LAS MALVINAS SON ARGENTINAS

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ursobr

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LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« em: Agosto 28, 2005, 11:50:15 pm »
Doa a quem doer : LAS MALVINAS SON ARGENTINAS e demos nosso sangue e daremos se necessário for para sustentar essa afirmação.
CARAS PINTADAS - Batallón Infantes de Marina 101
 

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Pantera

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS CARAJO....
« Responder #1 em: Outubro 06, 2005, 12:06:42 pm »
Citação de: "ursobr"
Doa a quem doer : LAS MALVINAS SON ARGENTINAS e demos nosso sangue e daremos se necessário for para sustentar essa afirmação.
CARAS PINTADAS - Batallón Infantes de Marina 101


Sinceramente não conheço a história das ilhas,portanto não sei se são argentinas ou inglesas.

Se quiseres um fórum,aqui tens:
http://www.falklands-malvinas.com/forum/index.php

A Guerra das Malvinas (também conhecida como Guerra del Atlántico Sur ou Falklands War) foi um conflito armado entre a Argentina e o Reino Unido envolvendo a questão da soberania sobre as Ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul ocorrido entre 2 de abril e 14 de junho de 1982. Seu saldo final foi a reocupação das Malvinas pelo Reino Unido e a morte de 700 soldados argentinos e 236 britânicos. Na Argentina, a derrota no conflito levou à queda da Junta Militar Argentina e à restauração da democracia no ano seguinte.



Submarino HMS Conqueror, participante da Guerra das Malvinas.

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typhonman

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« Responder #2 em: Março 04, 2007, 01:39:32 am »
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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typhonman

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(sem assunto)
« Responder #3 em: Março 05, 2007, 12:51:07 am »
http://www.youtube.com/watch?v=4KOYyAiNj10

Outro video da guerra das Malvinas com rock a mistura.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Carlos Rendel

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #4 em: Abril 15, 2014, 11:28:36 am »
:roll:  :roll: MALVINAS OU FALKLANDS ?

Este episódio recente da disputa em torno das ilhas faz lembrar,guardadas as distâncias, o "peñon" de Gibraltar.Em 1940 Hitler olhava para Leste e Oeste e hesitava.

Ou se espraiava para a Ásia,via Moscovo,ou dominava o Mediterrâneo,direcção médio oriente e tratava de Gibraltar como uma borbulha na face.Qualquer das vias tinha

como destino final o petróleo,que fosse árabe ou russo. Franco procurava puxar Hitler para Gibraltar,prometendo o que sabia não poder dar,dado a Espanha ter saído

duma guerra civil que a deixou de rastos. A Argentina,já com uma recessão económica á  porta,sentia o estrado dos coronéis a abanar,resolveu com um salto para a

frente ocupar as Malvinas,conseguindo unir a generalidade dos argentinos em torno de um objectivo comum: a expansão territorial. Independentemente das questões

históricas o que falou mais  alto,embora ninguém o confessasse,foi a Antártida.o novo Eldorado com riquezas adormecidas,que irá ser um motor de progresso difícil

de avaliar.Daí a alegada teimosia britânica na reconquista. Não há outra explicação para a intervenção inglesa a 8 000 milhas de distância. Trata-se ,isso sim de uma

aposta no futuro. No que à campanha militar respeita em terra,mar e ar foi uma batalha  com um desfasamento  em armamento moderno por parte dos argentinos

e aqui destaco os super-étendard  com os mísseis Exocet a baterem-se com a esquadra britânica e a Infanteria de Marinha com uma preparação exemplar.Deve ser

assinalada a prestação dos jactos argentinos,que embora antiquados puseram em cheque a Royal Navy,ainda antes do desembarque. E assim ficou tudo na mesma!

cr
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mafets

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #5 em: Abril 16, 2014, 09:55:15 am »
Citação de: "Carlos Rendel"
:roll: :roll: MALVINAS OU FALKLANDS ?

Este episódio recente da disputa em torno das ilhas faz lembrar,guardadas as distâncias, o "peñon" de Gibraltar.Em 1940 Hitler olhava para Leste e Oeste e hesitava.

Ou se espraiava para a Ásia,via Moscovo,ou dominava o Mediterrâneo,direcção médio oriente e tratava de Gibraltar como uma borbulha na face.Qualquer das vias tinha

como destino final o petróleo,que fosse árabe ou russo. Franco procurava puxar Hitler para Gibraltar,prometendo o que sabia não poder dar,dado a Espanha ter saído

duma guerra civil que a deixou de rastos. A Argentina,já com uma recessão económica á  porta,sentia o estrado dos coronéis a abanar,resolveu com um salto para a

frente ocupar as Malvinas,conseguindo unir a generalidade dos argentinos em torno de um objectivo comum: a expansão territorial. Independentemente das questões

históricas o que falou mais  alto,embora ninguém o confessasse,foi a Antártida.o novo Eldorado com riquezas adormecidas,que irá ser um motor de progresso difícil

de avaliar.Daí a alegada teimosia britânica na reconquista. Não há outra explicação para a intervenção inglesa a 8 000 milhas de distância. Trata-se ,isso sim de uma

aposta no futuro. No que à campanha militar respeita em terra,mar e ar foi uma batalha  com um desfasamento  em armamento moderno por parte dos argentinos

e aqui destaco os super-étendard  com os mísseis Exocet a baterem-se com a esquadra britânica e a Infanteria de Marinha com uma preparação exemplar.Deve ser

assinalada a prestação dos jactos argentinos,que embora antiquados puseram em cheque a Royal Navy,ainda antes do desembarque. E assim ficou tudo na mesma!

cr


Na realidade as Falklands/Malvinas (http://en.wikipedia.org/wiki/Falkland_Islands)são a prova de que um conjunto de acções não propriamente com intenções belicistas podem acabar numa guerra(http://en.wikipedia.org/wiki/Falklands_War). Quando Londres retira o HMS Endurance da patrulha das ilhas não pensou que os argentinos iam ver uma medida economicista como um abandono das Falklands, da mesma forma que a Junta Militar Argentina apenas pensou ocupar as ilhas por momentos de forma a chamar a atenção para as pretensões territoriais (que historicamente não existem). A "historia dos sucateiros" argentinos na Georgia do Sul e a própria reacção popular acabou por fazer Leopoldo Galtieri (https://pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldo_Galtieri) recuar, sendo que a partir daí começam os equívocos.
Citar
HMS Endurance



Citar
A invasão argentina


Citar
Argentinos aceitam a rendição dos fuzileiros britânicos
Com efeito os argentinos usaram tropas experimentadas na invasão das ilhas (apesar de terem pela frente menos de uma centena de fuzileiros britânicos) mas as substituíram por recrutas, enviaram para as Malvinas aviões como o Púcara (contra-insurreição) armados com Napalm (pouco efeito faz em zonas sem vegetação) e convenceram-se que os britânicos não iriam reagir.















Citar
A resposta Britânica
Mas reagiram, mesmo mal preparados (os argentinos não estavam melhor) porque sobretudo era o orgulho britânico que estava "ferido" e porque Tacher temia que uma não reacção despoletasse outro tipo de intervenções em território britânico. O resto do conflito é sobejamente conhecido mas como em todas as guerras geram-se mitos que não são propriamente verdade. São os argentinos e os britânicos que se colocam primeiro em "cheque" com fraquezas que não se tinham apercebido (ou não ligaram) e não o inimigo.  No primeiro caso existia desde falta de preparação (nunca existiu um plano para por exemplo a FAA operar em pleno desde o continente já que parte dos seus aparelhos não tinham sondas de reabastecimento nomeadamente os Mirage III, já para não falar no equivoco da zona de exclusão marítima) a falta de meios (sobretudo meios aéreos e armas modernas já que os exocet nem chegavam a uma dezena) e a uma incapacidade militar (a logística mesmo perto de Porto Argentino nunca funcionou e sempre houve a ideia de que os Britânicos desembarcariam na capital). Os Britânicos tinham a maior falha na falta de AEW (sem alerta aereo antecipado a RN teve de espalhar os seus navios para garantir o "piquete de radar") e existiam falta de navios de transporte e desembarque anfíbio, pelo que desde um porta-contentores improvisado a um transatlântico tudo se usou), sendo que a pressa com que a missão foi preparada não ajudou.


Citar
O Camberra e o Atlantic Conveyor. O segundo seria afundado por um exocet  argentino
Já no combate, os aviões  de  ataque argentinos (os caças foram uma desgraça, embora limitados pela falta de combustível ao invés das missões de ataque quer com bombas mas sobretudo com exocet, muito bem feitas ) e algumas unidades de combate, mas o resto não correu bem. A marinha acabou por ter o seu auge no submarino e porta-aviões que escaparam aos britânicos (nos ataques e mais tarde na retirada de meios aéreos já com as ilhas praticamente perdidas estiveram em bom plano), o que é nitidamente pouco e de excelentes desempenhos e combatentes emergiram algumas "figurinhas" que nada fizerem (pelo contrário) e quiserem aparecer como "grandes combatentes de missões de ficção".  





Citar
O facto de o Mirage III não ter reabastecimento em voo fez com que a maioria dos Dagger e A-4 voasse sem cobertura aérea. As perdas foram pesadas apesar dos danos causados aos britânicos
No geral o Reino Unido fez menos erros. O pior terá mesmo sido o HMS Sir Galahad tendo de resto actuado bem com um numero de aviões limitado e com a base de Ascenção bastante longe, provando que um treino NATO e a experiência fazem a diferença mesmo em condições adversas.
Pode-se como é evidente especular o que seria dos britânicos se todas as bombas que atingiram os seus navios explodissem, mas também é lógico que se os argentinos tivessem perdido junto com o General Belgrado o Porta-Aviões 25 de Mayo, a contenda poderia ser diferente desde o inicio. Os factos demonstram que a Gra-Bretanha ganhou em toda a linha e o "poderia ser" não passa disso mesmo, numa ilhas (primeira imagem no topo) que hoje se sabem terem importantes recursos ao nível dos hidrocarbonetos (por enquanto a antárctica continua interdita à exploração mineira).








Citar
Perdas Britânicas. Na 1ª imagem a HMS Antilope explode depois de uma bomba que não explodiu acabou por ser accionada acidentalmente aquando da sua desactivação. Logo abaixo o HMS Shefild atingido por um Exocet. O HMS Sir Galahad arde ao fundo e por ultimo a imagem do ataque à HMS Broadsward atingida por uma bomba que não explodiu. A não existência de AEW poderia ter sido uma tragédia para os britânicos, seria corrigida com o Sea King já depois da guerra





Citar
Ara General Belgrano. ARA Santa Fé e ARA 25 de Mayo, este ultimo praticamente sem intervenção relevante na guerra. Continua a existir relatos fantasiosos de ataques imaginários normalmente perpetuados pelos argentinos que nada fizerem, ao contrario dos que combateram bem e com bravura, mais dados ao silêncio

Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #6 em: Abril 03, 2015, 03:50:12 pm »
À 33 anos e um dia os Argentinos invadiam as Falklands e hasteavam a bandeira em Port Stanley. Por pouco tempo... :twisted:






À 33 anos certos invadiam a Geórgia do Sul (duração ainda mais curta, em 25 da Abril assinavam a rendição).:wink:  http://en.wikipedia.org/wiki/Invasion_of_South_Georgia







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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #7 em: Maio 02, 2015, 06:26:37 pm »
Faz hoje 33 anos que o  ARA General Begrano foi Afundado. Não mais nenhum navio Argentino participou na Guerra das Falklands. http://pt.wikipedia.org/wiki/Afundamento_do_Cruzador_General_Belgrano
Citar
Afundamento[editar | editar código-fonte]

O HMS Conqueror (em primeiro plano à direita) na Her Majesty's Naval Base (HMNB) Devonport, 26 de agosto de 2006.
Pelas 14h00 do dia 2 de maio, o Comando Estratégico em Northwood autorizou o HMS Conqueror a atacar o ARA General Belgrano.22 30 Por volta das 16h00, depois de solicitar a confirmação da ordem e de se posicionar para o ataque,22 26 o submarino britânico disparou três torpedos convencionais Mark VIII a partir de uma distância de aproximadamente 1,5 km.30 O Conqueror estava equipado com os modernos torpedos teleguiados Mark 24 Tigerfish, mas o comandante Wreford-Brown optou por usar os mais antigos e potentes Mark VIII de 21 polegadas, armados com uma carga de explosivo torpex de 365 kg,22 34 que tinham maiores chances de penetrar os bem protegidos costados do cruzador.23 30

Em nenhum momento o "GT 79.3" se deu conta que o ataque estava iminente.35 Às 16:01, enquanto os artilheiros de guarda no Belgrano testavam equipamentos e movimentavam a torre II em busca de possíveis alvos no horizonte, o navio foi sacudido por uma violenta explosão, seguida de uma quebra de energia e do corte da iluminação,8 tendo o cruzador começado imediatamente a adernar para bombordo.8 35 O torpedo atingiu a zona das casas de máquinas da popa, destruindo o sistema elétrico, interrompendo a força motriz e inutilizando o gerador de emergência,8 36 tendo uma bola de fogo atravessado todas as cobertas do navio37 e destruído a messe.8 38 Poucos segundos mais tarde, um segundo torpedo atingiu a proa do Belgrano entre a torre I e o cabrestante, provocando uma explosão que levou ao desprendimento de cerca de quinze metros da proa do navio.8 35 Estima-se que 272 homens tenham morrido direta ou indiretamente devido à explosão dos torpedos.39 O terceiro torpedo disparado pelo Conqueror falhou o alvo e explodiu junto ao casco do ARA Hipólito Bouchard, sem causar grandes danos.








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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #8 em: Janeiro 05, 2016, 04:52:03 pm »
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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #9 em: Junho 15, 2016, 10:40:55 am »
Faz 34 anos que os Argentinos se renderam nas Falklands.

https://en.wikipedia.org/wiki/Argentine_surrender_in_the_Falklands_War






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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #10 em: Fevereiro 03, 2017, 03:00:22 pm »










« Última modificação: Fevereiro 17, 2017, 05:07:20 pm por Lusitano89 »
 

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Vitor Santos

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #11 em: Março 02, 2017, 02:35:53 pm »
Malvinas - Falklands - Argentina preocupada com voos militares britânicos entre Brasil e as ilhas

Segundo a Argentina, 6 voos militares foram realizados entre aeroportos do Brasil e base aérea nas Malvinas. Ilhas têm domínio britânico e soberania reivindicada por Buenos Aires



Citar
O governo da Argentina expressou nesta quarta-feira (1º) "preocupação" por seis voos realizados em 2016 pela Real Força Aérea do Reino Unido entre aeroportos do Brasil e uma base área nas Ilhas Malvinas, sob domínio britânico e cuja soberania é reivindicada por Buenos Aires. ( Ver nota na íntegra do Ministerio de Relaciones Exteriores y Culto no box abaixo)

O Ministério das Relações Exteriores da Argentina instruiu a embaixada do país no Brasil a realizar gestões junto ao Itamaraty para "transmitir preocupação" pelos voos detectados.

O setor para as Malvinas da Chancelaria argentina foi informada dos voos pela Direção Nacional de Controle de Passagem Aérea, que é ligado ao Ministério da Defesa do país.

Segundo o relatório, durante 2016 foram realizados pelo menos seis voos militares da Real Força Aérea do Reino Unido entre aeroportos brasileiros e as Ilhas Malvinas. Além disso, a Argentina afirmou que registrou 12 voos semelhantes em 2015.

Em comunicado, a Chancelaria argentina disse que os voos ocorreram apesar do "compromisso brasileiro de não receber em seus aeroportos e portos aeronaves ou navios britânicos de guerra deslocados nos arquipélagos sob disputa".

Segundo o governo da Argentina, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil respondeu não ter conhecimento dos voos. E, por isso, se comprometeu a consultar o Ministério da Defesa.

Além disso, o governo brasileiro "reafirmou o apoio" à Argentina em sua reivindicação de soberania sobre as Ilhas Malvinas.

"Por outro lado, foram efetuadas gestões com a embaixada do Brasil em Buenos Aires, cuja resposta foi similar a das autoridades em Brasília, destacando que se tratariam de questões humanitárias ou emergências provocadas por imperfeições técnicas", indicou a nota.

Nota DefesaNet

A posição brasileira no conflito é de ao menos dúbia. Embora oficialmente apoie diplomaticamente a Argentina, em muitas oportunidades prestou apoio logístico, em especial nas operações de manutenção das tropas britânicas nas Malvinas/Falklands.

O evento mais importante foi em 1983, quando o jornal Zero Hora, em um brilhante trabalho do fotógrafo Fernando Gomes, conseguiu registrar o pouso de um Hercules da RAF, na Base Aérea de Canoas (BACO).

Para as repercussões da Crise Diplomática que sucederam ao pouso, em 1983, acesse a Série TOP SECRET.

Posteriormente, ao longo dos anos 90 e 2000 eram usuais os pousos de aeronaves britânicas no aeroporto de Porto Alegre, tanto na ida como na volta das ilhas Malvinas/Falklands. A tripulação aproveitava para pernoitar, além do reabastecimento. Não se tem conhecimento de pousos em Bases Militares neste período.



FONTE:  http://www.defesanet.com.br/mf/noticia/24970/Malvinas---Falklands---Argentina-preocupada-com-voos-militares-britanicos-entre-Brasil-e-as-ilhas/
 

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mafets

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #12 em: Abril 02, 2017, 04:58:55 pm »
Faz hoje 35 anos. Já devem estar mais que arrependidos...  8) :P

http://www.areamilitar.net/HistBCR.aspx?N=93

Citar
Em 2 de Abril de 1982, com a invasão da principal ilha do arquipélago das Malvinas (Falklands em inglês) inicia-se um conflito que incluirá alguns dos primeiros recontros aeronavais posteriores à II guerra mund



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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #13 em: Abril 02, 2017, 09:52:47 pm »
Uma visão deste episódio do ponto de vista da Logística pelo lado inglês. Está todo em inglês mas terá interesse se nos lembrarmos que um exército "marcha sobre o estômago"

http://www.thinkdefence.co.uk/shore-logistics-san-carlos-beyond/

Cumprimentos,
 

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Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Responder #14 em: Abril 03, 2017, 10:22:40 am »
Aliás, uma das várias razões para os problemas de desempenho argentino em terra foi exactamente a fraca logística.
Citar
The Rattenbach report also concludes that “logistical operations did not unfold in an acceptable manner.” In fact, Rattenbach and his colleagues describe an unmitigated disaster. When they began their investigation, they soon discovered that it was “useless to seek any coherence” in the junta‘s logistical planning before it launched the invasion, and they could discern only improvised logistical operations afterward. They cite the 5th and 12th Infantry Regiments to illustrate what this meant on the ground. These units lacked vehicles and in many cases, ammunition. There was no internal transportation system to move the supplies they did have. This reduced their combat effectiveness by 40–50 percent before anyone had even fired a shot. “LOGISTICS CANNOT BE IMPROVISED,” Rattenbach aptly insists in all caps.

How Does This Help Us Understand the New Revelations?

Argentine junior officers and soldiers experienced the worst of the inadequate planning in logistics, and this led to their mistreatment. “There were deficiencies in the preparation and distribution of food, which had a negative impact on the troops’ physical state and morale,” Rattenbach and his colleagues acknowledge. They say nothing else on this issue. But these few words connect the Rattenbach report with the new revelations and more.

These words support veterans’ ongoing complaints against their superiors in Buenos Aires. The breakdown in discipline and morale ultimately derived from the operation’s logistical failures. As one veteran told journalists several months ago, “Some of us were tortured because we were starving and tried to grab some cookies or to butcher a sheep.”

All of this paints a very dreary portrait, revealing a failure of leadership that went well beyond the junta and the armed forces’ planners in Buenos Aires. The Rattenbach report singles out the 3rd Infantry Brigade’s commander for special criticism. This commander seems to have buried his head in the sand and chosen to remain “profoundly ignorant of the state of the forces under his command.” He took up residence in a home in Port Stanley and was simply “absent.”

Other officers, much closer to the troops, witnessing one operational and logistical failure after another, clearly mistreated the officers and soldiers in their charge, as veterans have long alleged. Some of these officers, incredibly, employed methods they had learned and practiced during the dirty war against the Argentine left in the late-1970s. This shows how seizing power and waging the dirty war had corroded the professional officer corps and degraded its efficiency. It impaired its judgment in international and military affairs, and it left some of its officers in such a state of depravity that, when confronted with a breakdown in discipline and morale of their own making, they deemed it appropriate to torture their own men.

https://warontherocks.com/2015/09/a-tortured-war-on-the-south-atlantic-rocks-new-revelations-from-argentinas-falklands-campaign/


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