Economia de São Tomé e Principe

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Economia de São Tomé e Principe
« em: Abril 09, 2011, 11:53:18 pm »
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São Tomé e Príncipe: Crescimento económico em 2010 situa-se nos 4,5%.

São Tomé - A economia de São Tomé e Príncipe registou um crescimento de 4,5% em 2010, meio ponto acima do registado no ano anterior.

O anúncio foi feito pelo governador do Banco Central de São Tomé e Príncipe (BCSTP), Luís de Sousa, esta quarta-feira, em São Tomé. O governador do banco acrescentou que o sector financeiro, associado aos da construção, consumo e comércio contribuíram para o crescimento da economia santomense. Há semelhança dos últimos anos, estes continuam os principais determinantes do crescimento.

De acordo com Luís de Sousa, o valor das exportações de cacau cresceu «ligeiramente» em 2010, graças ao aumento do «preço internacional do cacau biológico, ainda que com pouco peso no PIB». Para 2011, as perspectivas económicas «são pouco encorajadoras», segundo o governador do BCSTP.

http://www.jornal.st/noticias.php?noticia=9071

P.S. - Na minha opinião neste item sobre a economia dos países lusófonos devia haver um tópico para cada pais lusófono, assim evitava-mos dezenas e dezenas de tópicos que levam uma ou das mensagens e depois ficam ali n tempo encostados, e poderíamos ter a informação mais centralizada onde poderiamos colocar as noticias diárias sobre as respectiva economias.

Isto não implica obviamente a não criação de outros tópicos, desde que se justifique e seja uma noticia para tal, agora para noticias gerais sobre crescimento, investimentos, etc, parece-me a solução ideal, já existe um tópico do genero para Cabo Verde e Guiné Bissau acho que se justificava para os restantes também, por isso tomei a liberdade de o fazer.

Estes tópicos na minha modesta opinião deviam ser hierarquizados e estar sempre no topo, e qualquer noticias sobre crescimento, investimentos, etc,  poderia ser aqui colocada.

Deixei isto nas sugestões, espero pelo feedback da moderação em relação a esta sugestão.

Cumprimentos.
« Última modificação: Abril 10, 2011, 11:18:51 pm por Luso-Efe »
Chamar aos Portugueses ibéricos é 1 insulto enorme, é o mesmo que nos chamar Espanhóis.

A diferença entre as 2 designações, é que a 1ª é a design. Grega, a 2ª é a design. Romana da península.

Mas tanto 1 como outra são sinónimo do domínio da língua, economia e cultura castelhana.

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Re: Economia de São Tomé e Principe.
« Responder #1 em: Abril 09, 2011, 11:56:59 pm »
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Contradição na cifra do crescimento económico previsto para 2011.      
 
Quinta, 13 Janeiro 2011

O Banco Central anunciou em finais de Dezembro que a economia são-tomense vai crescer 5% em 2011. No entanto o Ministro das Finanças e da Cooperação Internacional Américo Ramos, diz que as contas do governo apontam para um crescimento na ordem de 4,5% em 2011.

Contas divergentes entre o Banco Central e o Governo. No balanço do ano económico 2010 e as perspectivas para 2011 o Governador do Banco Central Luís de Sousa, disse que de acordo ao Programa do Governo que prevê um crescimento económico na ordem dos 5% para 2011, o Banco Central irá desenvolver todas as acções para que se atinge tal previsão inscrita no programa do governo que tinha sido aprovado pela Assembleia Nacional.

No entanto na sessão parlamentar da última semana, o Ministro das Finanças e Cooperação Internacional, América Ramos, veio anunciar que o governo prevê para 2011 um crescimento económico na ordem dos 4,5%. Um crescimento económico igual ao registado em 2010.

Segundo o Ministro das Finanças e Cooperação Internacional, a projecção do governo é conservadora. Tudo por causa das eleições presidenciais previstas para o terceiro trimestre de 2011. «Nós projectamos um crescimento de 4,5%, e estamos a ser conservadores. O Banco Central projecta 5%, mas nós o governo pensamos que vai ser de 4,5%, porque sabemos que vamos ter um período morto em termos de actividade económica. Vamos ter as eleições presidenciais e este é um período em que durante a campanha eleitoral, a actividade económica quase que para», afirmou Américo Ramos.

No que concerne a taxa da inflação prevista para 2011, o governo adopta também uma postura conservadora. «Poderia ser muito optimista dizendo 8%, mas em posição conservadora fixo em 10%», reforçou o Ministro das Finanças e Cooperação Internacional.

O aumento salarial proposto pelo orçamento geral do estado, também não vai condicionar a subida da inflação. Segundo o Ministro Américo Ramos, o orçamento prevê 10% da subida da massa salarial. Valor que não vai reflectir de forma significativa no salário real dos trabalhadores. «Esse governo tomou a decisão de aumentar a massa salarial em 10%, mas isso não vai reflectir directamente no salário das pessoas. O governo decidiu e no quadro do conselho de concertação social, fazer um aumento só no regime geral, não afecta-lo ao regime especial, directivo e político», concluiu.

http://www.stomenet.com/section-table/3 ... -2011.html
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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #2 em: Abril 24, 2011, 07:46:24 pm »
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Sonangol começa a operar em São Tomé e Príncipe em Maio.

Luanda, 21-04-2011 18:18

A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) tem todas as condições para começar a operar, em São Tomé e Príncipe, a partir de Maio próximo, disse hoje, em Luanda, o primeiro-ministro do arquipélago, Patrice Emery Trovoada.

Em declarações à imprensa no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos antes de deixar Luanda, no termo da visita de 24 horas, Patrice Emery Trovoada adiantou que "nós pensamos que as parcerias e as novas estruturas jurídicas que envolvem a Sonangol estarão operacionais em princípios do próximo mês".

De acordo com o primeiro-ministro, a participação económica da Sonangol, no seu país, estende-se aos domínios da gestão de infra-estruturas portuárias e aeroportuárias, assim como ao sector aéreo.

Segundo Patrice Emery Trovoada, apesar de pequeno, o mercado são-tomense tem inúmeras vantagens comparativas evidentes a oferecer aos investidores angolanos.

"O mercado doméstico de São Tome e Príncipe é um mercado pequeno, mas o posicionamento da nossa ilha oferece oportunidades para os investidores e pensamos que a evolução económica de Angola hoje e futuramente, se presta a que investidores angolanos possam migrar para São Tomé", frisou

Para o primeiro-ministro, além do clima de negócios do seu país ser positivo, as relações políticas são boas e, por conseguinte, as condições estão reunidas para que o sector privado angolano possa prosperar em São Tomé.

Patrice Trovoada deixou na tarde de hoje, quinta-feira, Luanda à frente de uma delegação que integrou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Manuel Salvador do Ramos, e o secretário-geral do Governo de São Tomé, António da Graça.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_p ... f319f.html
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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #3 em: Maio 08, 2011, 06:38:33 pm »
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Governo adjudica primeiro bloco.

O Governo santomense está a apostar na exploração petrolífera para aumentar as receitas para os cofres do Estado.


07 de Maio, 2011

O primeiro bloco petrolífero da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de São Tomé e Príncipe foi adjudicado a uma empresa nigeriana, anunciou, na quinta-feira, a Agência Nacional de Petróleos daquele país.

A Agência Nacional de Petróleos de São Tomé refere, em comunicado, citado pela Lusa, que o bloco é o número três, com uma superfície de 4.228 quilómetros quadrados e localizado na Zona de Exploração A da ZEE, adjudicado à Oranto Petroleum, “uma companhia nigeriana com operações desde 1991 e com presença activa em vários Blocos no Golfo da Guiné e na África Ocidental”.

Além da Oranto Petroleum, três outras companhias apresentaram propostas para os sete blocos leiloados. O comunicado não refere as razões da eliminação das outras três companhias, entre as quais a empresa são-tomense OG Engineeriung, que manifestou interesse nos blocos 1,2 e 3, a Afex Global, de capital inglês, que pretendeu ficar com o bloco 2, e a nigeriana Ouvert Energy, interessada nos blocos 3 e 6. Em sete blocos leiloados apenas um foi adjudicado, mas Agência Nacional de Petróleo, revelou que a Oranto deve pagar “cerca de dois milhões de dólares”, como bónus de assinatura pelo bloco 3, valor que foi proposto, no leilão, pela companhia da Nigéria.

Esta companhia opera em 15 blocos localizados no Golfo da Guiné, o que lhe dá experiência técnica que conquistou a confiança do Governo são-tomense e foi decisiva na atribuição do bloco 3.  A Oranto Petroleum explora blocos na Costa do Marfim, na Guiné Equatorial e na Nigéria, afirma o comunicado, frisando que o bónus de assinatura não foi o mais importante na avaliação das propostas. “O mais importante é o trabalho técnico, o que nos interessa é que a empresa tenha capacidade de operar no bloco.

 A Oranto garante trazer um parceiro capaz de perfurar os blocos e tornar operacional a Zona Económica Exclusiva e isso é que é importante”, salienta o comunicado.

http://jornaldeangola.sapo.ao/15/0/gove ... eiro_bloco
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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #4 em: Março 17, 2012, 02:55:47 am »
São Tomé avança com porto petrolífero de 153 milhões de €€€


O governo são-tomense vai avançar com o projeto de construção de um "depósito de combustíveis e porto petrolífero" na zona norte da ilha de são Tomé, que será financiado pela multinacional Russa Gunvor, SA. Num comunicado distribuído hoje à imprensa, o governo definiu a localidade costeira de Esprainha Praia, cerca de 30 quilómetros a norte da capital, como local para a instalação o empreendimento, que está avaliado em 200 milhões de dólares (153 milhões de euros).

Em 29 de fevereiro, o principal partido da oposição são-tomense tinha considerado o projeto de construção de um centro de negócios petrolíferos como "promessas falaciosas" do primeiro-ministro Patrice Trovoada.

Em declarações a jornalistas, o chefe do governo disse, porém, que a Gunvor, SA é "a quarta maior empresa mundial em termos de ‘trading’ de produtos petrolíferos", frisando que a sua decisão de investir no arquipélago foi baseada no facto de São Tomé e Príncipe estar bem situado numa "posição regional".

"Na nossa perspetiva, sendo um projeto para servir a sub-região, esse projeto está aberto a outras participações. O que é fundamental para nós é que, se houver outras pessoas para participar, são bem-vindas, se não houver, o financiamento já está garantido", acrescentou.

Mas, em comunicado distribuído a imprensa, o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe – Partido Social-Democrata (MLSTP-PSD) desafiou Patrice Trovoada a "explicar à nação" quando e onde foi assinado o acordo e "quem foi o signatário pela parte são-tomense".

Lusa
 

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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #5 em: Junho 16, 2013, 09:18:21 pm »
São Tomé e Guiné Equatorial preparam acordo petrolífero


São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial podem vir a assinar "num futuro breve" acordos no domínio dos petróleos, disse hoje à Lusa uma fonte da Agência Nacional de Petróleos (ANP) são-tomense. Uma delegação da Guiné Equatorial ligada ao setor petrolífero encontra-se na capital são-tomense "a recolher informações nos domínios técnico e fiscais", disse a fonte.

A missão equato-guineense pretende assim conhecer todos os pormenores sobre as leis são-tomenses que regulam as atividades petrolíferas, particularmente as leis sobre os contratos com empresas do ramo.

A missão chegou à capital são-tomense na sexta-feira e terá encontros com as autoridades da Agência Nacional dos Petróleos (ANP) de São Tomé e Príncipe na segunda-feira. Integram a delegação da Guiné Equatorial o diretor económico e o assessor do ministro dos petróleos deste país.

São Tomé e Príncipe e a Guiné Equatorial assinaram um acordo sobre a delimitação de fronteira marítima em 2001.

Lusa
 

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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #6 em: Abril 22, 2014, 09:30:51 pm »
S. Tomé e Príncipe lança central eléctrica para reduzir importação de petróleo


O Governo de São Tomé e Príncipe anunciou hoje um acordo com um consórcio angolano para a construção de uma central elétrica, a gás e fotovoltaica, resolvendo os problemas energéticos da principal ilha e diminuindo a dependência do petróleo importado.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado das Infraestruturas e Recursos Naturais, José Maria Fonseca, explicou que a obra, a construir na cidade de Neves, deverá ser concluída no prazo de ano e meio.

«A empresa de água e eletricidade já assinou um acordo de intenção com uma empresa de capital angolana para produzir cerca de 35 megawatts de energia. O projeto tem duas facetas, sendo uma fotovoltaica, cuja produção total é de cinco megawatts e outra de produção de energética, através de gás natural», acrescentou.

Lusa
 

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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #7 em: Outubro 18, 2015, 07:07:35 pm »
Guiné Equatorial propõe a São Tomé criação de empresa mista para explorar petróleo


Há uma zona limítrofe "entre a Guiné Equatorial e São Tomé e Príncipe que tem uma bolsa muito importante e, quando se iniciou a prospeção, eu vim aqui para firmar o acordo de limitação da fronteira marítima com São Tomé", explicou Obiang.

"Eu proponho que procuremos empresas que nos possam ajudar a explorar o petróleo que existe na fronteira comum. Podemos fazer o se chama de empresa mista entre São Tomé e Guiné Equatorial e dividir o produto da exploração desta grande bolsa que está na nossa fronteira comum", acrescentou o presidente da Guiné Equatorial.

O chefe de Estado, que iniciou hoje uma visita de 48 horas a São Tomé e Príncipe a convite do seu homólogo são-tomense, Manuel Pinto da Costa, lançou a proposta durante uma conferência de imprensa conjunta dada pelos dois presidentes na capital são-tomense.

"A Guiné Equatorial era um país pobre, que beneficiou do seu próprio petróleo. Temos feito prospeções na zona e São Tomé também tem petróleo como a Guiné Equatorial. Só falta encontrar mecanismos para explorar esse petróleo e é a única solução para que São Tomé e Príncipe possa despegar-se", sublinhou.

A delegação do presidente da Guiné Equatorial integra mais de 40 membros, entre os quais quatro ministros, como o das minas, indústria e energia.

"O nosso ministro das minas visitou várias vezes São Tomé enviado por mim e é nesse sentido que poderíamos ajudar São Tomé a explorar o seu petróleo nas zonas livres. Sei que têm acordo com a Nigéria e não temos que impedir os acordos firmados com outros países africanos", sublinhou o Presidente da Guiné Equatorial.

A cooperação com S. Tomé e Príncipe em particular e a concertação de posições sobre os graves problemas que afetam o continente africano estiveram no centro do encontro entre os dois chefes de Estado.

Obiangue Nguema Basosgo, que se desloca à capital são-tomense na sua primeira visita após a integração da Guiné Equatorial na comunidade dos países de língua portuguesa, "agradeceu aos países da CPLP" por terem admitido o seu país e o "grande apoio" de S. Tomé e Príncipe para que essa integração fosse possível durante a reunião de Timor-Leste.

Para o presidente Pinto da Costa, o país tem de se organizar para melhor aproveitar os apoios dos parceiros.

Lusa
 

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Re: Economia de São Tomé e Principe
« Responder #8 em: Novembro 29, 2015, 09:21:24 am »
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Governo precisa de 100 milhões de dólares para Orçamento Geral do Estado de 2016

O Governo de São Tomé e Príncipe «necessita de cerca de 100 milhões de dólares», verba que vai tentar arrecadar junto dos principais parceiros internacionais, «para financiar o Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016».

Anúncio foi feito pelo Ministro das Finanças, Américo Ramos, quando entregou ao Parlamento, na manhã desta sexta-feira, o projeto do OGE para o próximo ano, avaliado em perto de 170 milhões de dólares.

Segundo o governo são-tomense, «o OGE de 2016 pretende impulsionar setores vitais para o crescimento da economia do país, nomeadamente o agrícola, o das infra estruturas, saúde, educação e segurança».

Esta a chegar aquela altura do ano em que metemos mais uns milhões na nossa Região Autónomo-Independente.
 
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