Sector Aeroportuario/Aeronautica

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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #120 em: Outubro 13, 2017, 12:47:27 pm »
Investimento de 30 milhões de euros: fábrica da Mecachrome Aeronáutica inaugurada hoje em Évora


A fábrica de Évora da Mecachrome Aeronáutica, que está a laborar desde “o final de março” e produz peças metálicas para a indústria aeronáutica, é inaugurada hoje, representando um investimento de 30 milhões de euros.

“Estamos a laborar desde o final de março. No que respeita à 1.ª fase do projeto, está tudo instalado e estamos a produzir em dois turnos”, com um total de “70 trabalhadores”, disse à agência Lusa Christian Santos, diretor da unidade fabril.

A inauguração oficial da fábrica da Mecachrome Aeronáutica, empresa portuguesa do grupo francês Mecachrome, que tem como ‘chairman’ o português Júlio de Sousa, decorre a partir das 10:00 e é presidida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O projeto envolve um investimento a rondar os 30 milhões de euros, até 2020, que foi “objeto de um contrato de incentivos com o Estado português, representado pela AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal”, lembrou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Na cerimónia, participam também os ministros do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, e da Economia, Manuel Caldeira Cabral.

“Este é mais um exemplo de um bom investimento e da atração de empresas para o ‘cluster’ nacional da aeronáutica”, realçou, em declarações à agência Lusa, fonte do Ministério da Economia.

Localizada no Parque de Indústria Aeronáutica de Évora (PIAE), a nova fábrica da Mecachrome Aeronáutica, que detém outra unidade industrial em Portugal, em Setúbal, desde 2014, vai ter, no global, quase 22 mil metros quadrados, segundo Christian Santos.

“Esta 1.ª fase, que está concluída, tem 13.500 metros quadrados” e, na 2.ª fase do projeto, a executar “nos próximos anos”, vão ser construídos “os restantes cerca de 8.500 metros quadrados”, indicou.

Na cidade alentejana, a Mecachrome, que serve clientes como a Airbus, Boeing e Safran, fabrica peças de metal de alta precisão para aviões, nesta 1.ª fase apenas para motores e, na próxima etapa, também para a estrutura de aeronaves.

O diretor assinalou que, das “17 referências” que integram o portefólio de peças a produzir em Évora, “11 já estão industrializadas e em produção”, encontrando-se “as outras em fase de industrialização”.

A empresa planeia instalar, nesta fábrica, um inovador processo produtivo criogénico - à base de azoto líquido –, que é “único no mundo”, concebido pelo próprio grupo Mecachrome, em França.

O processo de recrutamento de trabalhadores, oriundos sobretudo da região, depois de passarem pelo Centro de Formação Aeronáutica de Évora do Instituto do Emprego e Formação Profissional, está “em curso” e a meta, até 2020, segundo Christian Santos, é chegar aos “cerca de 250 a 300” funcionários.

No Parque de Indústria Aeronáutica de Évora, além deste projeto, estão já instaladas diversas outras fábricas de empresas daquele setor, nomeadamente as duas da construtora brasileira Embraer.


>>>>>  http://24.sapo.pt/economia/artigos/investimento-de-30-milhoes-de-euros-fabrica-da-mecachrome-aeronautica-inaugurada-hoje-em-evora
 
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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #121 em: Outubro 22, 2017, 04:53:20 pm »
Portugal teme impacto do acordo entre Airbus e Bombardier


Parceria em aviões até 150 lugares pode ameaçar a brasileira Embraer, líder de mercado no setor. Em Portugal, empresa dá trabalho a centenas de pessoas nas fábricas de Évora.

Foi o burburinho de fundo que imperou nos AED Days, o evento anual do cluster português da aeronáutica, espaço e defesa (AED), que aconteceu entre quarta e sexta-feira em Oeiras. Os profissionais do setor temem o impacto no país do acordo entre a Airbus e a canadiana Bombardier. A empresa francesa quer entrar, com uma participação maioritária, no programa de construção de aviões CSeries da companhia do Canadá, principais concorrentes das aeronaves E-2 da brasileira Embraer, líder de mercado no setor de aparelhos até 150 lugares e com fábricas em Portugal. A transação, que ainda necessita da aprovação das entidades reguladoras competentes, deverá ficar concluída em 2018.

"Foi a notícia que passou à margem do evento. Soube-se na terça-feira e pode vir a ter impacto para nós," explicou ao DN/Dinheiro Vivo Paulo Chaves, vice-presidente do cluster AED e representante do setor da aeronáutica. "É um acontecimento de características tectónicas. Há uma série de fatores que ficarão alterados e não há forma de prever o resultado final. O que sei é que vai ter, para Portugal, um impacto bastante razoável. Se para o lado positivo ou negativo, só o tempo o dirá."

No Brasil, no dia do anúncio do acordo entre a Airbus e a Bombardier, a Embraer deu um trambolhão na bolsa, com as ações a cair 5,41%. Ao jornal Valor Econômico, o presidente da companhia, Paulo Cesar de Souza e Silva, assumiu-se tranquilo. "A primeira leitura é de uma pressão maior, uma vez que a Airbus é uma empresa bastante grande. No entanto, é uma comprovação de que o segmento de aviões com até 150 assentos é relevante no mercado." Em Portugal, a Embraer tem duas fábricas em Évora, onde trabalham centenas de pessoas, e detém ainda uma participação maioritária na OGMA, empresa de manutenção aeronáutica. Paulo Chaves assume que o acordo pode vir a alterar a presença da empresa no país e atrapalhar o objetivo atual do cluster AED, que atualmente vale 1% do PIB nacional e no futuro quer duplicar, para os 2%. "Neste momento, a Embraer conta como fator imprevisível. Pode ajudar-nos ou não. Sabemos que queremos chegar aos 2% do PIB no futuro, mas não consigo dizer se a curto, médio ou longo prazo."

Por outro lado, o acordo entre a Airbus e a Bombardier pode colocar a Embraer como possível parceiro estratégico futuro da Boeing. A empresa norte-americana manifestou reservas em relação à parceria. "Trata-se de um acordo discutível entre duas empresas concorrentes fortemente subsidiadas pelos seus governos", disse a Boeing em nota enviada ao Valor Econômico. "A nossa posição é que todas as partes devem seguir as mesmas regras para que o livre-comércio seja justo e efetivo."

A Embraer também já se tinha posicionado contra a injeção de capital do governo do Canadá na Bombardier, que recebeu uma ajuda pública de mais de quatro mil milhões de euros para o programa de construção de aviões CSeries, antes da entrada da Airbus. A semelhança de posições entre as companhias brasileira e norte-americana pode indicar um acordo futuro entre as duas, cujo impacto em Portugal é ainda desconhecido. "Como disse, tudo é uma incógnita neste momento," conclui Paulo Chaves.


>>>>>  https://www.dn.pt/dinheiro/interior/portugal-teme-impacto-do-acordo-entre-airbus-e-bombardier-8863339.html
 

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Get_It

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #122 em: Outubro 22, 2017, 06:46:10 pm »
Enfim...

Não é Portugal que teme o impacto do acordo, são esses senhores. Só para lembrar que há muitas outras empresas portuguesas que fornecem serviços e fabricam componentes para a Airbus e até mesmo para a Bombardier, directa- e indirectamente.

Mais uma vez vemos como Portugal, a imprensa e o governo através desses amigaços são um mero peão da empresa sul-americana.

Entretanto, a Embraer e a Boeing, que tanto se queixaram do apoio financeiro do governo Canadiano à Bombardier fartam-se também de receber apoios financeiros e cortes de impostos por parte dos seus respectivos governos. E a Embraer até se dá ao luxo de receber subsídios e apoios financeiros do fundo comunitário europeu através da sua subsidiária em Portugal. Hipocrisia no seu melhor.

Cumprimentos,
« Última modificação: Outubro 22, 2017, 06:48:32 pm por Get_It »
:snip: :snip: :Tanque:
 
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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #123 em: Outubro 25, 2017, 11:42:53 am »
Governo vai instalar bloqueadores de drones em aeroportos

Embora ótimas ferramentas para fotografia, filmagens ou lazer, os drones podem também representar algum perigo para o espaço aéreo quando usados de forma incorreta.

Para proteger aeroportos e pontos sensíveis deste tipo de aeronaves, o governo vai avançar com a instalação de bloqueadores de drones.



Fonte de divertimento ou de trabalho, os drones estão cada vez mais em voga e o seu uso é cada vez mais frequente. Desde os mais pequenos, considerados brinquedo, até aos maiores, várias são as hipóteses de escolha que se adequam a cada tipo de utilizador.

Depois de ser regulado o uso de drones em janeiro de 2017, surgira diversos alegados incidentes com estas pequenas aeronaves que colocaram em perigo diversos aviões. Verdade ou apenas alarmismo, estes acontecimentos moldaram a opinião pública e obrigaram ao início do desenvolvimento de um projeto de lei para aplicar regulamentações mais pesadas a este tipo de aeronaves.

Em causa está o registo e seguro de drone obrigatório que, embora seja do agrado de várias partes, irá acrescentar um custo insuportável para muitos tipos de utilizadores.



A DJI, a principal fabricante de drones, está também ocorrente destes problemas e tem também desenvolvido ferramentas próprias para tentar a sua resolução, como foi o caso do Aeroscope.

Embora várias medidas estejam a ser preparadas tanto a nível nacional como europeu, o governo pretende avançar para a defesa dos aeroportos e outros pontos sensíveis, onde os drones podem representar um verdadeiro perigo se usados de forma errada. Para isso o governo já começou os testes aos sistemas de bloqueio de drones, que irão permitir monitorizar os locais identificados, protegendo-os de voos indevidos.
Em que consistem estes sistemas de bloqueio de drones?

Várias são as empresas que irão demonstrar nos próximos tempos a sua tecnologia. A primeira demonstração foi na passada segunda-feira, com a empresa Thales a demonstrar no aeródromo de Ponte de Sor a eficácia do seu sistema.

Fazendo uso de um radar, que pode monitorizar a 360º ou incidir num pequeno ângulo, aumentando o seu alcance, uma câmara de espectro visível e uma câmara térmica, este sistema testado permite identificar os drones na área circundante. A estes elementos, junta-se ainda um rádio para detetar as emissões até 2 quilómetros de distância.

A título de exemplo, esta tecnologia permite identificar um drone com mais de 1kg, a ocupar uma área inferior a 0,01 metros quadrados, a uma distância de quatro quilómetros.



Todos os dados registados pelas componentes deste sistema irão apresentar a posição do drone num mapa, surgindo posteriormente a hipótese do gestor de aeroporto bloquear o drone através de interferências nas comunicações entre o drone e o operador ou da distorção das coordenadas de GPS. Em casos específicos, será também possível criar “bolhas de rádio” que bloqueiam qualquer informação dentro de um intervalo de frequências.

Este sistema da Thales permite utilizar as ferramentas de bloqueio em drones que estejam, no máximo, a uma distância de 2 quilómetros.



Durante as próximas semanas os testes vão continuar com outras empresas com tecnologias idênticas, permitindo aos gestores dos aeroportos perceberem as vantagens que poderão incorrer da adoção desta tecnologia. Depois do teste das diversas tecnologias existentes e de identificados os pontos sensíveis que necessitam deste tipo de proteção, o governo deverá iniciar um processo de compra, abrindo para isso um concurso público.

    Se tudo o resto falhar, pelo menos teremos algo para atuar

Luis Ribeiro, Presidente da ANAC

Segundo o Secretário de Estado das infraestruturas, a ANAC já estará a finalizar o documento que servirá de base para a nova proposta de lei, prevendo-se que a obrigatoriedade do registo e seguro avance já no início do ano. Para Luís Ribeiro, presidente da ANAC, embora estas novas leis já sirvam para dissuadir em muitos dos casos, estes novos sistemas irão complementar a segurança necessária em alguns pontos.

https://pplware.sapo.pt/gadgets/governo-instalar-bloqueadores-drones-aeroportos/

A matrícula no drone está engraçada. Não sei como é que fica a aerodinâmica depois de uma chapa daquelas!
Mas realmente algo tem de ser feito!
 

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tenente

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #124 em: Outubro 26, 2017, 10:15:11 am »
para quem vai voar ATTN :

Oct 26 09:00 
LPPT 2609:00Z VRB07KT 0150 R21/0450 FG VV001 15/15 Q1025=

belo tempo no Aeroporto de lisboa a esta hora !!!!
 

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tenente

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #125 em: Novembro 06, 2017, 12:15:06 pm »
Partilho convosco estas fotos da pintura deste acft que operou há pouco menos  de uma hora em Lisboa.
Vai uma aposta que quase ninguém sabe qual a marca e modelo desta aeronave ???













Abraços
« Última modificação: Novembro 06, 2017, 03:13:29 pm por tenente »
 

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tenente

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #126 em: Novembro 06, 2017, 12:32:25 pm »
.........Claro, a fazer busca pela matricula, também eu sou o maior cá do Forum ! ;)

Abraços
« Última modificação: Novembro 06, 2017, 12:34:02 pm por tenente »
 
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Lusitano89

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Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Responder #127 em: Novembro 13, 2017, 01:52:49 pm »
ANA entregou ao Governo proposta para novo aeroporto do Montijo


A proposta da ANA - Aeroportos de Portugal para o aumento da capacidade aeroportuária de Lisboa, com a construção de uma nova infraestrutura no Montijo, já foi entregue ao Governo, anunciou hoje o presidente executivo da gestora aeroportuária.

Discursando na comemoração dos 75 anos do aeroporto de Lisboa, Carlos Lacerda lembrou o memorando assinado com o Governo para desenvolver uma solução e anunciou ter sido entregue a proposta para a construção de uma nova infraestrutura e mostrou ainda uma imagem do futuro local.

Segundo o memorando assinado em 15 de fevereiro entre o Governo e a ANA, gerida pela Vinci Airports, a proposta para o aeroporto complementar ao de Lisboa na base aérea do Montijo devia ter sido apresentada até meados de agosto.

Carlos Lacerda destacou hoje que os "próximos passos envolvem um trabalho de aprofundamento e detalhe das várias dimensões da proposta", nomeadamente a nível económico e ambiental.

"É só o primeiro passo do que sabemos que será um trabalho contínuo entre as entidades envolvidas, que continuará a correr com total empenho e com atitude positiva que temos sentido até agora na solução, com vista aos objetivos da região e do país", garantiu.

Na sua intervenção, o presidente executivo da ANA enumerou ainda recordes que serão quebrados este ano nos aeroportos nacionais, como o ultrapassar a marca dos 50 milhões de passageiros.


>>>>>>  https://www.dn.pt/portugal/interior/ana-entregou-ao-governo-proposta-para-novo-aeroporto-do-montijo-8913170.html
 

 

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