Economia de Angola

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Lusitano89

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Re: Economia de Angola
« Responder #30 em: Outubro 14, 2013, 07:15:31 pm »
LNEG integra consórcio em Angola


O Laboratório Nacional de Engenharia e Geologia (LNEG) de Portugal integra um dos três consórcios, que assinaram hoje em Luanda contratos com Angola para a execução do Plano Nacional de Geologia (PLANAGEO). O objetivo é no prazo de cinco anos se concluir o cadastro e mapas completos sobre os recursos minerais existentes, criando um instrumento que vai permitir a Angola conhecer o potencial mineiro do país, determinar o que existe, em que quantidades e onde.  

Posteriormente, essa informação será disponibilizada, conforme as regras do mercado, a potenciais investidores privados, nacionais e estrangeiros.  

O LNEG participa no consórcio dirigido pela empresa espanhola Impulso, em que participa ainda o laboratório congénere espanhol e que vai trabalhar nas províncias do Huambo, Benguela, Bié, Cunene e Namibe.  

Os restantes dois consórcios são dirigidos pela empresa chinesa CITIC e pela brasileira Costa Negócios/Topocart.  

A escolha destas empresas e instituições foi feita em concurso internacional e a área total de intervenção corresponde à totalidade da superfície do país, à exceção de Cabinda: 1.238.877 quilómetros quadrados.  

Os contratos foram assinados com o Instituto Geológico de Angola (IGEO).

Lusa
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Economia de Angola
« Responder #31 em: Outubro 15, 2013, 04:36:28 pm »
Citar
Eduardo dos Santos lembra “biliões de dólares” que portugueses levam de Angola

Num discurso sobre o estado da Nação, na Assembleia Nacional de Angola, José Eduardo dos Santos teceu duras críticas a Portugal.

O presidente de Angola disse no seu discurso do Estado da Nação que "não faz sentido" que empresas privadas estrangeiras obtenham em Angola rendimentos bastante elevados e "os angolanos" não o possam fazer.

José Eduardo dos Santos referiu-se especificamente "a empresas americanas, inglesas e francesas" na área do petróleo e "empresas e bancos com capitais portugueses" que todos os anos levam de Angola "biliões de dólares".

Num discurso que está a ter eco internacional pelas críticas ferozes que faz a Portugal, a quem acusa de "incompreensões ao nível da cúpula", o presidente angolano falou ainda de "campanhas de intimidação" contra cidadãos africanos e de uma tentativa dos países ocidentais de qualificar como corruptas "as elites capazes" que Angola tem vindo a criar.

"As nossas leis que regulam essas matérias são claras e devem continuar a ser implementadas".


 :roll:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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P44

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Re: Economia de Angola
« Responder #32 em: Outubro 15, 2013, 06:47:45 pm »
é continuar a baixar as calças e a assobiar para o lado
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #33 em: Dezembro 07, 2013, 03:20:59 pm »
Norte-americana Vaalco vai começar a explorar petróleo em Angola


A petrolífera norte-americana Vaalco anunciou hoje ter recebido autorização do Ministério do Petróleo de Angola para participar num consórcio com a Sonangol para a exploração de petróleo no pré e pós-sal, mostrando-se "muito entusiasmada". "Estamos muito entusiasmados por começar a perfuração na costa de Angola, especialmente devido às recentes e significativas descobertas feitas noutro local da Bacia de Kwanza, na qual o Bloco 5 está localizado", disse o presidente da Vaalco, Steve Guidry, num comunicado enviado ao mercado.

"Ter a Sonangol como parceiro, com o seu vasto conhecimento da bacia, reafirma a nossa confiança no potencial de descoberta de quantidades comercialmente viáveis de hidrocarbonetos na nossa concessão e 1,4 milhões de hectares", acrescentou o responsável.

Angola é atualmente o segundo maior produtor de petróleo na África subsaariana, atrás da Nigéria, com cerca de 1,7 milhões de barris/dia e o objetivo confesso é atingir a cifra de 2 milhões em 2017, depois de anteriormente ter sido equacionado o ano de 2015.

O crude representa 97% das exportações e 80% da receita fiscal, mas a indústria petrolífera emprega apenas 1% da população, que já soma mais de 21 milhões, segundo o Banco Mundial, dos quais a maioria vive com menos de 2 dólares por dia, de acordo com os dados das Nações Unidas.

A Vaalco Energy, Inc é uma empresa norte-americana com sede em Houston e com interesses no Gabão, em Angola e nos Estados Unidos, e está principalmente vocacionada para a aquisição, exploração, desenvolvimento e produção de crude, de acordo com o site da petrolífera.

As propriedades da empresa estão maioritariamente no Gabão, em Angola e na Guiné Equatorial.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #34 em: Janeiro 04, 2014, 06:10:32 pm »
Angola volta a adiar adesão à zona comércio livre da SADC


Angola voltou a adiar a adesão à Zona de Comércio Livre (ZCL) da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), o que deverá acontecer somente em 2017, noticia hoje o Jornal de Angola.

Em agosto de 2013 a ministra do Comércio de Angola, Rosa Pacavira disse que a adesão à ZCL apenas se deveria verificar em 2014 ou 2015 e justificou o adiamento com a necessidade de proceder a "alguns acertos", designadamente nos setores da energia e agricultura.

Na edição de hoje, o diário angolano, que cita a ministra Rosa Pacavira, destaca que a adesão à ZCL apenas será feita quando o país concluir o roteiro de adesão, atualmente em fase de elaboração, mas salientou que a entrada de Angola "continua na agenda do Executivo no quadro da sua política de integração regional". "Estamos a elaborar um roteiro e vamos ver se, até 2017, Angola consegue aderir à Zona de Comércio Livre, mas para isso temos que criar indústria e capacidade interna para que Angola possa fazer frente aos outros países que já estão nesta zona", disse Rosa Pacavira.

Este novo adiamento surge na mesma altura em que Angola tem em aplicação uma nova Pauta Aduaneira, que visa proteger a produção interna, aumentando as taxas sobre os produtos importados, num valor que pode chegar aos 50%, no caso da cerveja e da água mineral, cuja taxa é atualmente de 30%. Segundo o Jornal de Angola, Rosa Pacavira considera que se Angola abrisse agora o mercado a produtos dos países da SADC teria de deixar de produzir "muita coisa". "Se nós abrirmos agora o mercado vamos deixar de produzir muita coisa que temos que produzir, porque se Angola adere agora vamos ter aqui toda a SADC a vender produtos e nós não vamos produzir", frisou.

A Zona de Comércio Livre foi lançada em agosto de 2007, em Joanesburgo, na 28ª Cimeira da SADC e teve a adesão da África do Sul, Botsuana, Lesoto, Malaui, Ilhas Maurícias, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbabué e Madagáscar, tendo ficado de fora além de Angola, a República Democrática do Congo e as Ilhas Seychelles.

O objetivo é reforçar a integração económica e a industrialização rápida nesta sub-região do continente, através da expansão de oportunidades de negócio e remover de forma gradual as barreiras no comércio.

Lusa
« Última modificação: Janeiro 19, 2014, 03:35:57 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #35 em: Janeiro 19, 2014, 03:35:21 pm »
Angola será o maior destino de investimentos no petróleo nos próximos dois anos


Angola vai ser o principal destino para os investidores do sector do petróleo neste e no próximo ano, prevê a consultora Business Monitor International (BMI), que aposta num crescimento médio do PIB de 7,4% até 2018.

"Esperamos que Angola mantenha a posição de principal destino de investimento dentro da indústria do petróleo", afirma o Relatório sobre Gás e Petróleo em Angola, sublinhando que apesar de se antever um abrandamento da produção de petróleo, os planos para novos projectos vão garantir um crescimento forte durante grande parte do período em análise – 2014 a 2018.

O documento cita o responsável da Sonangol em Luanda, Domingos Cunha, para sustentar que os próximos tempos serão muito atarefados, tendo em conta o lançamento de explorações na área do pré-sal, uma camada por baixo do fundo do mar, que as autoridades angolanas acreditam ter enorme potencial, à semelhança do Brasil.

"Antecipamos uma temporada atarefada de perfuração nos próximos trimestres, com 32 poços planeados em Angola este ano, incluindo 15 que vão testar as formações de pré-sal", lê-se no relatório, que explica que os 32 poços de 2014 contrastam com apenas dois no ano passado.

O responsável da Sonangol, aliás, é ainda citado para explicar que, até 2022, o número médio de poços vai ser, no total, de 25, e não apenas no pré-sal.

Na mesma altura em que foi divulgado este relatório sobre o sector do petróleo, a BMI lançou também outra análise sobre o ambiente empresarial em Angola, na qual estima que o crescimento económico vai acelerar nos próximos trimestres, alicerçado num grande programa de investimentos públicos e nas novas capacidades de produção petrolífera: "Prevemos que o PIB real cresça 7,3% em 2013, e depois 7,4%, em média, entre 2014 e 2018", lê-se no Relatório de Perspetivas Empresariais de Angola.

Pese embora as tensões políticas que "subiram muito nos últimos meses e que deverão continuar altas dada a proximidade das eleições e o aumento da frustração com a Presidência de José Eduardo dos Santos", os analistas da BMI estimam que a inflação se mantenha controlada este ano, "oscilando entre 8 e 9,5%".

Sobre o ano passado, a BMI reviu em baixa a previsão de crescimento da economia, de 7,1% para 5,3%, essencialmente devido à seca, aos projectos adiados e à reduzida produção petrolífera, e estima que o défice das contas públicas tenha melhorado de 2,7% do PIB para 2,1, motivado pela diminuição de despesa pública face ao inicialmente previsto.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #36 em: Janeiro 21, 2014, 12:52:59 pm »
Angola vai dar prioridade às relações com China, Índia e Japão


Angola vai dar prioridade às relações com a China, Índia e Japão, anunciou em Luanda o ministro das Relações Exteriores, na abertura dos trabalhos da V Reunião de embaixadores de Angola.

Georges Chikoti acrescentou no discurso de abertura dos trabalhos, que decorreram na segunda-feira e que é hoje a manchete do Jornal de Angola, que em 2014, além daqueles três países, as relações externas vão ser intensificadas com os Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, Alemanha, Cuba e Brasil.

Ao referir-se às relações com a Europa, elogiou a cooperação com a União Europeia, que classificou como «boa», garantindo «maior atenção» à Espanha, França, Alemanha e Inglaterra.

A prioridade no relacionamento com a China, Índia e Japão foram justificadas por Georges Chikoti pelas linhas de crédito concedidas para apoiar a reconstrução nacional e aumentar o volume de trocas comerciais.

Dados da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), revelam que Angola representa para Portugal o mercado mais importante fora do espaço da União Europeia.

Todavia, as relações bilaterais entraram em crise na sequência da reação angolana às fugas ao segredo de justiça, em Portugal, a investigações a altos quadros do Estado angolano e familiares do Presidente José Eduardo dos Santos.

Os valores das exportações de bens e serviços de Portugal para Angola nos primeiros quatro meses de 2013 totalizaram 1,343 mil milhões de euros.

No sentido inverso, e no mesmo período, as vendas de Angola a Portugal totalizaram 1,127 mil milhões de euros.

Segundo dados do International Trade Center (ITC), subsidiária da Organização Mundial do Comércio, a quota de mercado de Portugal no contexto das importações angolanas, fixou-se em 18,1% em 2011 (último ano disponível), posicionando-se no primeiro lugar enquanto fornecedor.

Por outro lado, Portugal representou cerca de 2,5% no total das exportações angolanas em 2011, ocupando a 8.ª posição na relação de clientes.

Estes valores representam uma continuidade nas relações comerciais bilaterais.

A expressão pública da deterioração das relações bilaterais foi dada a 15 de outubro por José Eduardo dos Santos, que no discurso sobre o Estado da Nação, anunciou perante os deputados angolanos, a suspensão da anunciada parceria estratégica com Portugal, alegando não estarem reunidas condições.

Nove dias depois, foi Georges Chikoti, em declarações à Televisão Pública de Angola que disse que Luanda tinha deixado de considerar prioritária a cooperação com Portugal e, quanto à anunciada primeira cimeira luso-angolana, disse não ter "muita certeza" sobre a sua realização.

Essa cimeira tinha sido anunciada em fevereiro desse ano, aquando de uma deslocação oficial a Luanda do então ministro dos Negócios Estrangeiros português e atual vice-primeiro ministro, Paulo Portas.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #37 em: Janeiro 24, 2014, 05:38:18 pm »
Angola tem espaço para todos que desejem prospectar diamantes


Angola tem espaço disponível para os investidores que queiram prospectar diamantes, disse hoje à Lusa o presidente do Conselho de Administração da Endiama, empresa estatal angolana de exploração diamantífera. Carlos Sumbula, que falava à Lusa no final da cerimónia de posse do novo vice-presidente do Processo de Kimberley (PK), manifestou-se optimista no desenvolvimento do sector, que em 2012 gerou receitas superiores a 865 milhões de euros.

Questionado sobre se Angola vai continuar a promover o sector, o responsável máximo da Endiama respondeu que agora são os investidores que "lutam para conseguir espaço". "Felizmente temos espaço para todos", acentuou.

Carlos Sumbula acredita, por isso, que o sector diamantífero em Angola vai desenvolver-se cada vez mais.

"Nos últimos três anos fizemos um estudo com a empresa (russa) Alrosa e verificámos que durante 100 anos nós exploramos diamantes aluvionares, que vieram de kimberlitos ainda por descobrir", salientou.

O optimismo de Carlos Sumbula fundamenta-se no poder de atracção do sector, na sequência de estudos geológicos que apontam para um potencial diamantífero em Angola de mil milhões de quilates.

A produção de diamantes em 2012 em Angola foi de 8 milhões de quilates, posicionando o país como quarto maior produtor do mundo.

"Empresas que trabalham connosco na prospecção de diamantes, como a Alrosa e a De Beers, estão todas engajadas agora na procura desses kimberlitos por descobrir. Isto para dizer que o potencial diamantífero de Angola ainda está por descobrir", acrescentou.

Na cerimónia realizada hoje no Ministério das Relações Exteriores, Bernardo Campos, antigo administrador da Endiama e formado em Portugal, foi empossado pelo chefe da diplomacia angolana no cargo de vice-presidente do PK.

Angola substituirá em 2015 a China na presidência deste órgão de concertação, criado em Maio de 2000 a partir de um processo liderado pela África do Sul, que juntou mais 30 países produtores.

Actualmente, o PK integra 75 países envolvidos na produção, exportação, importação e comércio de diamantes.

O objectivo é evitar que os diamantes brutos, explorados ou comercializados por grupos armados sirvam para financiar conflitos armados para derrubar governos legítimos e, ao mesmo tempo, proteger a indústria legal de diamantes, importante no desenvolvimento económico e social de muitos países.

Angola detém actualmente a presidência do Grupo de Trabalho de Produtores Artesanais e de Aluvião (WGAAP, no acrónimo em inglês).

Assegurado o controlo de proveniência dos diamantes, o Processo Kimberley está agora sob escrutínio de organizações não-governamentais internacionais, as quais pretendem que a boa prática na prospecção diamantífera não seja feita à custa da violação dos direitos humanos.

A este respeito, em declarações à Lusa também no final da cerimónia, o embaixador da China em Luanda, Gao Kexiang respondeu que o combate aos diamantes de sangue foi um esforço que envolveu todos os países.

"Qualquer coisa tem de ser passo a passo. Mas esse primeiro passo, diamantes de sangue, já é um grande passo, mas com esforço, com trabalho de todos os países e a globalização internacional, qualquer trabalho neste sentido será muito fiscalizado pelo mundo inteiro", disse.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #38 em: Janeiro 27, 2014, 05:35:14 pm »
Novos blocos petrolíferos de Angola representam mais de metade das reservas conhecidas


Os 10 blocos que a petrolífera angolana Sonangol vai licitar representam mais de metade das reservas conhecidas de petróleo de Angola, foi hoje anunciado em Luanda.

O anúncio foi feito por Severino Cardoso, diretor de Exploração da Sonangol, que disse ser de pelo menos 7 mil milhões de barris o potencial dos 10 blocos.
Aquele quadro da Sonangol fez o anúncio na conferência de imprensa que se seguiu ao primeiro «roadshow» de apresentação das potencialidades dos 10 blocos, sete dos quais se situam na bacia do rio Kwanza e os restantes três na do rio Congo.

Em outubro passado, o ministro dos Petróleos angolano, Botelho de Vasconcelos, disse serem de 12,6 mil milhões de barris as reservas conhecidas de Angola.
No encontro com os jornalistas, Paulino Jerónimo, do Conselho de Administração da Sonangol, destacou o interesse da petrolífera angolana em ver empresários nacionais a participar, "de forma gradual e ponderada", nos leilões, mas reconheceu que a indústria petrolífera exige capital intensivo. Como exemplo avançou os custos de exploração de poços no "offshore", que disse serem de cerca de 100 milhões de dólares, enquanto no "onshore" os valores se situam entre os 15 e os 20 milhões de dólares.

Paulino Jerónimo salientou que a apresentação dos 10 blocos que vão ser leiloados, divulgados no "roadshow" de hoje, vai agora ser replicada em Londres, Reino Unido (03 de fevereiro), e Houston, Estados Unidos (10 de fevereiro).

Para evidenciar o potencial da capacidade disponível, o administrador da Sonangol adiantou que a exploração petrolífera nas bacias do Kwanza e do Congo chegou a ser feita no passado pelas empresas Fina e Total, tendo, somente no poço Canguela Norte, a 60 quilómetros de Luanda, a Fina produzido 100 milhões de barris. Quanto a prazos, Paulino Jerónimo manifestou-se otimista que a partir de 2015 já se poderá começar a extrair petróleo dos 10 blocos que vão ser leiloados, um processo que deverá estar concluído até ao final do ano em curso. Quanto a projetos futuros, Paulino Jerónimo anunciou que a empresa pretende realizar uma segunda licitação de cinco blocos no "onshore" angolano, sendo quatro na bacia do rio Kwanza e o restante na do rio Congo.

Estes cinco blocos apenas serão leiloados dentro de dois anos e meio a quatro anos, e vão ser alvo de avaliação geofísica e geológica pela Sonangol, destacou.
Angola é atualmente o segundo maior produtor de petróleo na África subsaariana, atrás da Nigéria, com cerca de 1,7 milhões de barris/dia e o objetivo é atingir a cifra de 2 milhões em 2017, depois de anteriormente ter sido equacionado o ano de 2015.

O crude representa 97% das exportações e 80% da receita fiscal, mas a indústria petrolífera emprega apenas 1% da população, que já soma mais de 21 milhões, segundo o Banco Mundial, dos quais a maioria vive com menos de 2 dólares por dia, de acordo com os dados das Nações Unidas.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #39 em: Abril 12, 2014, 06:03:48 pm »
Lançamento de satélite angolano volta a ser adiado, agora para 2017


O lançamento do Angosat, primeiro satélite angolano, voltou a ser adiado, agora para 2017, noticia hoje o diário estatal Jornal de Angola.

O jornal cita declarações do ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, feitas recentemente em Moscovo, no final de um encontro com o homólogo russo, Sergey Lavrov, por ocasião da visita oficial que efetuou à Rússia. "O ministro angolano lembrou ser necessário criar estruturas tecnológicas no país antes da concretização do projeto, o que apenas pode verificar-se ao longo dos próximos 36 meses", escreve o Jornal de Angola.

O anúncio de Chikoti representa o segundo adiamento. O primeiro foi anunciado em Luanda, em agosto de 2013, à margem de um fórum de negócios Angola/Rússia pelo embaixador russo em Luanda, Dmitri Lobach, que anunciou 2016 como ano de lançamento.

Na ocasião, Lobach anunciou ainda a libertação do financiamento necessário, 37 mil milhões de kuanzas (286,2 milhões de euros), pelo banco público russo Ruseximbank, para o arranque da construção do Angosat. Projeto a cargo de um consórcio russo e com lançamento inicialmente previsto para 2015, o primeiro adiamento deveu-se ao atraso no seu financiamento, anunciado originalmente em dezembro de 2012.

Em dezembro de 2012, o financiamento russo foi anunciado como sendo da responsabilidade dos bancos Ruseximbank e VTB. A construção do Angosat está a cargo de um consórcio russo liderado pela RSC.

Com a entrada em funcionamento deste satélite, Angola vai fornecer serviços de suporte às telecomunicações eletrónicas, incluindo a prestação de serviços em banda larga e de televisão. O Angosat terá um período de vida de 15 anos e possui 22 "transponders", dispositivos de comunicação eletrónica, e o projeto inclui a criação de duas estações de rastreio, em Angola e na Rússia.

Na cerimónia formal de lançamento das obras, em dezembro de 2012, o secretário de Estado angolano das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Alcides Safeca, disse que o Angosat marca a entrada de Angola "numa nova era das telecomunicações, o que pressupõe a condução de um programa espacial que inclua, futuramente, o lançamento de satélites subsequentes".

"Estas estações permitem uma intervenção russa no controlo e comando do satélite, sempre que se mostre necessário, enquanto Angola cria autonomia neste domínio", disse então Alcides Safeca, acrescentando que o Angosat vai ter uma utilização de 99,2% da capacidade prevista.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #40 em: Abril 18, 2014, 02:48:09 pm »
Empresa francesa ganha contrato que pode valer 500 milhões de €€ em Angola


O grupo francês de engenharia Technip anunciou hoje que a petrolífera Total lhe adjudicou um contrato de 250 milhões de euros a 500 milhões de euros para a fabricação de cabos para o Bloco 32, em Angola. Em causa está a fabricação de 120 quilómetros de cabos de alimentação eléctrica para o projecto Kaombo, localizado no Bloco 32 do 'offshore' de Angola, revelou em comunicado a Technip, citada pela agência de notícias francesa (AFP), realçando a importância do negócio.

A Technip lidera um consórcio que integra a Angoflex, uma 'joint venture' entre a Technip (70%) e a Sonangol (30%), e a Duco, uma filial da própria Technip.

No espaço de dois dias, este é o segundo contrato de dimensão relevante anunciado pela empresa francesa, depois de, na quarta-feira passada, ter conquistado o maior contrato da história da empresa, também ligado ao fabrico de componentes para o projecto Kaombo, cujo valor ascende a 3.500 milhões de dólares (mais de 2.500 milhões de euros).

"O projecto vai começar imediatamente, com as primeiras entregas em Angola programadas para 2016", adiantou em comunicado Jean-Louis Rostaing, presidente da Duco.

A produção será feita a partir da fábrica da Angoflex, situada no Lobito, em Angola, e deverá estar concluída em 2017.

O projecto Kaombo está situado 260 quilómetros ao largo da capital angolana, Luanda, a uma profundidade entre os 1.400 metros e os 1.900 metros.

Lusa
 

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« Responder #41 em: Maio 01, 2014, 07:46:09 pm »
Sonangol anuncia "maior descoberta" de petróleo na bacia do rio Kwanza


A petrolífera angolana Sonangol anunciou hoje em Luanda o que designou como "maior descoberta" de petróleo, na camada do pré-sal da bacia do rio Kwanza.
Em comunicado de imprensa, a Sonangol salienta uma "recente descoberta de petróleo, em quantidades significativas", ocorrida na camada do pré-sal no poço Orca, do bloco 20/11.

O texto precisa que o poço de pesquisa Orca, perfurado no pré-sal da bacia, atingiu uma profundidade final de 3.872 metros e salienta que foi testado com sucesso, permitindo produzir mais de 3.700 barris diários e 16,3 milhões de metros cúbicos de gás.

"Os resultados em complemento ao teste de produção, confirmam a importância da descoberta, considerada a maior feita até agora na bacia do (rio) Kwanza", indica a Sonangol.

O bloco 20/11 é operado pela norte-americana Cobalt, que lidera com 40 por cento, e o consórcio integra a Sonangol Pesquisa e Produção e a britânica BP, ambas com 30 por cento, respectivamente.

Segundo o comunicado da Sonangol, a Cobalt avaliou as reservas entre 400 e 700 milhões de barris de petróleo.

O anúncio da descoberta surge cinco meses depois da Cobalt e da Sonangol terem referenciado uma descoberta "à escala internacional" noutro poço do mesmo bloco 20.

Na ocasião, em comunicado enviado à agência Lusa, a Sonangol e a Cobalt referiram que, durante um teste, o poço Lontra "produziu um fluxo estável de 2.500 barris de condensados por dia e 39 milhões de pés cúbicos de gás em igual período".

"O poço de exploração Lontra perfurou até uma profundidade total de mais de 4.195 metros e penetrou aproximadamente 67 metros de espessura útil, de um reservatório de muito boa qualidade. A descoberta foi de um volume significativo de líquidos no intervalo de gás e um intervalo de petróleo bruto", salientava-se no comunicado.

A Sonangol tem agendado para o próximo dia 30 de maio um leilão de 10 novos blocos para exploração, nas bacias terrestres dos rios Kwanza e Congo.

O prazo limite para o envio das propostas terminou quarta-feira, 30 de Abril.

Dos 10 blocos que vão a leilão, sete situam-se na bacia do rio Kwanza e os restantes três na do rio Congo.

Em Janeiro passado, em conferência de imprensa em Luanda, Severino Cardoso, director de Exploração da Sonangol, disse que os 10 blocos representam mais de metade das reservas conhecidas de petróleo de Angola, ou seja, pelo menos 7 mil milhões de barris.

Em Outubro de 2013, o ministro dos Petróleos angolano, Botelho de Vasconcelos, disse que as reservas do país atingem os 12,6 mil milhões de barris.

Na ocasião, um administrador da Sonangol, Paulino Jerónimo, manifestou-se optimista, confiando que, a partir de 2015, já se poderá começar a extrair petróleo dos 10 blocos que vão ser leiloados.

Angola é actualmente o segundo maior produtor de petróleo na África subsaariana, atrás da Nigéria, com cerca de 1,7 milhões de barris/dia e o objectivo é atingir a cifra de 2 milhões em 2017, depois de anteriormente ter sido equacionado o ano de 2015.

O crude representa 97% das exportações e 80% da receita fiscal, mas a indústria petrolífera emprega apenas 1% da população, que já soma mais de 21 milhões, segundo o Banco Mundial, dos quais a maioria vive com menos de 2 dólares por dia, de acordo com os dados das Nações Unidas.

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« Responder #42 em: Maio 03, 2014, 03:00:37 pm »
Angola 'longe' de estar imune às crises internacionais


Angola está "longe" de ser imune às crises financeiras internacionais, sobretudo se houver um menor crescimento da economia mundial, o que afectará os preços do petróleo, que constituem 40% das exportações, afirmou o governador do banco central angolano. Em declarações à agência Lusa e à RTP África, à margem do VII Encontro dos Governadores dos Bancos Centrais dos Países de Língua Portuguesa, realizado na sexta-feira na Cidade da Praia, José Lima Massano indicou que tal cenário pode influenciar a capacidade de Angola continuar a desenvolver os seus programas de desenvolvimento.

"Longe disso (de estar imune). Sentimos os efeitos da crise de 2008/09 na nossa própria economia, que ainda é muito dependente do sector externo. Temos um produto de exportação que é dominante. O sector petrolífero tem um peso de cerca de 40% do PIB ", indicou o governador do Banco Nacional de Angola (BNA).

"Daí que, uma alteração do quadro internacional, como, por exemplo, um menor crescimento da economia mundial, pode afectar o preço do petróleo, como de resto aconteceu em 2010, com os chamados "spillovers" da crise financeira internacional. Fazemos parte de um mundo que é global", sustentou.

José Lima Massano lembrou que Angola, apesar das limitações, está a fazer o seu próprio percurso, admitindo, porém, que qualquer situação de instabilidade nas principais economias internacionais não vai deixar de afectar a angolana.

Questionado sobre o facto de 60% das exportações de Angola já não estarem ligadas ao setor petrolífero, José Lima Massano lembrou que a diversificação da economia ainda depende muito do petróleo que, ao ser "dominante" nas exportações, acaba por criar condições para desenvolver outras áreas.

"Os 60% correspondem ao sector não petrolífero, mas, no caso concerto de Angola, há que entender que o sector petrolífero, ao ser dominante, acaba por criar condições para que a própria diversificação da economia vá acontecendo. Aquilo que gera o sector petrolífero cria potencialidades noutros sectores", explicou.

"Precisamos de continuar a ter um sector petrolífero forte, robusto, capaz de provocar esta onda positiva para o sector não petrolífero", sustentou o governador do BNA, lembrando que o fundo soberano angolano foi constituído com uma capitalização, "do ponto de vista legal", de 5.000 milhões de dólares (3.700 milhões de euros).

Sobre o encontro dos governadores na Cidade da Praia, subordinado ao tema "Experiências de Regulação e Supervisão em Contexto de Crise Económica", José Luís Massano lembrou que Angola tem em curso um "processo agressivo de modernização".

"Em Angola, sobretudo depois de uma avaliação feita ao nosso sistema financeiro pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (BM), em que foram detectadas também algumas insuficiências, quer do ponto de vista normativo, como da própria capacidade de supervisão do Banco Nacional de Angola, começamos com um processo agressivo de modernização", indicou.

"Nesta altura, temos um quadro regulamentado muito em linha com as práticas internacionais e continuamos a fazer o exercício de reforço da capacidade institucional, permitindo que o sistema financeiro continue no curso da estabilidade", concluiu.

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #43 em: Maio 11, 2014, 02:46:01 pm »
Angola só consegue 2 milhões de barris por dia em 2017


A produção de petróleo em Angola só vai conseguir quebrar a barreira dos 2 milhões de barris por dia em 2017, escreve a prestigiada revista The Banker, num relatório de 13 páginas dedicado à terceira maior economia africana.

"Os analistas geralmente pensam que a previsão de Sonangol, de que as exportações vão chegar aos 2 milhões de barris por dia em 2015 são irrealistas, e mesmo que as petrolíferas estejam optimistas relativamente aos blocos terrestres e ultraprofundos [pré-sal], quaisquer descobertas daí provenientes vão demorar alguns anos até ficarem operacionais", lê-se no artigo na edição deste mês da revista The Banker, do grupo Financial Times.

As 13 páginas que a publicação dedica a Angola estão divididas em cinco partes: a primeira trata da história de Angola a seguir ao final da guerra civil e apresenta os principais desafios, a segunda debruça-se sobre o sector bancário e financeiro, ao passo que a terceira apresenta um perfil e entrevista com o governador do banco central, José de Lima Massano.

Os últimos dois artigos analisam, no essencial, as reformas macroeconómicas e os impactos para as empresas, nomeadamente no que diz respeito à lei que obriga aos pagamentos na moeda nacional aos fornecedores das petrolíferas e à nova pauta aduaneira.

Para a revista, Angola vai produzir 1,79 milhões de barris este ano, acelerando para 1,85 e 1,90 em 2015 e 2016, só quebrando a barreira dos 2 milhões no ano seguinte.

No que diz respeito ao crescimento económico, o abrandamento face às taxas de dois dígitos da década passada é também evidente, considera a The Banker: Angola terá crescido 4,1% no ano passado, acelerando para 5,3% este ano e 5,5 e 5,9 em 2015 e 2016.

Depois de passar em revista as taxas de crescimento económico e o "frenesim" que se vive em Luanda, com "gruas a rasgar o horizonte, construindo luxuosos escritórios, hotéis de luxo e apartamentos", a revista explica que "os dias de Angola poder contar com o petróleo para alimentar o seu forte crescimento acabaram", subscrevendo, aliás, a generalidade dos analistas e instituições internacionais, que apostam num abrandamento do crescimento económico de Angola.

"Depois de uma queda significativa em 2009 e 2010, causada por um 'crash' nos preços do crude, as autoridades angolana esperavam que a economia recuperasse rapidamente a sua força, mas a produção de petróleo tem estado estagnada desde 2009, quando desceu para os 1,8 milhões de barris por dia devido a problemas técnicos".

O resultado, afirma a revista The Banker, "é que o crescimento de Angola, apesar de alto para os padrões da África subsariana, está ainda longe dos níveis anteriores à crise".

Os dirigentes angolanos, assegura a revista, estão cientes da "necessidade vital" de impulsionar a economia não petrolífera, que nalguns sectores já é vibrante, como na banca, nas telecomunicações e no retalho, mas as dificuldades, conclui a revista, são mais que muitas, como a excessiva burocracia, os enormes engarrafamentos rodoviários, a falta de energia, os tribunais ineficientes e os altos custos de contextos.

O artigo termina com a mesma lição que a revista The Economist deixou na edição de 14 de Abril, e que tem a ver com as expectativas da nova geração de angolanos: "60% dos angolanos tem menos de 25 anos, com pouca ou nenhuma memória da guerra; a paz por si só não os satisfaz, eles vão querer empregos e mais prosperidade e, para isso, a diversificação económica é mesmo precisa".

Lusa
 

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Re: Economia de Angola
« Responder #44 em: Maio 24, 2014, 11:08:14 pm »
Coreia do Norte quer exportar bens e serviços para Angola


A Coreia do Norte pretende exportar bens e serviços para Angola, de acordo com informação do Governo angolano transmitida durante a visita do vice-ministro do Comércio daquele país asiático.

A visita de Ri Myong San a Luanda, que terminou hoje, visava o "reforço da cooperação económica", explicou à Lusa fonte do Ministério das Relações Exteriores angolano.

O governante manteve desde quinta-feira contactos com os representantes do Governo de Angola para as áreas da Cooperação, Saúde, Águas, Tecnologias da Informação, Comércio e Agricultura.

A exportação de brinquedos, plásticos, material informático ou artigos de confecção foi uma das possibilidades discutidas, neste caso com o secretário de Estado para o Comércio Externo, Alexandre David de Sousa Costa.

A revisão do acordo comercial entre os dois países, datado de 1980, foi também analisada pelas duas delegações, relata hoje a comunicação social pública angolana.

A delegação em representação do regime de Kim Jong-un apresentou igualmente propostas de investimento no sector do abastecimento de água potável, as quais serão estudadas por uma comissão técnica bilateral, informou por sua vez o secretário de Estado das Águas, Luís Filipe da Silva.

"A delegação norte-coreana quer participar nos projectos do executivo usando tecnologias sem componentes químicos de desinfecção. Por isso vamos iniciar um programa de cooperação", explicou o governante angolano.

A exportação norte-coreana para Angola poderá passar igualmente pelos sectores da engenharia de informação e comunicação, assim como por sistemas de telemedicina e de teleducação.

Uma comissão angolana deverá visitar a Coreia do Norte para preparar um acordo de colaboração entre os dois países.

Lusa
 

 

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