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Re: Notícias em Geral
« Responder #1155 em: Janeiro 07, 2018, 09:58:31 pm »
Só uma correcção: O Mestre Simão e o Gilberto Mariano (gémeo do Mestre Simão) não vieram substituir o Atlântida. Vieram substituir os velhos Cruzeiro das Ilhas e Cruzeiro do Canal nas viagens no Grupo Central. O Atlântida seria para substituir os ferrys alugados, normalmente a empresas gregas, que unem todos os grupos de ilhas dos Açores.

;)
 

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Re: Notícias em Geral
« Responder #1156 em: Janeiro 10, 2018, 08:35:19 pm »
Arrombou loja com tanque para roubar... vinho


 

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Re: Notícias em Geral
« Responder #1157 em: Janeiro 16, 2018, 04:57:19 pm »
Retirar vídeos do Youtube.

Não sei porque, hoje lembrei-me de referir uma forma muito simples de retirarmos vídeos do youtube (excepto os protegidos/pagos).
Já utilizei vários programas, alguns deles que não inspiram nenhuma confiança, pela possibilidade de infectar um pc com malware. Não é necessário nenhum programa, basta fazer uma simples correcção do link para fazermos download do vídeo!!!

- Entramos normalmente no site do youtube: www.youtube.pt
- Pesquisamos o vídeo que entendermos ou mesmo músicas, documentários, etc.......
- clicamos no vídeo que pretendemos (até podemos escolher nas definições a qualidade do vídeo, apesar de apenas conseguirmos retirar vídeos gratuitamente até à qualidade HD ou 720p, ou até mp3......)
- Quando está a reproduzir o vídeo pretendido, no browser, aparece um link do género: www.youtube.pt/xxxxxxxxxxxxxxxxxx ou www.youtube.com/xxxxxxxxxxxxxxxxxx
O truque está em apagarmos as 3 últimas letras do canal youtube: www.youtube.pt/xxx (apagamos as 3 letras e actualizamos o link/enter): www.yout.pt/xxx

Somos imediatamente encaminhados para outro site da google, onde podemos escolher o tipo de download, mp3 ou mp4 (vídeo), entre outros. Gratuitamente só conseguem retirar vídeos HD, com conta premium podem ir até 4K, acho eu. Aconselha a fazer donativos, mas..... a google não é propriamente pobre, por isso!

Não sei se já conheciam, mas recomendo e não tem qualquer risco de segurança!!!!!
 
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Re: Notícias em Geral
« Responder #1158 em: Janeiro 16, 2018, 09:38:42 pm »
Já não vai haver mais almoços e jantares no Panteão


O ministro da Cultura afirmou que serão proibidas refeições em espaços com estatuto de Panteão, a propósito do novo regulamento sobre cedência de espaços de monumentos.

Luís Filipe Castro Mendes recordou, esta terça-feira, numa audição parlamentar, que o Ano Europeu do Património faz aumentar a responsabilidade no uso e na fruição dos monumentos, e a urgência "em ter instrumentos mais eficazes".

A tutela já tinha anunciado que pretendia rever a regulamentação dos museus, palácios e monumentos, por causa de uma encenação de uma fogueira no Convento de Cristo (Tomar) e de um jantar privado no Panteão Nacional, em Lisboa.

De acordo com o novo regulamento - que será publicado "em breve" -, serão proibidas refeições e apenas serão permitidos eventos especiais de natureza cultural, nos monumentos com estatuto de Panteão, como o Mosteiro dos Jerónimos e o Mosteiro da Batalha. Os preços de cedência de espaços serão aumentados e as regras de segurança e emergência vão ser atualizadas.

Os mais de cinco milhões de visitantes registados em 2017, nos museus, palácios e monumentos, serviram para o ministro reforçar a intenção de "formalizar propostas de melhoria da autonomia de gestão" desses espaços, embora o processo demore, por "causa de um contexto jurídico-financeiro".

"Queremos fazer alterações orgânicas que permitam aos museus ganhar um estatuto de maior autonomia. Pode ser feito através da reforma orgânica da própria DGPC [Direção-Geral do Património Cultural]. Deve ser debatido. Vamos lançar este grande debate à volta do património no qual todos os agentes deverão ser ouvidos", disse.

Na audição, o secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, revelou que o Governo está a preparar "um projeto de intervenção faseado, também em termos financeiros", de renovação e modernização do edifício do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa.

Segundo Miguel Honrado, a intervenção faz parte do Plano Nacional de Investimento lançado pelo Governo.

O programa de apoio às artes foi um dos temas mais questionado pelos deputados, com o secretário de Estado a responder que "muito em breve vai iniciar-se a análise" de candidaturas dos apoios às artes, cerca de 250 candidaturas, repartidas por várias disciplinas.

"Noventa e um por cento dos candidatos que se candidataram aos concursos" puderam ser admitidos, disse.

Miguel Honrado recordou ainda que a alteração à regulamentação da lei do cinema, que tem dividido o setor, já está em processo legislativo, mas a tutela ainda aceita "contributos e pedidos de ajuste".

Segundo o governante, a 16 de novembro foi apresentada a proposta de alteração na SECA - Secção Especializada de Cinema e Audiovisual, do Conselho Nacional de Cultura, que ainda é "passível de consolidação através de contributos e de ideias de correção que possam ser apresentadas".

No entanto, Miguel Honrado disse que a aprovação terá de ser célere, para que os concursos de apoio financeiro do cinema e audiovisual possam abrir até ao final de março.

Um dos pontos de discórdia entre alguns agentes do setor é o processo de seleção dos júris que escolhem os projetos a apoiar financeiramente.

Tanto o ministro como o secretário de Estado disseram que nunca foi admitido que as operadores de telecomunicações, que têm assento na SECA, fossem favorecidas o condicionassem o processo de escolha dos júris.

A assistir, na audição parlamentar, estiveram, entre outros, a programadora Cíntia Gil e o realizador Miguel Gomes, duas vozes que têm criticado o método de escolha dos júris dos concursos.


>>>>>  https://www.jn.pt/nacional/interior/ja-nao-vai-haver-mais-almocos-e-jantares-no-panteao-9052948.html
 

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« Responder #1159 em: Janeiro 22, 2018, 11:07:31 am »
Mais de 80% da riqueza detida por 1% da população


 

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Re: Notícias em Geral
« Responder #1160 em: Janeiro 27, 2018, 03:39:57 pm »
Já não vai haver mais almoços e jantares no Panteão


O ministro da Cultura afirmou que serão proibidas refeições em espaços com estatuto de Panteão, a propósito do novo regulamento sobre cedência de espaços de monumentos.

Luís Filipe Castro Mendes recordou, esta terça-feira, numa audição parlamentar, que o Ano Europeu do Património faz aumentar a responsabilidade no uso e na fruição dos monumentos, e a urgência "em ter instrumentos mais eficazes".

A tutela já tinha anunciado que pretendia rever a regulamentação dos museus, palácios e monumentos, por causa de uma encenação de uma fogueira no Convento de Cristo (Tomar) e de um jantar privado no Panteão Nacional, em Lisboa.

De acordo com o novo regulamento - que será publicado "em breve" -, serão proibidas refeições e apenas serão permitidos eventos especiais de natureza cultural, nos monumentos com estatuto de Panteão, como o Mosteiro dos Jerónimos e o Mosteiro da Batalha. Os preços de cedência de espaços serão aumentados e as regras de segurança e emergência vão ser atualizadas.

Os mais de cinco milhões de visitantes registados em 2017, nos museus, palácios e monumentos, serviram para o ministro reforçar a intenção de "formalizar propostas de melhoria da autonomia de gestão" desses espaços, embora o processo demore, por "causa de um contexto jurídico-financeiro".

"Queremos fazer alterações orgânicas que permitam aos museus ganhar um estatuto de maior autonomia. Pode ser feito através da reforma orgânica da própria DGPC [Direção-Geral do Património Cultural]. Deve ser debatido. Vamos lançar este grande debate à volta do património no qual todos os agentes deverão ser ouvidos", disse.

Na audição, o secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, revelou que o Governo está a preparar "um projeto de intervenção faseado, também em termos financeiros", de renovação e modernização do edifício do Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa.

Segundo Miguel Honrado, a intervenção faz parte do Plano Nacional de Investimento lançado pelo Governo.

O programa de apoio às artes foi um dos temas mais questionado pelos deputados, com o secretário de Estado a responder que "muito em breve vai iniciar-se a análise" de candidaturas dos apoios às artes, cerca de 250 candidaturas, repartidas por várias disciplinas.

"Noventa e um por cento dos candidatos que se candidataram aos concursos" puderam ser admitidos, disse.

Miguel Honrado recordou ainda que a alteração à regulamentação da lei do cinema, que tem dividido o setor, já está em processo legislativo, mas a tutela ainda aceita "contributos e pedidos de ajuste".

Segundo o governante, a 16 de novembro foi apresentada a proposta de alteração na SECA - Secção Especializada de Cinema e Audiovisual, do Conselho Nacional de Cultura, que ainda é "passível de consolidação através de contributos e de ideias de correção que possam ser apresentadas".

No entanto, Miguel Honrado disse que a aprovação terá de ser célere, para que os concursos de apoio financeiro do cinema e audiovisual possam abrir até ao final de março.

Um dos pontos de discórdia entre alguns agentes do setor é o processo de seleção dos júris que escolhem os projetos a apoiar financeiramente.

Tanto o ministro como o secretário de Estado disseram que nunca foi admitido que as operadores de telecomunicações, que têm assento na SECA, fossem favorecidas o condicionassem o processo de escolha dos júris.

A assistir, na audição parlamentar, estiveram, entre outros, a programadora Cíntia Gil e o realizador Miguel Gomes, duas vozes que têm criticado o método de escolha dos júris dos concursos.


>>>>>  https://www.jn.pt/nacional/interior/ja-nao-vai-haver-mais-almocos-e-jantares-no-panteao-9052948.html

Peço desculpa aos amantes da modalidade, mas depois de ter ido lá parar um jogador de futebol, já admito tudo! O panteão já foi vandalizado por esses arautos da cultura e do património que permitiram tal coisa!
 
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« Responder #1161 em: Janeiro 27, 2018, 04:26:26 pm »
O Próximo é o Ronaldo!
 

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Re: Notícias em Geral
« Responder #1162 em: Janeiro 29, 2018, 11:16:20 am »
Governo admite impedir condutores de usar telemóvel. Como e quando, ninguém sabe

Ministério da Administração Interna pondera usar helicópteros, drones e inibidores de sinal para controlar velocidade dos condutores e impedir uso de telemóvel. Não esclarece nem como, nem quando.



Primeiro, foi o secretário de Estado da Proteção Civil, José Artur Neves, a admitir utilizar helicópteros, drones e inibidores de sinal para obrigar os condutores a reduzir a velocidade e impedir o uso de telemóvel ao volante. Depois, foi o ministro Eduardo Cabrita a esclarecer: está tudo em fase de estudo e o Governo está de “espírito aberto” para acolher sugestões. Operadoras, regulador e especialistas ouvidos pelo Observador levantam muitas dúvidas e dizem não ter sido sequer contactados.

O Ministério da Administração Interna deixou sem resposta uma série de perguntas do Observador sobre este assunto, limitando-se a dizer que são ideias a ter em conta no futuro, e remetendo para as declarações de Eduardo Cabrita, que, no mesmo dia, veio esclarecer as declarações de José Artur Neves. “É uma possibilidade que existe em alguns países e que Portugal vai estudar e seguir com muita atenção. Queremos trazer o conhecimento e trazer a melhor experiência técnica, académica e científica para as soluções que são necessárias implementar. Existe um espírito aberto para estudar experiências de outros países para reduzir a sinistralidade rodoviária”, respondeu uma fonte oficial do ministério.

Num primeiro momento, o Observador procurou saber junto do gabinete do ministro da Administração Interna o que estava, de facto, em causa. Em relação ao uso de helicópteros da Proteção Civil e drones para controlar a velocidade dos veículos, o Observador perguntou: isto implicaria algum tipo de investimento? Há meios aéreos suficientes? Estas novas missões não significariam uma maior sobrecarga para a Proteção Civil? Portugal já dispõe de drones capazes de executar estas missões?

Sobre o uso de inibidores de sinal para impedir os condutores de receber ou fazer chamadas, o Observador perguntou: esta aplicação seria articulada com as operadoras? Como é que funcionaria esta tecnologia? Seria opcional, ou seja, dependeria do condutor? Ou seria automaticamente acionada por sensores de movimento? Esta aplicação seria extensível a todos os passageiros? Como é que funcionaria em caso de emergência? O condutor e/ou passageiros poderiam facilmente desativar esta “inibição de sinal”?

O Observador procurou, ainda assim, uma posição da ANACOM, autoridade reguladora em Portugal das comunicações postais e das comunicações eletrónicas, sobre a possibilidade de o Governo, em coordenação com as operadoras, utilizar inibidores de sinal para impedir que os condutores recebessem chamadas telefónicas. Não obteve uma resposta formal, apesar da insistência.

As várias operadoras contactadas pelo Observador, que preferiram não reagir oficialmente, garantiram que ninguém no Governo as contactou nesse sentido. Uma fonte de uma operadora disse ao Observador que, na eventualidade de se adotar uma tecnologia dessa natureza, tal obrigaria a um investimento tecnológico “inquantificável” e a “mudanças legislativas muito complexas”.

“Neste momento, é quase impossível imaginar uma solução dessa natureza. Nem sequer fomos contactados pelo Governo. Acho, honestamente, que foi um palpite do secretário de Estado, que não sabia muito bem o que estava a dizer”, nota uma responsável de uma das principais operadoras de telecomunicações móveis.

Luís Manuel Ribeiro, professor no Instituto Superior Técnico de Lisboa, no Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, diz “não perceber o alcance” das palavras do secretário de Estado. “Honestamente, não conheço, neste momento, tecnologia que seja capaz de responder às questões levantadas pelo secretário de Estado”, diz ao Observador.

De facto, já existem recursos tecnológicos para impedir que os condutores recebem chamadas. Em dois cenários: ou dependem dos próprios condutores, através de opções como “Não Incomodar”; ou dependem das entidades patronais. “Há empresas, por exemplo, que colocam nos camiões dispositivos que impedem os condutores de usarem o telemóvel, permitindo apenas que contactem com a entidade patronal ou com a família, por exemplo”, explica. Como é que isso pode ser transversal a todos os condutores? Luís Manuel Ribeiro não sabe.

“Uma solução dessas podia existir, se o carro tivesse, por exemplo, inibidores de sinal incorporados, ativados por sensores de velocidade. Mas seriam extensíveis a todos, condutor e passageiros. Não conheço qualquer solução que funcionasse apenas para o condutor e fosse proativa, ou seja, não dependesse exclusivamente da ação do condutor“, nota.

Os inibidores de sinal existem enquanto tecnologia. No fundo, quando ativados, interferem na transmissão do sinal dos telemóveis num determinado raio de influência. São usados, por exemplo, para proteger altas figuras do Estado em deslocações oficiais. O Presidente dos Estados Unidos, quando segue de carro é acompanhado por outros carros que estão equipados por inibidores de sinal que impedem comunicações na frequência comum. O objetivo é impedir ataques com explosivos acionados através de telemóvel.

Em alguns países, como nos Estados Unidos, existem prisões equipadas com inibidores de sinal que impedem a comunicação via telemóvel entre reclusos ou com o exterior. Há vários países que já testaram e adotaram essa tecnologia para impedirem que as pessoas utilizem o telemóvel em cinemas ou teatros. Transpô-la para o controlo do trânsito, como sugeriu o secretário de Estado, seria difícil, reconhece Luís Manuel Ribeiro.

“Não conheço tecnologia exterior [ou seja, que não dependesse do próprio utilizador] que fosse capaz de impedir um condutor de receber chamadas na autoestrada, por exemplo. Mesmo que fosse adotada, não seria legal e afetaria todos os que circulassem, incluindo os passageiros. Como é que funcionaria, por exemplo, em casos de emergência? E em estações de serviço? Não sei”, diz Luís Manuel Ribeiro. Resta saber o que pensará o Governo.

http://observador.pt/2018/01/28/governo-admite-impedir-condutores-de-usar-telemovel-como-e-quando-ninguem-sabe/#comment-post-2469196-1807552

Mais uma ideia peregrina de quem nem sequer reflete um bocado no que diz. Querem bloquear o sinal de telemóvel e.... quando acontecer uma emergência? E o que vão fazer ao SOS de emergência que vai entrar em vigor na UE dentro de dias?
Esta ideia a somar a ideia de comprar drones e helis para caçar multas, quando não há dinheiro para comprar esses meios para combater incêndios e evacuar feridos por exemplo!!!!!!
 

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« Responder #1163 em: Fevereiro 01, 2018, 11:35:18 am »
Polónia aprova polémico projeto-lei sobre Holocausto


 

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Re: Notícias em Geral
« Responder #1164 em: Fevereiro 09, 2018, 03:43:00 pm »
Parlamento Europeu vota moção para estudar fim da mudança da hora


O Parlamento Europeu aprovou uma moção, esta quinta-feira, para que a Comissão Europeia estude a possibilidade de acabar com a mudança da hora nos períodos de inverno e verão.

A moção foi posta a votação pela Finlândia, o país mais a norte da União Europeia, após uma petição pública no país que pedia o fim da alteração forçada nos relógios.

A União Europeia coordena a mudança na hora na Europa, obrigando os 28 países, em março e outubro, à alteração duas vezes por ano.

Segundo a Reuters, os críticos do sistema dizem que pode provocar problemas de saúde a longo prazo. Há estudos científicos que mostram que a mudaçã horária provoca uma disrupção do sono e pode ter impacto negativo na produtividade no trabalho.

Por outro lado, uma hora a mais de sol no inverno e no verão, pode ajudar a reduzir acidentes na estrada e poupar energia.

A moção foi aprovada, com 384 votos a favor e 153 contra, e cabe agora à Comissão Europeia estudar os efeitos da mundança da hora e, caso seja necessário, gizar um plano para se alterar a regra.

Fora da UE, a há países que decidaram acabar com os horários de verão e inverno, como a Rússia, a Islândia ou a Turquia.


>>>>>>   https://www.jn.pt/mundo/interior/parlamento-europeu-vota-mocao-para-estudar-fim-da-mudanca-da-hora-9108614.html
 
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Re: Notícias em Geral
« Responder #1165 em: Fevereiro 09, 2018, 07:30:10 pm »
Finalmente!!! Espero bem que acabem com essa porcaria!!!!  >:( >:( >:(

Uma ideia de 1916 para poupar carvão!
http://observador.pt/seccao/mudanca-da-hora/
« Última modificação: Fevereiro 09, 2018, 07:32:15 pm por HSMW »
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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« Responder #1166 em: Fevereiro 13, 2018, 12:32:08 pm »
 

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Re: Notícias em Geral
« Responder #1167 em: Fevereiro 14, 2018, 07:27:16 pm »
Escândalos sexuais viram-se para Meca


 

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« Responder #1168 em: Fevereiro 19, 2018, 09:18:14 pm »
Espanha aprova mina de urânio e esquece Portugal



Espanha licenciou a exploração de uma mina de urânio em Retortillo, a cerca de 40 quilómetros da fronteira lusa, sem consultar o Estado português nem fazer o estudo de impacto ambiental transfronteiriço. Repete-se a história de Almaraz.

O empreendimento já está a ser rasgado na província de Salamanca pela empresa australiana Berkeley, a quem foi concedida a exploração da mina em 2014. Neste tipo de minas a extração é a céu aberto. A atividade está calendarizada para 2019.

A delegação dos deputados da Comissão de Ambiente da Assembleia da República, que visitou esta segunda-feira o local onde nascerá a mina, encontrou um estaleiro montado e trabalhos de desmatação e de terraplanagem no terreno atravessado por um afluente do rio Huebra, o rio Yeltes, que desagua no rio Douro. A contaminação do rio Yeltes e os efeitos na saúde da população local preocupam os deputados e os autarcas portugueses e espanhóis.

"Uma mina de urânio tem efeitos a longo prazo. Não é o mesmo que extrair cobre ou ferro. Portugal deixou de ter minas de urânio em 2001 e o passivo ambiental ainda se mantém, assim como os efeitos na saúde das pessoas. Tanto em Espanha como em Portugal, esta extração pode implicar a destruição da fonte de sustento das comunidades. Em Espanha, a preocupação centra-se na produção agrícola e pecuária extensiva e, no nosso país, pode colocar em causa o aproveitamento turístico do património ambiental do Douro", sublinha Pedro Soares, presidente da Comissão de Ambiente, assinalando, também, o receio de que a extração de urânio prejudique a saúde da população com contaminação radiotiva por ar e pela água, caso as escorrências da mina cheguem ao rio Yeltes.

No entanto, tal como no processo de licenciamento do armazém para resíduos nucleares em Almaraz, o Estado espanhol voltou a ignorar as regras de Bruxelas e o Estado português. E esse incumprimento e a relutância em fornecer informação ao Governo luso são confirmados na informação enviada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, aos deputados, a que o JN teve acesso.

O governante dá conta de que, quando as autoridades portuguesas receberam documentação sobre o projeto de extração de urânio em abril de 2016, Espanha já tinha emitido a declaração de impacto ambiental a 25 de setembro de 2013 e autorizado a concessão da exploração a 4 de junho de 2014. O Estado espanhol argumenta, tal como no processo de Almaraz, que consideraram não ser " necessário realizar consultas transfronteiriças, atendendo à distância do projeto à fronteira com Portugal". No entanto, o Governo português considera que o projeto poderá ter efeitos ambientais significativos em território nacional, "atendendo à direção dos ventos e ao facto do rio Yeltes (que divide a exploração mineira em duas zonas) ser um afluente do rio Huebra, que desagua no troço internacional do rio Douro". Esse entendimento foi comunicado a Espanha a 30 de maio de 2016, com um pedido de envio de informação suplementar.

Quatro meses depois, as autoridades espanholas responderam para reiterar a convicção de que a extração de urânio não terá impactos transfronteiriços, negando a Portugal a oportunidade de pronunciar-se sobre o empreendimento, porque o processo de avaliação ambiental já estava concluído. O Ministério dos Negócios Estrangeiros indica, ainda, que só após "várias insistências por parte de Portugal", é que o Ministério dos Assuntos Exteriores e Cooperação espanhol enviou documentação sobre o ponto de situação do projeto. O que falta decidir é a concessão da licença de utilização da unidade de processamento de urânio, que a australiana Berkeley pretende edificar junto à mina em Salamanca. A decisão está pendente no Conselho de Segurança Nuclear. Sem essa licença, a mina não entrará em funcionamento, garantiu a secretária de Estado dos Assuntos Europeus espanhola em setembro do ano passado.

Já no passado dia 8, "no quadro da visita do diretor-geral dos Assuntos Europeus a Madrid, o Governo espanhol comprometeu-se a facultar a informação adicional que Portugal solicitar e lembrou que "os procedimentos administrativos de licenciamento se encontram muito longe de uma conclusão que, pela sua complexidade jurídica e ambiental, não pode ser dada por adquirida", pode ler-se ainda na informação, remetida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros aos deputados lusos. Para Pedro Soares, o esclarecimento do ministro Augusto Santos Silva revela um Estado espanhol a fugir à troca de informação, deixando Portugal novamente confrontado com um facto consumado.

"O Governo está fora de tempo. Atrasou-se em Almaraz e atrasou-se agora. Estas atitudes minam a confiança entre dois estados. Mais uma vez, o Governo espanhol não respeita a legislação europeia. É a réplica do processo de Almaraz", lamenta Pedro Soares. Os deputados não prescindem que seja feita a avaliação de impacto ambiental transfronteiriça e vão pedir mais esclarecimentos ao ministro do Ambiente, que será ouvido, esta quarta-feira, no Parlamento.

A informação, fornecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros aos deputados da comissão parlamentar do Ambiente, data as comunicações entre Espanha e Portugal em 2016. No entanto, o presidente do Município de Almeida, cuja fronteira dista cerca de 40 quilómetros da futura mina de Retortillo, garante que alertam as autoridades portuguesas (Agência Portuguesa do Ambiente e Direção Geral de Energia) e o Ministério do Ambiente para este empreendimento desde 2013. "Nunca obtivemos resposta até ao ano passado", afiança António Machado.

O presidente da Câmara lembra que a mina de Retortillo não será a única, havendo projetos para extrair urânio noutra localizada a apenas quatro quilómetros do concelho de Almeida. "O Governo deve mandar elaborar um estudo dos reais impactos ambientais que a atividade de extração de urânio pode ter na bacia hidrográfica do rio Douro" e na saúde da população local. "Havendo impactos, o empreendimento terá de ser suspenso", insiste o autarca, lamentando que, "mais uma vez", os espanhóis não tenham cumprido a sua obrigação.

Em Espanha, está marcada uma manifestação pela plataforma Stop Urânio para sábado às 17 horas locais, em Salamanca.

https://www.jn.pt/nacional/interior/espanha-aprova-mina-de-uranio-e-esquece-portugal-9129661.html

Ricos vizinhos!!!!!!!
 

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« Responder #1169 em: Fevereiro 20, 2018, 07:27:38 pm »
Polícia holandesa diz que país se assemelha a Narcoestado


 

 

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