 pm »

recapitulando

para a escocia ter segundo referendo tem que ter aprovacao de londres, nao vai acontecer.
mesmo que o referendo va para a frente, ha que ganhar, nao e garantido que o sim venca
mesmo que o voto de independencia ganhe nao da entrada automatica na ue. a escocia vai ter acesso vetado pela espanha (franca e italia tambem se vao opor possivelmente)

as probabilidades da pardalita nicola levar a agua ao seu moinho sao 1/10
ha pessoas que tem dificuldades cronicas em aceitar a derrota (once in a generation referendum). e deixa-las palrar
 

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Re: Brexit
« Responder #188 em: Janeiro 19, 2017, 01:28:41 pm »

quanto ao brexit the harder the better

se a ue quiser continuar a comercializar a bem com o reino unido e bom para ambos os lados, senao o reino unido tem muito sitio para onde se virar - china, india, australia, nova zelandia, medio oriente, america do sul e claro estados unidos da america.

espero que os inteligentes, independentes sacanas dos britanicos deem uma licao aos autocratas, fascistas de bruxelas.
 

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Re: Brexit
« Responder #189 em: Janeiro 20, 2017, 01:33:39 pm »

quem e que precisa da ue com aliados destes?

a uniao europeia e um projecto falhado que vai acartar com os erros que cometeu

Brave new Anglosphere: Israel revels in fresh support from US-UK-Australia triumvirate
http://www.timesofisrael.com/brave-new-anglosphere-israel-revels-in-fresh-support-from-us-uk-australia-triumvirate/
 

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Re: Brexit
« Responder #190 em: Janeiro 20, 2017, 02:18:16 pm »

quem e que precisa da ue com aliados destes?

a uniao europeia e um projecto falhado que vai acartar com os erros que cometeu

Brave new Anglosphere: Israel revels in fresh support from US-UK-Australia triumvirate
http://www.timesofisrael.com/brave-new-anglosphere-israel-revels-in-fresh-support-from-us-uk-australia-triumvirate/

Mas há alguma coisa nova? Os Norte-Americanos a partir de uma certa altura apoiaram de uma forma canina israel. Afinal quem é o maior financiador das IDF?!
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Re: Brexit
« Responder #191 em: Janeiro 20, 2017, 03:50:09 pm »

quem e que precisa da ue com aliados destes?

a uniao europeia e um projecto falhado que vai acartar com os erros que cometeu

Brave new Anglosphere: Israel revels in fresh support from US-UK-Australia triumvirate
http://www.timesofisrael.com/brave-new-anglosphere-israel-revels-in-fresh-support-from-us-uk-australia-triumvirate/

Isso é o teu desejo de colapso da UE, fazes tudo para que aconteça..... porque será que não me admiro!?

Vamos ver quem é que irá falhar, a UE ou uma PM quem nem sequer foi a votos!!!!!

Só quem não for muito inteligente é que não percebe esta possível estranha aliança: USA + UK com a Rússia a cercarem a UE. Com os Estados Unidos a identificarem claramente que o seu inimigo é a China!!!!!!

Depois das eleições de Setembro na Alemanha, vamos ver como fica o Brexit.

Quanto aos acordos comerciais...... vê quem são os principais parceiros dos britãnicos:

http://atlas.media.mit.edu/en/profile/country/gbr/

Quem é que são os maiores parceiros comerciais?........
« Última modificação: Janeiro 20, 2017, 03:56:45 pm por Viajante »
 

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Re: Brexit
« Responder #192 em: Janeiro 20, 2017, 09:43:17 pm »
Viajante

o melhor que podia acontecer a ue era colapsar, para depois se reconstruir.
considero-me europeista, acho que no plano economico uma uniao europeia e saudavel, mas ao nivel politico nao resulta

bem, a theresa may nao e a unica primeira-ministra que chegou ao poder sem ir a votos. em portugal ate tens exemplos. e se formos a ver bem, ela foi a votos internos (do partido) e os britanicos quando votaram nas gerais votam no partido. eu nao me recordo e de nunca ter sido chamado para votar nesse estranho cargo chamado presidente da comissao europeia. quem foram os cidadaos europeios que legitimaram o senhor juncker?

vamos a ver sim e se a ue nao vai levantar as sancoes a russia depois dos eua chegarem a algum tipo de acordo. qual e a actual taxa de crescimento da ue?
 paises com melhor qualidade de vida da europa (e do mundo) como a suica, noruega, islandia e agora reino unido nao fazem parte dessa coisa chamada uniao europeia. sei que pode parecer dificil para ti entenderes, mas sair da ue nao e o fim do mundo.

quanto aos parceiros comerciais  do reino unido um novo modelo vai emergir, as coisas nao sao estaticas.
o reino unido tem muita leverage para usar nas negociacoes com bruxelas. ate podem baixar o corporate tax. sera que as empresas vao mesmo sair em massa do reino unido? think again
 

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Pedro E.

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Re: Brexit
« Responder #193 em: Janeiro 24, 2017, 01:10:48 pm »
Supreme Court Brexit ruling: What happens next?
http://www.bbc.co.uk/news/uk-politics-38721650
 

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Pedro E.

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Re: Brexit
« Responder #194 em: Janeiro 25, 2017, 11:09:35 am »

Supreme Court ruling raises 'fundamental issues' for Scotland, says Nicola Sturgeon
http://www.heraldscotland.com/news/15043704.Supreme_Court_ruling_raises__fundamental_issues__for_Scotland__says_Sturgeon/
 

 

Brexit: repercussões militares?

Iniciado por olisipoQuadro Mundo

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Última mensagem Julho 19, 2016, 12:02:23 pm
por olisipo