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Livros-Revistas-Filmes-Documentários / Re: Filmes!
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 05:24:57 pm »
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Marinha no ForumDefesa.com / Re: LPD- Navio Polivalente Logístico
« Última mensagem por Daniel em Hoje às 04:28:38 pm »
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O que é feito do caro colega chaimites ?

O camarada chaimites faleceu. Pouco tempo depois do fecho dos ENVC.

Não sabia os meus pêsames. Lamento profundamente a sua perda, sabia que o camarada chaimites trabalhava nos ENVC mas do seu falecimento fui apanhado de supresa.  :-[  :Soldado2:
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Países Lusófonos / Re: Economia de Moçambique
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 03:52:21 pm »
Moçambique é o país africano com mais dívida estrangeira face ao PIB


A Standard & Poor's (S&P) considera que Moçambique é o país da África subsariana com a maior percentagem de dívida em moeda estrangeira (84%) e que não voltará aos mercados antes de um acordo com o FMI.

"Moçambique tem a maior percentagem de dívida em moeda estrangeira face ao total de dívida, 84%, em parte devido à emissão do 'eurobond'", escrevem os analistas desta agência de notação financeira.

Segundo um relatório sobre a emissão de dívida prevista para os países da África subsariana este ano, enviado aos investidores e a que a Lusa teve acesso, Moçambique não deverá voltar aos mercados financeiros internacionais "em 2018, devido ao recente incumprimento financeiro" sobre o pagamento da emissão de dívida em moeda estrangeira ('eurobond') de 2016 e dos empréstimos das empresas públicas.

"Não antevemos que Moçambique vá emitir dívida nos mercados internacionais em 2018; acreditamos que o país vai primeiro tentar negociar um programa com o Fundo Monetário Internacional" (FMI), escrevem os analistas da S&P.

No total, o relatório da S&P sobre a dívida pública dos 17 países que a agência de 'rating' avalia na África subsariana mostra que estes países vão endividar-se em mais 57 mil milhões de dólares este ano.

Este valor representa uma subida de 7,4% face aos 53 mil milhões de dívida emitida no ano passado e comprova que a crise dos preços das matérias-primas, iniciada em 2014, continua a afetar fortemente estas economias dependentes dos recursos naturais para equilibrarem os orçamentos.

"Esta subida reflete o aumento das emissões planeadas pelos maiores emissores, do ponto de vista histórico, [que são] África do Sul e Angola", lê-se no documento, que aponta que, no caso do país lusófono, o endividamento "deve-se parcialmente a grandes amortizações previstas para 2018", enquanto na África do Sul a subida explica-se pela "fraca trajetória orçamental".

Nos restantes, aponta o documento, as necessidades de financiamento vão manter-se relativamente estáveis, o que "reflete um equilíbrio entre o ambiente ligeiramente mais favorável no mercado das matérias-primas e o aperto nas condições de financiamento decorrente da normalização da política monetária norte-americana".

No total africano, a S&P espera que o ‘stock’ de dívida comercial chegue a 392 mil milhões de dólares no final deste ano e que o total (incluindo a concessional, a preços mais baixos do que os de mercado) atinja os 514 mil milhões de dólares.

O relatório da S&P surge em linha com as preocupações repetidamente manifestadas pela diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, que admitiu numa entrevista recente que 2018 pode ser o ano em que o problema da dívida vai explodir em África.

Numa entrevista à revista eletrónica Quartz, Lagarde, quando questionada sobre o perigo de o problema da dívida explodir em 2018, respondeu: "Pode muito bem ser".

Para a líder do FMI, "o que pode desencadear esses sérios desenvolvimentos são, na verdade, as melhorias nas economias avançadas, nomeadamente a valorização de algumas moedas, e o aperto da política monetária norte-americana e talvez na zona euro, que tornam o fardo da dívida mais pesado nalguns países.


>>>>>>>>   http://24.sapo.pt/economia/artigos/mocambique-e-o-pais-africano-com-mais-divida-estrangeira-face-ao-pib
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 03:18:14 pm »
Vejo com alguma satisfação, que algumas opiniões aqui expressadas mais recentemente, vão de encontro aquela que escrevi aqui á uns meses atrás, e que agora vou repetir mais uma vez.

Caro colega forista, qual seria o problema se a maioria das opiniões fossem contrárias àquilo que sonha/pretende/deseja? Agora fiquei curioso... :conf:

Um fórum é um espaço de discussão, muitas vezes com natureza informativa e esclarecedora, e por isso cada indivíduo tem direito a estar contra, a favor ou neutral face a qualquer opinião emitida. Não são os "+" e "-" de aprovação e os likes que impelem a pessoa a escrever ou a debater, creio eu na minha santa ignorância.  ::)

Quanto à sua opinião julgo ter ficado bem patente da última vez.


Em 1º lugar, esta questão da substituição dos F-16 vai ser uma decisão maioritariamente politica, quem pensar o contrário está a ser um mero sonhador, e nesse contexto vi com agrado a preocupação do nosso presidente da Republica com o estado das nossas forças armadas(pode  vir a ser uma "cunha" importante).

A isso dá-se o nome de "verdade de La Palice".


Sendo assim, e expressando a minha opinião, considero que deveríamos optar pela aquela máxima do custo/beneficio acrescentando a necessidade de estarmos na vanguarda da tecnologia, e para isso sugiro uma solução F16 + F-35 numa 1ª fase.... Contamos com 30 aparelhos, 19 do PA 1  e 11 do PA 2 , acho um erro fazer modernização Viper aos  F-16 do PA  2 estas células, como todos sabem, já contam com mais de 30 anos e por isso era muito melhor tentar arranjar comprador para estas aeronaves, ajudando a financiar o upgrade viper nos restantes 19 F-16, aos quais eu juntaria a compra de mais 1 e aqui podia ser um bloco 60/70 novo ou um bloco 50/52 usado e fazer o upgrade Viper e assim ficariamos com 20 F-16 v para fazer essencialmente defesa aérea, patrulhamento, interceção,etc....

Fazer o upgrade para o F-16V Viper só para Defesa Aérea? Compreendo, afinal o F-35 para ser minimamente credível em combate ar-ar precisa utilizar estações externas, pelo menos para o AIM-9X/AIM-132 mas, na minha opinião, tal seria deitar dinheiro à rua pois a versatilidade/polivalência do sistema de armas F-16 está mais do que comprovada enquanto a do Lightning II ainda anda a ser averiguada. Se o novo pacote de software Block 3F só há pouco tempo começou a ser instalado, e mesmo assim tem levantado problemas de vária ordem devido às diferentes versões desse pacote em uso, é aconselhável optar já ou em breve pelo F-35? Acho que não.

https://breakingdefense.com/2018/01/f-35-problems-late-iote-f-35a-gun-inaccurate-f-35b-tires-threat-data-cyber/
https://www.theregister.co.uk/2018/01/30/f35_dote_report_software_snafus/


Paralelamente, começaríamos a entrar no programa F-35.... Aqui obviamente, que teríamos que ser muito criteriosos e não esquecendo que Portugal não é um pais de 1ª linha na Nato  e que por isso ter um esquadrão de ataque muito grande não faz sentido, por isso defendo a compra de 10/12 F-35 á razão de 2 por ano, tendo em conta que o preço do avião deverá rondar os 75/80 milhões + sobresselentes, formação, etc.... ou seja +/-100 milhões por avião, 200 milhões por ano, penso que não é utópico nem impossível para as finanças Portuguesas, até porque  a Nato continua a pressionar os países com os 2% do PIB gasto nas forças armadas e segundo sei andamos a gastar muito abaixo disso, 0.9% a 1.10% são os números dos últimos anos. Penso que esta opção daria tempo para depois, lá para 2035/40 pensarmos em substituir os restantes F-16 pelo F-35 ou outra opção que surja entretanto, porque estou como alguns aqui escreveram, doa a quem doer vamos ter F-35, resta saber quando.....

Se não estou em erro, bem apuradas as contas o preço unitário de um F-35A está nos 150 milhões de euros neste momento (fora sobressalentes, manutenção e formação)... ora, se para se arranjar a verba de 20 milhões (+ IVA) para helicópteros ligeiros, por exemplo, parece que foi arrancado a ferros, onde obteria e como justificaria o gasto de 300 milhões/ano perante uma classe política que não se podia estar mais nas tintas para as Forças Armadas e opinião pública que, de inculta que é no aspecto da temática da Defesa (e não só), "come na mão" desses mesmos detratores e destruidores da instituição castrense portuguesa?

Quanto aos 2% do PIB até 2024, relembro que o nosso Ministro da Defesa é um dos mais acérrimos críticos e opositores a essa medida, classificando-a mesmo de absurda, apresentando antes o conceito inovador de ser ver uma "avaliação mais rica" daquilo que cada Estado despende de facto nas Forças Armadas.  :jok:

http://observador.pt/2017/06/07/ministro-da-defesa-contra-absurdo-da-logica-do-pib/


Por fim, o seu "doa a quem doer vamos ter F-35, resta saber quando..." Já no ano passado lhe tinha lançado o repto de, se souber algo que nós comuns mortais não saibamos, que o partilhasse connosco. Não o fez até agora, por isso essa sua afirmação é baseada em quê? Realidade, sonho ou desejo?

Também me vou repetir agora: se a FAP é fortemente orientada pela doutrina da USAF, decerto que pós-F-16V a maior parte da sua cúpula desejará o F-35A. No entanto, há pelo menos realisticamente outra aeronave que poderia entrar em jogo, até com um pouco de samba ;), que é o mais acessível e até agora (bem) menos problemático JAS-39E/F Gripen. Ou, quem sabe, um qualquer negócio de ocasião com Eurofighters, Rafales? Tudo isto é futurologia, e a realidade teimosamente continua a mostra-nos que aquilo que idealizamos nem sempre é o que acontece.

F-35A na FAP? De acordo. Quando? Quando estiverem aferidas factualmente todas as suas capacidades, quando o acne tiver desaparecido e dado lugar a barba rija, e quando o preço a pagar por cada unidade não for proibitivo como é agora e impeditivo de se avançar em simultâneo com outros projectos tão ou mais importantes que a aviação de caça.

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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Sukhoi T-50(PAK-FA)
« Última mensagem por nelson38899 em Hoje às 03:16:01 pm »
A Síria já parece a Guerra Civil Espanhola, se é que me entendem  :N-icon-Axe: :N-icon-Axe: :2gunsfiring:

a mim também
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Qualquer capital de um país vai ter os serviços centrais da nação. Não é o que acontece em Portugal?!

Ainda por cima Espanha é um país com regiões que gozam de larga autonomia.

Queres saber porque é que eles têm um Pib per capita superior a Portugal? Começa nos impostos, salários, produtividade, etc.
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Madrid? A mesma que aparece em 1. lugar?
Bom, eu acho que o PIB per capita de Madrid é obtido artificialmente, é obtido à força, através da concentração dos serviços do estado, suportada pelos impostos. Na região de Castela que a circunda não há nada...é um imenso deserto...como é que se pode explicar tanta riqueza senhão pelos impostos dos Espanhóis?... por oposição, o país Basco e apesar do terrorismo da ETA sempre foi muito forte económicamente...é uma potencia industrial...muito fortes na siderugía...produzem de tudo...asssim com a Caralunha também é industrialmente forte....os grandes bancos de Espanha também são Bascos ou Catalães...BBVA e Santander no pais Basco, Sabadel e La Caixa na Catalunha....assim que vejo a Espanha...
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Sukhoi T-50(PAK-FA)
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 11:57:22 am »
A Síria já parece a Guerra Civil Espanhola, se é que me entendem  :N-icon-Axe: :N-icon-Axe: :2gunsfiring:
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