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Operacionalidade dos aparelhos da Força Aérea Alemã:

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Operational readiness of planes and helicopters in 2017

Airbus A310 MRTT: 75%
Airbus A319: 100%
Airbus A340: 100%
Bombardier Global 5000: 100%
Airbus A400M: 37%
Airbus AS532 Cougar: 33%
Airbus Hel. Tiger: 31%
Eurofighter: 48%
Westland Sea King: 31%
Westland Sea Lynx: 31%
Lockheed Martin P-3C Orion: 40%
NH Industries NH90: 51%
Panavia Tornado: 41%
Sikorsky CH-53G/GS/GA: 40%
Airbus Helicopters H145M LUH/SOF: 77%
Transall C-160: 68%
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Conflitos do Presente / Re: Guerra na Síria
« Última mensagem por Camuflage em Hoje às 11:34:17 am »
Syrian chemical weapons: how lab tests uncover evidence of sarin gas: https://www.theguardian.com/world/2013/sep/05/syrian-chemical-weapons-tests-sarin

Como se pode ver nem sequer é permitida a libertação dos resultados, nem a própria investigação garante fidedignidade.
Até agora 0 provas, a resposta é sempre a mesma: agências governamentais (sempre as secretas) dos países do costume acusam Assad, sem nunca apresentarem público relatórios independentes e sujeitos a validação externa. Não é assim que funciona o sistema de justiça, mas é assim que funciona a máquina de propaganda ocidental sempre que há interesse em derrubar regimes ou fazer assassinatos políticos.
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Engraçado, o DN diz
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O despacho prevê o aproveitamento do "cofinanciamento europeu" para a modificação dos sistemas internos dos C-130 e dos aviões Falcon 50 (três) para os adaptar com sistemas mais precisos face aos requisitos europeus criados devido ao aumento do tráfego aéreo na Europa.

Já o Pássaro de Ferro diz que quem vai sofrer actualização são os P3
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Já no sumário do Conselho de Ministros de passado dia 12 de Abril de 2018, pode ler-se a aprovação de verbas para "garantir a manutenção das aeronaves C-130H e P-3C, seus motores e respetivos orgãos ou equipamentos, componentes, sistemas e subssistemas associados, para o quadriénio 2018-2021"

Penso que ambos devem estar a precisar, não sei é a prioridade, os P-3 foram logo modernizados quando foram comprados, à uns 10 anos por isso a nível tecnológico ainda devem estar bons, mas os motores e outros materiais podem estar a sofrer fadiga e precisar de substituição/modernização devido às muitas missões que fazem por cima do mar, os Falcon a nível tecnológico ainda devem estar de origem como quando foram comprados, não devem ter uma vida tão desgastante como os P-3, mas com os anos que tem isso já se deve notar igualmente, além disso tem o problema dos sistemas desactualizados que não lhe permitem voar no "céu europeu".

Será que os Falcon serão algum dia modernizados ou vai acontecer como com os C-130? Adiar, adiar, até um dia dizerem que não vale a pena pois a aeronave já está muito velha.

Pelo que sei a FAP mantém a intenção de até meados da próxima década modernizar os P-3 com motores mais potentes, hélices de 8 pás NP2000, modernização do radar ELTA e possivelmente novas asas, o que é o passo mais oneroso. Ora tal também esteve previsto no final da década de 1990, início de 2000 para a frota C-130 e não veio a acontecer. Por isso, e quanto aos Orion, tudo dependerá do que a ditadura do Ministério das Finanças permitir, e muito provavelmente o que acontecerá será a adjudicação de verbas para a sustentação e manutenção da frota até 2030 tal como acontecerá com os Hércules.

Os Falcon 50 serão quase de certeza modernizados, ou actualizados que é um termo que combina melhor com cativações, pois são fundamentais para a evacuação médica e transporte VIP, uma vez que a história do(s) Embraer parece não ter vingado.

Com o KC-390 vamos ganhar uma aeronave nova, state of the art, mas...  :-\
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Portugal / Re: EUA fora das Lajes?
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 10:40:48 am »
Base das Lajes: 170 medidas para compensar retirada americana
20.04.2018 às 18h28



O PIB da Terceira caiu 10% e o desemprego aumentou 55% depois da redução drástica da presença americana na base. Mas a economia da ilha está a recuperar, impulsionada pelo “boom” no turismo.

erca de 81% das medidas da responsabilidade do Governo Regional dos Açores no Plano de Revitalização da Ilha Terceira (PREIT) já foram concretizadas, conclui um balanço do executivo de Ponta Delgada feito a pedido do Expresso.

O balanço envolve as 170 medidas incluídas neste plano integrado. O PREIT foi lançado em 2015 por causa da redução drástica da atividade militar e civil americana na Base das Lajes, que provocou uma quebra PIB da ilha Terceira de 10% e um aumento exponencial do desemprego de 55%. A ilha tem 56 mil habitantes e a base chegou a empregar mais de 2000 trabalhadores portugueses e a receber mais de 2000 militares americanos e respetivas famílias, o que tinha um impacto económico muito forte na Terceira e em todo o arquipélago dos Açores.

Entre as medidas já executadas o balanço oficial destaca as relacionadas com o apoio aos trabalhadores e famílias afetadas, que garantiram “que nenhum trabalhador fosse despedido e que os seus direitos fossem plenamente assegurados”. O Governo dos Açores esclarece que “apenas de verificaram rescisões por mútuo acordo”. Além disso, houve um alargamento do período de duração de programas regionais de inserção no mercado de trabalho – o Estagiar T e o Estagiar L – até 24 meses na Terceira, bem como “a majoração dos montantes de apoio individual”.

INCENTIVOS ESPECIAIS AO INVESTIMENTO PRIVADO

Nas empresas houve a majoração de apoios do sistema de incentivos ao investimento privado COMPETIR+ , com o objetivo “de criar um regime especial de incentivos em vigor durante cinco anos”. Foi também lançado um programa de redução e isenção de taxas e custos de licenciamento para investimentos e atividades económicas, de modo a aumentar a atratividade para investidores e projetos a desenvolver na Terceira, em particular no concelho da Praia da Vitória, onde fica a Base das Lajes.

No mercado imobiliário dependente da base foi criado um programa de apoio aos proprietários de habitações destinadas exclusivamente às famílias e militares americanos.

E há o projeto “Terceira Tech Island”, que pretende “recapacitar a população ativa para a linguagem de programação associada a um intenso trabalho de captação de empresas de Tecnologias de Informação e Comunicação”, com base em fatores de atração e de diferenciação do resto do país.

DESCONTAMINAÇÃO DE SOLOS E AQUÍFEROS PELOS EUA

Quanto às medidas em curso da responsabilidade do Governo da República, incluem “trabalhos de descontaminação de solos e aquíferos pelos EUA no concelho da Praia da Vitória, tendo por base os relatórios e pareceres do LNEC”, bem como apoio técnico no domínio da descontaminação, “nomeadamente através de uma verba inscrita no Orçamento de Estado para 2018” de ajuda àquela autarquia, refere o balanço do Governo dos Açores.

Está a decorrer também a desafetação do uso militar das instalações, infraestruturas e terrenos da Base das Lajes para uso civil. Assim, no dia 6 de abril a Região Autónoma dos Açores recebeu edifícios pertencentes à base onde estavam instalados um complexo escolar e outro habitacional, que vão ser aproveitados “em novos projetos tecnológicos” na Terceira, afirmou então em Lisboa o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, num encontro com congressistas luso-americanos.

Outras medidas incluem o início das ligações aéreas semanais à ilha Terceira por companhias “low cost”; a certificação da Base das Lajes como aeroporto para uso civil, porque a sua ausência tem criado restrições ao desenvolvimento do turismo; e a definição do Porto da Praia da Vitória como porto abastecedor de gás natural liquefeito (GNL) para as travessias transatlânticas.

IMPACTO DO AIR CENTER E DO CENTRO DE DEFESA DO ATLÂNTICO

Há, por fim, ações fora deste plano que podem vir a ter um impacto económico e social significativo: a escolha da Terceira para a sede do AIR Center – o novo centro internacional de investigação no espaço, clima, oceanos, energia e ciência de dados – e a criação do Centro de Defesa do Atlântico no quadro da NATO, com sede na Base das Lajes.

A principal dificuldade que as autoridades nacionais e regionais enfrentam para executar o PREIT é o financiamento, porque são necessários cerca de 300 milhões de euros por ano. Portugal quer o plano financiado diretamente pelos EUA, mas até agora as reuniões da Comissão Bilateral Permanente entre os dois países não foram conclusivas.

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-04-20-Base-das-Lajes-170-medidas-para-compensar-retirada-americana#gs.wawjeAM
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Guerra do Vietname
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:20:25 am »
https://www.warhistoryonline.com/vietnam-war/major-battles-vietnam-war.html

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The Vietnam War lasted from 1 November 1955 to 30 April 1975, officially between North Vietnam (North Vietnam) and South Vietnam (South Vietnam). In reality, it was an international war between the French at first and then the United States and its allies on the side of South Vietnam, and the Communist Bloc on the side of North Vietnam

The US believed it was saving Vietnam from Communism while North Vietnam saw it as an extension of their fight for independence against colonial rule.

To counteract the superior armed and technology of the United States, North Vietnam combined modern weaponry with guerrilla tactics to deadly effect.





Cumprimentos
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Força Aérea Portuguesa no ForumDefesa.com / Re: Programa de substituição do C-130
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:11:43 am »
Meus caros, isto não quer dizer nada, quem manda são os interesses políticos.

No outro dia soube que quem ganhou o concurso dos submarinos  a nível tecnico foi o francês. Mas o governo decidiu o alemão.

Por isso siga a marinha
O Françoise com aquela maravilha do "Scorpene"? Deve ter sido um concurso bem feito, graças a deus houve corrupção...  ;D

http://idrw.org/solving-the-scorpene-problem/

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/112337/problems-with-malaysian-scorpene-submarine.html





Salvo erro o An70 depois da saída dos Russos entrou em "paragem". Não foi cancelado mas pouco avançou, estando apenas os dois protótipos em condições de voo.  ;)
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Ukraine
Ukrainian Air Force – In 2010, two deliveries were expected in 2011 and 2012.[42] Finally, in January 2015, Ukrainian Defence Minister Stepan Poltorak signed an order for the type, allowing the An-70 to officially enter service with the Ukrainian Air Force, currently the sole operator of the type.

https://en.wikipedia.org/wiki/Antonov_An-70





Cumprimentos


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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Projecto Embraer C-390
« Última mensagem por Vitor Santos em Hoje às 04:21:42 am »
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Meus caros, isto não quer dizer nada, quem manda são os interesses políticos.

No outro dia soube que quem ganhou o concurso dos submarinos  a nível tecnico foi o francês. Mas o governo decidiu o alemão.

Por isso siga a marinha

Caro Nelson,

Quem lhe disse isso, contou-lhe a historia muito mal...ainda estou para ver quais sao os Helicopteros Americanos que ai vem para substituir os AL III  ;D

https://dre.pt/application/dir/pdf1s/2003/11/273B00/79878018.pdf

No inicio do Concurso estavam previstos ser 3 submarinos a ser adquiridos, tendo o submarino inicialmente apresentado pelo Alemaes da GSC sido o "U209" depois o governo decidiu reduzir para 2 com a opcao de mais 1, nesta segunda Fase os Alemaes modificaram os submarinos proposto e passaram a propor o "U214" que eles chamaram de "U209PN". Tudo foi avaliado e havia 3 versoes diferentes: com AIP, sem AIP, preparado para AIP...ou seja um concurso bem complexo...Os Franceses da DCI perderam em todas as versoes para os Alemaes da GSC...no final, escolheram a versao com AIP e quem tinha mais pontos nesta versao, como em todas as outras...a GSC

Tendo em consideração o referido, considera-se
que a ordenação de mérito é a seguinte:
1.o Submarino na versão técnica com AIP proposto
pelo GSC;
2.o Submarino na versão técnica com AIP proposto
pela DCN-I;
3.o Submarino na versão técnica básica proposto
pelo GSC;
4.o Submarino na versão técnica básica com preparação
específica para AIP proposto pelo GSC;
5.o Submarino na versão técnica básica com preparação
específica para AIP proposto pela
DCN-I;
6.o Submarino na versão técnica básica proposto
pela DCN-I.
VI — Proposta de Adjudicação
Em cumprimento do disposto no artigo 30.o-B do
PRAS, na versão resultante da Resolução do Conselho
de Ministros n.o 67/2003, de 5 de Maio, e com fundamento
no que antecede, propõe-se que a adjudicação
seja feita à proposta do submarino na versão técnica
com AIP do GSC, graduada em 1.o lugar.

Quando perderam o Concurso, os Franceses apresentaram uma queixa em tribunal, devido a mudanca do modelo do submarinos apresentados pelos alemaes...mas acabaram por perder a intreposicao.

E ainda bem que assim aconteceu...pois ficamos com os melhores Submarinos Convencionais do Mundo...por isso nao e bem como voce diz...foi ate um concurso muito bem feito e o equipamento escolhido foi o melhor para os interesses do Pais ! ...e gracas ao Sr Paulo Portas, temos U214, Pandur, P3C, etc etc
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Portugal / Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Última mensagem por HSMW em Abril 20, 2018, 11:44:30 pm »
Provavelmente é exatamente isso...negociata imobiliária...depois quando não couberem todos nos Lanceiros (e nas instalações imediatamente adjacentes a sul, das ex-OGME, e no atual quartel do Corpo de Intervenção, a poente) vão andar a distribuir pessoal pela Amadora e pelas chafaricas de Lisboa que ainda existem...

Tal e qual! Isto cheira-me a esturro e negociata imobiliária...
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Conflitos do Presente / Re: Guerra na Síria
« Última mensagem por Lusitan em Abril 20, 2018, 11:04:39 pm »
https://www.bellingcat.com/news/mena/2018/04/18/belgium-illegally-shipped-96-tonnes-sarin-precursor-syria/

Por haver várias facções não quer dizer que todas tenham as mesmas capacidades e muito menos as condições para construir determinadas substâncias químicas. Ao contrário do que os russos querem fazer crer armas químicas não se produzem em laboratórios manhosos. A maioria das armas químicas têm de ser feitas em condições de isolamento total e sob pressão elevada porque senão os gases evaporam.
Além disso adquirir substâncias químicas passíveis de criar armas químicas é extremamente difícil para a maioria das pessoas/grupos por serem substâncias controladas por diversas agências nacionais e internacionais.
O facto de o Irão ter comprado enormes quantidades de material químico na Alemanha que apareceu na Síria e a Síria ter comprado directamente aos belgas enorme quantidade de percursor de sarin devem chamar a atenção a quem percebe da matéria.
Óbvio que a freira é que sabe e não houve ataque químico nenhum porque ela deve ter tido uma visão de Douma nos dia do ataque!
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