Guerra civil de Espanha

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papatango

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Guerra civil de Espanha
« em: Agosto 19, 2007, 11:25:42 pm »
Entre outras, as minhas referências são Anthony Beevor, Raymond Carr, Javier Tusell e claro Sebastian Balfour. Mas eu não contei as vitimas dessa guerra, o que aliás é obvio (ver nota 3)

Procurando sem grandes preocupações, posso referir o valor relativo ao periodo da guerra civil 1936-1939 apontado por Javier Tusell em História da Espanha no Século XX, que atinge os 630.000. (de notar que o Apones afirma que Salas refere 430.500). Só aqui há uma diferença de 200.000 vítimas, e apontadas pela mesma pessoa, já que Tusell cita Salas…

Há muitos numeros e muitas realidades, que foram escondidas e ainda hoje são ignoradas. Os nazistas por exemplo, não contaram com as vitimas colaterais.
Só no lado repúblicano, morreram «oficialmente» de fome 2.500 pessoas. Ou seja: Duas mil e quinhentas pessoas que morreram de fome por falta de ingestão de alimentos.

Muitas outras morreram por outras doenças, provocadas pela fome, a qual era uma consequência directa da guerra. Nenhum destes foi alguma vez contabilizado.

Mas além das vitimas indirectas e directas da guerra, há ainda a referir outro periodo de terror que foi aquele que se seguiu ao fim da guerra propriamente dita, conhecido como “A matança” ou “ A matança feroz”, em que Franco mandou aproveitou para assassinar aqueles que se tinham rendido e aqueles que eram suspeitos de ter participado do lado republicano e até mesmo aqueles que eram suspeitos de ser apenas contrários ao franquismo..

Logo em 1939, quase 300.000 republicanos foram aprisionados. Desses, há vários indultos, mas perdeu-se o rasto à grande maioria. Muitos, pura e simplesmente desapareceram e ninguém os procurou mais.

O numero desta matança (aqui, se bem me lembro segundo Beevor) cifra-se entre 50.000 a 200.000 mortos. A propensão de Francisco Franco (demonstrada durante o conflito) para eliminar fisicamente todos os que se lhe opunham, facilmente permitirá concluir para qual dos extremos (50.000 ou 200.000) penderá o número efectivo de assassinados.

Este numero, somado aos números mais elevados apontadas pelas mais variadas fontes, facilmente atinge e supera mesmo 1.000.000.

Na verdade, em grande medida Franco teve sucesso na sua tentativa de limpar os crimes do seu exército durante a guerra civil e isso vê-se quando se começa a falar nos patamares mais altos dos cálculos de vitimas do franquismo.

O problema, é que nós não queremos acreditar que efectivamente aquele numero de pessoas morreu. É mais conveniente e ajuda a esquecer.

Sobre uma recente obra sobre as matanças dos nazistas, chamada  «As fossas de Franco», há uma curiosa passagem que aqui coloco:

Citar
El porqué de su empeño y el resultado de su trabajo aparece recogido en el libro Las fosas de Franco (Temas de Hoy). El propio Silva dijo, durante la presentación del libro, que se dieron cuenta “de que el problema tenía una mayor dimensión e implicaba a personas de más pueblos, pero eran mayores y, o bien no tenían condiciones para iniciar un procedimiento, o tenían miedo”. Dice en Las fosas de Franco que “durante 25 años de democracia nunca se les había facilitado a las familias ningún tipo de información; no se había hecho un censo de muertos y desaparecidos donde las personas sin recursos ni habilidades sociales de los pequeños pueblos hubieran podido consultar en sus ayuntamientos”. Por eso decidieron ofrecerles la ayuda que la Administración pública nunca les había brindado. Su labor la define como una “terapia emocional, porque la sociedad española necesita identificar estas personas”, y como un servicio público. “La gente tiene prisa. Para morir tranquilos necesitan poder ir a un cementerio a llevarles flores a sus seres queridos” que aún permanecen en las cunetas.



A minha afirmação relativamente a 700.000 a 1.000.000 de mortos, não se destina a comprovar se os mortos foram 700.000, ou 999.999, ou até 1.000.001, é apenas um valor indicativo. A afirmação tem especialmente em consideração a realidade acima.
Mesmo depois do fim do franquismo, a maioria das pessoas teve medo de falar e de perguntar pelos que desapareceram.

As estatísticas mais ou menos oficiais, desdenharam das estimativas e acusam-nas de exageradas, mas se apenas em três fossas foram encontrados 94 cadáveres, o que acontecerá quando escavarem as fossas relativas a 2.500 pedidos e denuncias que estão por analisar?

Eu não sei se já entenderam, mas em Espanha iam buscar as pessoas à noite e nunca davam explicações a ninguém. Iam busca-las à noite e matavam-nas na berma da estrada e nunca mais ninguém sabia de nada e não adiantava aos familiares procurarem.

Eu não sei se já entenderam, mas a Espanha tem um gigantesco cemitério nas bermas das estradas. Um gigantesco cemitério que os nazistas ainda hoje querem que se ignore.

O MAIS COMPLICADO PROBLEMA DOS HISTORIADORES PARA ANALIZAR O PERIODO DO FRANQUISMO, ESTÁ NO FACTO DE FRANCO TER DESTRUIDO AS PROVAS DOS SEUS CRIMES.

Querem calar a História, querem mentir. Mentem sobre os assassinatos durante a guerra, como mentem sobre tudo o resto.

É disso que vivem: Mentiras. E em nenhum caso a ânsia de tapar os crimes do nazismo se nota tanto essa dependência que têm da mentira como no caso dos crimes da de Franco durante a guerra civil.

Felizmente não estamos em Espanha, e podemos mandar essa gente dar uma volta…


Nota 1:
Livro sobre o assunto
Las fosas de Franco


Nota 2

O escritor franquista De La Cierva, em 1974, foi o primeiro a avançar com numeros sobre os mortos provocados pelos franquistas, afirmando que tinham morto 8.000 (OITO MIL).
Desde 1975, a cada tumba, a cada revelação, o numero real de mortos causadas pelos nazistas, só tem vindo a subir, a subir, a subir, sem parar de forma quase geométrica.


Nota 3
Não é preciso muito para encontrar referências que apontam a guerra civil como sendo responsável por desde 500.000 até um milhão de mortos ou mais.
Só o ódio demonstrado por alguns franquistas neste fórum, explica a tentativa de inventar paranoias do papatango ou de qualquer outro participante, para tentar criar problemas quando a verdade começa a ser discutida.

http://www.eluniversal.com.mx/notas/362660.html
http://www.csambientales.buap.mx/breviario/19.html
http://sp.rian.ru/onlinenews/20060719/51545954.html
 

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Aponez

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« Responder #1 em: Agosto 20, 2007, 01:12:16 am »
En primeiro lugar contestar ó dito por Comanche sobre os prisioneiros, a cifra de 300.000 en 1939-40 é seguramente escasa pois o 1 de abril de 1939 con o fin da guerra son feitos prisioneiros uns 500.000 soldados republicanos do Grupo de Ejércitos de la Región Central (GERC), e no ano 1939 fuxiron a Francia (tanto ao territorio metropolitano como aos territorios de África) máis de 2.000.000 personas entre soldados e civiles que ó correr o ano 1939 voltaron a España, segundo J. Rubio no seu libro "La emigración de la Guerra Civil 1936-1939) as cifras que da J Rubio serían  de 475.000 en febreiro, 440.000 en marzo, 430.000 en abril, 410.000 en maio e 395.000 dende maio ate o fin do ano 1939. En cambio segundo M.C: Rafaneau-Boj no seu libro "Los campos de concentración de los refugiados españoles en Francia" non menciona a chegada de refugiados despois de maio de 1939 en cantidades imortantes. G. Dreyfus-Armand no seu libro "El exilio de los republicanos españoles en Francia" da unhas cifras de exiliados muito parecidas ás de Dreyfus-Armand en torno ó millón e medio. En cambio os 3 dan unhas cifras case identicas na cantidade de refugiados que decidiron voltar a España 40.000 ja en Febreiro, 75.000 en marzo, 85.000 en abril, 105.000 en maio, 250.000 en agosto e 360.000 en Decembro de 1939 o que nos da un total de 915.000, muitos decidirian quedar en Francia (e muitos dos homes entrar no ejército Francés en Septembro de 1939), en Febreiro de 1941 o Goberno de Vichy fala de que quedan na Francia non Ocupada 167.932 refugiados, tanto os soldados feitos prisioneiros ó fin da guerra como os refugiados que voltaron de Francia (no ano 1940 non hai datos debido seguramente ó caos da guerra) non chegaban e ían para a casa, inicialmente eran arrestados, comprobabase que non tinhan delitos de sangue ou políticos que non estivesem afectados pola amnistia parcial aprovada en 1939, en 1940 sería aprovada outra e despois de uns meses eran liberados (en caso de non ter delitos, en caso contrario ou prisión ou se o para delitos de asesinato, rebelión militar ou auxilio á rebelión, de 20 a 30 anos se tinhas sorte, se non unha saida ao abrir o dia e o resto creo que ja o imaginan :shock:  e fusilado en novembro de ese ano, en previo juizo, ou Melquiades Alvarez e José Martínez de Velasco deputados liberais e ex-ministros republicanos ou Pedro Poveda, arrestado e fusilado en julho de 1936 por o gravísimo delito de ser sacerdote :shock:  

¿É isso o que entende o senho Beevor por "piedade"?
 

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André

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« Responder #2 em: Agosto 20, 2007, 01:19:29 am »
Citar
El número de muertos en la Guerra Civil española sólo puede ser estimado de manera aproximada. Las fuerzas nacionalistas pusieron la cifra de 500.000, incluyendo no sólo a los muertos en combate, sino también a las víctimas de bombardeos, ejecuciones y asesinatos. Estimaciones recientes dan asimismo la cifra de 500.000 o menos. Esto no incluye a todos aquellos que murieron de malnutrición, hambre y enfermedades engendradas por la guerra. La cifra de 1.000.000, a veces citada, procede de una novela de Gironella, que la justifica entre los 500.000 reconocidos y otros tantos cuya vida resultó irremediablemente destrozada.

Wikipédia

 

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Aponez

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« Responder #3 em: Agosto 20, 2007, 01:48:53 am »
Javier Tussell, por se vocé non o sabe ja tivo que se retractar aqui en España por varias cousas que disse por non ter probas que as soportasen.



En quanto aos enlaces a paginas imos ós comentar por partes:

1.-http://www.eluniversal.com.mx/notas/362660.html

Periódico mexicano que fala da parte que lhe interesa, pero que para nada fala dos asesinados pelos republicanos, polo visto esos non contan :roll:


André eu tambem sei usar a wiki:

Citar
Ante lo que consideran mal gobierno de Lerroux, la CEDA exige su participación en el gobierno. Se nombran tres ministros de la CEDA, pero este nombramiento (constitucional) no es aceptado ni por la izquierda ni por los nacionalistas. ERC (Esquerra Republicana de Catalunya) proclama desde Barcelona el Estado Catalán dentro de la República Federal Española y UGT declara una huelga general revolucionaria, lo que provoca la Revolución de 1934 y la proclamación desde Oviedo de la República Socialista Española. La situación queda rápidamente dominada por el Gobierno, salvo en Asturias, único lugar en el que los anarquistas se unen a los partidos y sindicatos de izquierdas. El Gobierno reprime la sublevación de Asturias con dureza, trayendo de África a la Legión y, una vez finalizada, se produce una fuerte represión


Aqui é onde realmente comeza a Guerra Civil ó non aceptar as esquedas a sua derrota en unhas eleccións democraticas nas que ganha a CEDA 115 deputados fronte aos 104 de Lerroux, e os 88 dos socialistas, e que quando esta exige para seguir apoiando ó goberno Lerroux entrar no goberno a esquerde decide optar pola vía da violencia, en quanto á forte represión, entre soldados e civiles mortos o número total esta en torno ós 1500, tendo en conta que houbo máis de 50.000 mineiros sublevados eu non denominaría a isso unha "forte represión".
 

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Aponez

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Re: Guerra civil de Espanha
« Responder #4 em: Agosto 20, 2007, 01:56:42 am »
Citação de: "papatango"
O MAIS COMPLICADO PROBLEMA DOS HISTORIADORES PARA ANALIZAR O PERIODO DO FRANQUISMO, ESTÁ NO FACTO DE FRANCO TER DESTRUIDO AS PROVAS DOS SEUS CRIMES.


Esta é sen lugar a dubidas a parte da sua "exposición" da que máis gostei Papatango, ¿destruir as probas? se no Archivo de la Guerra Civil en Salamanca, antes de que empezasen a entregar papeis ós cataláns e a saber se a alguem mais ainda estaba a Causa General, é dizer os juizos levados a cabo ó fin da guerra civil ja que a maioría dos mortos por represión no lado nacional foron tras juizo sumarisismo por rebelion militar ou auxilio á rebelión, delitos tipificados no Codigo de Justicia Militar, e castigados con pena de morte, delitos polos que se podía acusar ós que se enfrontasen ás forzas nacionais por que ó contrario que os republicanos o primeiro que se fai no territorio nacional é proclamar o Bando de Guerra, tras o qual queda declarada a Lei Marcial e pasa a ser a autoridade militar a que detenta TODO o poder, deixando de se aplicar o Codigo Civil e pasando a se aplicar o CJM, e tudo isso esta documentado
 

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manuel liste

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« Responder #5 em: Agosto 20, 2007, 12:05:17 pm »
Aponez: dialogar sobre historia de España con quien de forma probada odia a España y a todo lo español es una pérdida de tiempo. Peor aún: es dar notoriedad y legitimidad al personaje como un interlocutor válido o al menos posible. Así sólo se alimentará su vanidad, es una mala idea.

En cuanto a los fallecidos durante la guerra civil española, los expertos dicen que fueron entre 400 mil y 600 mil. De ellos, unos 200 mil asesinados y de los asesinados, unos 120 mil por el bando republicano y unos 80 mil por el bando franquista. Como es obvio, la gran mayoría de los asesinados en ambos bandos no tuvieron un juicio justo.

En cuanto a la responsabilidad sobre el inicio de la guerra, personalmente creo que fue compartida. El alzamiento militar fue ilegítimo, pero de no haberse producido España se hubiera convertido en una dictadura comunista, lo más probable. Sin embargo, como se produjo el alzamiento jamás lo sabremos a ciencia cierta. Lo real es que antes del 17 de julio de 1936 la oposición estaba en plena desbandada, fuera del país, en prisión u oculta. ¿A quién apelar en tales circunstancias? Tema difícil..
 

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papatango

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« Responder #6 em: Agosto 21, 2007, 12:48:55 am »
Em primeiro lugar, eu referi-me a alguns autores que tenho por referência.

Evidentemente que lhes doi crédito.

Quanto a Beevor, por exemplo, ele não afirma que dois milhões de mulheres alemães foram violadas. Isso é um disparate.

Beevor é aliás um individuo que tanto critica os franquistas pela sua barbárie, como critica os comunistas em Estalinegrado, dizendo que muitos desertaram para o lado alemão porque eram melhor tratados que pelos alemães que pelos russos.

O problema com Beevor, é que ele «atira a matar» e atinge onde realmente doi.

É por isso que um dos ideologos nazistas mais conhecidos, o pseudo contador de Histórias Pio Moa, (uma mistura de bibi da Casa Pia com Valentim Loureiro) se dedicou a tentar descredibilizar o Beevor.

= = = =

Eu não afirmei em nenhum lugar que tinha fontes que garantiam que houve 1.000.000 de mortos na guerra.

Eu afirmei que houve entre 700.000e 1.000.000 de mortos, e perguntaram-me onde é que eu fui inventar o valor.

Eu coloquei três links que encontrei na internet ao acaso, porque há milhares, não porque foram links em que me baseei, mas apenas para mostrar que eu não inventei o numero de 1.000.000 de mortos.

O Numero de 1.000.000 de mortos é referido em milhares de lugares, e eu fui acusado de ter inventado o numero.

Se alguém utilizar o Google, concluirá que o numero de 1.000.000 de mortos é referido imensas vezes.

Eu acredito, pelo estudo e leitura e pela análise que faço ao comportamento dos nazistas, que é muito mais credivel o numero de 1.000.000 de vitimas.

Ainda mais, porque mesmo os nazistas vão mudando os numeros à medida que o tempo passa.

Em 1974 afirmavam que tinham morrido 8.000 pessoas, hoje já admitem muitos mais, mesmo contanto apenas com os assassinados oficiais.

= = = =



Pessoalmente considero absolutamente miserável o comportamento de alguns dos membros deste forum, que ao negarem os crimes do holocausto espanhol, estão a fazer exactamente a mesma coisa que Achmadinejad está a tentar a fazer com as vitimas do holocausto.

Negam os crimes de Franco, como os nazistas alemães e os muçulmanos terroristas negam o holocausto.
Estão juntos com os neo-soviéticos que negam os crimes de Estaline.


= = =

Mas pior, muito pior que isto, são as acuções absurdas de odio a tudo o que é espanhol.

Meus senhores, não poderiamos estar mais longe da verdade.

Na realidade, é exactamente ao contrário.

Eu acho que na guerra civil houve espanhois assassinos e animalescos e houve outros que foram as vitimas.

Eu recuso-me apenas a achar como os espanhóis deste forum, que todos os espanhóis  foram criminosos, todos mataram e dodos foram responsáveis pelo mesmo numero de crimes.

Eu afirmo que não é assim, porque acredito que nem toda a gente colaborou com essa orgia de violência e morte que foi começada pelos nazistas de Franco.

O que é triste, é que os próprios espanhois tenham de si mesmos uma ideia tão má, que não estão dispostos a aceitar o óbvio.

Um dos lados foi muito mais criminoso, muito mais assassino, muito mais animal que o outro.

Negar os crimes de Franco e colocar o comportamento da Falange ao mesmo nível daqueles que em nome de um governo legítimo se lhes opuseram, é distorcer a história e é objectivamente fazer propaganda do nazismo.

E isso não será tolerado neste fórum.
 

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manuel liste

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« Responder #7 em: Agosto 21, 2007, 10:18:25 am »
Lo único que niego es tu competencia y tu equilibrio mental para hacer un juicio ponderado sobre ésta o sobre cualquier otra cuestión que afecte a mi país. Tú y tus amigos tenéis un complejo hacia España del tamaño del Everest por razones que no alcanzo a comprender pero sospecho, y disculpa si dudo de la sinceridad de tus buenos sentimientos. Tus críticas no se circunscriben a los españoles 'derechistas' ('nazistas' en tu jerga), sino que también has puesto a parir a los simpatizantes de la izquierda como si fueran una banda de peligrosos 'masones iberistas'. Los únicos españoles que te caen bien son los que quieren dejar de serlo, deberías ser sincero de una vez.

Habéis emprendido una campaña quijotesca tan absurda que de Quijotes os habéis convertido en Sancho Panza. Iniciais temas tontos e improcedentes solamente para poner noticias de política interior española que se pueden encontrar en cualquier medio digital, alarmáis a vuestros compatriotas (los pocos que se interesan por leer ésto) con un interminable llamamiento al 'papao espanhol' y a la identificación y marcado de los portugueses 'traidores'. Sois unos aprendices de agitadores, unos patriotas del teclado, unos analistas de pacotilla.

Mi única falta es responder a tus lamentables peroratas, de eso me confieso culpable. El tema de la guerra civil española es lo suficientemente serio como para no debatirlo con alguien que corta y pega crucecitas nazis en los mapas. Caramba, yo al menos no.

Tampoco serás tú quien descubra los crímenes del bando franquista, muchacho, ni estás en condiciones de dar lecciones sobre la historia de España a nadie debido a tu desequilibrio. El número de víctimas de la represión franquista sencillamente se desconoce, sólo se puede elucubrar sobre ello de la misma forma que el número de muertos total de la contienda es una estimación dada la falta de registros. Las guerras civiles son así, los muertos son muchos y los medios de registro, pocos o inexistentes especialmente cuando se trata de no-combatientes. El tema de las responsabilidades es opinable y discutible. Pero no contigo.

Madura de una vez, te lo digo con cariño. Sigue leyendo sobre el tema y dentro de un año nos das una conferencia magistral.
 

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comanche

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« Responder #8 em: Agosto 21, 2007, 01:27:54 pm »
Depois de colocar o Link da wikipédia espanhola, que elucida bem os crimes do franquismo e sua unânime condenação internacional a 17 de março de 2006, não venham por isso dizer que a condenação é dos foristas portugueses deste fórum.

Volto a colocar um post que estava aberto em outro tópico, acho que é importante ficar neste tópico para posteriores consultas, as condenações internacionais do franquismo, eu não sou o autor deste texto,  por isso os foristas espanhois, não venham dizer que são os portugueses que estão a "inventar" coisas, mas uma coisa interessante é que a maioria dos foristas estão contra as acusações ao franquismo, mas nenhum aqui até agora se assumiu como franquista, mas o que é certo é que esta carapuça serve a muitos, lá isso serve.


Condenações internacionais

Citar
El 17 de marzo de 2006 la Asamblea Parlamentaria del Consejo de Europa que engloba a un total de 46 países, condenó unánimemente, las "graves y múltiples violaciones de Derechos Humanos cometidas en España por el régimen franquista, entre 1939 y 1975". Al mismo tiempo propuso que el día 18 de julio de 2006 sea considerado "día oficial de condena de la dictadura franquista" solicitando que se permita a los historiadores el acceso libre a todos los archivos de la guerra civil, a fin de que se puedan analizar todos los documentos con máxima objetividad posible. En cualquier caso, el informe[6] sostiene que:

Durante la guerra, perecieron entre medio y un millón de personas (las cifras se mantienen en disputa). Muchas de las muertes fueron el resultado, no de los combates o de operaciones militares, sino de brutales masacres ejecutadas por ambos bandos.
Los primeros días del golpe sorprendieron a unas 50.000 personas en "el lado equivocado" y fueron asesinadas o ejecutadas en juicios sumarísimos (esta cifra es probablemente comparable en ambos bandos).
La Guerra Civil española fue un primer ejemplo de guerra total presagiando los peores escenarios de lo que posteriormente fue la II Guerra Mundial.
Fue particularmente grave el comportamiento con las mujeres en nombre del concepto franquista de "redención", con violaciones, confiscación de alimentos o ejecuciones por el comportamiento de sus hijos o esposos.
Tras la guerra, se impuso la ley marcial, y un sistema de justicia militar ejecutó una amplia represión de todos aquellos que simplemente no habían apoyado el golpe y se habían mantenido al lado de la legalidad republicana. Se siguió usando la justicia militar hasta 1962. Las condenas eran a muerte o a penas de prisión de 20 ó 30 años (Las cifras oficiales franquistas hablan de unos 60.000 a 62.000 solo entre 1940 y 1941).
Durante los años cuarenta había una cantidad enorme de presos políticos. De acuerdo con las cifras oficiales, que los historiadores generalmente consideran subestimadas, en la primera mitad de la década se alcanzaron los 300.000 prisioneros de una población de 25,9 millones de habitantes. Como comparación, la totalidad de la población encarcelada en el enero de 1936, antes de la guerra civil, ascendía 34.526 reclusos. En 1940 el número de prisioneros por cada 100.000 habitantes fue casi tan alto como su equivalente en la Alemania Nazi (1.158 y 1.614 respectivamente).
Las condiciones espantosas de arresto y encarcelamiento, que sistemáticamente incluían el hambre, el hacinamiento masivo y las enfermedades epidémicas, constituyeron una violación flagrante de los derechos humanos.
Brutalidad policial y tortura sistemática como norma. Violaciones a mujeres en dependencias policiales, abusos físicos y psicológicos. Las incontables muertes en prisión se contabilizaban como suicidios. No era excepcional que las autoridades reaccionaran asesinando a familiares.
En 1944 fuentes del Ministerio de Justicia aseguraron que unos 190.000 prisioneros murieron o fueron ejecutados en prisión desde el inicio de la guerra.
Entre las conclusiones del informe "hay suficientes evidencias para probar que los abusos contra los derechos humanos bajo el régimen de Franco fueron extensivos y sistemáticos" y propone a la comisión que cree un comité de expertos con el objetivo de recoger y evaluar toda la información posible.






http://es.wikipedia.org/wiki/Franquismo


A guerra civil na Galiza


Citar
Na Galiza, zona da "retaguarda fascista" (militarmente ocupadas logo no início), a luta republicana encontrou a forma de guerrilhas organizadas que levaram a luta até depois do ano 1940.

A resposta através do método das guerrilhas manteve-se na Galiza até 1956 com muita força, iniciando-se um período de decadência a partir desta data, devida em parte ao abandono dessa estratégia por parte do PCE, até ocorrerem os últimos assaltos e combates em 1967, com a morte do último guerrilheiro e o exílio doutros.

Segundo dados fornecidos por diferentes historiadores foram presas ou mortas cerca de 10.000 pessoas relacionadas com a guerrilha galega durante esses anos.

O Franquismo instaurou na Galiza o método dos "passeios" (ir procurar pessoas a sua casa para "passeá-los", isto é fuzilá-los à noite e deixá-los nas valetas). Através deste método do "passeio", dos conselhos de guerra realizados contra civis, dos fuzilamentos maciços dos prisioneiros e dos confrontos armados com a guerrilha morreram 197.000 pessoas galegas (fonte "La Guerra Civil en Galicia" edic. La Voz) durante o regime franquista, das quais a grande maioria continua em valas comuns. Quanto ao exílio, cerca de 200.000 galegos fugiram exilados para outros países nesse período.

Por outro lado, os campos de concentração mais conhecidos na Galiza são os de Lubiám, Lavacolha (Compostela) e o cárcere de extermínio da Ilha de S. Simão (Vigo), assim como os respectivos cárceres de cada cidade. Existem ainda em cada cidade ou vila lugares ainda não reconhecidos de fuzilamento maciço e continuado de pessoas que foram consideradas "perigosas" para o regime fascista.




http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola

Os crimes cometidos pelo regime franquista são evidentes, eles foram aplicados de uma forma maciça e sistemática durante muitas dezenas de anos, durante a guerra e até muito anos depois de ela acabar, o lado repúblicano também cometeu os seus massacres durante os três anos que durou a guerra, mas a uma escala muitissimo inferior aos franquistas que os aplicaram de 1936 a 1975.

Negar ou tentar diminuir estes crimes hediondos, é também só por si um crime, e de certa maneira mostra a aprovação e simpatia pelos franquistas por quem nega estes crimes.
 

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Aponez

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« Responder #9 em: Agosto 21, 2007, 03:03:56 pm »
Citação de: "comanche"
Os crimes cometidos pelo regime franquista são evidentes, eles foram aplicados de uma forma maciça e sistemática durante muitas dezenas de anos, durante a guerra e até muito anos depois de ela acabar, o lado repúblicano também cometeu os seus massacres durante os três anos que durou a guerra, mas a uma escala muitissimo inferior aos franquistas que os aplicaram de 1936 a 1975.

Negar ou tentar diminuir estes crimes hediondos, é também só por si um crime, e de certa maneira mostra a aprovação e simpatia pelos franquistas por quem nega estes crimes.



Imos ir por partes Comanche, eu din datos de fusilados DURANTE a guerra, é un pouco dificil cometer represión DESPOIS de finalizar a guerra se eres o perdedor :roll:

En quanto ó Parlamento Europeo ten o costume de aprobar ou non o que se lhe envié dependendo das suas maiorias, se amanha o PSP decide enviar un escrito para que se aprobe a condena contra o "rexime nazista de Salazar" voltará a ter os mesmos apoios que tivo a resolución contra o rexime do general Franco.
 

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Aponez

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« Responder #10 em: Agosto 21, 2007, 03:13:42 pm »
Citação de: "papatango"
Quanto a Beevor, por exemplo, ele não afirma que dois milhões de mulheres alemães foram violadas. Isso é um disparate.


Tome a molestia de mercar Berlin 1945 "A Caida" e verá como ele SI afirma que uns 2 millóns de mulheres alemanas foron violadas pelos soldados do ER. Tome a molestia de mercar a edición que sacou en España do libro sobre a Guerra Civil e verá como diz que a guerra a ganhou o bando que non tivo piedade, e despois busque os partes do Ejército Nacional sobre os combates en Quinto e Codo no ano 1937 e diga ás familias dos mortos en esos combates, sobre todo ós feridos capturados e asasinados pelos soldados do Ejército Popular Republicano, que os seus familiares non foron asasinados por que os republicanos tinhan piedade, a ver como volta a Portugal :twisted:
 

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comanche

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« Responder #11 em: Agosto 22, 2007, 03:13:09 pm »
El arzobispado de Valencia provoca la indignación de las víctimas del franquismo

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El proyecto del Arzobispado de València de erigir un macrosantuario en memoria de 233 «víctimas inocentes de la Santa Cruzada» ha provocado la indignación de las víctimas del franquismo y sus familias, que denuncian, además, la colaboración del PP, que ha donado a la Iglesia 4.000 metros cuadrados de terreno en una de las zona más caras de la ciudad.

València fue la capital de la II República española en los últimos tiempos de la Guerra Civil y la última ciudad que cayó en poder las tropas fascistas, por lo que acogía a numerosos refugiados que habían huido del avance de las tropas de Francisco Franco en otras zonas.

Por eso, la represión que llevaron a cabo fue atroz. El Fòrum per la Memòria del País Valencià tiene catalogadas, con nombres y apellidos, 26.300 personas que fueron enterradas en las fosas comunes del cementerio. muchas de ellas arrojadas allí sin un ataúd. «Por eso, lo que quieren hacer nos parece una afrenta», explica a GARA Amparo Salvador, integrante del Fòrum per la Memòria.

Quienes están enterrados en las fosas comunes de València murieron entre el 1 de abril de 1939 y el 31 de diciembre de 1945. Es decir, fallecieron como consecuencia de la represión tras la victoria fascista. Algunos de ellos son de origen vasco. «A València le pasó lo mismo que a Alacant, que se convirtieron en una ratonera de la que nadie pudo huir. Después, nunca más se supo qué paso con toda esa gente, que eran miles y miles de personas. Ahora, por lo menos, sabemos dónde está una parte», señala.

El Fòrum per la Memòria denuncia que «no se puede considerar `inocentes' a miembros de una organización como la Iglesia Católica, que se alió con Hitler y Mussolini para ejecutar un golpe de Estado criminal contra el Gobierno legítimo de la II República».

Amparo Salvador denuncia que en todo este proyecto el Arzobispado, además, se ha visto beneficiado económicamente, puesto que ha conseguido una permuta del Ayuntamiento, con la que se ha hecho con una decena de solares en València y un terreno colindante al complejo de la Ciutat de les Arts i de les Ciències. «El del Arzobispado es un proyecto tan faraónico como el de la Ciutat de les Ciències. Sólo los terrenos valen una traca de millones», destaca Amparo Salvador.

«Para nosotros, es un insulto directo a la memoria de las víctimas del franquismo. La Iglesia Católica estuvo totalmente implicada en la represión. Al acabar la guerra, València entera se convirtió en una inmensa prisión. Todos los conventos eran cárceles. Y todas las cárceles estuvieron regidas por órdenes religiosas. Tenemos 26.300 personas registradas con nombre, apellidos, lugar de procedencia y causa de la muerte que murieron por esa represión. Y ésa sí que era gente inocente», explica Salvador.

«Yo se lo dije claramente al arzobispo (Agustín García-Gasco). Que si quería hacer una basílica en honor de gente inocente, de la noche a la mañana era capaz de darle una lista de 500 niños, de cero a diez años. Pero que si me daba un par de días, podía darle una lista de varios miles», recuerda la integrante del Fòrum per la Memòria.

Amparo Salvador califica de «tremendo» el hecho de que «tengamos decenas de miles de muertos sobre los que no han dicho ni esta boca es mía. Las víctimas del franquismo, después de 30 años de democracia, están sin rehabilitar. Aquí no ha habido ningún genocida que haya sido procesado ni se le haya pedido responsabilidades de ningún tipo. Y ahora nos quieren hacer una obra faraónica dedicada a miembros de una organización que pacta incluso con Hitler».

Ocultar responsabilidades

«Las guerras se hacen para matar gente. Y el que tiene la culpa de los que mueren en esa guerra es el que la ha empezado. Franco tiene la culpa tanto de los muertos de un lado como de los del otro. Si hubiera respetado el Gobierno legítimo de la República, ni hubieran muerto esos curas ni nosotros hubiéramos tenido centenares de miles de muertos», añade Amparo Salvador.

A juicio del Fòrum per la Memòria del País Valencià, con este proyecto de macrosantuario, la Iglesia Católica, pretende «desviar la atención del inmenso horror que fue la represión del franquismo y su colaboración con el mismo»..


«Y estamos hablando de un genocidio. Después de una guerra, en un estado de indefensión total, hubo un genocidio en el que se cargaron a centenares de miles de personas. Esos son los que están en las fosas comunes de València, los que mataron de hambre, de enfermedades no asistidas y de ejecuciones extrajudiciales, de palizas y de torturas. Y ahí hay niños y hay de todo. Porque tenemos a niños de seis meses, en cuyas fichas pone que murieron de fractura de cráneo, porque les cogían de los pies y les golpeaban la cabeza contra el suelo», añade Amparo Salvador.

El ayuntamiento del pp quiso destrozar las fosas comunes
La colaboración que el Ayuntamiento de València (PP) ha tenido con el Arzobispado contrasta con las trabas que ha puesto a las familias de las víctimas del franquismo.

En cuanto se descubrieron las fosas comunes que albergaban a 26.300 personas, el Ayuntamiento trató de destrozarlas e, incluso, pretendió construir unos nichos encima. Amparo Salvador denuncia que también trataron de destruir los documentos que acreditaban los nombres de las víctimas. «Tuvimos que hacer guardia noche y día para que no los destrozaran», recuerda. Finalmente, un juez paralizó los proyectos del Ayuntamiento.



 

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ferrol

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« Responder #12 em: Agosto 22, 2007, 03:20:20 pm »
Citação de: "comanche"
El arzobispado de Valencia provoca la indignación de las víctimas del franquismo
¿Fonte da noticia?
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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PereiraMarques

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« Responder #13 em: Agosto 22, 2007, 03:24:16 pm »
 

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Aponez

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« Responder #14 em: Agosto 22, 2007, 03:49:02 pm »
Eu vou por agora Comanche outra "cita" da señora aparecida en El País na sua edición digital  en novembro do ano pasado, e rápidamente eliminada da mesma (non debe quedar muito bem para as esquerdas que un dos seus diga semelhantes animaladas :roll:
A guerra a comezaron os partidos que logo estarían na "Fronte Popular" ó non aceptar a sua derrota nas eleccións de novembro de 1933 e tentar dar un golpe de estado contra o goberno, tambem legitimo, da República despois da entrada no mesmo de 3 ministros da CEDA en Octubre de 1934, e que despois da guerra tanto Indalecio Prieto (PSOE) como Largo Caballero (PSOE) reconheceron como un erro por que sentou un precedente para as dereitas en 1936.

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«Y estamos hablando de un genocidio. Después de una guerra, en un estado de indefensión total, hubo un genocidio en el que se cargaron a centenares de miles de personas. Esos son los que están en las fosas comunes de València, los que mataron de hambre, de enfermedades no asistidas y de ejecuciones extrajudiciales, de palizas y de torturas. Y ahí hay niños y hay de todo. Porque tenemos a niños de seis meses, en cuyas fichas pone que murieron de fractura de cráneo, porque les cogían de los pies y les golpeaban la cabeza contra el suelo»

Mira que casualidade, o mesmo que eles faziam entre 1936 e 1939 con os "fascistas" ós que colhian, alguns por delitos tan "graves" como ter sido apoderados (persoas que estan nas mesas electorais en representación dos partidos) de partidos de dereitas nas eleccións de febreiro de 1936

E por último a melhor parte

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El Fòrum per la Memòria denuncia que «no se puede considerar `inocentes' a miembros de una organización como la Iglesia Católica, que se alió con Hitler y Mussolini para ejecutar un golpe de Estado criminal contra el Gobierno legítimo de la II República».


¿Podese enton considerar enton inocentes a persoas que colaboraron no asesinato dos seus vecinhos ou que formaron parte das Checas que colaboraban con o NKVD soviético? Sen esquenzer o "pequeno" detalle de que xa se estaba asesinando a membros da Iglesia Católica dende 1931, que non era algo recente. :roll:

En quanto á fonte creo que xa o diz todo    http://www.rebelion.org/noticia.php?id=55112

¿Sería valido para vocé un enlace sobre crimenes republicanos se saise da fundación Francisco Franco? Non creo, pois aqui o mesmo, esa página da que sacou "isso" é pouco fiable por non dizer cosas peores
 

 

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